DTEX – DURATEX S.A.

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Somos uma empresa brasileira, de capital aberto, com ações negociadas em bolsa de valores, BM&FBovespa: DTEX3, controlada pela Itaúsa – Investimentos Itaú S.A e Companhia Ligna de Investimentos. Possuímos relevante atuação no mercado de varejo e distribuição de insumos para construção civil e marcenaria.

Com atuação em duas áreas de negócios – Deca e Painéis – comercializamos linhas diversificadas de produtos voltados principalmente aos segmentos de acabamento para a construção civil (metais e louças sanitárias com as marcas Deca e Hydra, e piso laminado Durafloor) e para fabricantes de móveis (painéis de MDF – Medium Density Fiber Board, MDP – Medium Density Particle Board e Chapa de Fibra, além dos componentes Multiform).

As vendas se dão, predominantemente, no mercado doméstico e, ainda, em mais de 35 países. Figuramos entre os dez maiores players mundiais nos segmentos de atuação, além de ser a maior empresa produtora de painéis de madeira industrializada, louças e metais sanitários do hemisfério sul e líder no mercado brasileiro.

A empresa tem sede em São Paulo e conta com cerca de 10,5 mil colaboradores, que atuam em 14 unidades industriais estrategicamente localizadas nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Paraíba e Rio de Janeiro, e na Argentina. A empresa adquiriu também importante participação na Tablemac, maior empresa do setor de painéis da Colômbia. A Duratex possui 230 mil hectares com florestas cultivadas e áreas de conservação nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

A receita líquida em 2011 somou R$ 2.970,4 milhões, o lucro líquido foi de R$ 374,9 milhões e o patrimônio líquido R$ 3.692,8 milhões. O valor de mercado da Companhia ao final do ano era de R$ 4,9 bilhões.

No 3T 2012, a receita totalizou R$ 911,2 milhões, o acumulado no ano é de R$ 2.458,1 milhões. O lucro líquido recorrente foi de R$ 121,5 milhões, e no acumulado do ano R$ 306,1 milhões.

RI: investidores@duratex.com.br

Site: http://www.duratex.com.br/ri

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19 comentários sobre “DTEX – DURATEX S.A.

  1. Duratex divulga resultado 2T15

    A Duratex (DTEX3) apresentou no 2T15 receita líquida consolidada de R$965,06 milhões (0,8% superior ao do 2T14) e lucro líquido de R$38,40 milhões (34,5% inferior ao do 2T14). Para o semestre, a receita líquida consolidada foi de R$1,96 bilhão (+4,2% ante ao 1S14), enquanto o lucro líquido do 1S15 ficou em R$106,87 milhões (-43,7% inferior ao 1S14).

    O lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) ajustado e recorrente para o 2T15 foi de R$210,20 milhões (1,3% superior ao do 2T14), enquanto no 1S15 o registrado foi de R$424,62 milhões (5,1%inferior ao do 1S14). Os investimentos da empresa já totalizaram R$115,4 milhões no 2T15, enquanto no 1S15 o valor foi de R$239 milhões, destinados à sustentabilidade das operações.

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  2. A Duratex divulgou um lucro líquido recorrente de R$ 38,407 milhões no segundo trimestre de 2015, uma queda de 34,5% em relação ao mesmo trimestre de 2014.

    O lucro líquido recorrente é ajustado por eventos não caixa advindos da variação do valor justo dos ativos biológicos e combinação de negócios, além de eventos extraordinários.

    O resultado líquido da empresa e a diferença na comparação anual também ficaram em R$ 38,407 milhões e 34,5%, respectivamente. O EBITDA ajustado e recorrente foi de R$ 210,200 milhões, expansão de 1,3%.

    A margem EBITDA ajustado subiu 0,1 ponto percentual, para 21,8% A receita líquida no segundo trimestre atingiu R$ 965,058 milhões, aumento de 0,8%. No primeiro semestre de 2015, a Duratex teve lucro líquido recorrente de R$ 106,876 milhões, um recuo de 43,7% na comparação com igual período do ano passado.

    O lucro líquido teve uma retração maior, de 51,4%, chegando também a R$ 106,876 milhões. O EBITDA ajustado e recorrente alcançou R$ 424,622 milhões, baixa de 5,1%. A margem EBITDA no mesmo critério caiu 2,1 pontos porcentuais, para 21,6%.

    A receita líquida totalizou R$ 1,966 bilhão no semestre, avanço de 4,2%. A empresa anunciou juros sobre capital no valor líquido de R$ 0,043799411 para acionistas com posição até o final do dia de hoje, referente ao segundo trimestre de 2015. A data de pagamento é 14 de agosto.

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  3. Duratex resultado 1T15

    O lucro líquido da Duratex atingiu R$ 68,469 milhões no 1T15, queda de 57,5% na comparação com o lucro obtido no mesmo período do ano passado. A receita consolidada ficou em R$ 1,001 bilhão, alta de 7,7%.

    O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado e recorrente ficou em R$ 214,422 milhões, queda de 10,7%, com margem de 21,4%. Ainda de acordo com a empresa, no fim do primeiro trimestre de 2015 a dívida líquida foi de R$ 1,82 bilhão, alta de 5,46% ante o quarto trimestre do ano passado. No período, as disponibilidades de caixa recuaram 6,87%, para R$ 1,006 bilhão.

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  4. 4T14

    A Duratex apresentou melhora do lucro líquido (controladora) no 4T14, mas ainda assim acabou registrando um recuo de quase 25% na comparação anual, com ganho líquido de R$ 390,3 milhões (6,7% abaixo de nossa projeção de lucro líquido de R$ 418,4 milhões).

    A receita líquida anual cresceu 2,9%, enquanto o Ebitda ajustado recuou 20,7%, somando, respectivamente, R$ 3,985 bilhões e R$ 952,1 milhões.

    As vendas da Divisão Madeira, incluindo os volumes da colombiana Tablemac, totalizaram 744.254 m³ no 4T14, 2,5% abaixo do 3T14 e 3,6% acima do 4T13, acumulando uma alta de 4,5% no ano com 2.787.597 m³ vendidos. Houve uma recuperação nos preços de MDF, enquanto permaneceram os descontos em MDP, o que refletiu na elevação da margem Ebitda ajustada de 25% no 3T14 para 31,9% no 4T14, embora ainda apresentando uma queda comparada ao ano anterior, de 35,1% em 2013 para 27,4% em 2014.

    As vendas da Divisão Deca somaram 5.927 mil peças, recuo de 14,3% ante o 3T14 e de 8,6% ante o 4T13, contribuindo para uma redução de 5% no ano, com 26.577 mil peças vendidas. Visando ajustar sua oferta à menor demanda foi encerrada em dez/14 a atividade da unidade Louças Jundiaí II, transferindo a produção para a planta de Queimados. Com as vendas recuando pelo desaquecimento das vendas a construtoras e pela fraca demanda de reformas dos consumidores, além de maior pressão nos custos com mão de obra e do aumento de despesas de promoção com o re-branding da adquirida Thermosystem para Hydra, a margem Ebitda ajustada saiu de 17,3% no 3T14 para 11,0% no 4T14 e de 23,4% em 2013 para 17% em 2014.

    As despesas financeiras aumentaram quase 50% em 2014, refletindo o maior endividamento por conta das aquisições (R$ 151,7 milhões pela aquisição da Tablemac e R$ 58,8 milhões pela compra de ativos florestais da Caxuana) e expansões de capacidades realizados nos últimos doze meses, além do aumento da taxa SELIC.

    O Capex somou R$ 607,9 milhões em 2014 e diante da expectativa de um cenário de negócios mais difícil, a companhia revisou o plano de investimentos para 2015 para cerca de R$ 400 milhões, abrangendo apenas recursos para plantio e manutenção das florestas e plantas.

    Em 31/12/2014 com uma dívida financeira bruta de R$ 2,807 bilhões e um caixa de R$ 1,081 bilhão, a dívida financeira líquida era de R$ 1,726 bilhão, correspondente a uma alavancagem de 1,81 vezes o Ebitda ajustado (versus 1,17 vezes em 31/12/2013) e a 37,5% do patrimônio líquido (versus 33,3% em 31/12/2013).

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  5. 3T14

    No 3T14 a Duratex apresentou melhora do desempenho em relação ao 2T14, mas este continuou deteriorando em relação ao ano passado, com um lucro líquido de R$ 83,5 milhões, 42,5% acima do obtido no trimestre anterior, e 51% abaixo do apurado no 3T13. Esse resultado ficou em linha com nossa projeção de lucro líquido, de R$ 85,5 milhões no 3T14.

    As vendas da Divisão Madeira apresentaram recuperação no 3T14, com 709.444 m³ comercializados, 19,7% acima do 2T14 e 2,9% acima do 3T13, baseadas num movimento de reposição de estoques, acompanhado por um aumento da demanda final. Incluindo as vendas da colombiana Tablemac, o volume total expedido somou 763.725 m³, aumento de 18,2% frente ao 2T14 e de 10,8% frente ao 3T13, contribuindo para uma receita líquida de R$ 706,3 milhões, 13,9% acima do 2T14 e 7,7% maior que à do 3T13. A companhia detalhou que a expressiva evolução dos volumes foi respaldada num mercado mais favorável, sobretudo ao MDF e numa menor base de preços, o que explica a retração de 3,6% da receita líquida unitária na comparação trimestral. Mas a retração mais forte no custo caixa unitário, de 5,7%, contribuiu para a evolução da margem Ebitda de 24,1% para 25,0% no período. Em relação ao 3T13 a margem Ebitda recuou 8,4 p.p..

    As vendas da Divisão Deca somaram 6.917 mil peças, também se recuperando em relação ao 2T14, com crescimento de 3,9%, e recuando 8,7% ante o 3T13, contribuindo com uma receita líquida de R$ 351 milhões, 4% acima do 2T14 e 5,6% abaixo do 3T13. A margem Ebitda ficou em 17,3% no 3T14, mesmo nível do 2T14 e 7,2 p.p. abaixo do 3T13, pressionada pelos menores volumes diante do desaquecimento das vendas diretas a construtoras e pelas fracas demandas de reformas dos consumidores, além de maior pressão nos custos com mão de obra e do aumento de despesas de promoção com o rebranding da adquirida Thermosystem para Hydra.

    As despesas financeiras ficaram praticamente estáveis em relação ao 2T14 e cresceram 45% sobre o 3T13, refletindo o maior endividamento por conta das aquisições e expansões de capacidades realizados nos últimos doze meses, além do aumento da taxa Selic.

    Com capacidade de produção atual superior à demanda e diante do ambiente de negócios mais difícil, a companhia revisou o plano de investimentos para este ano e 2015, que agora serão apenas para plantio e manutenção das florestas e plantas. No 3T14 investiu R$ 118,7, milhões basicamente em atividades de manutenção, acumulando Capex de R$ 485,5 milhões nos 9M14, montante que inclui R$ 151,7 milhões pela aquisição da Tablemac e R$ 58,8 milhões pela compra de ativos florestais da Caxuana no início deste ano.

    Em 30/09/2014 a dívida financeira líquida era de R$ 1,850 bilhão, aumento de 18,5% sobre a posição em 30/09/2013, devido aos investimentos no período. Mas a situação financeira segue administrável, com alavancagem ainda abaixo de 2 vezes o Ebitda Ajustado dos últimos 12 meses e equivalendo a 40,2% do patrimônio líquido.

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  6. Informamos que os demonstrativos financeiros da Duratex, relativos ao período findo em 30 de junho de 2014, em consonância com a Instrução CVM nº 485/10, encontram-se disponíveis.

    A seguir, disponibilizamos o sumário executivo das informações consolidadas. Para mais detalhes, consulte a íntegra do material disponibilizado na CVM, na BM&FBovespa e no website corporativo da Companhia ou por meio da teleconferência que será realizada hoje, 30 de julho de 2014, cujos dados de acesso estão disponíveis no fim deste informativo.

    SUMÁRIO FINANCEIRO CONSOLIDADO

    (1) Lajida (Lucro antes dos Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) ou Ebitda (Earnings Before Interest,Taxes, Depreciation and Amortization): medida de desempenho operacional de acordo com a Instrução CVM no 527/12.
    (2) Lajida ajustado por eventos não caixa advindos da variação do valor justo dos ativos biológicos e combinação de negócios, além dos eventos extraordinários e efeito da descontinuação da operação argentina, Deca Piazza.
    (3) Eventos de natureza extraordinária, a saber: 1T14: resultado apurado na venda de 5,6 mil hectares dados como parte do pagamento pela aquisição das florestas da Caxuana S.A. (Fato Relevante de 13 de março); 1T13: (+) R$ 42.318 mil referentes à reversão de superávit de reservas do plano BD (fechado) de aposentadoria da Fundação Itaúsa Industrial, (-) R$20.362 mil referentes a baixas contábeis atreladas à descontinuação da operação argentina e (-) R$ 2.257 mil referentes a outros ajustes; 2T13: (-) R$ 3.798 mil referentes a baixas contábeis da operação argentina.
    (4) Liquidez corrente: ativo circulante dividido pelo passivo circulante. Indica a disponibilidade em R$ para fazer frente a cada R$ de obrigações no curto prazo.
    (5) Endividamento líquido: dívida financeira total (-) caixa.
    (6) Alavancagem financeira calculada sobre o Ebitda recorrente dos últimos 12 meses, ajustado pelos eventos de natureza contábil e não caixa.
    (7) ROE (Return on Equity): medida de desempenho dada pelo lucro líquido do período, anualizado, pelo patrimônio líquido médio.
    (8) Lucro líquido por ação é calculado mediante a divisão do lucro atribuível aos acionistas da Companhia pela quantidade média ponderada de ações ordinárias emitidas durante o período, excluindo as ações ordinárias mantidas em tesouraria. Note que para períodos anteriores a abril de 2014 foi realizado um ajuste no indicador para refletir uma bonificação em ações de 10 % dada naquele mês.

    DIVIDENDOS/JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO (JCP)

    Aos acionistas é garantido, estatutariamente, um dividendo mínimo obrigatório correspondente a 30 % do lucro líquido ajustado. Foram provisionados dividendos no montante bruto de R$ 72,7 milhões, a título de juros sobre o capital próprio, que serão pagos a partir de 15 de agosto de 2014, com base na posição acionária no fim de 30 de julho de 2014. Dessa forma, a remuneração total bruta unitária àqueles acionistas em 30 de julho será de R$ 0,1097, equivalentes a uma remuneração líquida aproximada de R$ 0,0932 por ação.

    LAJIDA OU EBITDA

    O Ebitda consolidado, de acordo com metodologia definida pela Instrução CVM no 527/12, totalizou R$ 274,7 milhões, com margem de 28,7 %, no trimestre, e R$ 621,1 milhões, com margem de 32,9 %, no semestre. Desconsiderados os eventos de caráter contábil e não caixa, além daqueles não recorrentes, o resultado ajustado totalizou R$ 207,5 milhões, equivalente a uma retração anual de 31,8 % e a uma margem de 21,7 % (21,9 %, se desconsiderado o efeito Tablemac). No semestre, esse resultado é de R$ 447,6 milhões, com retração anual de 23,5 % e margem de 23,7 %.

    O EBITDA e sua margem foram afetados pelo fraco desempenho dos volumes expedidos e descontos na base de preços de painéis, a partir de junho, seguido de maiores custos associados à entrada em operação das novas plantas de Itapetininga e Queimados e custos associados sem a contrapartida do aumento das vendas, pelo consumo de insumos adquiridos no 1º trimestre a um câmbio e preços em dólar ainda desfavoráveis, além da pressão inflacionária nos custos em Reais, principalmente mão de obra via dissídios anuais. Adicionalmente, em função do reduzido ritmo de atividade econômica, foram realizados ajustes no quadro funcional que representaram entre provisionamentos e recisões aproximadamente R$7,7 milhões.

    Estes eventos contribuem para explicar a retração do resultado operacional consolidado verificado, com consequente redução do nível da Margem EBITDA.

    Cabe ressaltar que a margem apresentada no início de 2013 encontrava-se amparada por ajustes realizados na base de preços, logo no início do ano, sem a contraparte dos custos, que, a partir de então, passaram a consumir margem, na inexistência de novos aumentos.

    LUCRO LÍQUIDO

    O lucro líquido recorrente no trimestre somou R$ 58,6 milhões, resultado 56,4 % inferior àquele referente ao mesmo período do ano anterior. O resultado semestral, de R$ 189,8 milhões, representa retração anual de 31,6 %.

    Pesou no resultado os eventos discutidos anteriormente adicionados ao maior custo incidente sobre o endividamento da Companhia. Adicionalmente, em relação ao período imediatamente anterior, em que também foi verificada forte retração do lucro, cabe destacar que o resultado do 1º trimestre encontrava-se beneficiado pela redução da alíquota efetiva do Imposto de Renda, com efeito positivo no resultado de R$ 40,0 milhões, decorrente da declaração de JCP extraordinário referente ao desempenho de 2013, mas pago no primeiro trimestre de 2014.

    (1) Destaque do efeito das operações descontinuadas (Deca Piazza, Argentina) no resultado.
    (2) Efeito líquido dos eventos já mencionados anteriormente, por ocasião da discussão de reconciliação do Ebitda, que afetaram o resultado.

    OPERAÇÕES

    DIVISÃO MADEIRA

    (1) Trata-se do Lajida (Ebitda), de acordo com a sistemática da Instrução CVM no 527/12. A partir desse resultado, e de forma que melhor transmita a geração operacional de caixa da Companhia, dois ajustes são realizados: expurgo de eventos de caráter contábil e não caixa do Lajida (Ebitda) e desconsideração de eventos de natureza extraordinária. Dessa forma, e alinhada às melhores práticas, segue o cálculo do indicador que melhor reflete a geração de caixa da Companhia.
    (2) Eventos extraordinários, a saber: 1T14: referente ao lucro imobiliário apurado sobre os 5,6 mil hectares de terras dadas em pagamento pela aquisição das florestas da Caxuana S.A. 1T13: (+) R$ 18.060 mil referentes à devolução do excedente relativo ao plano de benefício definido, fechado, da Fundação Itaúsa e (-) R$ 2.257 mil referentes a outros ajustes.

    DIVISÃO DECA

    Em razão da descontinuação das operações da Deca Piazza, na Argentina, e consequente aplicação do CPC 31 (IFRS), os valores de 2013, abaixo, encontram-se líquidos dos resultados da operação argentina, que estão consolidados na linha Operações descontinuadas.
    (1) Inclui operações descontinuadas (Deca Piazza, Argentina).
    (2) 2013: (+) R$ 24.258 mil referentes à devolução do excedente relativo ao plano BD do fundo de previdência privada dos funcionários da Duratex.

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  7. O ano de 2014 seguirá desafiador para o setor de materiais de construção, que deve ter desempenho semelhante ao do ano passado, com crescimento do faturamento na casa de um dígito baixo.

    Novamente as vendas do setor devem ser puxadas por itens de acabamento (mais relacionados às reformas), exatamente o segmento de produtos da Duratex, que nos últimos anos apresentou faturamento consolidado acima da média do setor, mas neste ano pode enfrentar vendas abaixo da sua média dos últimos anos (especialmente no 1T14, período já sazonalmente mais fraco para a companhia) por conta do avanço da inflação e maior comprometimento da renda. Isso juntamente com uma pressão de custos (mão de obra, insumos como metanol e uréia) e início da consolidação da participação na colombiana Tablemac (de margens mais estreitas) pode comprimir as margens operacionais.

    Neste cenário, a Duratex ainda não promoveu reajustes de preços em 2014, o que, porém, deve ser avaliado nos próximos meses à luz da dinâmica do mercado.

    A favor da companhia estão suas fortes marcas e diversificado portfólio, ampla rede de distribuição, privilégio à rentabilidade versus maior participação no mercado, e investimentos em expansão da capacidade visando ganhos de escala.

    Ressalte-se que os aumentos de capacidade recentes terão ramp up gradativo com as ofertas chegando ao mercado ao longo dos próximos dois anos. Caso da nova fábrica de louças sanitárias em Queimados-RJ, de 2,4 milhões peças/ano (+25% de capacidade) e da nova unidade de MDF em Itapetinga-SP, de 520 mil m³/ano.

    Olhando para a frente, anunciou a construção de uma fábrica de painéis em Uberaba que produzirá 1,4 milhão m³/ano (+34% de capacidade). O projeto é atrativo diante do potencial de crescimento do segmento e da boa logística com uma distância entre floresta e fábrica de apenas 35 km. Além disso, o start up é para o longo prazo, com duas linhas, uma para o 2S16 e outra para o 2S17. Orçada em R$ 1,3 bilhão, a fábrica será financiada com recursos próprios e do BNDES. No ano que vem deve ser decidido qual linha iniciará primeiro, de MDP ou MDF.

    Com relação à possibilidade de racionamento de energia elétrica e de água ainda este ano, a Duratex encontra-se preparada. Um aumento do preço do insumo não tende a ter peso significativo, uma vez que 97% da necessidade de energia está contratada, sendo a compra no mercado spot de apenas 3%. A companhia informou, ainda, que depende de fornecimento de água por terceiros apenas para a unidade de metais (de baixo consumo), enquanto as demais unidades se utilizam de poços artesianos perenes.

    Pontos Positivos

    Líder nos segmentos em que atua com forte marca e geração de caixa;
    grande mercado potencial no País para os produtos oferecidos pela companhia (painéis de madeira, louças e metais sanitários, chuveiros eletrônicos, sistemas de aquecimento solar);
    investimentos em expansão de capacidade de produção, seja via crescimento orgânico e/ou via aquisições.

    Pontos Negativos

    Um aumento dos custos dos insumos (resinas na divisão Madeira e cobre na Deca) e mão de obra pode pressionar as margens;
    uma deterioração no mix de vendas, com maior presença de produtos de menor valor agregado pode pressionar as margens;
    demanda por materiais de construção pode ser negativamente impactada por aumento da inflação e das taxas de juros e maior comprometimento da renda da população.

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  8. LPA e DPA sem crescimento definido.

    Ano DTEX3
    LPA DPA P/L Payout
    2009 0,39 0,07 41,08 17,00%
    2010 0,89 0,28 19,72 31,00%
    2011 0,68 0,26 13,08 38,00%
    2012 0,83 0,27 17,75 32,00%
    2013 0,78 0,28 12,63 35,00%

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  9. Resultados do 1T14

    LL R$ 161.233 + 8,3% x 1T13 / + 129,4% x 4T14

    LL recorrente R$ 131.194 – 8,2% x 1T13 / + 11,1% x 4T14

    EBITDA de R$ 240.046 – 14,5% x 1T13 / – 21,2% x 4T14

    Margem EBITDA 25,8% / 1T13 32,5% / 4T14 30,2%

    Destaques do período:
    MAIOR Receita Líquida num 1º Trimestre: R$929,6 milhões, mesmo desconsiderando a contribuição da Tablemac (R$41,6 milhões)

    Aprovada a BONIFICAÇÃO de 10% em ações por capitalização de reservas
    •Quantidade de ações a serem emitidas: 60.505.949
    •Custo implícito de aquisição das ações bonificadas: R$2,8183/ação

    Divulgação de FATO RELEVANTE de CAPEX estratégico
    •Aquisição de florestas, em MG, que contribuirão para reduzir a distância média de abastecimento de madeira da unidade de Uberaba
    •Implantação de 2 novas unidades de painéis (MDF e MDP) com investimento de R$1,3 bi, em modelo integrado de abastecimento de madeira

    Introdução da marca HYDRA no segmento Thermosystem

    AGO de 22 de abril elege novo Conselheiro Independente, Raul Calfat, no lugar de Fabio Schvartsman

    http://www.duratex.com.br/ri/pt/Destaques-Financeiros/Fact-Sheets.aspx

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    • Resultado acima do esperado pelos analistas. Apesar disso, esse resultado, na minha modesta opinião, embora não tenha alterado os múltiplos (continuam estáveis), foi apenas razoável,. Houve, inclusive, diminuição no LPA (1T14 R$ 0,2676 e 1T13 R$ 0,2712). Aguardar os próximos para perceber se o crescimento se confirma; há potencial.
      Continuo sócio. Agora com mais 10% de ações.

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  10. Resultados 4T13 e 2013
    LL 70MM -53% x 4T12 // LL2013 520MM +13,1% x 2012

    RECEITA LÍQUIDA de R$ 3.872,7 milhões, com expansão anual de 14,8%
    • Deca: +18,2%
    • Painéis: +13,1%
    EBITDA ajustado recorrente atinge R$ 1.200,1 milhões com margem de 31,0%
    • Deca: R$ 319,5 milhões,+9,3% y-o-y, e margem de 23,4%
    • Painéis: R$ 880,6 milhões, +20,3% y-o-y, e margem de 35,1%
    LUCRO LÍQUIDO RECORRENTE: R$ 561,6 milhões, + 23,3% y-o-y
    • ROE recorrente de 13,3%
    • Desconsiderado o custo financeiro dos investimentos realizados, o ROE vai a 14,2%
    INVESTIMENTOS no período: R$601,5 milhões
    • Conclusão da OPA para aquisição adicional de capital da TABLEMAC
    PAY OUT de 40% em 2013
    • Remuneração líquida aos acionistas de R$ 197,3 milhões
    • Valor 33% superior ao dividendo mínimo

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    • Resultado Trimestral ruim, mas não conseguiu anular um moderado crescimento anual.

      O resultado extraordinário no período se refere à baixa do ágio pago pelo controle da Tablemac uma vez que a participação inicial de 37 % foi adquirida a COP$ 12,00 e o atingimento do controle a COP$ 8,60. Isso se deve à aplicação do CPC 15 – Combinação de Negócios (Aquisição de Controle por Estágios), o qual define que a empresa deverá mensurar novamente a sua participação anterior na empresa adquirida pelo valor justo, reconhecendo no resultado o ganho ou a perda resultante, se houver. No caso, a Duratex incorre na baixa contábil do ágio de R$ 53,6 milhões, sem efeito caixa.

      A retração de lucro em relação ao terceiro trimestre se explica pela maior contribuição da marcação a mercado do ativo biológico no trimestre anterior e menor ritmo operacional no período.

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  11. Resultados 3T13

    LUCRO LÍQUIDO

    O lucro líquido recorrente somou R$ 443,5 milhões acumulado no ano de 2013, resultado 42,9% superior àquele referente ao mesmo período do ano anterior. O resultado recorrente no terceiro trimestre foi de R$ 166,1 milhões, com evolução de 35,2% sobre o mesmo período de 2012.

    É destaque o ROE recorrente no acumulado anual de 14,1%, com importante evolução de 3,2 pontos percentuais em relação ao ano anterior. No trimestre, este indicador atingiu 15,5% com expansão trimestral de 2,6 pontos percentuais.

    O Ebitda no ano, de acordo com metodologia definida pela Instrução CVM nº 527/12, totalizou R$1.080,8 milhões, com margem de 37,7%. Desconsiderados os eventos de caráter contábil e não caixa, além daqueles não recorrentes, o resultado ajustado totalizou R$ 895,6 milhões, equivalente a uma expansão anual de 23,9%, e a uma margem de 31,3 %, ante 29,6% em 2012.

    No trimestre, houve ligeira expansão do Ebitda ajustado e recorrente, de 2,0%, elevando esse indicador a R$310,4 milhões e margem de 30,2%. Conforme antecipado anteriormente, em razão das despesas associadas ao período de ramp-up das novas unidades de MDF e louças e evoluções normais de custos e despesas diretas de produção, houve retração de 1,1 pontos de margem em comparação ao período imediatamente anterior.

    OPERAÇÕES DESCONTINUADAS

    Em razão da descontinuidade das operações da controlada Deca Piazza S.A., localizada na Argentina, a Companhia se viu na obrigação de atender ao CPC 31 (IFRS – ativo não circulante mantido para a venda e operação descontinuada) segregando os valores oriundos desta operação e consolidando-os em linhas específicas – ativos não circulantes e passivos associados a ativos mantidos para venda, no balanço, e operações descontinuadas no demonstrativo de resultados.

    Dessa forma, houve ajustes em resultados passados, a saber, segundo trimestre de 2013, terceiro trimestre de 2012 e acumulado de 2012.

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  12. Resultados 1T13

    SUMÁRIO FINANCEIRO CONSOLIDADO

    1. Lucro antes dos Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Lajida) ou Earnings Before Interest,Taxes, Depreciation and Amortization (Ebitda): medida de desempenho operacional de acordo com a Instrução CVM nº 527/12. Vide relação completa de reconciliação do indicador na página 7 deste relatório.
    2. Lajida ajustado por eventos não caixa advindos da variação do valor justo dos ativos biológicos e combinação de negócios, principalmente.
    3. Lajida ajustado por eventos não caixa e desconsiderados eventos de natureza extraordinária, a saber: 1º tri/13 (+) R$ 42.318 mil referente a reversão de superávit oriundo do plano de benefício definido, fechado, da Fundação Itaúsa, (-) R$ 16.306 mil em provisões atreladas à desativação da Deca Piazza – Argentina, (-) R$ 1.728 mil em variação cambial da transferência para o resultado da reestruturação da operação argentina e (-) R$ 2.279 mil referentes a outros ajustes.
    4. Liquidez corrente: ativo circulante dividido pelo passivo circulante. Indica a disponibilidade em R$ para fazer frente a cada R$ de obrigações no curto prazo.
    5. Endividamento líquido: dívida financeira total (-) caixa.
    6. Return on Equity (ROE): medida de desempenho dado pelo lucro líquido do período, anualizado nos trimestres, pelo patrimônio líquido médio.
    7. Lucro líquido por ação é calculado mediante a divisão do lucro atribuível aos acionistas da Companhia pela quantidade média ponderada de ações ordinárias emitidas durante o exercício, excluindo as ações ordinárias mantidas em tesouraria.
    8. O valor de mercado foi calculado a partir da cotação da ação ao final do período multiplicado pela quantidade de ações (550.054.081 ações para o 1º trimestre de 2013), líquidas das ações mantidas em tesouraria.

    LAJIDA OU EBITDA

    A tabela a seguir traz reconciliação do Lajida (Ebitda), de acordo com a sistemática da Instrução CVM nº 527/12. A partir desse resultado, e para melhor transmitir a geração operacional de caixa da Companhia, são feitos dois ajustes: (1) para expurgar os eventos de caráter contábeis e não caixa do Lajida (Ebitda) e (2) desconsiderando eventos de natureza extraordinária. Dessa forma, e alinhada às melhores práticas, buscamos melhor comunicação acerca da geração operacional de caixa da Companhia.

    LAJIDA (EBITDA) (R$´000)

    OEbitda do trimestre, de acordo com metodologia definida pela Instrução CVM nº 527/12, totalizou R$ 345,8 milhões, com margem de 39,8%. Desconsiderados os eventos de caráter contábil e não caixa, o resultado ajustado fica em R$ 300,9 milhões, equivalente a uma margem de 34,6 %, o que representa uma evolução anual de 44,1%. Contribuiu para esse resultado evento de natureza extraordinária atrelado à reversão de superávit de reservas do plano BD de aposentadoria da Fundação Itaúsa Industrial, parcialmente compensado pelas provisões associadas ao encerramento das atividades industriais na Argentina que, quando desconsiderados, obtém-se um resultado recorrente no trimestre de R$ 278,9 milhões, com expressiva expansão anual de 33,6%, com margem de 32,1%.

    Esse resultado espelha uma evolução anual nos volumes expedidos de 1,5 % na divisão Madeira e de 8,8 % na divisão Deca. Em paralelo, houve expansão respectiva da receita líquida unitária de 16,7 % e 7,3 %, juntamente com menor pressão de custos na Madeira e um melhor mix de expedição na Deca.

    LUCRO LÍQUIDO

    O lucro líquido alcançou R$ 148,9 milhões no ano, resultado 72,7% superior àquele referente ao mesmo período do ano anterior. Tal resultado reforça a melhora operacional discutida anteriormente. O resultado recorrente no trimestre foi de R$ 140,5 milhões com expansão anual de 62,9%.

    É destaque o ROE recorrente relativo ao 1º trimestre de 2013 de 13,7%, que demonstra importante evolução em relação ao período imediatamente anterior e ano anterior.

    APÓS AJUSTES IFRS (R$ ‘000)

    *Esses valores espelham o efeito no lucro dos eventos discutidos anteriormente.
    OPERAÇÕES

    DIVISÃO MADEIRA

    *1º trimestre de 2013 (+) R$ 18.060 mil referente a reversão de superávit oriundo do plano de benefício definido, fechado, da Fundação Itaúsa e (-) R$ 2.278 mil referentes a outros ajustes; no 4º trimestre de 2012: reversão de contingência tributária.

    DIVISÃO DECA

    *1º trimestre de 2013: efeito líquido da reversão do superávit do plano BD do fundo de previdência dos funcionários da Duratex e do reconhecimento de perdas associadas ao processo de reestruturação das atividades na Argentina. 4º trimestre de 2012: PIS reversão de contingência tributária.

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  13. Resultados 4T12

    Volume recorde em 2012

    • Painéis: +16,1% para 2.635,1 mil m³

    • Deca: +1,0% para 25.772 mil peças

    Receita Líquida recorde de R$3,4 bilhões, com expansão anual de 14,3%
    EBITDA recorrente atinge R$1,0 bilhão com margem de 29,6%
    ROE recorrente de 11,4% no ano e 13,2% no 4º trimestre
    Anunciada proposta de bonificação em ações de 10% a ser ratificada na AGE/O de abril
    Continuidade da Estratégia de Crescimento com aquisição de empresa fora do Brasil e entrada
    em segmentos complementares, bem como aumento das capacidades atuais
    Sustentabilidade: Duratex selecionada como um componente de índice do Dow Jones
    Sustainability World Index 2012/2013

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