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135 comentários sobre “Bem Vindo

  1. aspirante30 disse:
    segunda-feira, 21 abril, 2014 às 22:37
    Baroni,

    li recentemente um comentário seu no “cantinho do conejo” que, para sacramentar uma discussão, vc pediu para que demonstrassem umas 20 ou 25 ações que pagassem um DY entre 10% e 13%.

    Achei bem pertinente esse questionamento mas isso deu um estalo: a velocidade do aumento dos dividendos das ações não chegaria a um ponto que ultrapassaria dos fii? Um bom exemplo disso é a Taesa (TAEE11) que tem uma média de crescimento nos últimos 5 anos de 19,7%a.a. e paga um DY de 11%. Nesse caso, dificilmente acharemo um fii que suba substancialmente próximo de 19,7%a.a. (não digo o valor da cota, mas o valor do ativos/patrimônio).

    To dando um exemplo bem estratificado ok? É porque justamente a TAEE11 que invisto.

    Outra coisa é a tendência do LP. As ações não entregariam um valor maior para quem tem um horizonte um pouco mais longe?

    Grande abraço!

    p.s. se alguém puder colocar sotijolo e small no circuito seria bem legal tendo em vista a experiência dos mesmos nos dois ambientes (Tetzner é dono, não precisa de convite…rs).

    Responder
    Tetzner disse:
    segunda-feira, 21 abril, 2014 às 22:53
    Aspirante
    São segmentos com estruturas e propósitos diferentes; num cenário maduro e ideal teríamos todas as ações como inquilinas dos fiis!
    FII é uma empresa que distribui quase todo o seu lucro (similar a uma elétrica madura), precisa relativamente de pouco reinvestimento (exceto reformas de grande monta depois de décadas), tem o lucro sendo corrigido com a inflação (como elétricas) mas falha na capacidade de crescimento do lucro

    Por mais que o tempo passe, um prédio vai ser sempre um prédio; não vai brotar um “puxadinho” e ele com o tempo vai crescer e virar um arranha-céus; a elétrica madura tende a crescer o lucro pelo menos com o crescimento demográfico (mais gente, logo mais energia)
    por outro lado, uma nova tecnologia pode revolucionar o segmento e a empresa perder seu filão do mercado; ainda sim o concorrente vai precisar de um prédio para locar

    Os dois não são concorrentes, eles são aliados; uma hora as ações serão o melhor investimento, outra os fiis e com uma carteira bem equilibrada, podemos tirar proveito dos dois.

    É o que eu faço, uso a renda de uma classe para reinvestir na outra, dependendo daquilo que estiver melhor. por isso criamos o outro blog e estamos agora delineando nosso método de investimento lá, com base nos resultados e acompanhamento trimestral

    Fica aqui o convite para que puder ajudar e quiser participar, construir uma comunidade tão ativa e bem informada quanto esta; façam-nos uma visita:
    https://tetzneremacao.wordpress.com

    StorM ExtaCy disse:
    terça-feira, 22 abril, 2014 às 00:08
    Uma coisa que me desanima bastanta nas eletricas, é a intervenção do governo e as regras de contratos. No caso da TAEE, a empresa vai sofrer uma forte redução da receita daqui alguns anos quando o RAP PERMITIDO de algumas concessões cairem pela metade, e também ainda tem os reajustes tarifarios.

    Esses riscos no caso dos FII’s são menores.

    aspirante30 disse:
    terça-feira, 22 abril, 2014 às 00:23
    Mas StorM, isso de certa forma já é uma segurança! Nós já sabemos de antemão que isso acontecerá.

    Veja o histórico: bancos “eram” bons, governo mexeu e o povo tomou um susto. Nada aconteceu depois (ITUB voltando com tudo).
    Nas elétricas, depois do tapa tivemos a oportunidade de ver quem é cascudo no mercado. Se houver mais intervenção e elas quebrarem, ninguém mais sobra…rs

    Meu medo agora é saber qual o próximo “pé trocado” do governo.

    Você sabe que agora até me sinto seguro com as elétricas e com os bancos? acho que o governo vai fazendo besteiras e, quando repara (depois de muita crítica), parte para fazer em outra vizinhança.

    Tetzner disse:
    terça-feira, 22 abril, 2014 às 00:26
    Vamos levar o debate lá para o Ações Aspirante e Storm (antes que nos expulsem daqui rs)
    https://tetzneremacao.wordpress.com/2013/10/13/tetzner-em-acao

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      • kkk

        eu disse isso ontem a noite ” vou vender tudo ”

        minha mãe me ligou dizendo: ” Filho e essa alta da Bolsa hein?! ”

        juro eu fiquei mudo com ela ao telefone uns 15 segundos, sem palavras kkk

        como assim mãe? ações? quem te disse isso!! kkkk diz que no interiOR o povo só fala nisso kkkkkkkk

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      • Agora, se dá uma louca no País e a Dilma continua caindo nas pesquisas, esse índice tem mais folego para subir…rsrs.

        E que mundo estranho: pib patinando, desemprego oficial em recorde de baixa, inflação projetando estouro de meta, 4% de alta da selic e dolar derretendo…

        E bolsa subindo! 😛

        Estou te devendo o artigo da carteira do blog. Março e abril tem sido pesados, 60h por semana de trabalho. Acho que até o fim do mês acalma e eu caio dentro, inclusive porque escopo do modelo de seleção já está pronto na minha cabeça. Serão 5 critérios apenas. 🙂

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      • maravilha amigão, aguardamos ansiosamente! 😀 fica tranquilo, sem stress ajudamos um pouco aqui e outro ali a vida de investidor é maratona e não 100m rasos kkk

        quando estiver tranquilo, manda sim vai ser uma edição histórica da nossa Revista 🙂

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  2. Poucas vezes li uma entrevista tão inspiradora: “a melhor estratégia é a que se adequa à sua filosofia” (Aswath Damodaran)

    Damodaran: nada de fórmula ao investir; seja feliz

    “A melhor estratégia é a que se adequa à sua filosofia”

    Esqueça as estratégias dos investidores mais admirados no mundo. De nada vai servir aplicar na sua vida as fórmulas que deram tão certo para nomes como Warren Buffett, George Soros ou Peter Lynch. O conselho vem de uma das figuras mais respeitadas do mercado financeiro: o professor de finanças da Stern School of Business, na Universidade de New York, Aswath Damodaran. O indiano, autor dos livros “Mitos do Investimento” e “Valuation – Como Avaliar Empresas e Escolher as Melhores Ações”, defende que as pessoas olhem para si no momento de decidir sobre as melhores aplicações. “Você precisa investir de um jeito que te deixe satisfeito, que faça você feliz”, disse ao Valor.

    Em entrevista por telefone, Damodaran ainda falou sobre o mercado brasileiro, disse que não considera a bolsa barata, mas que comprou ações da Vale e da Petrobras no ano passado. O professor também teceu críticas ao modelo de governança de companhias nacionais, ao considerar que elas querem o dinheiro dos investidores, mas não lhes dão ouvidos, o que contribui para a participação ainda pouco expressiva da pessoa física na bolsa. Damodaran, que calcula estar na 20ª visita ao Brasil, vai participar de seminário da HSM nos dias 27 e 28 de março, voltado para 250 executivos que trabalham com valoração de empresas. A seguir, os principais trechos da entrevista.

    Valor: Na sua avaliação, o investidor comum tem hoje mais ferramentas disponíveis para avaliar os ativos financeiros, para tomar decisões sobre seu investimento? Até que ponto essas ferramentas têm sido realmente úteis?

    Aswath Damodaran: Eles têm mais dados disponíveis e mais ferramentas. As ferramentas estão mais complexas, mas os dados também estão mais complexos. (…) Não acho que investir ficou mais fácil simplesmente porque as ferramentas e as informações ficaram mais disponíveis. Acho inclusive que ficou mais complicado.

    Valor: Quais as recomendações que nunca deveriam ser esquecidas na hora de investir?

    Damodaran: Você precisa investir de um jeito que deixe você satisfeito, que faça você feliz. Acho que muitos investidores olham para o que as outras pessoas fazem. Eles leem o que Warren Buffett faz, Peter Lynch faz, algum gestor de portfólio de sucesso faz, pensando “eu tenho que ser desse jeito”. Mas eu digo às pessoas que, para ser um investidor de sucesso, quem elas têm que conhecer melhor são elas mesmas. Você tem que saber o que o deixa confortável, o que o deixa desconfortável, o risco com o qual pode conviver, que tipos de investimento são melhores para você. Isso significa que você precisa passar um tempo pensando sobre qual é seu horizonte de investimento e quanto risco você quer tomar, e então formar a estratégia de investimento que melhor se ajusta ao seu perfil.

    Valor: Passados mais de cinco anos desde que a crise financeira foi deflagrada, o mercado está mais fácil de ser avaliado? A tarefa de determinar o valor dos ativos está mais simples?

    Damodaran: Não é que se tornou mais simples, mas aprendemos a viver no mundo que temos, não no que desejaríamos viver. Em 2009 e 2010, as pessoas continuavam torcendo pelo mundo como era no passado e isso atrapalhou nas soluções para o mundo em que vivemos hoje. Acho que nos acostumamos com a forma como éramos desconectados. Todos reconhecemos que se há uma crise em Xangai, [o mercado de] São Paulo vai cair. Os mercados mundiais estão conectados de um jeito que não pensávamos antes de 2008.

    Valor: E as pessoas aprenderam as lições?

    Damodaran: Não acho que as pessoas aprendem as lições. Elas aprendem as lições temporariamente, mas garanto que vão esquecê-las em alguns anos. É por isso que temos crises se repetindo.

    Valor: Então é só um ciclo?

    Damodaran: É um ciclo. Aprendemos e então ficamos muito confiantes, começamos a ficar preguiçosos, e então temos outra crise e prometemos que nunca mais vamos fazer de novo. E isso se repete. É a natureza humana.

    Valor: Mas as pessoas estão ao menos mais cientes dos riscos hoje?

    Damodaran: Por ora.

    Valor: Nós vimos uma forte saída de investidores estrangeiros de mercados emergentes no início do ano. No Brasil, a bolsa caiu mais de 15% no ano passado e recua também neste ano. Esse desempenho reflete os fundamentos das companhias ou está exagerado?

    Damodaran: É um efeito misto. Começa no sentido de que, nos mercados emergentes, investidores institucionais estrangeiros tendem a se movimentar em grupo, então a eles é atribuída parte da culpa quando os mercados emergentes caem. Pode não ter relação com os fundamentos, mas sim com o fato de que os investidores estão coletivamente tomando as mesmas decisões. Ao mesmo tempo, em mercados emergentes em especial, investidores e empresas rapidamente tendem a culpar os investidores institucionais por tudo o que acontece. (…) Em algum momento você tem que aceitar o fato de que parte do que está acontecendo é fruto de questões internas, não externas.

    Valor: Muitos já consideram a bolsa brasileira barata no momento. Qual o melhor critério para analisar se é uma boa hora para comprar ações?

    Damodaran: Um critério é olhar qual o retorno esperado que você pode obter investindo no mercado. Eu francamente não vejo o mercado brasileiro particularmente barato. Acho que pode estar barato em relação a dois anos atrás, mas não a seis anos. Acho que os mercados emergentes de forma geral estão devolvendo uma parte dos ganhos. Olhando os últimos cinco anos, os mercados emergentes passaram por uma temporada extraordinária. Estava se precificando ações em mercados emergentes para entregar praticamente os mesmos resultados que haviam sido obtidos nos mercados desenvolvidos. O que investidores estavam dizendo ao mundo era que o Brasil era igual à Alemanha. Não precisavam tratá-lo de forma diferente. Era onde estávamos ao fim de 2012. Mas acho que vimos em 2013 e 2014 os investidores voltando atrás e dizendo que os mercados emergentes estão menos arriscados que antes, mas que ainda há mais riscos em mercados emergentes que em mercados desenvolvidos. Vejo os últimos 12 a 18 meses mais como uma correção parcial de uma reação exagerada nos cinco anos anteriores. O que vejo nos mercados emergentes é que são sempre cinco passos para frente e dois passos para trás. Tivemos cinco passos para frente entre 2009 e 2012 e agora voltamos dois. E isso não faz o mercado barato ou caro. Isso apenas recalibra o mercado para o que é provavelmente mais razoável.

    Valor: No Brasil, há setores indicando maiores oportunidades de investimento?

    Damodaran: Eu investi em Vale e Petrobras no meio do ano passado, e fiz porque acredito na tese de que a Vale, por exemplo, não é bem uma empresa brasileira. É uma companhia global de commodities que por acaso está baseada no Brasil. Não há nenhuma razão para que Vale e Rio tinto sejam tratadas de forma diferente. Elas são companhias globais e uma está na Austrália e outra no Brasil. Quando vi o “sell-off” [venda generalizada] de Brasil e Vale, pensei: não tem sentido. É verdade que o governo brasileiro tem uma “golden share” da Vale, tem um papel para desempenhar nela, mas para mim é uma empresa global que está por acaso no Brasil. E há mais companhias como a Vale, caso da Embraer, que são globais, de primeira classe e que, por acaso, são brasileiras. E quando eu vejo o sell-off de Brasil, essas são as companhias que vou comprar primeiramente para o meu portfólio.

    Valor: E em relação à Petrobras?

    Damodaran: A Petrobras é um pouco mais complicada, porque ainda que seja uma companhia global de petróleo, suas reservas são predominantemente brasileiras. O petróleo é a commodity mais sujeita à questão política. (…) Esse é o principal problema que a Petrobras enfrenta e que a Vale nem tanto.

    Valor: Mas o senhor avalia que ainda é um bom investimento para se olhar?

    Damodaran: Eu tenho Petrobras no meu portfólio. Acho que é um investimento em uma empresa sólida de petróleo no longo prazo, que essas reservas serão eventualmente exploradas. Acho que eventualmente você vai ver um monte de petróleo saindo do solo, mas que vai levar um tempo até que o resto do mercado perceba isso. (…) No curto prazo deve haver mais más que boas notícias, mas enquanto eu for investidor estou disposto a comprar e manter.

    Valor: Além de Petrobras e Vale, o senhor comprou outras ações brasileiras?

    Damodaran: Eu tenho Embraer e Ambev em meu portfólio há quase uma década. São investimentos de longo prazo que fiz quando Lula estava concorrendo nas eleições. Elas foram muito bem, ficaram no meu portfólio. Essa é a exposição regional que posso ter na carteira. Compro quatro ou cinco ações de um mercado específico.

    Valor: Os investidores pessoa física ainda representam muito pouco da bolsa do Brasil e têm, inclusive, saído do mercado. Como mudar essa realidade?

    Damodaran: Acredito que investidores individuais não veem o mercado como justo. Eles sentem que recebem menos informações que investidores profissionais. Se você for acionista de uma empresa brasileira, apesar de as mudanças que aconteceram nos últimos anos terem melhorado a governança corporativa, a realidade é que você não tem nenhuma ou pouca informação sobre como as companhias são dirigidas. As empresas brasileiras querem seu dinheiro, mas não querem sua influência. Eles querem seu capital, mas não querem ouvir o que você tem a dizer sobre onde o capital vai ser investido. Muitas companhias brasileiras ainda são controladas por sete ou oito grandes grupos de investidores que essencialmente contratam os diretores. Você olha para Vale. Eu tenho a noção que tenho influência zero em como a Vale é dirigida. Zero, nenhuma. Eu sei disso. E estou de acordo, mas isso também me irrita, porque estou investindo meu dinheiro na Vale e não vejo por que não posso dizer como a empresa deve ser dirigida. Acredito que isso é verdade para muitas companhias brasileiras e isso está mudando, ainda que muito lentamente, mas acho que o mercado precisa ser visto como justo. Investidores precisam sentir que recebem informação ao mesmo tempo que todo mundo e a governança deve melhorar.

    Valor: Dentre os investidores mais conhecidos no mundo, qual adota a melhor estratégia, em sua visão?

    Damodaran: Acho que essa questão é quase impossível de responder. A melhor estratégia é a que melhor se adequa à sua filosofia. A estratégia de Warren Buffett pode ser a melhor para como ele vê o mundo, que é mais para negócios maduros. Para mim, o teste de um investidor não é se sua estratégia é a melhor, mas se ela se ajusta ao que ele diz ser sua filosofia de investimento. (…) A realidade é que 99% dos gestores de portfólio não têm filosofia própria. Fazem o que todo mundo está fazendo, eles buscam retornos, o que significa que compram ações que subiram muito no ano anterior, porque todo mundo está fazendo dinheiro. É como eu descrevo: se você não sustenta nada, você se deixa levar por qualquer coisa.

    Fonte: Valor

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  3. Tetzner,
    Ja conheço o seu perfil nos FII (Top5), agora gostaria de saber o seu perfil para ações.

    Alias, gostaria de saber quais os perfis e como os mais experientes daqui escolhem suas ações.

    Penso inicialmente em focar no misto dividendos/crescimento uma vez que os dividendos podem ser um extra para aproveitarmos as oportunidades.

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    • Aspirante ao longo do tempo, mudo um pouco a carteira foco em renda, 75% DY e 25% Crescimento

      gosto de entender primeiro o negócio visito a empresa, vejo a ligação com o consumidor

      caso recente: GRN

      estava na dúvida se comprava ou realiza 3 dígitos de lucro

      fiz pesquisa de campo, confrontei com meu acompanhamento e mantive a posição (até elevei um pouco nesse preço atual)

      Boas empresas, com bons lucros, mesmo que passando por dificuldades presentes (melhor momento de compra)

      a hora que o Preço é Tudo quando a empresa tem valor e até o Barsi concorda comigo, o rapaz leu meu livro, a entrevista dele é um resumo do meu 1º Livro

      e juntos somos sócios na ELPL uma empresa que passa por dificuldades, reconheço que o momento não é dos melhores mas o preço atual, justifica sua manutenção

      depois que compro e a empresa se mantém no caminho da Tese de Investimento, mantenho em carteira

      uso a isenção dos 20k para ajustes mensais, então isso ajuda no fluxo de renda, ainda mais que em ações o principal vem de 3 em 3 meses e não mensal como nos FIIs

      TIM comprei na bacia das almas, vi uma tremenda oportunidade quando a empresa estava muito mal vista pelos problemas e até era chacota na mídia (mais 3 dígitos de lucro embolsados na venda recente)

      liquidei a posição porque minha tese se consumou; agora busco outra pra entrar no lugar, de olho em Vivo, mas ainda está cara

      outras já citei recentemente; gosto muito de rendeiras: elétricas, bancos (Bicb quando ninguém queria e lá vem mais 3 dígitos de lucro)

      eu sou assim, nas ações, por isso falo: no preço certo eu compro qualquer coisa (de valor).

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      • Tetzner nesse caso a estrategia que vc utiliza seria de alocação de ativos?
        Alocação de ativos: Apoiada na teoria da regressão à média, a alocação de ativos incentiva a venda de ativos que subiram muito para comprar ativos que cairam muito.
        Deste modo, quando os ativos voltarem (na maioria das vezes voltam) para a sua média de retorno, você terá duas operações vencedoras: vendendo na alta e comprando na baixa.

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      • Dividend ao longo dos anos aprendi que a maioria do material “prototipado” não servia para mim eu quero o melhor de cada um e ainda sim otimizado

        eu uso tudo que estiver ao meu alcance e dentro da minha compreensão faço diversificação (não confundir com pulverização) mas não puno ativo que cresce com a concepção equivocada de que se deve balancear apostando naquele que ficou pra tras

        comigo é assim:

        Tese de Investimento, se confirmada então aumento o aporte e se contrariada encerro a posição simples, prático e te conduz a resultados de 3 dígitos com maior frequência e menor risco

        acho que o que é bom, pode ficar melhor ainda, então eu quero mais mas nunca vou descobrir se não experimentar

        só para ilustrar imagine o cidadão que está esperando a EZTec voltar… tadinho dele

        ou então quem comprou petro e acha que ela um dia vai subir (na atual condição), de volta aos 50 ou 55

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    • Aspira, ultimamente tenho foca em fiis, mas eu faço assim,

      Escolho os setores; Analiso os resultados trimestrais; Escolho as de melhor resultado trimestral recorrente; Analiso os dados, P/L, EBTIDA, Dívida, geração de caixa, P/VP, cotação x evolução lucro, e geralmente nessas análises eu me perco, porque não sou muito simples, pelo contrário sou detalhista demais e quero saber até a cor da cueca do presidente da empresa, mas sem ter o conhecimento suficiente, então estou trabalhando isso para simplificar sem me perder. Inicio posição de estudo (aprendi isso com o Tetzner e é muito bom isso, porque evita exageros) A cada trimestre eu decido se aumento posição ou não.

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      • Pois é Ricardo. To pensando na montagem da carteira mas tento encontrar empresas de facil analise/acompanhamento. Nem me importo de ficar 1 mes entendendo e analisando pq meus aportes em geral sao mensais, mas se tiver um acompanhamento extremamente proximo, perco o foco no trabalho, o q nao quero. Por isso q nem ligo pra sobe e desce dos ativos, nao me importo mesmo.

        Pensei em, inicialmente montar uma carteira com 20 ativos: -5 FII geracionais os quais eu colocaria mensalmente algum dinheiro neles. – 10 FII escolhidos a dedo e, no mes em que for aportar, escolho o q estiver com o DY mais alto (compensar os geracionais). – 5 ações (3 “rendeiras”, e 2 small).

        Os FII estao ok. Mas as ações… tá brabo.

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      • Aspirante primeira dica: esqueça essa baboseira de “FII Geracional” isso é maior besteira que eu já ouvi na minha vida

        o dia que você conseguir prever que uma coisa vai durar pra sempre, o mundo acaba

        todo dia tem novidade ao longo do tempo, mudanças tiram do mercado grandes competidores

        separe os FIIs em Tijolos, Papel e FII de FIIs diversifique olhando os segmentos, foco nos setores de atuação dos inquilinos, onde os ciclos econômicos afetam os desempenho e a sobrevivência

        ai sim, dentro de cada segmento e até pode dividir em classes ( veja o modelo que estamos montando aqui: http://tetzner.wordpress.com/category/fiis/RBBV11 )

        aponte aqueles que você julga como de 1ª linha, 2ª linha, etc com base nos SEUS critérios

        se tem uma coisa que atrapalha o investidor é o pseudo intelectual; aquele que acha que sabe, acha que ensina e só faz criar uma nuvem de fumaça que mais atrapalha e complica do que ajuda

        nada vai te garantir nada no futuro por isso vai ter que acompanhar tudo sempre de perto

        estudar sempre, para evoluir sempre

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  4. Pô Tetzner, badaladíssimo o Blog hoje hein, show de bola, parabéns a todos, pessoal postando resultados, discutindo preço x valor, postando compras e racional de compras, muito bom, fiquei contente com as postagens.

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    • Sim Ricardo,

      Hoje o dia foi especial, mágico eu diria.
      NOSSO Blog bateu seu RECORD Histórico de audiência

      e não foi só um pouquinho não: FOI O DOBRO !!! 😀

      tanto em visitação quanto em interação, mas o que mais me deixou feliz não foi a Quantidade e sim a QUALIDADE da informação

      Queria agradecer a todos, pelo apoio e pela união em torno de um ideal, uma semente lançada em terra fértil.

      como eu disse desde o princípio: JUNTOS SOMOS MAIS FORTES

      então esse marco histórico não é meu ele é de cada um de vocês: COMEMOREM

      vocês estão fazendo história no segmento de Ações, pode anotar o SUCESSO é certo

      Nada disso seria possível sem a ajuda de cada um de vocês

      Queria fazer uma agradecimento especial à algumas pessoas que tiveram sem dúvidas alguma, um destaque maior e serão os grandes incentivadores dos próximos que virão:

      * David e Fabinvest: inspirem essa galera com esse Autruísmo (ações de um indivíduo que beneficiam outros)
      * PauloAlf, Dividendyeld e 6Furos: continuem assim, dia a dia participando mais e ajudando
      * Uó e Estagiário: sejam bem vindos à nossa FAMÍLIA 🙂 Uta!
      * Sernambiguara: somos irmãos na dor, torço todos os dias pelo seu bem estar
      * Ricardong já te admirava lá no blog de FIIs, mas aqui no Ações é que transborda todo seu conhecimento

      e por último, mas não finalmente hehe

      queria aqui externar minha felicidade e admiração pelo Ricardo:
      meu amigo, continue assim você vai muito longe e quero estar ao seu lado nessa caminhada
      já te disse e repito, no que precisar e puder ajudar, só falar

      Parabéns e Sucesso a Todos, SOMOS VENCEDORES!

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  5. Boa noite pessoal,

    Assuntos que não vejo comentários e opiniões aqui no blog de ações….. alguns de vcs operam :

    – Long / short – ( opero com dados da mesa de operação, analiso , decido se vou ou não. Foram 37 operações em 2013 entre stops e gains, finalizei no positivo

    – Aluguel, operando vendido (Com a tendência já algum tempo caracterizada de baixa tenho ganho um bom $$ que vai para os FIIs, necessita de bom estudo gráfico e obrigatório operar com STOP)

    – HEDGE DA CARTEIRA – Operando pela BM&F, temos mini índice onde podemos ficar comprados/vendidos, cotações da ações em carteira caindo, entra na venda do mini índice e ou contratos futuro de dolar, os dois marcado a mercado.

    Não entendo, tanta gente reclamando que sua carteira esta se deteriorando, que o IBOV esta caindo , etc…querendo de alguma forma proteger seu patrimonio e não “estudam” formas de hedge para sua carteira de longo prazo nem operam vendidos, neste caso, facílimo, só pensar ao contrário, mas verdade seja dita, “precisa estudar”, obter conhecimento, pesquisar, testar, um bom manejo de risco e ter perfil para RV, motivos pelo quais temos poucos ganhadores e muitos perdedores, poucos se especializam. O investidor atual tem que ganhar com a bolsa em alta ou baixa…. tem que saber proteger sua carteira de longo prazo, senão o risco de perda consideravel do patrimonio é muito grande, não vale o risco.
    Valeu pessoal, se alguém quiser opinar ou comentar suas operações serei bom leitor…..abç

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    • Ricardo
      o pessoal começou a sugerir várias coisas
      o Básico, que não pode faltar em nenhum, vejamos a Cielo:
      .
      .
      .
      —————————————————————————————————–
      #- Novo Post com:

      LL R$ 720,7 M +16,2% x 4T12 R$ 2.673,6 M +14,9% 2013 x 2012

      DESTAQUES 4T13

      * Lucro
      * Dívida
      * Margem
      * EBITDA

      —————————————————————————————————–
      #- 1a Resp
      o link do relatório, para facilitar quem quiser ler e acrescentar já posta aqui ( como resposta, vai para moderação, depois eu libero)
      —————————————————————————————————–
      #- 2a Resp
      a opinião de quem fez o post sobre o resultado apresentado

      —————————————————————————————————–
      .
      .
      .

      isso ai de cima é o básico, mas pode acrescentar algo a mais que quiser, por exemplo cotação:

      2013 +44,13%
      2012 +47,75%

      P/L: 18,56
      DY: 3,4%
      P/VP: 14,94
      Div Br/ Patrim: 0,75
      Marg. Líquida 39,8%

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