SUZB – SUZANO PAPEL E CELULOSE S.A.

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BMFBovespa: SUZB5, SUZB3, SUZB11

Somos uma empresa de base florestal, de capital aberto, controlada pela Suzano Holding e pertencente ao Grupo Suzano. Com mais de 80 anos de atuação, operamos em dois segmentos: celulose de mercado, comercializada em 31 países, e papel, cujo portfólio é integrado por papel revestido, papel não-revestido, cutsize e papelcartão, vendido em 86 países, com cerca de 30 marcas, entre elas Report®, TpPremium®, Reciclato® e Paperfect®. Ocupamos a posição de segunda maior produtora de celulose de eucalipto do mundo, a oitava maior produtora de celulose de mercado e lideramos o mercado de papéis brancos no Brasil/América do Sul.

Operamos por intermédio de três Unidades de Negócio – Florestal, Celulose e Papel – e definimos um posicionamento estratégico que contempla a extensão de nossa atuação para outras duas frentes: biotecnologia, por meio da aquisição da empresa FuturaGene, e energia renovável, com o anúncio da criação da Suzano Energia Renovável. O crescimento orgânico em celulose será concretizado pelas novas unidades de Maranhão e Piauí, que adicionarão 3 milhões de toneladas por ano à nossa capacidade produtiva até 2016.

No Brasil, mantemos cinco unidades industriais – Suzano, Rio Verde, Embu e Limeira (antiga Conpacel) no estado de São Paulo e Mucuri no estado da Bahia, além da divisão especializada na distribuição de produtos gráficos KSR e SPP – Nemo. A sede administrativa está instalada na cidade de São Paulo. Contamos com cerca de seis mil colaboradores diretos e cerca de onze mil em atividades terceirizadas. As áreas florestais próprias, arrendadas e as dos parceiros florestais somam, aproximadamente, 803 mil hectares, sendo 346 mil hectares com florestas plantadas, e estão concentradas na Bahia, Espírito Santo, São Paulo, Minas Gerais, Maranhão, Piauí e Tocantins.

No exterior, dispomos de subsidiárias nos Estados Unidos e na Suíça, que comercializam nossos produtos, de escritórios comerciais na China e na Inglaterra (Sun Paper) e de uma distribuidora na Argentina (Stenfar).

Encerramos o ano de 2011 com receita líquida recorde de R$ 4,8 bilhões, 7,4% acima do obtido no exercício anterior.

RI: ri@suzano.com.br

Site: http://www.suzano.com.br/ri

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28 comentários sobre “SUZB – SUZANO PAPEL E CELULOSE S.A.

  1. A Suzano deve se juntar ao grupo de empresas que após quase um ano fora do mercado de dívida externo, já captaram US$ 8,75 bilhões desde maio. A emissão não tem data definida, mas a empresa se prepara para eventualmente lançar a oferta ainda neste semestre. A operação pode superar o montante benchmark de US$ 500 milhões e deve ter prazo de 10 anos. A Suzano ainda estuda se irá utilizar os recursos para financiar a recompra de parte do único bônus que tem emitido lá fora, com vencimento em 2021, ou outras dívidas em reais com custo mais elevado e peso no perfil do endividamento da empresa, segundo fonte com conhecimento do assunto. A Suzano tem como estratégia alongar sua dívida, o que pode reconduzir gradualmente o rating da companhia para o grau de investimento. Em moeda estrangeira, a dívida de US$ 650 milhões com os bônus 2021 tem maior custo para a companhia que utiliza outras linhas de crédito lá fora. A operação foi realizada em setembro de 2010 oferecendo retorno de 6,125% aos investidores e cupom de 5,875%. Os bônus foram emitidos a 98,116% do valor de face. Conforme informação de fontes, a Suzano somente fará a operação quando fizer sentido para a companhia o custo da colocação de novos papéis em relação ao dos bônus antigos. Também, segundo uma fonte, as documentações não estão totalmente concluídas e também não foi ainda aprovada em assembleia. Sob o ponto de vista de custo, a emissão faria sentido hoje, de acordo com uma das fontes ouvidas. Os bônus 2021 foram negociados nesta quarta-feira abaixo do patamar da emissão em 2010, oferecendo retorno aos investidores de cerca de 5% ao preço de 104% do valor de face. De acordo com informações que constam no site da Suzano, a dívida bruta estava em R$ 14,1 bilhões em 31 de março, sendo 66,3% em moeda estrangeira e 33,7% em moeda local. Os vencimentos estão em 83,8% concentrados no longo prazo.

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  2. Suzano (SUZB5): O lucro líquido de R$ 1,125 bilhão da cia no 1T16 veio em linha com o projetado por analistas consultados pela Agencia Estado – Itaú BBA, BTG Pactual, Bradesco BBI, JPMorgan, Citi e Credit Suisse -, cuja média apontava para R$ 1,138 bilhão. O Ebitda ajustado, de R$ 1,269 bilhão de janeiro a março deste ano, também ficou de acordo com o esperado, de R$ 1,243 bilhão.

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    • Suzano (SUZB5): A alavancagem da cia – medida pela reação dívida líquida e Ebitda atingiu 2,3 vezes ao final do 1T16, ante 2,8 vezes no trimestre exatamente anterior e 4 vezes nos três primeiros meses de 2015. “Quando terminamos Imperatriz a alavancagem estava em 5,2 vezes e havíamos colocado a meta de 2,5 vezes. Chegou agora em 2,3 vezes. Demonstra uma robustez da empresa para o futuro, dando uma posição financeira equilibrada diante da volatilidade da economia brasileira”, afirmou o presidente da Suzano. Imperatriz é a fábrica localizada no estado do Maranhão e inaugurada em 2013.

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  3. Destaques do 3T15
     Redução da alavancagem no trimestre para 3,0x dívida líquida/EBITDA Ajustado em BRL e para 2,3x em USD;
     EBITDA Ajustado recorde de R$ 1,48 bilhão no 3T15 (+140% vs 3T14) e de R$ 3,4 bilhões no acumulado de
    2015 (+107% vs 9M14);
     Celulose: recorde de produção (929 mil ton) e de vendas (889 mil ton) no trimestre;
     Papel: maior volume de vendas para exportação impulsionado pela retração da demanda no mercado
    doméstico;
     Menor patamar de SG&A sobre a receita líquida: 7,4% no 3T15 (-0,9 p.p. vs 3T14) e 8,2% nos 9M15 (-1,4 p.p.
    vs 9M14);
     Continuidade da gestão de passivos: programa em 2015 já ultrapassou R$ 4,0 bilhões reafirmando o
    compromisso com a desalavancagem e a busca constante por estruturas e custos adequados e eficientes;
     Suzano teve seu rating elevado pela Standard & Poor’s e a perspectiva elevada pela Fitch Ratings no trimestre;
     Dividendos intermediários no montante de R$120 milhões.

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    • Ai Jojo, para complementar

      Resultado comentado 3T15

      Conforme esperávamos, a Suzano apresentou significativa melhora do resultado operacional no 3T15 x 3T14, com avanço de 50,8% da receita líquida e de 140,0% do Ebitda ajustado, que foi recorde, beneficiada pelo volume adicional de celulose proveniente da nova fábrica de Imperatriz-MA, pelos reajustes de preços e câmbio favorável às exportações, acumulando no ano receita líquida de R$ 7,515 bilhões e Ebitda Ajustado de R$ 3,367 bilhões. Números em linha com nossa projeção com pequenas variações: ROL-R$ 7,384 bilhões (+1,8%); Ebitda-R$ 3,148 bilhões (+6,9%). De outro lado, o efeito da forte variação cambial sobre a dívida em dólar impactou negativamente o resultado financeiro, com a companhia incorrendo em prejuízo líquido de R$ 959,2 milhões no 3T15, e acumulando perda líquida de R$ 1,266 bilhão no ano, pouco acima (+0,9%) de nossa projeção de prejuízo líquido de R$ 1,255 bilhão.

      Diante da forte geração de caixa o Conselho de Administração aprovou a distribuição de dividendos intermediários de R$ 120 milhões com recursos da Reserva de Lucros para Aumento de Capital e como antecipação dos dividendos obrigatórios do exercício de 2015.

      A Suzano comercializou volume recorde de 888,9 mil t de celulose de mercado no 3T15, 3,3% acima do 3T14 e 10,6% acima do 2T15, sendo os principais destinos: Ásia (47%), Europa (27%), seguidos por Brasil (13%) e América do Norte (12%). A receita líquida de celulose foi de R$ 1,976 bilhão no 3T15, aumento de 80,3% sobre o 3T14 e de 31,8% sobre o 2T15, impulsionada pelos maiores volumes e preço médio. O preço líquido médio em reais foi de R$2.223/t no 3T15, 74,5% e 19,4% acima do 3T14 e 2T15, nessa ordem, impactado positivamente pela desvalorização do real frente ao dólar e reajustes de preços. Por sua vez, o volume vendido de papel somou 335 mil t no 3T15, 1,5% abaixo do 3T14 e 8,0% acima do 2T15, destacando-se o aumento expressivo de 24,5% de exportações frente ao 3T14 e de 8,0% sobre o 2T15, aproveitando-se do efeito cambial e compensando a menor demanda interna.

      A receita líquida das vendas de papel foi de R$ 1,009 bilhão no 3T15, evolução de 14,3% sobre o 3T14, devido ao incremento de preço no mercado interno e do impacto cambial positivo sobre os embarques. O aumento de 14,4% sobre o 2T15 reflete, sobretudo, maior volume e aumento de preço do papel exportado diante da desvalorização do real frente ao dólar. O preço líquido médio do papel vendido no mercado interno foi de R$ 2.799/t no 3T15, 6,0% e 1,6% acima do 3T14 e 2T15, nessa ordem. Em reais, o preço do papel exportado no 3T15 cresceu 38,6% e 13,6%, na mesma base de comparação.

      O custo caixa de produção de celulose no 3T15 foi de R$ 668/t (não houve parada de manutenção), 33% e 6,6% acima do 3T14 e 2T15, sobretudo em função do maior custo com madeira em Mucuri e, como a companhia já havia sinalizado, dada a maior participação da madeira de terceiros e da maior distância média no mix de abastecimento, o que deverá ser gradualmente reduzido em 2016. Também impactaram a redução da receita com a venda de energia em função do menor preço spot e o efeito cambial nos insumos atrelados ao dólar.

      O Capex foi de R$ 1,3 bilhão nos 9M15, estável ante os 9M14. Com dívida bruta de R$ 15,1 bilhões (13% de curto prazo; 78% em moeda estrangeira) e caixa de R$ 2,4 bilhões, a dívida líquida era de R$ 12,7 bilhões ao final do 3T15, aumento de 8,4% sobre a posição ao final do 2T15, mas com a expansão do Ebitda Ajustado, a alavancagem financeira cedeu de 3,3 vezes para 3,0 vezes em reais e para 2,3 vezes em dólar.

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  4. Suzano Papel e Celulose lucra R$ 455,6 mi no 2T15

    A Suzano Papel e Celulose reportou lucro líquido de R$ 455,6 milhões no 2T15 em comparação ao lucro líquido de R$ 97,1 milhões no 2T14 e ao prejuízo líquido de R$ 762,5 milhões no 1T15, impactado pela variação cambial no período. Nos 6M15, a companhia registrou prejuízo líquido de R$ 306,8 milhões em comparação ao lucro líquido de R$ 298,2 milhões nos 6M14.

    A receita líquida da companhia subiu 39,4% na comparação com o 2T14, para R$ 2,38 bilhões. No 1S15, a receita líquida da empresa foi de R$ 4,53 bilhões, ante R$ 3,11 bilhões contabilizados no mesmo período de 2014.

    O Ebtida (resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização) avançou 83,7% em relação ao 2T14, para R$ 957 milhões. A margem Ebitda da empresa no trimestre ficou em 40,2%, frente a 30,5% um ano antes.

    O resultado financeiro líquido da companhia, que tem a maior parte de sua dívida denominada em dólar, ficou positivo em R$ 67,6 milhões. No 2T14, a empresa teve despesa financeira líquida de R$ 68,7 milhões.

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  5. 1T15

    A Suzano entregou forte resultado operacional no 1T15 devido aos volumes acrescidos pela nova fábrica de celulose no Maranhão e preços médios maiores da commodity, devido aos reajustes de preços implementados e à alta do dólar, compensando menores vendas de papel no desaquecido mercado interno e também de exportações. A receita líquida cresceu 53%, para R$ 2,1 bilhões, e o Ebitda Ajustado foi recorde, atingindo R$ 932 milhões, avanço 90,6% sobre um ano antes. De outro lado, a forte valorização do dólar sobre o real contribuiu para um resultado financeiro negativo de R$ 1,7 bilhão, dado o impacto negativo sobre a dívida atrelada a essa moeda. O prejuízo líquido ficou em R$ 762 milhões, abaixo de nossa projeção de perda líquida de R$ 1,1 bilhão, amenizado pelo reconhecimento de IR diferido de R$ 407,6 milhões no trimestre.

    A Suzano comercializou 857 mil toneladas de celulose de mercado no 1T15, 84,2% acima do 1T14 e 3,4% acima do 4T14, sendo os principais destinos das vendas: Ásia (40,8%), Europa (29,2%) e Brasil (15,8%). A receita líquida de celulose foi de R$ 1,4 bilhão no 1T15, aumento de 113,4% sobre o 1T14 diante do maior volume vendido e da desvalorização do real no período. O incremento de 19,5% sobre o 4T14 é explicado pelo aumento de preço implementado no 1T15 e pela desvalorização do real. O preço líquido médio em reais alcançou R$1.663/t no 1T15, 15,8% e 15,6% superior ao 1T14 e ao 4T14, respectivamente, enquanto que o real frente ao dólar depreciou 21% com relação ao 1T14 e 12,5% ante o 4T14.

    Por sua vez, o volume vendido de papel pela Suzano totalizou 258 mil toneladas no 1T15, 10,7% abaixo do 1T14 e 31,1% abaixo do 4T14, com as vendas no mercado interno retraindo para 85 mil toneladas (1T14: 90 mil t; 4T14: 108 mil t) e as exportações recuando para 173 mil toneladas (1T14: 198 mil t; 4T14: 266 mil t). A receita líquida das vendas de papel no 1T15 recuou para R$ 723 milhões, -1,3% ante o 1T14, dado o menor volume vendido compensado pelo maior preço médio líquido. Em relação ao 4T14 reduziu 26,6% dada a sazonalidade. O preço líquido médio do papel (mercado interno e externo) foi de R$ 2.801/t no 1T15, 10,6% superior ao 1T14 e 6,5% acima do 4T14.

    Destacou-se positivamente o custo caixa de produção de celulose, que ficou em R$ 561/t no 1T15, redução de 10,8% ante o 1T14, pelo impacto favorável da operação da unidade Imperatriz, hoje a fábrica mais competitiva da companhia. O aumento de 16,8% sobre o 4T14 foi devido à parada para manutenção na unidade de Imperatriz, que reduziu o volume de energia para venda, além do maior custo com madeira.

    Apesar do aumento da dívida, notadamente pelo efeito cambial, houve redução da alavancagem financeira em virtude da expansão do Ebitda, passando de 4,8 vezes em 31/03/2014 para 3,9 vezes em 31/03/2015. Em 31/03/2015 a dívida bruta era de R$ 15,3 bilhões (86% vincenda no longo prazo e 60,8% atrelado ao dólar considerando derivativos), que diante de um caixa de R$ 3,9 bilhões perfazia uma dívida líquida de R$ 11,4 bilhões.

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  6. Tese de Investimentos

    Entre os principais desafios da Suzano este ano está elevar e/ou manter os preços da celulose em meio à expectativa de nova oferta se somando às produções de outras unidades entrantes recentemente, incluindo seu projeto Maranhão, inaugurado no final de dez/2013.

    A companhia começou o ano com relatos positivos da implementação do aumento no preço da celulose em US$ 20/t, para aplicação a partir de jan/2015 em todas as regiões. E, anunciou outro reajuste US$ 20/t para a América do Norte com vigência a partir de mar/2015.

    Mas a preocupação com uma pressão baixista nos preços pode aumentar à medida em se aproxima o segundo semestre. Isso porque está prevista para o 2T15 a inauguração de Guaíba II, fábrica de 1,3 milhão t/ano de celulose da chilena CMPC. Por outro lado, além da própria curva de aprendizado das novas unidades, paradas de manutenção e o contínuo processo de substituição de fibra longa por fibra curta, novos fechamentos de capacidade podem ocorrer ajudando a sustentar os preços.

    De todo modo, um potencial recuo dos preços pode ser amenizado pela tendência de alta da taxa de câmbio R$/US$ refletindo positivamente na formação da receita da companhia, que no ano passado exportou 66% do total vendido, destacando-se os embarques de celulose, que em representaram 57% do total. Apesar da apreciação do dólar frente ao real impactar o resultado financeiro e a linha final do balanço, além de alavancar a dívida (54,5% em moeda estrangeira), não tem efeito caixa relevante no curto prazo. Isso porque a companhia vem reduzindo e alongando a dívida e seu custo.

    No front interno a preocupação é com a elevação da inflação e desaceleração da atividade econômica pesando sobre a demanda por papéis, tendo a direção da companhia informado que poderá destinar mais volumes ao mercado externo visando amenizar a fraqueza interna.

    Neste contexto, o foco da Suzano este ano será na redução da alavanacagem financeira e em ações de competitividade, tanto nas fábricas como na silvicultura, incluindo, entre outros, programas de eficiência energética e redução do raio médio florestal. A unidade Maranhão atingindo a plena capacidade este ano deve contribuir positivamente nesse sentido, bem como a venda de energia excedente cogerada, e, em alguma medida, também a desoneração da folha e o Reintegra.

    Acrescente-se que no final de 2015 a Suzano apresentará ao mercado uma inovação, o Euca Fluff, tornando-se a primeira empresa a utilizar fibra curta para produção de fluff, material usado na fabricação de absorventes e fraldas e importado pelo País.

    Com relação à questão de potencial racionamento de energia e água, a companhia é exportadora líquida de energia e está pouco exposta à crise hídrica. De todo, modo sinalizou medidas de redução do consumo de energia e água nas unidades de papel em São Paulo, as quais poderão ter a produção adequada em um cenário de escassez mais severo.

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  7. Suzano Papel e Celulose: Resultado 4T14 – Forte resultado, conforme esperado. Dólar e volume impulsionando desempenho.

    Receita Líquida de R$ 2.177 M no 4T14, aumento de 10% contra o 3T14. Na comparação com o mesmo período de 2013, aumento de 31%.
    EBITDA ajustado de R$ 826 M, com uma margem de 37,9%.

    A Suzano reportou um forte resultado, impulsionado pelo alto patamar de dólar e ramp-up da unidade do Maranhão. Destaque positivo para exportação de
    Celulose (maior segmento, representa mais de 40% da receita). Volume se manteve em um patamar alto (+65% vs. 4T13) por conta do aumento na produção na
    planta do Maranhão e receita beneficiada ainda mais pelo dólar (+10% vs. 3T14 e +70% vs. 4T13). A parte de Não-Revestidos Interno (cerca de 18% da receita)
    também contribuiu positivamente para o resultado, acelerando o bom crescimento que observamos nos trimestres anteriores. Boa recuperação no segmento
    de Não-Revestidos Externo, com papel importante do maior patamar de dólar. Os segmentos de Papel Cartao e Revestidos Interno performaram abaixo do
    esperado, porém tem impacto menor no resultado (menos de 20% da receita total). No consolidado a receita subiu 31% vs. 4T13, com um incremento de 5pp
    na margem Ebitda, atingindo 38% (principalmente diluição de custos/despesas). Destaque também para a redução do nível de alavancagem, saindo de 4,5x
    Dívida Líquida/Ebitda no trimestre anterior, para 4,1x no 4T14. Resumindo, resultado forte conforme esperado, com o alto patamar de dólar suportando boas
    perspectivas para os próximos resultados da empresa.

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  8. Resultados 1T14
    Início do processo de desalavancagem da Companhia

    Destaques do 1T14
    – EBITDA Unitário Ajustado recorde de R$ 649/tonelada (+41% vs 1T13) e margem EBITDA ajustada de 35%
    (+7 p.p. vs 1T13)
    – EBITDA Ajustado de R$ 489 milhões no 1T14 (+49,6% vs 1T13) e de R$ 1.944 milhões nos últimos doze
    meses findos em 31/03/2014 (+9% vs 2013)
    – Aumento de 6% no volume vendido de papel e celulose vs 1T13
    – Aumento de 12% no preço líquido médio em Reais de papel e celulose vs 1T13
    – Incremento do custo caixa do 1T14 inferior à inflação registrada no período (+3,8% vs 1T13), apesar do maior
    custo com madeira (+R$ 34/ton)
    – Redução de 1,1p.p do indicador SG&A sobre receita líquida vs 1T13
    – Redução da alavancagem no trimestre para 4,8x dívida líquida/EBITDA Ajustado

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  9. Resultado 4T13 e 2013
    LL -58MM -250% x 4T12 // LL2013 -220MM +22% x 2012

    Destaques do 4T13
     EBITDA Ajustado recorde de R$ 543 milhões (+38% vs 4T12) e margem EBITDA ajustada de 32,7% (+6p.p. vs 4T12)
     Aumento de 5% no volume vendido de papel e celulose vs 4T12
     Incremento do custo caixa em R$ 30/ton (+5,7%) vs 4T12, impactado pelo maior custo com madeira (+R$ 26/ton). A
    evolução do custo caixa foi inferior à inflação registrada no período
     Redução de 3,1% nas despesas com vendas, gerais e administrativas (SG&A) vs 4T12
    Destaques de 2013
     EBITDA Ajustado recorde de R$ 1.781 milhões (+41% vs 2012) e margem EBITDA ajustada de 31,3% (+7p.p. vs 2012)
     Projeto Maranhão inicia operação no cronograma previsto. O investimento total foi 4,4% superior ao anunciado
     Aumento do custo com madeira em função da maior participação de madeira de terceiros no mix de abastecimento e do
    maior raio médio na fábrica de Mucuri
     Incremento do custo caixa em R$ 17/ton (+3,1%) vs 2012, inferior à inflação registrada no período. O aumento do custo
    caixa é resultado, principalmente, do maior custo com madeira (+R$ 39/ton)
     Ganho de eficiência industrial em 2013 permitiu incremento de 3,0% na produção de celulose de mercado
     Redução de 3,6% nas despesas com vendas, gerais e administrativas (SG&A) vs 2012
     Prejuízo líquido de R$ 220 milhões em decorrência da variação cambial de R$ 745 milhões sobre a dívida, porém, com
    efeito caixa somente nos vencimentos ou amortizações da dívida
     Sólida liquidez financeira: caixa de R$ 3,7 bilhões

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  10. Tetzner, eu aposto na alta do dolar em 2014.

    Assim sendo, o que podemos esperar do desempenho desta empresa, isto é, suas dívidas e receitas têm grande parte em dolar, mas para que lado pesará mais a balança no caso de alta do dolar? Lucro ou prejuízo? (levando-se em conta, obviamente, apenas este único fator : alta do dolar)

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    • Gilvan
      normalmente ajuda a empresa, se olhar a correlação, no curto e longo prazo mostra bem; mas há mais que isso numa empresa, o câmbio é apenas um fator que ajuda na competitividade do produto, tem a eficiência operacional, tem a gestão financeira, etc

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  11. Resultados 3T13

    Lucro Líquido R$ 43 M (reverteu prejuízo do 3T12)

    Incremento de 43% no EBITDA Ajustado e de 7,4 p.p. na margem EBITDA Ajustada vs 9M12
    Destaques
     EBITDA Ajustado de R$ 503 milhões, incremento de 52% vs 3T12. A margem EBITDA ajustada atingiu 33,1%,
    8,7 p.p. superior à margem do 3T12
     Aumento de preço de papel e celulose em +8% vs 3T12 e +4% vs 2T13
     Manutenção do custo caixa no 3T13 vs 3T12, apesar do aumento no custo de madeira, resultado do menor
    consumo de insumos e redução dos custos fixos, ambos reflexo da maior produtividade
     Redução de despesas gerais e administrativas (G&A) no acumulado do ano de 7% vs 9M12
     Projeto Maranhão no cronograma previsto e investimento conforme anunciado
     Sólida liquidez financeira: caixa de R$ 3,6 bilhões
     Manutenção da alavancagem em 5,1x dívida líquida/EBITDA Ajustado na comparação com junho/2013

    A Companhia registrou lucro líquido de R$ 43,2 milhões no 3T13 em comparação ao prejuízo líquido de R$ 23,7 milhões no 3T12 e ao prejuízo líquido de R$ 247,5 milhões no 2T13. Além dos fatores operacionais que afetaram o EBITDA no 3T13 na comparação com o 3T12, o resultado líquido foi impactado positivamente pela variação cambial, e negativamente (i) pela depreciação, amortização e exaustão, (ii) pelo imposto de renda e contribuição social diferidos, e (iii) pelo resultado financeiro no período.

    Receita Líquida
    A receita líquida da Suzano no 3T13 foi de R$ 1.520,1 milhões, aumento de 11,7% e 13,9% em comparação com o
    3T12 e 2T13, respectivamente. O volume de vendas de papel e celulose foi de 826,1 mil toneladas, incremento de
    3,7% e 9,4% em relação ao 3T12 e 2T13, respectivamente.

    A produção total de papel e celulose da Companhia no trimestre foi 2,2% superior à produção do 3T12 devido ao maior
    volume de celulose produzido, resultado da maior estabilidade operacional no trimestre, parcialmente neutralizado pelo
    menor volume de papel produzido na Unidade de Embu, em função da parada administrativa ocorrida no 3T13

    O custo caixa consolidado de produção de celulose de mercado no 3T13, excluída a exaustão da madeira e parada para manutenção, foi de R$581/ton, estável na comparação com o 3T12. Esse resultado é explicado, principalmente, pelo menor consumo de insumos e redução dos custos fixos, ambos em decorrência da eficiência operacional das fábricas, compensado pelo aumento do custo com madeira, devido a maior participação de madeira de terceiros no mix de abastecimento e do maior raio médio.

    A dívida bruta, em 30/09/2013, era de R$ 12,0 bilhões. A dívida em moeda estrangeira representou 54,3% da dívida total da Companhia e em moeda nacional 45,7%. A Suzano contrata dívida em moeda estrangeira como hedge natural, uma vez que cerca de 50% das receitas são advindas de exportações. Essa exposição estrutural permite que a Companhia contrate financiamentos de exportações em Dólares e concilie os pagamentos dos financiamentos com o fluxo de recebimentos das vendas. A dívida bruta verificada no período permaneceu estável na comparação com junho/2013.

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  12. Incremento de 37,4% no EBITDA vs 1T12 em função do aumento de
    preços de papel e celulose e redução de SG&A

    Destaques
     Evolução de +37,4% no EBITDA e de +4,9 p.p. na margem vs 1T12
     Implementação gradativa de aumentos de preço de celulose em US$ (+3,1% vs 4T12 e +11,1% vs 1T12)
     Aumento da participação do MI no mix de venda de papéis: 68% no 1T13 vs 62% no 1T12
     Custo caixa maior do que o estrutural (+12,4% vs 4T12 e +9,9% vs 1T12), impactado por itens não-recorrentes
    devido à parada geral para manutenção na linha 2 de Mucuri
     Redução de SG&A (-23,9% vs 4T12 e -4,4% vs 1T12)
     Projeto Maranhão no cronograma previsto e investimento conforme anunciado
     Sólida liquidez financeira: caixa de R$ 4,3 bilhões
     Manutenção da alavancagem em 5,0x dívida líquida/EBITDA

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  13. Destaques do 4T12
     EBITDA de R$ 404,0 milhões (+21,9% vs 3T12) e margem EBITDA de 27,5% (+3,1 p.p. vs 3T12).
     Estabilidade operacional refletida no menor custo caixa do trimestre.
     Forte venda de papéis no mercado interno: 71% (vs 60% no 4T11).
     Contratação de ECAs (1) para projeto do Maranhão.
     Oferta firme de alienação da participação da Suzano no Consórcio Capim Branco Energia, por R$ 320 milhões.
    Destaques de 2012
     EBITDA de R$ 1.271,6 milhões (-2,3% vs 2011) e margem EBITDA de 24,5% (-2,4 p.p. vs 2011).
     Recuperação gradual de preços de papel e celulose.
     Estruturação de amplo pacote de blindagem financeira, que trouxe o conforto necessário em termos de fluxo de caixa.
     Aumento no custo da madeira em decorrência de maior participação de madeira de terceiros no mix de abastecimento e maior custo unitário.
     Aumento nos custos fixos industriais.
     Prejuízo líquido de R$182,1 milhões em decorrência da variação cambial de R$ 461,7 milhões sobre a dívida, porém, com efeito caixa somente nos vencimentos ou amortizações da dívida.
    Nota: (1) Export Credit Agencies (ECAs)

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