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Aqui compartilhamos notícias sobre Ações, divulgadas nos principais meios de informação.

639 comentários sobre “Notícias

  1. Saldo de capital externo na Bolsa fica negativo em R$ 2,25 bilhões em agosto

    Fitch mantém notas de crédito da Taesa, com perspectiva negativa
    A agência de classificação de risco Fitch afirmou os ratings em moeda estrangeira e local da Taesa em ?BB+’ e ?BBB’, respectivamente. A perspectiva é negativa para ambas as notas.

    Faturamento na indústria cai 4,3% em julho após alta de 2% em junho, diz CNI

    Itaú BBA elogia ação, mas corta sua recomendação mesmo assim; entenda
    SãO PAULO ? A equipe de análise do Itaú BBA elaborou relatório em que rebaixa sua recomendação para os papéis da Comgás (CGAS5) do patamar de outperform (performance acima da média do mercado) para o de marketperfom (performance em linha com o mercado).

    Pedidos de falência saltam 20,5% no ano até agosto, nota Boa Vista
    Os pedidos de falência acumularam, até agosto, alta de 20,5% em 2016 e as falências decretadas avançaram 10,7% no mesmo período. E apesar da relativa melhora nas expectativas para a economia nos próximos meses, a tendência não deve se reverter até o fim do ano. A avaliação é da Boa Vista, empresa que administra o Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC).

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  2. Brexit surpreende e passa no Reino Unido, provocando o caos nos mercados.

    O Referendo do Reino Unido terminou com vantagem do Brexit de 1,269 MM de votos. De acordo com dados finais da Comissão Eleitoral, a campanha pela saída do grupo europeu venceu com 17,410 MM de votos ou 51,9% do eleitorado. O grupo que defendia a permanência do país na União Europeia teve 16,141 MM de votos ou apoio de 48,1% do eleitorado. O comparecimento às urnas ficou em 72% entre os cerca de 46,5 MM de eleitores registrados para a votação. O voto não é obrigatório no Reino Unido.
    Depois de 43 anos, o Reino Unido sai da União Europeia. A votação foi apertada, 51,85% pela saída.
    A libra chegou a bater a menor cotação desde 1985, com queda de 12%.
    As bolsas no mundo apresentam forte queda.
    Não só aqui no Brasil, mas os mercados vem se movendo com as decisões políticas, o que torna as previsões muito mais difíceis. Imprevisíveis.
    Agora temos a saída do Reino Unido e suas consequências, muitas nem conhecemos. A disputa nos EUA entre Trump e Hillary.
    Além disso, o risco que essa saída pode disparar com mais países saindo da União Européia e a extinção do bloco, com vários acordos comerciais sendo desfeitos.
    No domingo, a Espanha vai as urnas e, de acordo com pesquisas, o partido Podemos de esquerda, que surgiu em 2014 para desafiar o establishment político espanhol, poderá sair como o grande vencedor das eleições gerais.
    O mundo estaria mais vulnerável a uma onda mais populista na política que em última instancia retroalimentaria as atuais dificuldades econômicas? Essa é uma das perguntas.
    Enfim, ocorrerá uma aversão a risco, com a busca por ativos mais estáveis e mais “seguros”, com queda das commodities, petróleo em forte queda e dólar abrindo em forte alta.

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  3. Fundo de Investimento do FGTS, na mira da operação Lava Jato, registrou primeiro prejuízo em seus oito anos de existência

    Temer autoriza socorro ao Rio para segurança, mas não para metrô
    Em acordo com a administração do Rio de Janeiro, o governo interino de Michel Temer publicou nesta terça-feira (21) medida provisória que autoriza a administração federal a repassar R$ 2,9 bilhões para a gestão fluminense para auxiliar despesas com segurança pública para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

    Governo reconhece que pode colaborar em eventual plano de venda da Oi
    O governo federal reconheceu nesta terça-feira (21) que poderá ajudar na elaboração de um plano de venda da operadora Oi, que entrou na segunda-feira (20) com pedido de recuperação judicial após fazer uma dívida de R$ 65,4 bilhões.

    Ao todo, 163 fundos têm R$ 521,6 mi em ativos da Oi, afirma consultoria
    Um total de 163 fundos acumula volume de R$ 521,6 milhões em exposição a ativos da Oi, de acordo com estudo da consultoria Economática divulgado nesta terça-feira (21). A operadora Oi entrou com pedido de recuperação judicial nesta segunda-feira (20) para dar início a uma nova rodada de negociação, agora com proteção judicial contra falência.

    Ações ON da Oi fecham em queda de 8% e as PN perdem mais de 18%
    Empresa registrou na noite de segunda-feira o maior pedido de recuperação judicial da história do país

    Dólar fecha em alta com cautela de investidores às vésperas do Brexit
    Pesquisa do Survation mostrar uma margem apertada de votos, com ligeira liderança para a permanência do Reino Unido na UE

    Investimento estrangeiro cresce 38% no mundo, mas cai no Brasil, diz ONU
    Apesar dos fluxos mundiais de Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) terem crescido 38% em 2015, atingindo US$ 1,76 trilhão —o maior nível desde a crise financeira de 2008—, no Brasil houve uma queda de 12%, segundo estudo da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad, na sigla em inglês) publicado nesta terça-feira (21)

    Indústria pede ao governo incentivo a exportações e renegociação de dívidas
    Representantes de mais de 20 associações do setor industrial entregaram ao ministro Henrique Meirelles (Fazenda) nesta terça-feira (21) propostas para ajudar o setor.

    Temer diz que ainda não pensa em aumentar impostos
    O presidente em exercício Michel Temer afirmou em entrevista que não pensa em aumentar imposto “ainda”

    São Paulo perde 565 mil postos de trabalho no começo de 2016
    Retração significou uma queda de 4,4% nos empregos com carteira assinada

    Alimentos devem aumentar inflação e adiar queda da Selic
    Economistas consultados pela Reuters ainda esperam sinalizações mais claras da nova equipe do Banco Central para calibrar suas apostas sobre a taxa

    Demanda das empresas por crédito aumenta 12% em maio
    No acumulado do ano, porém, houve recuo de 4,6% em relação ao mesmo período do ano passado

    SP perde mais de meio milhão de vagas no 1º tri, diz Seade
    No total, o estoque de postos de trabalho no Estado teve a eliminação de 565.195 vagas nessa base de comparação, o que representa um recuo de 4,4%

    87% dos venezuelanos não têm dinheiro para comprar comida
    Inflação, recessão e escassez deixam venezuelanos em crise alimentar e dezenas de protestos e saques pipocam ao redor do país, diz matéria do New York Times

    CNI diz que Indicador de Custos Industriais cresce 2,2%
    De acordo com a CNI, a indústria conseguiu repassar a alta dos custos do primeiro trimestre para os preços

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  4. Mineradoras: O preço do minério de ferro teve a terceira alta seguida ao apresentar crescimento de 3,4% no mercado à vista chinês, a US$ 52,3 por tonelada seca, de acordo com dados do The Steel Index. Esse valor segue a referência do insumo com teor de concentração de 62% negociado no porto de Tianjin, na China. No acumulado de junho, contudo, acumula queda de 8,4%.

    Setor Educacional: Às voltas com duas ofertas de fusão, a direção do grupo educacional Estácio inclina-se pela proposta da Ser Educacional, segundo apurou o Valor, enquanto o mercado acredita que a melhor alternativa seria uma associação com a Kroton. Uma união entre a segunda e sexta maiores empresas do setor poderia fazer frente à força consolidadora da líder Kroton, com a qual a Estácio mantém uma rivalidade antiga, desde que ambas disputaram a Anhanguera, em 2013. Analistas do mercado, no entanto, destacam que Estácio e Kroton têm investidores em comum com posições relevantes nas duas companhias. Um exemplo é o fundo americano Oppenheimer, maior acionista da Estácio, com uma fatia de 17%, e que também detém 5% de participação na Kroton. Fontes a par das discussões acreditam que, com a entrada da Ser na disputa, a Kroton poderá elevar sua oferta – ainda não oficializada, de 0,977 ação ordinária da Kroton para cada uma da Estácio – e até mesmo recorrer a uma oferta hostil de aquisição.

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  5. Economia:

    Brasil: expectativas para atividade nacional segue piorando.
    Pelo 15º mês consecutivo, a economia brasileira andou de ré. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) de março, conhecido como a “prévia do PIB”, teve baixa de 0,36% ante fevereiro, com ajuste sazonal. Em fevereiro, havia registrado uma baixa de 0,33% (dado revisado) – também na margem com ajuste. O índice de atividade calculado pelo BC passou de 134,84 pontos em fevereiro para 134,35 pontos em março, na série dessazonalizada. O resultado do IBC-Br ficou pior do que a mediana de -0,10% obtida com as estimativas dos analistas, dentro do intervalo, de queda de 0,60% a uma alta de 1,07%. O IBC-Br serve como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses.

    Zona do Euro: sinal amarelo aceso com revisão para baixo do PIB da região e novos alertas sobre o risco de saída do Reino Unido da União Europeia
    O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu menos do que inicialmente estimado no primeiro trimestre, segundo revisão publicada hoje pela agência de estatísticas da União Europeia, a Eurostat. Entre janeiro e março, a economia do bloco avançou 0,5% ante o último trimestre de 2015 e registrou aumento de 1,5% na comparação anual.

    Nesta sexta feira 13, o mercado nacional inicia com bastante expectativa, especialmente pelas declarações dadas nesta manhã pelo novo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, enquanto aguarda pelo anúncio de medidas do governo Michel Temer. Meirelles afirmou que o objetivo é a retomada do crescimento e controlar as despesas públicas além de comentar sobre a reforma da previdência. Ademais, as atenções estarão na primeira reunião ministerial do presidente em exercício. No lado corporativo, vale ficar atento as ações de Petrobras, BM&FBovespa, MRV, Cosan, Ecorodovias, Light, CPFL e Rossi, que reportaram seus números do 1T16.

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  6. Teori suspende medidas cautelares contra André Esteves 4
    Ex-controlador do BTG Pactual voltará a trabalhar, mas não terá função executiva, cargo estatutário ou poder de cisão

    Decisão da taxa de juros em cenário político de incertezas
    Não existe perspectiva de curtíssimo prazo de serem eliminadas as incertezas fiscais e por isso, o ajuste dos preços tem que ser realizado pela política monetária

    Fazenda Mercado vê Meirelles na frente de Serra
    Perfil favorece ex-presidente do BC contra senador ‘desenvolvimentista’ na corrida pelo ministério

    Varejo de moda Com calor e recessão, lucro da Renner cai
    Vendas ‘mesmas lojas’ crescem só 1,3% até março e rede admite problemas na oferta

    Comércio Atacadistas seguram investimentos
    Setor registrou queda real de faturamento de 6,8% em 2015, aponta pesquisa

    Balanços Lucro dos bancos deve ter primeira queda desde 2013
    Analistas projetam recuo de 8% no resultado das quatro maiores instituições listadas, a R$ 13,5 bi

    Preço por ação da BR Properties em OPA foi elevado para R$11
    A oferta envolve a aquisição de um mínimo de 112.761.418 ações ordinárias da BR Properties

    Índice de custo da construção da FGV aumenta 0,41% em abril
    A inflação da construção civil suavizou em abril, influenciada pela desaceleração nos custos de materiais e serviços e também na mão de obra, informa a Fundação Getulio Vargas (FGV).

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  7. Pequena indústria paulista beira paralisia total
    Pesquisas 19-04-2016

    A 37ª rodada do Indicador de atividade da micro e pequena indústria, encomendada pelo Sindicato da Micro e Pequena Indústria de São Paulo (Simpi) ao Datafolha, aponta que o primeiro trimestre de 2016 continuou desafiador para as micro e pequenas indústrias. Segundo dados referentes a março, além do elevado número de corte de vagas que já vem ocorrendo desde o ano passado, houve ainda o fechamento de 2,8 vagas, em média, em 20% das empresas. De acordo com o índice de expectativa, 75% apostam na alta do desemprego nos próximos seis meses, pior índice da serie histórica.

    A dificuldade no acesso a crédito é também um fator preocupante. Em março, 35% dos empresários afirmaram que costumam buscar crédito para pessoa jurídica para obter capital de giro quando necessário, mas apenas 14% o conseguiram. No caso do cheque especial, 14% disseram recorrer a este meio quando precisam, porém, mesmo com os juros altos, 22% o utilizaram, aumentando seu endividamento.

    O Índice de Investimentos também nunca foi tão baixo. Em março deste ano, apenas 8% do total de empresas fez algum investimento, seja ele em máquina e equipamentos ou espaço físico, ante 15% no mês anterior. Questionados sobre a pretensão para abril, 91% dos empresários responderam que não investirão, resultado superior ao levantamento anterior, quando 84% fizeram a mesma afirmação.

    Risco de fechamento

    Em março, 96% dos empresários da categoria afirmaram que a crise econômica está afetando seus negócios e 75% declaram que o futuro de sua empresa está em risco. O presidente do Simpi, Joseph Couri, alerta para possível consequência deste momento de crise. “Está ocorrendo um agravamento geral, a pesquisa Simpi apresentou os piores resultados da serie histórica na maioria dos índices. Se medidas não forem tomadas, as empresas não sobreviverão e há um sério risco de chegarmos a um estado de paralisia na micro e pequena indústria”.

    A Pesquisa

    O Indicador de Atividade da Micro e Pequena Indústria de São Paulo, encomendado pelo Simpi e efetuada pelo Datafolha, é reconhecido como sinalizador de tendência. É importante salientar que 42% das MPIs de todo Brasil estão em de São Paulo.

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  8. Bolsa de valores barata, risco caro
    Quarta-feira, 13/01/2016
    por Thais Herédia – G1

    A Bolsa de Valores de São Paulo voltou seis anos no tempo. Ao cair do patamar de 40 mil pontos, a Bovespa marca a pontuação mais baixa desde 2009. Apesar do tombo, só agora que a matemática financeira mostra que as ações negociadas na bolsa brasileira estão ficando baratas. Os fatores que explicam isso levam em conta o preço das ações, a perspectiva de lucro das empresas e, numa equação mais avançada, o valor de mercado das companhias em dólar. O problema é que o preço perdeu importância na calculadora dos investidores.

    “A bolsa brasileira não está cara, mas não há incentivo para compra de ações. Os ativos bons, de empresas com boa gestão, estão indo bem, apesar do resultado geral da Bovespa. O que pesa para o negativo são as empresas que dependem do preço das commodities (casos da Petrobras e Vale) e as ações de empresas estatais. O cenário é desafiador, nós já esperamos uma recessão maior para este ano do que a que foi em 2015. Como é que essas empresas vão dar lucro?” indaga o economista Celson Placido, analista da XP Investimentos.

    Nesta terça-feira (12), o Ibovespa, índice com as principais ações negociadas, registrou o quinto dia seguido de queda, empurrando ainda mais para baixo a pontuação de desempenho da instituição. Em artigo publicado nesta semana no G1, a colunista Beth Cataldo trata do mau momento da bolsa de valores e cita o fim da “era das commodities”, o período que foi comandado pelo apetite chinês por matéria prima, como um dos responsáveis pelo encolhimento das empresas brasileiras exportadoras. A demanda chinesa havia levado os preços dos produtos lá para o espaço – especialmente soja e minério de ferro, dois itens de peso da balança comercial brasileira. Sem a China no balcão, os preços estão despencando das alturas e, com eles, o bom desempenho das companhias nacionais.

    No caso do petróleo, o movimento de queda tem sido muito agudo. E pega logo a Petrobras, nossa empresa vítima de corrupção, má gestão e perdas bilionárias em seu valor de mercado. Com barril valendo menos de US$ 30, o ouro negro desfaz qualquer tentativa de recuperação da estatal brasileira através da exportação do óleo cru. Tanto assim que a companhia acaba de reduzir em mais de US$ 30 bilhões seus planos de investimento. E há outros efeitos cascata desse cenário que geram e alimentam a aversão dos investidores.

    “A revisão do plano de investimentos da Petrobras já sai desatualizada. A previsão deles agora é de um preço médio de US$ 45 para o barril do petróleo em 2016. De onde eles tiraram essa média? Se hoje o barril vale US$ 30, para a Petrobras acertar, o preço no mercado internacional terá que subir 50%! É uma enormidade e muito improvável que aconteça. E mais, com menos investimento, como produzir mais?”, questiona o analista da XP Investimentos.

    A venda de ativos, que está prometida desde o ano passado, e foi reforçada no plano atualizado da companhia, não está acontecendo. Na previsão da diretoria da estatal, eles venderão, em 2016 o equivalente a US$ 15 bilhões em ativos. Este valor deveria ser alcançado no biênio 2015/16. No ano passado, a Petrobras arrecadou apenas US$ 700 milhões. Será que dá para captar os outros US$ 14,3 bilhões até o fim do ano?

    “Para começar, é a companhia que diz que o preço é esse. Será que o mercado acha isso também? Os ativos disponíveis para venda são atrelados ao petróleo. Com o que está acontecendo no mercado internacional, esse valor terá que ser revisado”, diz Celson Plácido.

    A Bolsa de Valores de São Paulo não é só da Petrobras ou da Vale – duas companhias que têm empurrado o preço das ações para baixo. Mas a Bovespa é brasileira e não vai escapar dos efeitos da recessão aguda esperada para este ano. Os negócios terão seus valores revisados e as expectativas, bem… as expectativas mudam tanto – para pior – que têm mais atrapalhado do que ajudado a mudar a percepção sobre o mercado acionário no Brasil, mesmo que, na etiqueta, o preço esteja barato. O que está caro, caríssimo, é o risco.

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  9. Queda generalizada derruba varejistas; Magazine Luiza despenca mais de 15%

    Pessimismo externo determina preocupação dos investidores, que projetam piora do consumo diante de desaceleração da economia

    Entre as ações, o destaque fica para a Magazine Luiza, que despenca mais de 15%(Magazine Luiza/Divulgação)

    Entre as ações, o destaque fica para a Magazine Luiza, que despenca mais de 15%

    SÃO PAULO – A queda generalizada nas bolsas internacionais em meio à maior desconfiança sobre o futuro da economia chinesa determina o forte recuo do Ibovespa. Neste contexto, as varejistas se destacam e estão entre as maiores quedas do pregão desta quinta-feira (7). Às 11h30, o Ibovespa caía 2,35%, a 40.790 pontos.

    De acordo com Luiz Roberto Monteiro, operador da Renascença Corretora, a desaceleração da economia brasileira “inibe as projeções sobre o consumo, o que contribui para a expectativa de um cenário adverso para o setor varejista”.

    Entre as ações, o destaque fica para a Magazine Luiza (MGLU3), que despenca 15,45%, enquanto as ações do Pão de Açúcar (PCAR4) cedem 4,40% e a Lojas Americanas (LAME4) perde 2,50%.

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  10. Acerte no alvo
    DINHEIRO ouviu 11 corretoras de valores e bancos de investimento. Conheça suas indicações


    Respire fundo, puxe a corda do arco, mire e dispare. As chances de você acertar no alvo em 2016 são boas. Isto porque nunca se ouviu tanto expressões como “preço de banana” ou “pechincha”. O problema é saber se já chegaram ao fundo do poço quando observadas as condições político-econômicas do País. Para não errar o alvo, DINHEIRO ouviu analistas de 11 corretoras e bancos de investimentos que indicaram ações de risco baixo, médio e alto. Confira os papéis mais recomendados e seu desempenho no ano, até 30 de novembro.

    BAIXO RISCO

    ITAÚ UNIBANCO PN (ITUB4)
    Setor: bancos
    Desempenho no ano: -7,84%
    O maior banco de varejo do País tem mostrado robustez nos seus recentes balanços, com uma política de concessão de crédito bastante azeitada. Analistas notam que o Itaú Unibanco tem conseguido aumentar de forma crescente suas receitas com tarifas bancárias. O equilíbrio de caixa, conjugado com uma política de enxugamento de custos e despesas, também é notado. Outro ponto relevante são os ganhos de eficiência do banco, fruto da reestruturação interna sob medida.

    BRADESCO PN (BBDC4)
    Setor: BANCOS
    Desempenho no ano: -26,35%
    A compra do HSBC pelo Bradesco deu um outro contorno aos papéis do banco, e criou uma oportunidade para investir, segundo alguns analistas. Na ponta do lápis, o preço atual das ações ainda é baixo em relação ao seu patrimônio e as perspectivas são de crescimento. Obviamente que o cenário externo, principalmente a política econômica do governo federal em 2016, será um fator importante para o desempenho das ações do Bradesco, assim como a do seu rival Itaú.

    AMBEV ON (ABEV3)
    Setor: BEBIDAS
    Desempenho no ano: 17,69%
    A maior empresa de bebidas do País
    tem chamado a atenção dos investidores, particularmente em relação aos dividendos estimados, que estão na casa de 5% ao ano. Com um bom caixa, gestão eficiente e diversificação de produtos, a Ambev tem a seu favor o seu gigantismo e os ganhos de escala de sua operação. Outro ponto observado como relevante pelos analistas é o esforço da companhia em focar nas chamadas bebidas premium, as cervejas, e também no mercado de não alcoólicas. E, embora o carro-chefe seja a produção para o mercado interno, as operações na América Central e Caribe caminham firme.

    MÉDIO RISCO

    CIELO (CIEL3)
    Setor: FINANCEIRO
    Desempenho no ano: 3,03%
    A crescente automação de pagamentos no País credencia a Cielo a ser uma boa opção de compra, na visão dos especialistas. O contraponto é o cenário macroeconômico, com uma possível retração da atividade, mas que não deve ser primordial para um bom desempenho das ações, que têm potencial de crescimento. Além disso, a formação da Cateno, joint venture com o Banco do Brasil para gerir a base de cartões do BB, pode dar resultados já em 2016 e potencializar o preço dos papéis.

    BRF ON (BRFS3)
    Setor: CONSUMO
    Desempenho no ano: -11,83%
    As ações da companhia sofreram com a queda nas margens no mercado interno, consequência de uma política de não repasse dos custos para os preços dos produtos. Isso tornou seus papéis baratos e uma boa oportunidade de compra. Nota-se também a expansão internacional da BRF, em particular em direção ao Oriente Médio e à África, beneficiada pela desvalorização do real diante do dólar em 2015. O quadro de uma economia menos aquecida no Brasil em 2016, e consequentemente menor consumo de alimentos, é o contraponto à BRF.

    SUZANO PAPEL PNA (SUZB5)
    Setor: PAPEL E CELULOSE
    Desempenho no ano: 71,57%
    As commodities têm sofrido, e muito, com a queda dos preços nos mercados internacionais. O detalhe é que celulose tem sido uma exceção à regra, o que turbinou as ações da Suzano. A companhia anunciou que deverá realizar investimentos na ordem de R$ 1,5 bilhão nos próximos anos – que deverá acrescentar 400 mil toneladas de celulose à sua capacidade produtiva em 2018 -, e participar de um novo segmento de produção de bobinas de celulose. Câmbio favorável e a redução de custos promovida pela empresa também são fatores vistos com bons olhos pelos analistas.

    ALTO RISCO

    PÃO DE AÇÚCAR PN (PCAR4)
    Setor: CONSUMO
    Desempenho no ano: – 49,60%
    Os papéis têm sofrido com a retração do mercado de varejo, a concorrência forte diante de rivais como o Carrefour, o peso da participação na Via Varejo – empresa formada em 2010, que congrega as Casas Bahia e do Pontofrio, pertencente ao Pão de Açúcar. Analistas observam, porém, que o grupo reúne alguns diferenciais competitivos que permitirão surfar 2016 com um pouco mais de tranquilidade. Isso porque se observa um caixa saudável e uma alavancagem baixa, de 0,6 vezes (dívida líquida em relação ao Ebitda).

    KROTON ON (KROT3)
    Setor: EDUCAÇÃO
    Desempenho no ano: -39,38%
    O setor educacional deve permanecer atrativo, apesar das restrições orçamentárias impostas ao Fundo de Financiamento Estudantil (FIES), que tiveram forte impacto negativo nos papéis da companhia. De uma forma geral, as instituições privadas têm conseguido manter uma boa captação por causa do crescimento de financiamentos privados. A evasão escolar pode ser ainda uma dificuldade em 2016, embora a boa saúde financeira da Kroton deva garantir uma situação confortável neste contexto e no de recessão da economia.

    VALID ON (VLID3)
    Setor: INDÚSTRIA
    Desempenho no ano: 3,24%
    A área de atuação da empresa é diversificada – atua em sistema de identificação, meios de pagamento, telecomunicações e certificação digital -, o que lhe garante maior resiliência ao sobe e desce da economia. A companhia tem aumentado sua participação nos Estados Unidos (EUA), o que é promissor devido ao fato de que há grande potencial de crescimento relacionado à troca de cartões magnéticos (maioria nos EUA) por cartões com chip, que são considerados mais seguros. Há ainda oportunidades interessantes para chips na Ásia, cujo potencial é quase o dobro do mercado americano.

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  11. Corretoras voltam a sofrer com encolhimento do mercado de ações

    Por Téo Takar | De São Paulo

    As corretoras de valores independentes – não vinculadas a grandes bancos – que atuam na BM&FBovespa tiveram mais um ano difícil em 2015. O encolhimento do mercado de ações, a contração da economia, a instabilidade política e o cenário de incertezas no exterior, com expectativa de aumento de juros nos EUA e desaceleração da China, fizeram as receitas caírem e os prejuízos aumentar. Como o cenário segue adverso para 2016, sob a expectativa de retração da economia e juros altos, donos de corretoras acreditam que o processo de consolidação do setor tende a se acelerar.

    Cortes de pessoal e controle rígido de custos foram medidas adotadas pelas corretoras no passado para tentar melhorar os resultados. Agora, ganhar escala tornou-se estratégia de sobrevivência.

    “O nosso mercado não comporta 83 corretoras”, afirma o presidente da Magliano, Raymundo Magliano Neto. Caso emblemático desse redimensionamento, a tradicional Souza Barros fechou as portas em setembro depois de 87 anos de atuação. Um dos entraves para as negociações de fusão ou aquisição, o passivo tributário decorrente da fusão de BM&F e Bovespa, foi resolvido neste ano com o Refis. “Agora todo mundo já sabe o tamanho do problema do outro”, diz.

    Muitas corretoras quitaram no começo do ano a dívida cobrada pela Receita Federal decorrente da fusão entre BM&F e Bovespa em 2008, graças ao incentivo dado pelo governo por meio do Programa de Recuperação Fiscal (Refis). Por causa desse evento não recorrente, algumas casas viram o prejuízo engordar.

    Este será o sexto ano consecutivo de resultados fracos para o segmento de corretagem, refletindo o comportamento apático da bolsa. A última vez que o setor registrou ganhos significativos foi em 2009, quando o Ibovespa subiu 82,6%. “O estrangeiro tem olhado menos para o Brasil. Além disso, a bolsa é diretamente proporcional ao PIB. Se o país encolhe, as ações das empresas sentem”, diz Magliano Neto.

    “O mercado de renda variável praticamente está paralisado, provocando queda das receitas nas corretoras em geral, e com maior intensidade naquelas não ligadas aos grandes bancos de varejo, nos quais se concentram a maioria esmagadora das transações e receitas ainda auferidas com papéis de renda variável”, aponta, em nota, a Fator, o maior prejuízo do segmento no primeiro semestre, de R$ 24,8 milhões.

    O diretor da Coinvalores, Paulino Botelho de Abreu Sampaio, afirma que, devido ao encolhimento do mercado brasileiro, a disputa entre as corretoras virou “um jogo de rouba-monte”. A casa perdeu R$ 16,6 milhões de janeiro a junho.

    Conforme dados da BM&FBovespa, o número de pessoas físicas cadastradas para investir em ações atingiu seu pico em 2010, com 610 mil contas. No fim de outubro deste ano eram apenas 557 mil.

    Diante de um cenário tão desfavorável para a renda variável, algumas corretoras conseguiram melhorar os resultados ao reduzir sua dependência da Bovespa e apostar em outros ativos, especialmente de renda fixa. “Nos momentos difíceis, as pessoas tendem a evitar riscos e preservar o patrimônio”, diz o sócio da Guide Investimentos, Jean Sigrist. “Papéis do Tesouro pagando inflação mais 7% ao ano são uma oportunidade única”, observa o sócio da Rico, Norberto Giangrande Junior.

    Enquanto a Bovespa encolhe, a procura pelo Tesouro Direto, a plataforma do Tesouro para a pessoa física investir em títulos públicos – não para de crescer. No fim de 2014, havia 454 mil pessoas cadastradas. Em setembro, o Tesouro Direto chegou a 570 mil cadastros, superando a base de investidores da bolsa.

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  12. Mercados Hoje

    Dólar sobe no exterior, e commodities recuam.

    Após semana bastante positiva para ativos de risco ao redor do mundo, temos um início mais morno nesta sessão. Na Ásia, a maioria dos índices acionários terminou no vermelho. Na Europa, a queda das commodities pesa sobre as ações, somada à percepção de que os ataques terroristas em Paris afetarão alguns setores da economia.

    Registre-se: o petróleo WTI, às 7h37, horário de Brasília, recuava 2,94%, cotado a US$40,39/barril. No mês, a sua queda é de 13,31%. Começou ao redor de US$47/barril no início de novembro, e desde então tem recuado. No início de dezembro, atenção à reunião da Opep, em Viena.

    Importante: a probabilidade de alta de juros do Fed, no próximo mês, volta a ser de 70%, segundo a Bloomberg. No sábado, o presidente do Fed de São Francisco, J. Williams, mostrou-se inclinado a isso, caso a economia dos EUA continue a mostrar bons números. Com isso, segue firme o dólar lá fora.

    Atenção: a semana será mais curta nos EUA, por conta do feriado de Ação de Graças, na 5ª e 6ª. Assim, esperam-se volumes menores já nos próximos dias, comprometendo também a liquidez global.

    Para hoje: na agenda macro americana, saem os dados da indústria (PMI preliminar de novembro), de moradias usadas (outubro) e índice de atividade nacional do Fed de Chicago (outubro).

    No Brasil: mercado de trabalho fraco, inflação ainda forte.

    Os dados do mercado de trabalho (Caged) divulgados na última 6ª mostraram que quase 170 mil vagas foram fechadas em outubro. Salários seguem em queda, contribuindo para o menor consumo. Por outro lado, a inflação no curto prazo segue firme, pressionada pelos preços dos alimentos.

    Hoje: Boletim Focus divulgado hoje mostra que os analistas seguem revisando a inflação deste e do próximo ano para cima; enquanto reduzem aquilo que esperam do PIB. O quadro macro segue em deterioração.

    Por conta dos movimentos do exterior, e cautela às vésperas de decisões importantes no Congresso, o real deve interromper sequência favorável frente ao dólar. Os juros na BM&F tendem a acompanhar as pressões altistas sobre o dólar, também influenciados pela elevação dos juros das Treasuries nos EUA.

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  13. VALE PODERÁ PROVISIONAR US$ 2 BI PARA DESPESAS COM TRAGÉDIA EM MARIANA

    São Paulo, 11/11/2015 – O rompimento das barragens da Samarco em Mariana, já considerado o maior desastre ambiental de Minas Gerais, deverá fazer com que a Vale realize um provisionamento para arcar com as despesas que virão por conta do acidente. Especialistas consultados pelo Broadcast acreditam que será necessário um provisionamento de ao menos US$ 2 bilhões para gastos que devem ocorrer ao longo dos próximos cinco anos, apesar de lembrarem que todos os impactos da tragédia ainda são difíceis de ser mensurados. A Vale controla a Samarco ao lado da australiana BHP Billinton, em uma joint venture 50-50.

    O acidente soterrou Bento Rodrigues, distrito de Mariana. A lama, com resíduos de minério, já chegaram ao Rio Doce, afetando o abastecimento de água em diversas cidades da região, inclusive no Espírito Santo. O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) estima que a lama começará a chegar hoje no mar do estado capixaba.

    Um eventual fechamento permanente da Samarco significaria uma despesa adicional de US$ 3 bilhões para a Vale e BHP Billinton, de acordo com Credit Suisse, ou seja US$ 1,5 bilhão para cada. Isso porque a dívida líquida da companhia está hoje em US$ 2,93 bilhões. O documento, enviado ao mercado, aponta que essa estimativa não considera desembolso com seguro.

    Ontem, em nota, a Vale informou que “tem atuado ativamente nas ações para garantir a integridade das pessoas afetadas pelo acidente ocorrido nas barragens de rejeitos de Fundão e Santarém, em Mariana”. Além disso destacou que realizou no último fim de semana, uma verificação detalhada das condições estruturais de 115 barragens mais relevantes da empresa.

    O analista do Credit que acompanha o setor, Paul McTaggart, avaliou, ainda, que para a BHP as outras despesas associadas ao acidente seriam de US$ 400 milhões nos próximos dois anos, sendo a mesma despesa do lado da brasileira Vale. A Vale informou que sua produção Fábrica Nova/Timbopeba, no Sistema Sudeste, poderá ser negativamente impactada em 3 milhões de toneladas em 2015 e 9 milhões de toneladas em 2016, após o acidente ocorrido com a barragem de rejeitos da Samarco. A BHP também já revisou sua meta de produção.

    O consultor Luciano Borges, da Ad Hoc Consultores Associados, calcula que nos próximos anos os custos advindos do acidente deverão girar entre US$ 3 bilhões a US$ 5 bilhões. Além disso, ele lembra sobre o efeito na imagem da atividade da mineração no Brasil. Com isso, pela Vale ser brasileira, os impactos serão muito maiores do que para sua sócia na Samarco, a BHP Billinton. “Esse é um problema que vai custar muito caro. Será uma espada na cabeça da Vale e BHP ao menos nos próximos cinco anos”, destaca. O especialista lembra ainda que uma consequência natural após a tragédia será a discussão em torno do processo de fiscalização ambiental e produtivo da mineração.

    Borges lembra que, até então, a pior tragédia em Minas envolvendo o rompimento de barragens foi em 2001, quando a barragem Mineração Rio Verde se rompeu em Macacos, distrito de Nova Lima, que causou a morte de cinco operários e deixou rastro de rejeitos por quilômetro. “Mas o caso em Mariana é inédito pelas proporções”, destaca o especialista.

    O governo do Espírito Santo deverá multar a Samarco pelos danos causados pela enxurrada de lama que chega ao Estado. A multa será proporcional ao patrimônio da empresa e também ao dano causado.

    A Samarco possui seguro de riscos operacionais, mas o valor das indenizações, calculado por fontes de mercado em R$ 1 bilhão, ficará muito abaixo do total que deverá ser arcado pela companhia.

    O acidente acontece em um momento que a Vale luta para cortar custos e aumentar sua eficiência para atravessar o ciclo de baixa do minério de ferro. A estratégia é manter seu balanço saudável até o início da produção de seu maior projeto, o S11D, que somará um volume de 90 milhões de tonelada de minério de ferro à mineradora.

    No terceiro trimestre deste ano a Vale reportou um prejuízo líquido de R$ 6,66 bilhões, praticamente o dobro do registrado um ano antes. Apesar de ter atingido produção recorde de minério de ferro no período, a última linha do balanço foi afetada pelo menor preço do insumo e pelo efeito contábil da desvalorização do real em relação ao dólar. Mesmo em um cenário difícil, a empresa conseguiu uma redução expressiva de custos e da dívida.

    Procurada a Vale não comentou.

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  14. FIQUE DE OLHO EM PETROBRAS, VALE, MARFRIG, AMBEV E CIELO

    São Paulo, 06/11/2015 – No pregão desta sexta-feira fique atento ao desempenho das ações da Petrobras diante de novas notícias sobre a greve dos petroleiros e também da Vale, após rompimento de barragem em Minas Gerais da Samarco, no qual a mineradora possui 50% em uma joint venture com a BHP Billiton. Ambev também tende a ficar no radar com o fechamento de fábrica em Natal. Na safra dos balanços do terceiro trimestre de 2015, atenção aos números de Marfrig, Estácio, Rumo, Cielo, Cetip e Comgás.

    A greve dos petroleiros pode ganhar peso na semana que vem, se também os caminhoneiros cruzarem os braços, afirmou uma fonte da administração da Petrobras. A empresa avalia uma piora do cenário, mas considera que, nesse caso, o prejuízo vai recair sobre as distribuidoras de combustíveis, responsáveis pelo transporte dos produtos das bases de armazenamento até os postos. Da refinaria da Petrobras às bases, o deslocamento é feito, na maioria dos casos, por meio de dutos. A greve dos caminhoneiros está sendo convocada pelo Comando Nacional do Transporte (CNT).

    A greve dos petroleiros tem maior adesão na região do Norte Fluminense, onde se concentram as unidades de produção das Bacias de Campos e Santos, as principais do País. A FUP diz que o movimento já conta com a adesão de 48 unidades marítimas, sendo 30 completamente paralisadas. Desse total, 28 são plataformas de produção e 2 são unidades de manutenção e serviços. A greve tem adesões também na Bahia e no Rio Grande do Norte.

    A Petrobras informou ontem que a paralisação dos trabalhadores afetou a produção em 127 mil barris de óleo. Na quarta-feira, o impacto foi de 134 mil barris de petróleo. Desde o acirramento da mobilização, no último domingo, a companhia reconheceu perdas de cerca de 700 mil barris de óleo e mais de 19 milhões de metros cúbicos de gás natural.

    No radar segue ainda às negociações entre Petrobras e Braskem para o fornecimento de nafta. A estatal petroleira informou, em comunicado, que mantém tratativas com a Braskem em busca de um contrato de longo prazo, buscando uma solução equilibrada e comutativa para ambas as companhias. “As negociações seguem em andamento”, informa a estatal.

    Vale
    Uma barragem de rejeito da empresa de mineração Samarco, uma joint venture entre a Vale e a BHP Billiton, com 50% de participação, cada, se rompeu na tarde de quinta-feira entre Mariana e Ouro Preto, a cerca de 110 quilômetros de Belo Horizonte (MG). A barragem de rejeito é uma estrutura para armazenar resíduos da mineração. Há relatos de mortes de 17 pessoas e milhares de desabrigados, mas ainda não há números oficiais.

    No mercado internacional, as ações da BHP Billiton fecharam em baixa de 2,5% na Bolsa de Sydney após o rompimento das barragens. Na Bolsa de Londres, os papéis da companhia lideravam as quedas pela manhã

    Balanços
    Na repercussão da safra de balanços do terceiro trimestre de 2015, atenção hoje aos números da Cielo, Cetip, Comgás, Copasa, Rumo, dos bancos Daycoval e ABC Brasil, Estácio e Marfrig.

    Hoje pela manhã, a Marfrig divulgou lucro líquido consolidado de R$ 185,9 milhões, valor 65,7% abaixo da média das projeções de analistas consultados, de lucro de R$ 542,7 milhões. O Ebitda de R$ 436,4 milhões também ficou abaixo, 9,4%, da média das projeções de analistas, que apontava para um Ebitda de R$ 482 milhões. Foram consideradas as projeções do Bank of America Merrill Lynch (BofA), BTG Pactual, Credit Suisse, Itaú BBA e Bradesco.

    A Marfrig também informou que colocou à venda suas operações do segmento bovino na Argentina, bem como sua divisão de jerky beef nos Estados Unidos. Ainda não há comprador definido.

    No setor de educação, a Estácio divulgou lucro líquido de R$ 157 milhões, montante 11% acima que a média das projeções (Bradesco, BTG Pactual, Itaú BBA, JPMorgan e Santander), a qual apontava para um lucro líquido de R$ 141,26 milhões entre julho e setembro. O Ebitda de R$ 202,2 milhões ficou em linha com a média das projeções. A receita líquida da Estácio também ficou de acordo com o esperado, em R$ 724,6 milhões.

    Ontem, o lucro líquido da Cielo no terceiro trimestre, de R$ 877,5 milhões, veio em linha com as projeções do mercado (Deutsche Bank, Goldman Sachs, BTG Pactual, Credit Suisse, Itaú BBA, Bank of America Merril Lynch (BofA), JP Morgan, Safra, UBS e uma que preferiu não ser identificada) e 7,4% maior do que o visto no mesmo período do ano passado. Já o Ebitda, de R$ 1,36 bilhão, veio abaixo das estimativas, mas 42,2% acima ao registrado em idêntico intervalo de 2014. A margem Ebitda da Cielo foi de 46,7%.

    O lucro líquido da Cetip, de R$ 130,2 milhões, no terceiro trimestre do ano veio em linha com as projeções do mercado (+2,6%), que esperavam ganhos de R$ 126,9 milhões, conforme a média de sete bancos (Bank of America Merril Lynch, BTG Pactual, Goldman Sachs, Itaú BBA, JPMorgan, Safra e UBS). O Ebitda, de R$ 199,9 milhões, ficou 8,9% menor do que o previsto pelos analistas (R$ 182 milhões). A receita reportada de R$ 312,3 milhões veio 5% acima das estimativas do mercado, de R$ 297,5 milhões.

    Ainda no setor financeiro, fique de olho nos bancos Daycoval e ABC Brasil. O Daycoval registrou lucro líquido de R$ 85,6 milhões no terceiro trimestre deste ano, cifra 65,3% maior que a registrada em idêntico período do ano passado. O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROE) alcançou 12,8%, e a carteira de crédito somou R$ 12,686 bilhões, expansão de 12,8% no comparativo anual. Já o ABC Brasil registrou lucro líquido contábil de R$ 95 milhões de julho a setembro deste ano, alta de 21,9% contra igual intervalo do ano passado. O ROAE contábil foi de 16% e a carteira de crédito expandida somou R$ 21,726 bilhões, alta de 12,7%.

    Ontem, a Comgás também divulgou seus resultados, com lucro líquido de R$ 192,339 milhões, alta de 24,7% na comparação com o terceiro trimestre de 2014. O Ebitda foi de R$ 387,065 milhões, alta de 6,3% ante o ano passado. A receita líquida somou R$ 1,743 bilhão, alta de 5% na comparação com a de R$ 1,643 bilhão do mesmo período de 2014.

    A Copasa teve lucro líquido de R$ 8,938 milhões no terceiro trimestre, queda de 90,9% ante mesmo período de 2014. Já o Ebitda no conceito ajustado, que desconsidera o resultado de construção, somou R$ 288,593 milhões no terceiro trimestre, diminuição de 4,2% na comparação de julho a setembro de 2014. A margem Ebitda ajustada ficou em 33% ante 36,3% do período anterior.

    No segmento de logística e transportes, a Rumo ALL encerrou o terceiro trimestre de 2015 com prejuízo líquido de R$ 43,7 milhões, revertendo o lucro líquido de R$ 68,2 milhões registrado no mesmo período de 2014. O Ebitda somou R$ 551,6 milhões entre julho e setembro deste ano, um avanço de 2,9% ante o registrado em igual trimestre de 2014. A margem Ebitda ficou em 40,6%, um recuo de 7,6 pontos porcentuais (p.p.) em relação ao mesmo período do ano passado. A receita líquida totalizou R$ 1,358 bilhão no trimestre, com crescimento de 22,2% ante o apurado um ano antes.

    Ambev
    A Ambev anunciou hoje o fechamento de uma fábrica em Natal, no Rio Grande do Norte. De acordo com a empresa, a operação fabril se tornou inviável diante do aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e prestação de Serviços (ICMS) sobre bebidas frias.

    Em nota, a Ambev informou que a desativação da fábrica será feita de forma gradativa e que as operações devem ser totalmente encerradas até o final deste ano. A companhia afirma que, com o fechamento, 300 funcionários diretos serão demitidos. Segundo a empresa, haverá impacto ainda em 15 mil empregos gerados pela cadeia produtiva de cerveja.

    Santos Brasil e Banco do Brasil
    O conselho de administração da Santos Brasil autorizou a diretoria a tomar providências para ingressar no Novo Mercado da BM&FBovespa. A migração faz parte de um acordo entre os acionistas controladores em abril do ano passado.

    Será formado um comitê responsável por essa migração, formado por três dos conselheiros da Santos Brasil, que vai supervisionar o processo de migração para o Novo Mercado junto à BM&FBovespa e as outras autoridades competentes. Atualmente, a empresa está listada no Nível 2 de Governança Corporativa da Bolsa.

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki determinou que o Banco do Brasil desbloqueie os R$ 2,87 bilhões referentes aos depósitos judiciais oriundos de processos privados que, de acordo com uma lei estadual de Minas Gerais, deveriam ter sido pagos ao governo do Estado. A lei mineira permitia que o governo recebesse os recursos decorrentes de processos nos quais o Estado não é parte.

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  15. Ambev fecha fábrica no Rio Grande do Norte e demite 300
    SãO PAULO, 6 Nov (Reuters) – A Ambev anunciou nesta sexta-feira (6) o fechamento de uma cervejaria em Natal, com a demissão de cerca de 300 funcionários diretos, devido aos impactos do aumento do ICMS no Estado do Rio Grande do Norte.

    Inflação acelera para 0,82% em outubro e chega a 9,93% em 12 meses
    19mai2015—carrinho-com-compras-e-empur A inflação em outubro ficou em 0,82%, o que representa aceleração em relação a setembro, quando havia sido de 0,54%.

    IGP-DI avança para 1,76% em outubro e sobe 10,58% em 12 meses
    A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) acelerou para 1,76% em outubro, após se situar em 1,42% um mês antes. O resultado foi impulsionado pelo aumento dos preços dos alimentos processados e combustíveis no atacado e itens administrados no varejo, como gás, luz, ônibus e gasolina. Em outubro de 2014, o índice subiu 0,59%.

    Presidente de banco suíço no Brasil compara situação do país ao Titanic
    leonardo-dicaprio-e-kate-winslet-em-cena O presidente do banco suíço Credit Suisse no Brasil, José Olympio Pereira, comparou a situação atual brasileira com a do navio Titanic, que afundou no oceano Atlântico depois de se chocar com um iceberg, em 1912.

    Vencedor do UOL Invest em outubro valoriza ações 21 vezes mais que a Bolsa
    midia-indoor-wap-celular-tv-bovespa-bols O vencedor do simulador de Bolsa UOL Invest em outubro foi Antônio Salaro Junior, de São Bernardo do Campo (SP). Ele conseguiu uma valorização de 37% em suas ações virtuais. Isso significa 21 vezes mais o que a Bovespa real obteve (subiu 1,8% no mês).

    Estácio tem lucro líquido de R$157 mi no 3º trimestre
    RIO DE JANEIRO (Reuters) – A empresa de educação Estácio teve lucro líquido de 157 milhões de reais no terceiro trimestre, alta de 18 por cento sobre um ano antes, e acima das previsões.

    Greve reduz produção diária da Petrobras em 100 mil barris de petróleo, diz fonte da companhia
    RIO DE JANEIRO (Reuters) – A greve de petroleiros reduziu a produção de petróleo da Petrobras em cerca de 100 mil barris nesta quinta-feira, ante nível anterior à paralisação, disse à Reuters uma fonte da empresa, acrescentando que ainda não há perspectiva de fim da grave.

    Petróleo cai a 45,20 dólares no mercado de Nova York
    Nova York, 5 Nov 2015 (AFP) – Os preços do petróleo caíram nesta quinta-feira no mercado de Nova York, diante das preocupações com os excedentes nos estoques mundiais e com a alta do dólar.

    Volatilidade do mercado impulsiona receita e lucro da Cetip no 3º tri
    SÃO PAULO (Reuters) – A Cetip teve lucro e receita favorecidos por maiores volumes de negócios no terceiro trimestre, diante da maior volatilidade do mercado financeiro doméstico, o que se sobrepôs a maiores despesas no período.

    Rumo tem prejuízo de R$43,7 mi no 3º trimestre com aumento das despesas financeiras
    RIO DE JANEIRO (Reuters) – A empresa de logística Rumo ALL teve prejuízo líquido de 43,7 milhões de reais no terceiro trimestre, ante lucro de 68,2 milhões de reais no mesmo período do ano passado, apesar do aumento das receitas.

    Lucro da Linx cai 26% no terceiro trimestre, para R$$ 17,5 milhões
    A empresa brasileira de software Linx apresentou uma queda de 25,8% no lucro líquido do terceiro trimestre, chegando a R$ 17,5 milhões.

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