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29 comentários sobre “Pergunte ao Tetzner em Ação!

  1. Tetzner, o que pensa que ocorrerá com as elétricas agora após essa reunião que teve ontem do governo para decidir a ajuda às empresas.

    R$ 4 bi do tesouro… e provavelmente em 2015, passadas as elections, um aumentozinho de conta

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    • Robocob

      o objetivo do socorro foi evitar o aumento da conta; então depois da eleição acho que não tem mais o apelo político (sem entrar no debate de certo ou errado)

      politica é igual futebol: quem vota torce e o time adversário desce o sarrafo rs

      eu evito falar de ambos, porque sempre acaba em briga kkk

      mas se quiserem, a gente abre um página só de discussão política econômica, só preciso de um interessado em mantê-la

      2014-03-14 8:17 GMT-03:00 Tetzner em Ação! :

      >

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  2. Tetzner, acho q não uma ficha pra Tupy (TUPY3 e TUPY4). Veja os destaques do 4T13:
    Os principais destaques do trimestre são:

    Volume físico de vendas: 153,7 mil toneladas – 11,4% superior ao verificado no 4T12.
    Receitas: R$ 780,4 milhões – crescimento de 20,0% em relação mesmo trimestre de 2012, impulsionado por veículos comerciais no mercado interno e todas as aplicações no mercado externo.
    Lucro bruto: R$ 132,7 milhões – margem de 17,0% sobre as Receitas –, montante 33,0% superior ao 4T12.
    Lucro líquido: R$ 16,1 milhões – 2,1% sobre as Receitas –, correspondente a aumento de 521,2% sobre o verificado no 4T12.
    EBITDA Ajustado: R$ 115,0 milhões – aumento de 41,3% em relação ao 4T12 e equivalente a 14,7% das receitas do 4T13, melhor margem EBITDA para o quarto trimestre desde o 4T08.
    Investimentos em ativo imobilizado e intangível: R$ 93,0 milhões – ampliação de 91,6% em comparação com o 4T12.

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  3. Chief,
    Acompanho os FIIs e estou com uma carteira extremamente pesada daqueles ativos.
    Pensei em fazer uma carteira de ações e pensei, a priori, em algo mais ou conforme abaixo:

    20% AMBV3
    15% CCRO3
    15% CIEL3
    15% BBSE3
    10% BBDC4
    10% ITUB4
    15% VIVT4

    Meu foco são dividendos/renda e longo prazo

    O que você acha?

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    • Legal Roger mas tenha em vista que: brasileiro tomou 1 cerveja a menos em 2013 se comparado com 2012, o próximo setor na mira do governo são essas empresas dos pedágios (ano de eleição), cartões tem a questão da concorrência de bandeiras, seguridade dentro do BB é uma coisa, fora vejamos se mantém a captação igual, descão rumo a europa em conjunto com pactual para elevar lucratividade, itau ainda não se recuperou 100% do aumento de pdd naquela abertura de crédito recente, vivo fez parceria com outras empresas (nextel) para uso da rede 3g.

      o que eu quero dizer com isso? tem que se manter informado dos riscos e também do retorno

      calculou o DY estimado dessa carteria?

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    • Roger,
      Se minhas estimativas estiverem precisas, com essa carteira que você montou é de crescimento e não de renda.
      Imagine que ela fosse uma holding a ROGER S/A, ela estaria com PL de 17,3, teria um DY de 3,5% aa, ROE de 30%, Margem Líquida de 17% e Dívida Bruta/PL de 0,5.
      Para uma empresa de crescimento, considero ela “cara”.

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      • Entendi…
        Vou estudar um pouco (“muito”) mais. Estou meio verde em ações 😦
        Vou reanalisar as fichas e estudar mais um pouco….
        Por onde posso começar Chief?
        Um abraço

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    • Setor de telecom é complicado em governança e cheio de fusões e aquisições. Se for para colocar VIVT, eu ficaria com as ordinárias que tem tag along.

      Quando um evento desse acontece(fusão ou aquisição), a porrada nas preferenciais pode ser grande.

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    • ABEV (novo ticker de AMBEV) é uma baita empresa, mas acho dificilmente manter o crescimento, pois a empresa já é um monstro… o DY não costuma ser alto, mas o crescimento compensava. Não consigo enxergar esse cenário daqui para frente, aliás, por isso vendi as ações que tinha.
      CCRO é setor regulado. No Brasil, sempre fico com pé atrás, apesar de ter elétricas.
      CIEL é boa, mas não é barata. BBSE idem.
      BBDC/ITUB: não pagam grandes dividendos; pelo preço, acho mais negócio BBAS, que inclusive paga DY bem mais interessante. Cuidado ao analisar os resultados de 2013 do BBAS pois tem não-recorrente.
      VIVT: setor complicado, telefonia fixa parou, e a móvel já não apresenta o crescimento de antigamente pois a base de assinantes cresceu muito nos últimos anos.

      Se seu foco é dividendos, dê uma estudada em outras empresas que são boas dividendeiras: BBAS, PINE, PRBC, TAEE, CMIG, GETI, GRND, CGRA, ETER, PTBL, VALE. Não estou recomendando, mas no atual preço, podem ser interessantes.

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  4. E o ano começa promissor.
    BBAS3 já querendo passar de R$ 22,00, outra ótima janela de oportunidade se abre. Apenas errei no manejo, pois um ativo que vai de R$ 20,00 a R$ 30,00 em poucos meses, não dá para não realizar lucros parciais.

    PETR4 com todos os problemas que conheço, mas já ultrapassou a barreira dos R$ 16,00.

    EZTEC se aproximando da barreira dos R$ 27,00.

    TAESA A r$ 17,XX, nesses preços já começo a pensar em abrir posição. Empresa sem qualquer problema, e com esse preço dividendo de quase 9%.

    IBOV a 49.600,00. Não sei se tem muitas linhas de resistência até 44.500. Será que vamos visitar essa região novamente esse ano?

    Abraço a todos!

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    • Soulsurfer,

      pressão vendedora aumentando em todos os ativos, nessas horas temos de conhecer muito bem as empresas

      que tal comentar os nossos resultados delas nas fichas? 😀

      se quiser depois eu abro uma ficha só para falarmos do Ibovespa também hehehe

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    • É difícil até comentar, pois tem muita coisa barata. Dentre as que você comentou, eu incluo BBAS, EZTC e TAEE.
      BBAS pela regularidade e previsibilidade (mesmo em cenários adversos, crises, baixa dos juros, o lucro sempre estável ou com ligeiro aumento). EZTC pelos resultados robustos que apresenta mesmo com todo o cenário desfavorável (LPA sempre em alta desde o IPO), pelas margens que claramente são reflexo de uma vantagem competitiva e pelo crescimento (embora seja um empresa de valor, apresenta um crescimento interessante). TAEE pelas margens, baixos EV/EBIT, P/L e ainda com DY aproximado de 9-10%, com concessões de longo prazo (se não me engano vencem em 2028).

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  5. Olá TETZNER

    Veja onde poderia colocar para chamar ATENÇÃO
    dos investidores em ações e interessados analise FUNDAMENTALISTA

    MP 267 cria NOVO REGIME FISCAL para apurar IRPJ , CSLL e COFINS
    tmascwb em 8/1/2014 11:01:14
    As profundas alterações trazidas pela MP 627
    e as novas formas de apuração do lucro real, presumido e arbitrado

    A MP 627, publicada no dia 12/11/13, trouxe grandes e profundas alterações na legislação tributária Federal do IRPJ, da CSLL e do PIS e da Cofins.

    Foi criado um novo regime fiscal para apuração e pagamento desses tributos.

    Foi revogado o RTT e a apuração dos tributos passou a ser feita a partir dos resultados contábeis apurados com base no IFRS, sendo que algumas normas contábeis passaram a ser aceitas para fins fiscais e outras não.

    Há muito não aconteciam alterações tão substancias nas regras de apuração dos tributos federais. As empresas e profissionais que lidam com o tema deverão estar em alerta pois, apesar de o novo regime somente ser obrigatório a partir do ano de 2015, já em dezembro deste ano deverão ser tomadas decisões que terão grande impacto no sentido de realizar ou não distribuição de lucros, cálculo do juros sobre capital próprio e se será feita a opção ou não pela adoção do novo regime para o ano de 2014.

    É que dependendo da situação de cada empresa a opção por adotar o novo regime, a partir de 1º/1/14, pode ser mais vantajosa.

    Por meio da Medida Provisória nº 627/2013 foram modificadas a forma de apuração do lucro real, presumido e arbitrado a fim de que a apuração tenha como ponto de partida o lucro líquido apurado segundo as novas regras contábeis, com as adições e exclusões previstas na nova norma.

    Apesar de a aplicação ser obrigatória somente a partir de 1º de janeiro de 2015, as empresas podem optar pela antecipação dos efeitos a partir de 1º de janeiro de 2014.

    O objetivo do evento é esclarecer quais os pontos mais relevantes que podem impactar na decisão da opção antecipada ou na aplicação apenas a partir de 1º de janeiro de 2015 e quais os reflexos tributários que essa nova regra terá na apuração dos IRPJ e da CSLL nas empresas.

    Vejam os DESTAQUES da cada tributo

    Polêmica, MP 267 Tributa dividendos | IBRACON

    http://www.ibracon.com.br/ibracon/Portugues/detNoticia.php?cod=1550

    Para os que fazem Analise Fundamentalista

    As empresas e profissionais que lidam com o tema deverão estar em alerta pois,

    apesar de o novo regime somente ser obrigatório a partir do ano de 2015,

    já em dezembro deste ano deverão ser tomadas decisões

    que terão grande impacto no sentido
    de REALIZAR OU NÃO DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS,

    cálculo do JCP = JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO

    e se será feita a opção ou não pela adoção do novo regime para o ano de 2014.

    É que dependendo da situação de cada empresa a opção por adotar o novo regime, a partir de 1º/1/14, pode ser mais vantajosa.

    Gostei! SocialRespondertmascwb em 8/1/2014 11:11:19
    POLEMICA TRIBUTAÇÃO DIVIDENDOS

    O artigo 67 da MP 627 prevê que os lucros e dividendos — calculados com base nos resultados apurados entre 1º de janeiro de 2008 e 31 de dezembro de 2013 e pagos até a data da publicação da norma em valor superior aos apurados com base nos novos métodos contábeis — não serão tributados pelo Imposto de Renda.

    Mas essa isenção só vale para as empresas que deixarem de usar o RTT a partir de 2014 (o fim está previsto em 2015) e optarem pela aplicação das normas contábeis, conforme o artigo 71.

    “Essa condição foi colocada para evitar futuras discussões envolvendo a anterioridade.

    Como se vê, há coisas boas e ruins na legislação”, disse.

    Uma das emendas propostas na Câmara dos Deputados, onde tramita a MP, pretende derrubar essa condição.

    Lucro das controladas – Sobre os programas de parcelamentos instituídos na norma, o advogado informou que muitas empresas estão aderindo porque as condições são atrativas.

    Mas a adesão poderia ser maior caso as companhias não fossem obrigadas a desistir de ações judiciais envolvendo a matéria.

    A Vale, por exemplo, anunciou por meio de fato relevante a adesão ao programa de refinanciamento de dívida, colocando fim a uma batalha judicial no valor de R$ 45 bilhões, envolvendo o pagamento do Imposto de Renda (IR) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) de controladas e coligadas no exterior entre 2003 a 2012.

    Sobre esse assunto, a legislação estabelece que os lucros das controladas no exterior deverão ser reconhecidos no momento em que forem apurados no balanço.

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    • Isso já era previsto. O RTT – Regime de transição Temporário(sic…Tributário) tinha data para acabar.

      Era 2012, empurraram pra frente porque os nossos governantes estava muito ocupados para cumprir os prazos que eles mesmos estipularam.

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