BRIN – BRASIL INSURANCE PARTICIPAÇÕES E ADMINISTRAÇÃO S.A

BRIN3

A Brasil Insurance é uma das maiores consultorias de seguros do Brasil, com atuação em todo o país, sendo a primeira a possuir ações comercializadas em bolsa de valores com adesão ao maior nível de Governança Corporativa da BM&FBOVESPA. Tem como missão buscar soluções inteligentes e completas que gerem proteção e valor agregado aos segurados, acionistas e a sociedade em geral.

A capacidade técnica da Brasil Insurance está construída na experiência de mais de 20 anos de seus sócios-corretores que são especialistas na análise, na colocação de risco e na gestão de todos os seguros, como saúde, odontológico, vida, automóveis, frotas, grandes riscos, garantia, responsabilidade civil, risco de engenharia, transporte, entre outros.

As Sociedades Corretoras foram selecionadas ao longo de mais de dois anos de pesquisas de mercado, com base na sua excelência de negócios em suas respectivas áreas de atuação, histórico e reputação de seus Sócios, bem como a expectativa de crescimento de negócios. Estes critérios proporcionaram acesso a uma carteira de negócios diversificada, tanto do ponto de vista de segmentos de atuação quanto geográfico, trazendo excelente complementaridade de atuação.

RI: ri@brinsurance.com.br

Site: http://ri.brasilinsurance.com.br/brasilinsurance/web/default_pt.asp?idioma=0&conta=28

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73 comentários sobre “BRIN – BRASIL INSURANCE PARTICIPAÇÕES E ADMINISTRAÇÃO S.A

  1. Brasil Insurance tem prejuízo de R$ 73,3 milhões no 4º tri de 2015

    Brasil Insurance Participações e Administração, empresa de corretagem de seguros, controladora de 46 corretoras, apurou prejuízo líquido atribuível aos sócios da empresa controladora de R$ 73,3 milhões

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  2. DESTAQUES FINANCEIROS

    Em 2014, a Receita Líquida atingiu R$ 226 milhões, um declínio de
    12% quando comparada a 2013. Na análise trimestre-contratrimestre,
    a Receita Líquida apresentou uma queda de 11%
    comparada ao 4T13 e 6% comparada ao 3T14.

     As Despesas Operacionais foram de R$ 70 milhões, um aumento
    de 33% comparadas ao 4T13 e um aumento de 37% comparadas
    ao 3T14. Para 2014, as despesas operacionais cresceram 37% em
    comparação com 2013. Uma parte destas despesas são nãorecorrentes
    e estão relacionadas aos esforços de integração e
    restruturação

    Durante o 1T15, o Conselho de Administração aprovou o
    estabelecimento de um Plano de Redução de Custos, visando
    otimizar o SG&A da Companhia. O Plano identificou oportunidades
    para redução de custos e melhoras nas margens, sem impactar o
    nível de serviço e a Governança Corporativa. A Companhia espera
    que o Plano de Redução de Custos vá gerar R$ 20 milhões de
    economia nos custos em 2015.

    O Lucro Operacional atingiu uma perda de R$ 15 milhões no 4T14,
    uma queda de 276% comparado com o 4T13 e 321% comparado
    com o 3T14. Para o ano, o lucro operacional atingiu R$ 15 milhões,
    com uma margem operacional de 7%.

    Para 2014, o lucro líquido ajustado alcançou R$ 39 milhões contra
    R$ 107 milhões em 2013, uma queda de 64% na comparação anoa-ano.
    O lucro líquido ajustado atingiu uma perda de R$ 7 milhões
    no 4T14, uma queda de 136% quando comparado ao 4T13 e 148%
    quando comparado ao 3T14.

    O Caixa gerado das operações totalizou R$ 50 milhões em 2014. A
    Brasil Insurance manteve uma forte geração de caixa no período,
    acima do lucro líquido.

    O Conselho de Administração aprovou e disponibilizará aos
    acionistas, na AGO, o pagamento de dividendos para 2014, na
    quantia de R$ 2,5 milhões, que representa um payout ratio de 25%
    (excluindo a reserva legal) e um dividend yield de 1,05% (em
    27/03/2014).

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  3. BR Insurance – Fato Relevante e Resposta do RI
    Contato com o RI

    22 de dezembro de 2014 11:20

    Bom dia!

    Como acionista minoritário da BR Insurance, gostaria de saber se a empresa tem algum posicionamento em relação à grande que nas cotações da empresa desde o ano passado. Já foi feto algum estudo pelo departamento de investimento da empresa em relação ao pessimismo do mercado em relação aos últimos resultados?
    Quais boas notícias nós investidores podemos esperar na apresentação dos próximos resultados?
    Quais estratégias a empresa está adotando para melhorar os resultados operacionais?
    Como ficará a politica de dividendos para 2015?

    Grato,

    Resposta

    22 de dezembro de 2014 11:25

    Investidor, bom dia!

    O que acha de agendarmos um call para conversarmos sobre seus questionamentos?
    Tenho disponibilidade hoje a tarde, a partir das 16h e amanhã pela manhã.

    Por favor me passe seu número e o horário para nos falarmos.

    Obrigada,
    Nathalia Boiseaux

    Como pode ser visto na troca de emails apresentada acima, no quesito eficiência e transparência de RI, a BR Insurance deu show de bola, fiquei muito satisfeito.

    Em conversa por telefone com a analista de RI – Nathalia Boiseaux – nesta manhã, foi possível entender melhor o processo de integração pelo qual a empresa está passando. Em linhas gerais, segundo a analista, através de sistemas de informação integrados está sendo possível realizar um mapeamento completo da base de clientes atual com o intuito de ampliar a oferta de protudos aos mesmos. O que poderá, no futuro, possibilitar um aumento de receitas para a empresa.

    Um grande esforço de integração está sendo realizado com o objetivo de apresentar ao mercado uma empresa concisa e forte, e não apenas um conjunto de 52 corretoras reunidas sob um logotipo.

    Conforme já demonstrado na última apresentação de resultado, o aumento de 64% nas despesas em relação ao 3T2013 deve-se principalmente aos gastos no processo de integração. Segundo a empresa, é esperada volatilidade nas despesas nos próximos resultados, porém, tais iniciativas trarão benefícios relevantes nos próximos anos.

    Sobre o posicionamento da empresa em relação à forte queda da cotações, a analista pontuou que três fatores em conjunto contribuiram: baixa liquidez do papel, momento de pessimismo do mercado em geral e algumas vendas pontuais de sócios após o término do período de lock-up. A analista afirmou também que a empresa realiza monitoração constante do fluxo de investidores e não foi percebida nenhuma venda em massa do papel, e que os principais investidores estrangeiros continuam posicionados na empresa.

    Fato Relevante

    Na noite de ontem a empresa apresentou o seguinte fato relevante:

    Fato Relevante – Contratacao do Banco Morgan Stanley

    A BRASIL INSURANCE PARTICIPACOES E ADMINISTRACAO S.A. companhia aberta,
    sediada na Cidade e Estado de Sao Paulo, na Alameda Santos, n 1.787, 5o andar,
    Cerqueira Cesar, CEP: 01419-002, inscrita no CNPJ sob o n 11.721.921/0001-60
    (“Companhia” ou “Brasil Insurance”) vem informar que contratou o Banco Morgan
    Stanley S.A nesta data, na qualidade de assessor financeiro, com
    o objetivo de assessora-la na redefinicao de seus objetivos estrategicos. A
    Companhia entende que esta iniciativa nao conflita com o Projeto Evolucao ora em
    curso e reafirma seu compromisso com os acionistas e com o modelo de negocio

    Por coincidência, este fato relevante veio justamente no dia em que entrei em contato com o RI e em que as ações se valorizaram 20%. Não tinha tomado conhecimento do fato mas na conversa por telefone a analista citou que tinha sido divulgado ontem (22/12/2014). Segundo ela, em função das grandes quedas nas cotações, a empresa já vinha sendo consultada por várias instituições no sentido de prestarem assessoria estratégica. E a parceria foi celebrada com o Morgan Stanley.

    Minha opinião pessoal é que a BR Insurance, nos preços atuais, se constitui de uma possível aposta de turn-around. Foi o que me motivou a realizar um singelo aporte na semana passada ao preço de 2,60, o que já me dá uma valorização momentânea de quase 30% em três dias. Porém, valorização esta que não chega nem perto das perdas atuais desde minha primeira compra em 2013. De qualquer forma, sigo confiante com a empresa, o radar continua ligado apesar de já ter direcionado meu foco neste setor para os papéis PSSA3 e BBSE3.

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  4. A holding de corretoras de seguros Brasil Insurance reportou um lucro líquido de R$ 17 milhões no segundo trimestre, com queda de 39% em relação a igual período do ano anterior. O resultado foi impactado por um faturamento menor e um nível maior de despesas por conta do processo de integração das corretoras sob o guarda-chuva da holding.

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  5. BRIN3 – Recuperando

    Imaginava que um dia a BRIN3 se recuperaria do tombo, mas não esperava que a recuperação começaria tão cedo. Tudo bem que o papel tem subido graças a notícias especulativas lançadas pela mídia, e isto nem sempre é sustentável, mas como diz o ditado: onde há fumaça há fogo.

    Aqui podemos acompanhar uma série de posts quando o mercado estava irracional.

    Em quedas violentas como as verificadas o investidor fica paralizado, são poucos aqueles que conseguem perceber que o mercado está errado e que uma oportunidade de compra se formou.

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    • Está falando da possível negociação de compra da BRIN pela Gávea?

      Pra mim, tomara que continue subindo. só ontem foram quase 10% de alta. Estou estudando trocar BRIN pela Cielo. Estou de olho nela há tempos e não estava com capital disponível. Talvez eu aproveite a alta da BRIN e… quem sabe… Vamos ver segunda-feira como fica.

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    • Não desisti do setor. É questão de oportunidade do momento. Estou impossibilitado de investir capital novo a partir de meu salário por um tempinho. Já que a BRIN não está inspirando tanta confiança (por enquanto), quero aproveitar o momento de alta e usar o lucro para ajudar na compra de Cielo, antes que fique cara demais para adquirir.

      Também gosto de BBSE, tem tido excelentes resultados, é mais estável e é administrada pelo Banco do Brasil, o que gera segurança ao investidor. Ela está no meu radar para adquiri-la em breve. Quanto a BRIN vou continuar acompanhando. Pode ser que eu volte pra ela mais tarde. Pra mim ela ainda tem potencial pra fazer sucesso no futuro.

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  6. Resultados do 1º Trimestre de 2014
    LL 8,3 M -69,7% x 1T13
    LL Ajustado 19,29 -31,5% x 1T13

    DESTAQUES
    No 1T14 a receita bruta alcançou R$ 62 milhões, queda de 4% em relação ao 1T13. Essa queda é explicada pela redução da receita de agenciamentos verificado no 1T14 no valor de R$ 3 milhões.

    A receita bruta recorrente de todas as corretoras cresceu 5,1% e é base principal dos negócios da Companhia.

    No 1T14 o crescimento orgânico da receita bruta apresentou uma queda de 15%. Quando excluímos o efeito da redução de agenciamentos esta redução é de 11%.

    Lucro operacional foi de R$ 18 milhões no 1T14, representando um decréscimo de 28% em comparação ao 1T13.

    Lucro líquido atingiu R$ 8,3 milhões, 70% abaixo do mesmo período do ano anterior, sendo impactado principalmente, pela queda na receita de agenciamento no valor de R$ 3 milhões, pela redução das garantias financeiras no valor de R$ 4 milhões e pelo registro contábil da marcação a mercado da garantia financeira da 4K no valor de R$ 16,6 milhões, detalhado na página 11.

    O caixa gerado nas atividades operacionais foi de R$ 23 milhões no 1T14 versus R$ 27 milhões no 1T13. A Companhia manteve a forte geração de caixa no período, superior ao próprio Lucro Líquido. Na comparação com o 4T13, a geração de caixa aumentou em R$ 9 milhões.

    A comissão média no 1T14 foi de 14,8%, contra 15,0% no 1T13 devido ao incremento da participação do segmento de saúde no portfolio da Companhia. As receitas de cross selling atingiram 13,6% no 1T14 contra 13,5% no 1T13.

    O novo Conselho tomou posse em 5 e 12 de maio e elegeu o Sr. Fabio Franchini como Presidente do Conselho de Administração.

    O novo diretor-presidente da Companhia, o Sr. Edward Lange, tomará posse em 16 de maio de 2014. O Sr. Edward é graduado em administração com ênfase em finanças pela The American University of Paris (França) e tem vasta experiência no mercado de seguros, tendo sido a sua última posição no Brasil a de Presidente e CEO da Allianz Brasil.

    Como prática de governança corporativa, o Conselho de Administração aprovou a instalação de um Comitê de Auditoria que será composto por 3 membros independentes e irá fortalecer a integridade dos controles e procedimentos.

    Foi criado um Comitê de Comunicação, com a finalidade de instituir as diretrizes da companhia no que diz respeito a estratégia de comunicação, para o mercado financeiro e imprensa.

    O Conselho manteve os outros dois comitês criados na gestão anterior, os comitês de remuneração e investimento, que também serão presididos por membros independentes.

    No 1T14 a Companhia iniciou a centralização do back-office e da área técnica de ramos elementares no escritório da Alameda Santos.

    Em fevereiro de 2014, foi anunciada a aquisição da ISM, 52ª corretora do grupo por um valor estimado de R$ 18 milhões. Essa aquisição ainda será submetida a aprovação da AGE e levará o total de investimento desde o IPO para R$ 488 milhões.

    http://ri.brasilinsurance.com.br/brasilinsurance/web/download_arquivos.asp?id_arquivo=1FC9FC0B-E5E7-469C-99BD-9C767CA70794

    Resultado Regular. A empresa teve queda no resultado, mas continuou tendo lucro. Segundo o relatório da empresa, excluindo o efeito da marcação a mercado da garantia financeira, o lucro líquido da Companhia teria sido de R$ 19,3 M registrando uma queda de 31,5%.

    Os motivos que levaram à queda estão em negrito no destaque e nas páginas 11 e 12 do relatório. Não há motivo de reproduzir novamente.

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      • Bem, estou seguindo o padrão que o Tetzner sugeriu para postarmos os resultados. Mas, cada um tem uma opinião. O bom é que ainda é lucro; o ruim é que o percentual está alto e negativo. Como você disse, vamos esperar 1 ano pelo menos. Desde que não tenham prejuízo e continuem lucrando…

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  7. Alta cúpula da BR Insurance vendeu ações da empresa meses antes da queda de 65%

    Relatório da CVM mostra que diretoria e conselho de administração da empresa venderam ao todo 571,9 mil ações em janeiro; papéis valiam cerca de R$ 18 na época, mais que o dobro dos preços atuais
    (Fonte: Infomoney)

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  8. RESULTADO 4T13 e 2013
    LL R$ 15 M -58% x 4T12 / R$ 109 M -8% x 2012
    DESTAQUES 4T13

    DESTAQUES FINANCEIROS E OPERACIONAIS
    * Em 2013 a receita bruta alcançou R$ 298 milhões, com crescimento de 16% em relação a 2012.

    * Em 2013, o crescimento orgânico da receita bruta proforma consolidando as sociedades corretoras foi de 3%.

    * A receita bruta atingiu R$ 77 milhões no 4T13, crescimento de 1% na comparação com o 4T12 e queda de 7% na comparação com o 3T13.

    * Lucro operacional de R$ 104 milhões em 2013, representando uma queda de 8% em comparação a 2012.

    * No 4T13, o lucro operacional foi de R$ 9 milhões, queda de 77% na comparação com o 4T12 e 79% comparado ao 3T13, fortemente impactado pelo cancelamento de contratos, cujos valores somam R$ 8 milhões.

    * O Caixa gerado nas atividades operacionais da companhia foi de R$ 82,5 milhões, um crescimento de 5% em relação ao ano anterior.

    *Lucro líquido atingiu R$ 102 milhões, 7% inferior ao ano anterior, sendo impactado pela redução das garantias financeiras no valor de R$ 16 milhões. Já o lucro líquido ajustado pelas despesas não recorrentes e pela amortização de ativos intangíveis foi de R$ 114,0 milhões, 5% menor em comparação com 2012.

    * No 4T13, o lucro líquido foi de R$ 14 milhões, queda de 58% na comparação com o 4T12 e de 57% na comparação com o 3T13, sendo impactado também pela redução nas garantias financeiras. O lucro líquido ajustado atingiu R$ 21 milhões no 4T13.

    *A comissão média anual foi de 15%, mesmo nível verificado em 2012. As receitas de cross selling atingiram 13,7% em 2013 contra 13,0% em 2012.

    *Em continuidade ao seu plano de crescimento, durante 2013, a Brasil Insurance investiu R$ 108 milhões nas aquisições da Omega Corretora, AWF Corretora, RD3/CS3 Corretora, Ben’s e Fidelle. Desde o IPO já foram investidos R$ 470 milhões na aquisição de corretoras de 24 corretoras.

    * Iniciou-se a implantação do Projeto de Integração das subsidiarias, o qual tem o suporte da Consultoria Falconi e que tem como objetivo a implantação de uma estrutura organizacional única para reduzir custos, melhorar as margens e atender ainda melhor as necessidades de nossos clientes. Essas iniciativas trarão uma economia de R$ 10 milhões ano no resultado operacional da Companhia, a partir do 4T14.

    *O Conselho de Administração aprovou e submeterá aos acionistas em Assembleia Geral o pagamento de dividendos referentes ao ano de 2013 no valor de R$ 1,027 por ação, dos quais R$ 0,60 por ação já foram pagos via antecipação trimestral. Este valor representa um payout ratio de 96% e um dividend yield de 6,4%.

    * Em fevereiro de 2014, foi anunciada a aquisição da ISM, 52ª corretora do grupo por um valor estimado de R$ 18 milhões. Essa aquisição ainda será aprovada em AGE e levará o total de investimento desde o IPO para R$ 488 milhões.

    http://www.mzweb.com.br/brasilinsurance/web/download_arquivos.asp?id_arquivo=E744F7E5-192E-4460-B3E2-0F2D5DF36732

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    • Resultado bom, pois apesar de terem tido uma queda no lucro em relação ao período anterior, conseguiram ter bom desempenho nos demais indicadores (vide raio-x da empresa). Margem bruta alta, custos baixos, Margem operacional dentro do aceitável, depreciação baixa, Margem Líquida boa. Liquidez Geral e Corrente boa. Retorno sobre o Ativo e ROE bons. Só não tira nota máxima porque tiveram queda de 77% no lucro operacional em decorrência do cancelamento de contratos que impactou o resultado.

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      • Com certeza pontual Tetz, quer dizer, quase certeza porque nunca sabemos ao certo o que ocorre neste mercado. O fato é que foi a empresa mais penalizada nesta temporada de balanços, muitas empresas que deram prejuízo monstro caíram pouco. Mas é questão de expectativa mesmo, mas um gap daquela magnitude não é coisa normal de se ver, mesmo após resultado abaixo de expectativas.
        Não sei ao certo qual era a expectativa do mercado, para o futuro vejo perspectivas boas no setor mas em relação à empresa tempos que acompanhar.

        Algumas discussões que coletei por aí…

        RI BRIN3

        No dia 31, depois do anúncio do fraco resultado do 4t13, quando a ação caiu 30%, mandei um email ao RI solicitando informações mais detalhadas sobre os cancelamentos de apólices que impactaram o resultado.
        Recebi uma resposta sugerindo um agendemto para um call.
        Respondi confirmando o horário e na hora combinada recebi uma ligação do RI. Ponto para o RI.
        A conversa com mulher que me ligou foi bastante esclarecedora acerca do fatos ocorridos, deixando a impressão que os cancelamentos são normais nesse negocio, porém a quantidade e os pesos dos cancelamentos ocorridos no 4T13, coincidentemente foram muito fora do comum e que poderia ser praticamente considerado um Não-recorrente.
        Na opinião dela o mercado reagiu dessa
        forma “exagerada”(na opinião dela) porque trata-se de uma empresa nova que ainda não teve tempo de conquistar a confiança de investidores.
        Não deixou claro se esses cancelamentos irão se repetir com a mesma intensidade, mas deu a entender que nesse 1T14 não está se repetindo, com o diferencial que a empresa espera colher bons frutos das últimas alterações estruturais.
        Foi citado o exemplo da empresa americana Brown and Brown, que serviu e serve de modelo para esse tipo de negocio, mas ainda não tive a oportunidade de pesquisar sobre ela.

        Por Fernando

        —————————————————————————————

        A empresa é muito nova na bolsa e isso prejudica muito uma análise do passado. Outra coisa, parece que a empresa está se reestruturando.
        A grosso modo, os indicadores básicos:

        Em Dez/2013 P/L=16 e P/VPA=3 (considero elevado demais)
        P/L>10 e P/VPA=2 mesmo após a queda. Teria que comparar com os concorrentes.

        Na minha humilde opinião o mercado estava otimista demais com a empresa e precificou nas cotações. Pelo meu critério de compra, não entro em empresas com P/L elevado, salvo certas exceções:
        a) Quando a empresa cresce muito justifica um P/L alto.
        b) Quando a empresa teve um resultado muito ruim no último trimestre que se sabe que é temporário.

        Será que é o caso da BRIN? Não sei e prefiro não arriscar.

        Pessoalmente prefiro ações que o mercado esteja excessivamente pessimista, com P/L e P/VP bem mais baixos.
        Tive pouco tempo, mas cheguei a escutar boa parte da teleconferência.

        Conselho aprovou pagamento de dividendos anuais de R$1,027.
        Para uma cotação de R$11 temos um DY previsto para 2014 de 9,3%.
        Assim, o papel continua distribuindo dividendos.
        (entretanto dividendo inferior a 2013 que parece que foi R$1,72 por ano, pelo GuiaInvest)
        Teve e acho que ainda tem programa de recompra de ações, o que é bom para o acioista. Pode ter acontecido recompras de ações quando o preço do papel estava elevado, o que não é bom.

        RECEITA BRUTA
        A receita bruta foi inferior ao 3T13 (77mi x 82.9mi)
        Ocorreu um número grande cancelamentos de apólices em relação ao 3T13. Aqui que está o problema, será que isso vai contiuar acontecendo?

        Segundo a teleconferência, a receita é reconhecida na emissão da apólice. Quando a apolice emitida é cancelada, ela é descontada da receita.

        Um orgao público cancelou seguro e gerou impacto de -R$2mi.
        Uma empresa de cartoes faliu e gerou impacto de -R$1,5mi.
        Mesmo assim o restante do voulme de cancelamentos é alto.

        DESPESAS
        As despesas operacionais aumentaram em relação ao 3T13 (>20mi)
        Incluindo aí aumento de salários (R$20.5mi x 18.5mi 3T13)

        Incluindo aí provisão de perda (R$9.2 mi):
        Significa que o cliente está atrasando o pagamento da apolice…

        Despesas em “outros” (R$7.3mi):
        Dividendos dos sócios fundadores (R$4.6mi) e mudança organizacional

        LUCRO OPERACIONAL
        8.7 mi x 42.9 mi (3T13)

        RESULTADO FINANCEIRO
        Resultado financeiro contribuiu com o LL: R$16mi (precisaria ver melhor isso, eu esqueci o que eram esses 16mi)
        No 3T13 foram apenas R$2.9mi

        DESPESAS NÃO-RECORRENTES
        Despesa de 4.7mi (inexistente no 3T13 ou 4T12)

        Então, tem uma série de coisas não-recorrentes que me preocupam e mesmo com a queda o preço não está nada barato.
        Se eu tivesse a ação em mãos, não venderia de imediato, mas também não compraria mais. Esperaria o próximo resultado… Mas aí é questão de confiança na empresa.

        Ah, sobre as FIIs aumentei posição em RNGO. Pela metade do ano vai dar uns 1% ao mês com a cotação atual (espera-se R$0,73-R$0,76) + correção da inflação.

        Por SETH

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        Não conheço a BRIN, mas considero que neste setor não se pode levar muito em consideração as margens altas nem caixa líquido. Uma prova disso é a margem bruta da BRIN que está em 100%, o que deve exigir uma análise diferente. O interessante é que ela é corretora, não?
        Se olharmos todas do setor, seja corretora ou não, veremos que todas tem caixa líquido positivo, então caixa líquido da BRIN não seria atrativo, ainda mais considerando que este representa apenas cerca de 15% do valor de mercado a empresa. Uma empresa TOP como PSSA vale 10 Bi mas tem caixa líquido de 8 Bi. Isso sim seria atrativo.
        Outros indicadores como dívida sobre PL ou LL tendem a zero em todas do setor. Olhando estes indicadores não vejo um diferencial na BRIN. Mas como disse, não conheço a empresa e você pode ter olhado em algo que não sei.

        Por AdP

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  9. 4T2013

    1 – Dados de Desempenho

    2 – Lucros

    3 – Margem Líquida Trimestral e ROE Trimestral

    4 – Médias

    5 – Dados de Alavancagem

    6 – Dívidas de Curto e Longo Prazo

    7 – Caixa e Dívidas

    8 – Dívidas por Patrimônio e Lucro Trimestral

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  10. Resultados 3T13
    Lucro líquido 36M +12,7% 3T13x3T12

    -> Nos 9M13, a receita bruta alcançou R$ 211 milhões, 21% acima dos 9M12, enquanto o lucro operacional alcançou R$ 96 milhões, 27% acima dos 9M12.
    -> No 3T13, a receita bruta alcançou R$ 80 milhões, 20% acima do 3T12, enquanto o lucro operacional alcançou R$ 43 milhões, 35% acima do 3T12.
    -> Nos 9M13, o lucro líquido contábil atingiu R$ 88 milhões, 16% acima dos 9M12, enquanto o lucro líquido ajustado pela
    amortização de ativos intangíveis atingiu R$ 92 milhões, 14% acima dos 9M12.
    -> No 3T13, o lucro líquido contábil atingiu R$ 33 milhões, 16% acima dos 3T12, enquanto o lucro líquido ajustado pela
    amortização de ativos intangíveis atingiu R$ 34 milhões, 16% acima dos 3T12.
    -> Nos 9M13, o crescimento orgânico consolidado das sociedades corretoras da BR Insurance foi de 8% na receita bruta, -1% nas despesas operacionais e 12% no lucro operacional em relação aos 9M13.
    -> No 3T13, o crescimento orgânico consolidado das sociedades corretoras da BR Insurance foi de 9% na receita bruta, -8% nas despesas operacionais e 21% no lucro operacional em relação ao 3T12.
    -> A margem de lucro operacional atingiu 49,0% nos 9M13 contra 46,7% nos 9M12. No 3T13 a margem operacional foi de 58,2% contra 51,5% no 3T12.
    ->  Considerando o mix de produtos da Brasil Insurance, o mercado alvo da companhia cresceu 10% nos últimos 12 meses em termos de prêmios emitidos.
    -> Nos 9M13 a comissão média foi de 15% contra 14,9% nos 9M12, enquanto no 3T13 a comissão média foi de 15%, ficando no mesmo patamar do 3T12 e 2T13.
    -> Nos 9M13 a receita de cross selling atingiu 13,7% contra 10,5% nos 9M12, enquanto no 3T13 a receita de cross selling atingiu 13,9% contra 12,0% no 3T12.
    ->  O Conselho de Administração aprovou a distribuição de dividendos intermediários no valor de R$ 0,20 por ação referentes
    ao 3T13.
     -> Em 2013 a Brasil Insurance investiu R$ 46 milhões nas aquisições da Omega Corretora, AWF Corretora e RD3/CS3 Corretora, levando o total de investimento em aquisições desde o IPO para R$ 408 milhões.
    ->  Em 14 de novembro a Companhia concluiu a aquisição da Ben’s Corretora por um preço estimado de R$ 45 milhões, a 50ª
    corretora da Brasil Insurance e que após aprovação em Assembleia elevará o total de aquisições para R$ 453 milhões.

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