IGTA – IGUATEMI EMPRESA DE SHOPPING CENTERS S.A

IGTA3

RI: ri@iguatemi.com.br

Site: http://iguatemi.infoinvest.com.br/?language=ptb

A Iguatemi Empresa de Shopping Centers S.A. (Iguatemi) é uma das maiores empresas full service no setor de shopping centers do Brasil. Suas atividades englobam a concepção, o planejamento, o desenvolvimento e a administração de shopping centers regionais e complexos imobiliários de uso misto como torres comerciais e projetos residenciais em áreas urbanas. A Iguatemi detém participação em 11 shopping centers, que totalizam mais de 380 mil m² de ABL, sendo a sua ABL própria correspondente a 207 mil m². A Companhia participa da administração de 9 dos seus shopping centers. Adicionalmente, a Iguatemi possui cinco shoppings em desenvolvimento, sendo quatro no Estado de São Paulo e um em Brasília, DF.

O principal shopping center da Iguatemi – Iguatemi São Paulo – foi o primeiro shopping center construído no Brasil. Além disso, a Companhia desenvolveu o primeiro shopping center no interior do País – Iguatemi Campinas – e o primeiro shopping center na região sul do País – Iguatemi Porto Alegre –, o que acredita-se comprovar o seu pioneirismo no setor. Segundo a Cushman & Wakefield, o Iguatemi São Paulo tem a área comercial mais valorizada, por metro quadrado, da América Latina. A Iguatemi acredita que o Iguatemi Porto Alegre tem a área comercial com o aluguel mais valorizado da região Sul do Brasil.

A Companhia é a empresa do Grupo Jereissati para o segmento de shopping centers, grupo esse que segundo o Anuário do Jornal Valor Econômico, está entre as 500 maiores empresas da América Latina, em termos de receita bruta. O Grupo Jereissati iniciou suas atividades na área têxtil e, posteriormente, diversificou seus investimentos, passando a atuar no ramo imobiliário e na metalurgia. Atualmente, o Grupo Jereissati, por meio de sua holding Jereissati Participações, atua nas áreas de telecomunicações, serviços e alimentos, o que tem possibilitado à Iguatemi estabelecer um extenso leque de parceiros em seus negócios.

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37 comentários sobre “IGTA – IGUATEMI EMPRESA DE SHOPPING CENTERS S.A

  1. Iguatemi divulga queda de 31% no lucro do 3T16

    O Iguatemi reportou no 3T16 retração de 31% no lucro líquido que atingiu R$ 40 milhões ante R$ 58 milhões no 3T15. Incremento das despesas com condomínio e pior resultado financeiro explicam a queda do lucro.

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  2. Iguatemi (IGTA3): Os principais indicadores financeiros da Iguatemi no primeiro trimestre superaram as expectativas de analistas. O lucro líquido da companhia, de R$ 38,712 milhões, foi 34,2% maior que o valor estimado de R$ 28,8 milhões na média das projeções de cinco casas ouvidas pela Agencia Estado (Brasil Plural, BTG Pactual, JPMorgan, Safra e Votorantim Corretora). O Ebitda, de R$ 129,024 milhões, ficou 11,3% acima das estimativas de seis casas (Brasil Plural, BTG Pactual, Itaú BBA, JPMorgan, Safra e Votorantim Corretora). A expectativa média era de R$ 115,9 milhões. Em entrevista, a diretora financeira e de ​RI da cia afirmou que a surpresa no trimestre veio com o positivo resultado do Ebitda, que foi ajudado pela aquisição do Shopping Pátio Higienópolis. O empreendimento passou a integrar o resultado da Companhia no terceiro trimestre do ano passado. A executiva explicou que a companhia também tem conseguido uma redução sequencial de custos e despesas.

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  3. Iguatemi: Cenário segue desafiador para o varejo e shopping.

    LL 58,4MM -13%x3T14

    A Iguatemi reportou o resultado do 3T15 e gostaríamos de destacar o SSS (vendas mesmas lojas) com crescimento de 4,6% e as vendas mesmas áreas com
    aumento de 4,7%. Demonstrando que o cenário permanece bastante desafiador com as companhias não conseguindo crescer nem a inflação no período.
    Lucro líquido de R$ 58,4 MM no 3T15, queda de 13% em relação ao 3T14.
    A receita líquida passou de R$ 147,7 MM para R$ 159,6 MM, alta de 7,9%.
    As vendas dos shoppings da empresa atingiram R$ 2,8 bi, um aumento de 15,3%.

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    • DESTAQUES DO 3T15

       As Vendas Totais atingiram R$ 2,8 bilhões no 3T15, crescimento de 15,3% em
      comparação ao 3T14
       As vendas mesmas áreas (SAS) cresceram 4,7%, acima do crescimento de vendas
      mesmas lojas (SSS), que cresceram 4,6% no trimestre
       Os aluguéis mesmas lojas (SSR) aumentaram 5,5% e os aluguéis mesmas
      áreas (SAR) cresceram 5,4%
       Receita Líquida atinge R$ 159,6 milhões no 3T15, crescimento de 7,9%
       EBITDA atinge R$ 134,7 milhões, 19,8% maior que o 3T14 e Margem EBITDA fica
      em 84,4%
       Lucro Líquido atingiu R$ 58,4 milhões no 3T15, redução de 12,9% comparado ao
      mesmo trimestre do ano anterior
       O FFO atingiu R$ 84,4 milhões no 3T15, redução de 6,5% comparado ao 3T14
       Aquisição indireta, em 31 julho de 2015, de fração ideal de 3,75% de participação
      no Shopping Pátio Higienópolis I
       Permuta de VGV, em 04 de agosto de 2015, com receita de R$ 6,78 milhões para
      construção de 1 torre residencial no Complexo Iguatemi Esplanada
       Inauguração da Expansão do Iguatemi São Paulo, em setembro de 2015,
      adicionando 1.188 m² de ABL total ao empreendimento
       Liquidação do CRI, em 24 de setembro de 2015, no valor de R$ 210 milhões, com
      taxa final de CDI + 0,15% a.a., prazo de 10 anos e carência de 4 anos

      Eventos Subsequentes

       Permuta de VGV, em 1º de outubro de 2015, com uma receita líquida de R$ 12,4
      milhões para construção de 1 torre hoteleira no Complexo do Shopping Galleria
       Aquisição, em 1º de outubro de 2015, de 8,4% de participação no Shopping Pátio
      Higienópolis. Após essa segunda aquisição, a Iguatemi passa a deter 11,2% do
      empreendimento

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    • Tetzner

      Resumindo a sua pergunta

       Aquisição indireta, em 31 julho de 2015, de fração ideal de 3,75% de participação
      no Shopping Pátio Higienópolis I

       Aquisição, em 1º de outubro de 2015, de 8,4% de participação no Shopping Pátio
      Higienópolis. Após essa segunda aquisição, a Iguatemi passa a deter 11,2% do
      empreendimento

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  4. DESTAQUES DO 1T15

    LL 45,1MM -6,2%x1T14

     As vendas totais atingiram R$ 2,5 bilhões no 1T15, crescimento de 10,3% em comparação ao mesmo período do ano anterior

     As vendas mesma área (SAS) cresceram 7,3%, acima do crescimento de vendas mesmas lojas (SSS) que cresceram 7,2% no trimestre

     Os aluguéis mesmas áreas (SAR) e aluguéis mesmas lojas (SSR) cresceram 8,1%

     A Receita Líquida atingiu R$ 149 milhões no 1T15, crescimento de 13,4%

     O Lucro Líquido atingiu R$ 45,1 milhões no 1T15, redução de 6,2% comparado ao mesmo trimestre do ano anterior

     O FFO atingiu R$ 69,5 milhões no 1T15, aumento de 4,1% comparado ao 1T14

     Amortização da Debênture referente à 2º emissão, no valor de R$ 165 milhões

     Eventos Subsequentes:

     Inauguração da Expansão do Iguatemi Campinas, em 30 de abril de 2015, adicionando 19,2 mil m² ao empreendimento localizado no interior do Estado de São Paulo, na cidade de Campinas (90% da ABL comercializada)

     Inauguração do Main Plaza do Iguatemi São Paulo, em 01 de maio de 2015

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    • dipencz

      A receita líquida no trimestre ficou em R$ 148,82 milhões, 13,4% superior à verificada em igual intervalo de 2014. Porém a Iguatemi contabilizou lucro líquido de R$ 45,1 milhões no 1T15, queda de 6,2% na comparação anual, decorrente das despesas terem crescido mais do que a receita na comparação anual.

      Continuo sócio e vamos acompanhando.

      Abs

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    • No 1T15 o Iguatemi apresentou boa performance comercial, com os índices de vendas mesmas lojas registrando crescimento de 7,2% em relação ao ano anterior. Em igual sentido, as vendas mesmas áreas continuaram com ótima performance apresentando crescimento de 7,3%, fato que denota que a Companhia continuou a realizar a troca do mix de lojas de forma eficiente. Destacaram-se o aumento de 11,85% na área bruta locável, o reajuste do preço dos aluguéis e o incremento na receita com estacionamento.

      Desta forma, a receita líquida do Iguatemi alcançou R$ 149 milhões, 24,4% superior na comparação com o 1T14.

      Por outro lado, paradoxalmente, a margem bruta apresentou retração de 3,9 p.p., explicada pela menor diluição dos custos, dado o maior número de shoppings novos (com menos de um ano em funcionamento), que tipicamente têm um custo de operação mais elevado. As despesas da atividade, como participação do faturamento, também apresentaram relevante incremento de 3,7 p.p., explicado pelo crescimento das despesas com folha de pagamento e pelo aumento dos gastos com marketing.

      Desta forma, a empresa encerrou o 1T15 com EBIT de R$ 78 milhões, significando acréscimo de apenas 8,6% na comparação com igual período do ano anterior. Este valor é equivalente à margem EBITDA de 52,6%, significando retração de 7,6 p.p., comparativamente com o 1T14.

      O resultado financeiro também teve piora, porém dentro de nossas estimativas. De janeiro a março foi registrada despesa financeira líquida de R$ 28 milhões, 35,6% maior que à do 1T14, o que pode ser explicado pelo aumento dos juros sobre os empréstimos.

      No conjunto dos aspectos comentados, a Iguatemi registrou lucro líquido de R$ 45 milhões, 7,6% menor comparativamente com o 1T14, ficando dentro de nossas estimativas de R$ 44 milhões.

      O Iguatemi encerrou 31/03/15 com dívida líquida de R$ 1,317 bilhão, apenas 0,2% maior comparativamente com 31/12/14, totalmente em moeda nacional, cujo vencimento no longo prazo equivale a 82% do total.

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  5. Pontos interessantes do release 2014

    2014 Guidances de longo prazo e de curto prazo atingidos (R$ 454 milhões de EBITDA)

    Novo ciclo de crescimento (a partir de 2015)
    Quatro novos projetos planejados para serem inaugurados em 2015 (expansões nos Shoppings Iguatemi Campinas, Iguatemi São Paulo e Iguatemi Porto Alegre e construção de uma torre comercial para renda no Iguatemi Porto Alegre). Adicionarão mais 25 mil m² de ABL própria até o final de 2015.

    Dois premium outlets no pipeline com previsão de inauguração em 2016

    Neste novo ciclo, a principal mudança na estratégia é uma mudança tática, associada ao momento econômico em que o Brasil está inserido. Em um cenário de baixo crescimento econômico, existe menor interesse do varejo em crescer através de novos empreendimentos e, em função disso, a importância de greenfields foi despriorizada no curto prazo

    Neste momento, ganham maior importância: • Aquisições de participação • Desalavancagem • Melhoria de processos e redução de custos

    Guidance de curto prazo: Guidance 2015 Crescimento da Receita Líquida 12 – 15% Margem EBITDA 76% – 79%

    Landbank de 1,0 milhão de metros quadrados : o demonstrar o potencial de crescimento futuro que pode ser capturado pela Iguatemi

    31.12.14: Dívida Líquida / EBITDA 3,1x

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  6. Iguatemi resultado 4T14

    O lucro líquido da Iguatemi no quarto trimestre de 2014 foi de R$ 65,4 milhões, 15,8% acima do apresentado no mesmo período de 2013. No quarto trimestre de 2014, o Ebitda foi de R$ 143,2 milhões, 22,6% acima do mesmo período do ano anterior.

    A receita líquida no 4T14 foi de R$ 166,6 milhões, crescimento de 18,9% sobre o 4T13, principalmente em função do crescimento orgânico dos shoppings inaugurados antes de 2010, da maturação dos shoppings inaugurados a partir de 2010 e da inauguração das expansões e dos novos shoppings.

    A inadimplência do 4T14 foi de 1,8%, que representa 0,4 pontos percentuais acima da inadimplência observada no mesmo trimestre de 2013. No acumulado do ano, a inadimplência ficou 0,3 p.p acima se comparado a 2013

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    • 2014

      Em 2014 o Iguatemi apresentou boa performance comercial, motivada pelo aumento de 12,0% na área própria locável, o reajuste do preço dos aluguéis, pela maturação do portfólio de shoppings da empresa, pela troca de mix de lojas e pelo incremento de 29,5% na receita com estacionamento.

      Desta forma, a receita líquida do Iguatemi alcançou R$ 577 milhões, 37,8% superior na comparação com 2013, dentro de nossa estimativa de R$ 564 milhões.

      Por outro lado, paradoxalmente, a margem bruta apresentou retração de 2,9 p.p., explicada pela menor diluição dos custos, dado o maior número de shoppings novos (com menos de um ano em funcionamento), que tipicamente têm um custo de ocupação mais elevado. As despesas da atividade, como participação do faturamento, apresentaram acréscimo de 1,1 p.p., explicado pelas maiores despesas com vendas.

      Desta forma, podemos afirmar que o ótimo desempenho comercial amenizou a pressão na margem EBITDA, tendo sido determinante para que o Iguatemi encerrasse 2014 com geração de caixa expressa pelo conceito EBITDA de R$ 444 milhões, 42,4% superior na comparação com 2013. Este valor é equivalente à margem EBITDA de 76,9%, significando incremento de 2,5 p.p. ante 2013.

      Por outro lado, o resultado financeiro teve piora, porém dentro de nossas estimativas. Em 2014 a empresa registrou despesa financeira líquida de R$ 113 milhões, 76,6% maior que à de 2013, o que pode ser explicado pelo aumento da dívida líquida e dos juros sobre os empréstimos.

      O Iguatemi encerrou 31/12/14 com dívida líquida de R$ 1,315 bilhão, 43,6% maior comparativamente com 31/12/13, totalmente em moeda nacional, cujo vencimento no longo prazo equivale a 84% do total.

      A boa performance operacional amenizou a piora do resultado financeiro, tendo sido determinante para que o Iguatemi registrasse em 2014 lucro líquido de R$ 229 milhões, 24,2% maior na comparação com 2013, ficando dentro de nossa estimativa de R$ 215 milhões.

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  7. Tese de Investimentos

    As perspectivas para as empresas administradoras de empreendimentos comerciais em 2015 são moderadamente otimistas. Se por um lado ainda existem aspectos conjunturais preocupantes, tais como o aumento da taxa de juros e o maior aperto no orçamento das famílias, há a presença de alguns fundamentos relevantes para o crescimento do consumo e da demanda por lazer, ainda que com taxas menores, onde destacamos: os indicadores de desemprego em patamares considerados baixos, o aumento do salário mínimo e o maior número de pessoas que ascenderam à classe C no período compreendido entre 2009 e 2012. Desta forma, as estimativas preliminares da Abrasce apontam possibilidade de taxa de crescimento na faixa entre 5% a 7%, semelhante ao crescimento estimado em 2014.

    Em relação à Iguatemi, julgamos que tem como diferencial competitivo em relação aos concorrentes o fato de que a maior parcela do público frequentador dos shoppings da Companhia ser das classes A e B, que são menos suscetíveis às crises e mais exigentes em termos de qualidade dos produtos e serviços oferecidos. Ressaltamos ainda a localização estratégica dos empreendimentos da Iguatemi, com destaque para o fato de que 80% dos shoppings centers da empresa estarem localizados na Região Sudeste.

    Vale observar que os fatores densidade populacional e renda são cruciais para o sucesso de um empreendimento comercial. Desta forma, o fato da Companhia ter boa penetração na Região Sudeste é um aspecto positivo, visto que esta concentra 55% da população e 71% do PIB do País.

    Destacamos ainda, que o Iguatemi, cujo controle é exercido pelo Grupo Jereissati, é uma das maiores empresas full service no setor de shopping centers do Brasil, ocupando o 3º lugar no ranking, atrás apenas dos concorrentes BR Malls e Multiplan. Suas atividades englobam a concepção, o planejamento, o desenvolvimento e a administração de shopping centers regionais e complexos imobiliários de uso misto, como torres comerciais e projetos residenciais em áreas urbanas.

    Considerando o potencial do setor de empreendimentos comerciais, a Iguatemi manifestou que seguirá com sua estratégia de expansão. Em relação a este aspecto, ressaltamos que, atualmente, a companhia conta com sete projetos de expansão no valor de R$ 640 milhões, com expectativa de conclusão entre 2015 e 2017.

    Ano LPA DPA P/L Payout
    2006 0,34 0,00 48,07 –
    2007 0,40 0,28 35,55 70,00%
    2008 0,59 0,37 10,97 62,00%
    2009 0,54 0,41 0,31 75,00%
    2010 0,96 0,32 21,70 33,00%
    2011 0,95 0,33 17,66 34,00%
    2012 1,68 0,19 16,33 11,00%
    2013 1,03 0,40 21,27 38,00%

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  8. NOSSAS AÇÕES PARA 2015

    EXPLORAÇÃO DE IMÓVEIS COMERCIAIS

    Iguatemi
    Multiplan

    O setor de exploração de imóveis comerciais ou mais especificamente, a
    administração de shopping centers, conta com características operacionais que
    tendem a amenizar os efeitos do cenário conjuntural mais adverso: a boa
    previsibilidade operacional da atividade já que grande parte da receita com
    aluguel é reajustada pelo IGPM e as elevadas margens operacionais, com
    destaque para o EBITDA, que se situa, em média, na faixa entre 65% a 80%,
    que se explica por se tratar de um setor de serviços, onde os custos e as
    despesas são baixos.
    Acreditamos que a Multiplan e a Iguatemi tendem a configurar os destaques
    deste setor em 2015. A Multiplan têm um portfólio de shoppings diversificado,
    que atende desde o público da classe A até as faixas de renda mais baixas. O
    Iguatemi tem como foco principal os consumidores das classes A e B+, cujas
    demandas são menos afetadas pela desaceleração econômica.

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  9. Para quem gosta de comprar m² barato, acredito que no setor de shoppings, o Iguatemi seja a melhor opção. Neste momento, cotado em cerca de R$ 23,90 a ação, o Iguatemi tem um valor de mercado atual na faixa de R$ 4,2 bilhões, pra uma ABL propria de 425 mil m² , ou seja, quem compra IGTA3 hoje, está levando o preço do m² na faixa de R$ 9.900, isso pra um shopping focado pras classes A e B que é de alto padrão e tem uma marca que o coloca muito a frente da maioria dos outros shoppings.

    Pra termos uma noção, o Shopping Patio Higienopolis, que é também um shopping de luxo, focado pra classe alta, tem hoje um m² cotado em cerca de R$ 40.000,00 o m², claro que nem todos os shoppings do Iguatemi possuem um valor tão alto e valorizado do m² pois isso depende de região para região, mas como média de R$ 9.900 eu acredito que seja algo muito distorcido da realidade, ou seja, muito abaixo do verdadeiro valor, ainda mais, levando em conta como já dito, a marca Iguatemi que é uma das mais valiosas do Brasil, e o fato do Shopping ser de alto padrão.

    Há de se lembrar também que o shopping possui vários projetos em execução e expansões, ou seja, em breve terá a ABL maior ainda, e quem compra hoje, está levando uma ABL futura bem maior.

    O caso do DY dele ser baixissimo hoje é explicado pelo shopping ter altas dívidas e estar fazendo muitos investimentos, construindo novos shoppings e expandindo os já existentes, mas de qualquer forma é natural que uma hora o shopping diminua seu ritmo de expansão e passe a diminuir a divida e assim, retendo o caixa para pagamento de dividendos maiores.

    Enfim, na minha opinião, HOJE, o iguatemi é com certeza hoje uma das melhores opções para o setor de shoppings, levando em considerações FII’s, e demais ações do setor.

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  10. DESTAQUES DO 3T14
     As vendas totais atingiram R$ 2,5 bilhões no trimestre, crescimento de
    13,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano, as
    vendas totais alcançaram R$ 7,3 bilhões, representando um acréscimo de
    16,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.
     As vendas mesma área cresceram 7,1%, acima do crescimento de vendas
    mesmas lojas que cresceram 6,9% em relação ao ano anterior.
     Os aluguéis mesmas áreas cresceram 8,8%, acima dos aluguéis mesmas
    lojas que cresceram 8,6% em relação ao mesmo período de 2013.
     A Receita Líquida atingiu R$ 148 milhões no terceiro trimestre de 2014,
    +30,9% em relação ao 3T13.
     O EBITDA atingiu R$ 112,5 milhões no 3T14, 44,8% acima do 3T13.
     O lucro líquido atingiu R$ 67,1 milhões, 49,2% acima do 3T13 e o FFO
    atingiu R$ 90,3 milhões, 55,0% acima do mesmo período do ano anterior.
     Contratação de crédito imobiliário no valor de R$ 230 milhões com um
    custo de TR + 9,5% a.a. equivalentes à 95,6% do CDI com um prazo total de
    pagamento em 17 anos e prazo médio de 10 anos.
     Venda de terreno no valor de R$ 6,2 M para construção do Hotel Hyatt
    Place, que possuirá 176 quartos, no complexo Iguatemi Esplanada

    Resultado simplesmente fantástico, destaque pro FFO, 55% maior que o 3t13. Excelente.

    Essa empresa só me dá alegrias.

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    • No 3T14 o Iguatemi apresentou boa performance comercial, com os índices de vendas mesmas lojas registrando crescimento de 6,9% em relação ao ano anterior. Em igual sentido, as vendas mesmas áreas continuaram com ótima performance apresentando crescimento de 7,1%, fato que denota que a Companhia continuou a realizar a troca do mix de lojas de forma eficiente. Destacaram-se o aumento de 18,8% na área bruta locável, o reajuste do preço dos aluguéis e o incremento na receita com estacionamento.

      Desta forma, a receita líquida do Iguatemi alcançou R$ 148 milhões, 46,0% superior na comparação com o 3T13.

      Por outro lado, paradoxalmente, a margem bruta apresentou retração de 5,4 p.p., explicada pela menor diluição dos custos, dado o maior número de shoppings novos (com menos de um ano em funcionamento), que tipicamente têm um custo de ocupação mais elevado. Por outro lado, as despesas da atividade, como participação do faturamento, apresentaram relevante decréscimo de 3,2 p.p., explicado pela diluição das despesas administrativas, o que foi possível pela centralização da gestão.

      Desta forma, podemos afirmar que o ótimo desempenho comercial aliado à melhor gestão das despesas amenizaram a forte pressão na margem Ebit, tendo sido determinantes para que o Iguatemi encerrasse o 3T14 com geração de caixa expressa pelo conceito EBITDA de R$ 110 milhões. Este valor é equivalente à margem EBITDA de 74,3%, significando incrementos de 48,5% e de 1,2 p.p., respectivamente, ante o 3T13, ficando acima de nossas estimativas.

      Da mesma forma que nos trimestres anteriores, no 3T14 o resultado financeiro também teve piora, porém dentro de nossas estimativas. De julho a setembro foi registrada despesa financeira líquida de R$ 31 milhões, 290,6% maior que à do 2T13, o que pode ser explicado pelo aumento da dívida líquida e dos juros sobre os empréstimos.

      O Iguatemi encerrou 30/09/14 com dívida líquida de R$ 1,303 bilhão, 61,2% maior comparativamente com 31/12/13, totalmente em moeda nacional, cujo vencimento no longo prazo equivale a 86% do total.

      A boa performance operacional amenizou a piora do resultado financeiro, tendo sido determinante para que o Iguatemi registrasse no 3T14 lucro líquido de R$ 67 milhões, 47,8% maior na comparação com o 3T13, ficando acima de nossas estimativas.

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    • É normal que as despesas financeiras estejam crescendo bastante, pois a empresa se endividou de forma relevante pra poder tocar seus projetos, mas a medida que os projetos vão sendo entregues e a divida vai sendo amortizada, isso tende a amenizar.

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  11. Resultado 4T13 e 2013
    LL 56MM +18,2% x 4T12 // LL2013 184MM +11% x 2012

    As vendas totais atingiram R$ 2,9 bilhões no trimestre e R$ 9,1 bilhões no ano (crescimento de 14,9% no trimestre e de 12,5% em 2013)
    • As vendas mesma área cresceram 9,9% no trimestre e 7,8% em 2013 acima do crescimento de vendas mesmas lojas que cresceram 8,1% no trimestre e 7,8% em 2013
    • Os aluguéis mesmas áreas cresceram 10,8% em 2013 e 11,4% no 4T13, acima dos aluguéis mesmas lojas que cresceram 10,9% em 2013 e 10,5% no 4T13
    • A Receita Líquida atingiu R$ 140,1 milhões no trimestre e R$ 463,7 milhões no ano (crescimento de 18,2% no trimestre e de 13,0% em 2013)
    • O EBITDA atingiu R$ 116,8 milhões no trimestre e R$ 347,8 milhões no ano (crescimento de 20,0% no trimestre e de 16,9% em 2013).
    • O lucro líquido atingiu R$ 56,4 milhões no trimestre e R$ 184,3 milhões no ano (crescimento de 6,3% no trimestre e de 11,1% no em 2013, ajustado para a venda do Boulevard Rio Iguaemi)
    • Inauguração do Iguatemi Esplanada em Nov/2013, em Sorocaba/Votorantim, que foi integrado ao Esplanada Shopping
    • Inauguração da 3ª e última fase da expansão do Shopping Praia de Belas, em Porto Alegre / RS, adicionando 17.624 m² de ABL ao shopping.
    • Anuncio da construção de um Premium Outlet em Belo Horizonte, com 30,3 mil m² de ABL, com previsão de inauguração para out/2016
    • Conclusão da aquisição de 50,0% do Galleria e de terreno adjacente ao shopping, por um múltiplo implícito de 11,9x o NOI de 2013E (aprovação pelo CADE)

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  12. Para Tetzner, Ricardo e outros…

    Como voçês veem a IGTA neste momento.
    Sou acionista e estou verificando que as suas ações estão caindo enquanto as da Multiplan estão subindo.
    Por que esta diferença, já que ambas estão no mesmo setor ?

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    • Carlos, não estudei a empresa a fundo, e motivo de queda na cotação é difícil saber, mas ao meu ver, a empresa é boa, resultados crescentes e consistentes, tanto lucro como receita, é forte geradora de caixa, aliás tem caixa suficiente para quitar boa parte da sua dívida e assim como a multi, nos últimos 3 anos a empresa tem investido pesado triplicando a dívida para expandir os negócios, na verdade todas as empresas deste setor, aproveitaram um bom momento, nesse setor expansão e inaugurações é tudo, enquanto o mercado absorver novos shoppings, e a renda do consumidor permitir, vai crescer. Estamos em momento de muita indefinição no mercado financeiro, taxa de juros subindo, o que atrapalha a captação de recursos para as empresas crescerem, e o crédito para o consumidor fica mais caro. E assim como toda ação, o preço vai acompanhar o lucro. O fato das ações caírem acredito eu, que seja correção, tanto dos fundamentos da economia no geral, e isso vem afetando todas as ações, quanto de uma ressalva,no 3T12 o lucro disparou, e olha o motivo:

      “O aumento de outras receitas deve-se principalmente ao início da amortização das luvas do JK Iguatemi que serão diferidas mensalmente durante o período dos contratos (5 anos) e do aumento na receita de corretagem relacionada à comercialização dos greenfields em andamento”

      O resultado foi impactado com receita adicional de 90MM no comparativo 3T12x3T11, neste ano a cotação atingiu o pico, mas se tirar este efeito não recorrente, ficaria dentro do que a empresa já vem entregando, o que quero dizer, é que a cotação vai atrás, independente se o lucro é recorrente ou não. No caso da multi a cotação também apresentou alta em 2012 devido a receitas não recorrentes, mas o mercado já corrigiu, a empresa investiu pesado mas tem vários projetos que devem ser iniciados em 2014 e o mercado com certeza vai precificar isso, até porque já divulgou sinais positivos para o próximo balanço.

      IGTA3 até onde passei o olho no relatório tem perspectivas boas de crescimento, principalmente na questão de expansões, que acredito eu vai ser a forma que as empresas deste setor vão encontrar para crescer a partir de agora, até porque é menos custoso. Vamos aguardar a resposta do Tetzner, porque eu escrevo um monte de coisa, ele vem e numa frase mata a pergunta, kkkkk.
      Ricardong, ajuda “nóis” ae também.

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    • Carlos,
      Se você é acionista desta empresa há muito tempo, acredito que não tenha do que reclamar; quem entrou recentemente pagou caro por ela e mesmo depois da recente queda, continua cara.
      Daqui para frente a situação dela tende a ser bem diferente do que foi e já apresenta a desaceleração nos lucros.
      Expansões feitas, resta agora a conta para pagar, num ambiente em que dívidas em moeda local e em moeda estrangeira são afetadas pelo câmbio e juros.
      As perspectivas de valorização das aquisições não devem se concretizar no ambiente atual pessimista com os imóveis.
      Empresa de crescimento é ótima enquanto cresce, mas quando estaciona, o preço não se sustenta ou se justifica e ai o que vemos é isso: queda.

      A empresa ficou ruim? não, como o Ricardo disse ela apresenta um histórico consistente de lucros crescentes; o que pega aqui é a expectativa futura, tanto da empresa quanto do setor em que ela está inserida
      (nem Eztec escapou da queda).

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      • Tetzner eu tenho uma forma impar de analisar caro ou barato: Qto seria o DY se ela distribui-se 100% do Lucro, daria em torno ai de 5%, mas como ela investi melhor que eu, ta crescendo ai 27% ao ano, então não estou considerando ela cara.
        A não ser que vc esteja analisando o P/L, ai ta alto mesmo.

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      • dividendyeld,

        legal, mas a que custo ela cresce 27% ao ano? 🙂

        a hering chegou aos 50,00 crescendo mais de 40% … a conta chegou

        não basta crescer, reinvestir, tem de ser sustentável no longo prazo

        você acha que o que a Iguatemi tem feito, vai se repetir na mesma taxa pelos próximos anos?

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  13. Resultado do 3T13
    LL R$ 44963M +67,7% x 3T12

    DESTAQUES DO 3T13-Informações gerenciais

     As vendas atingiram R$ 2,2 bilhões no trimestre, 9,5% acima do mesmo período de 2012. No acumulado do ano, as vendas cresceram 13,0%, somando R$ 6,3 bilhões
     As vendas mesma área cresceram 8,2%, acima do crescimento de vendas mesmas lojas que cresceram 8,1% no 3T13
     Os aluguéis mesmas áreas cresceram 8,5%, acima dos aluguéis mesmas lojas que cresceram 8,4% no trimestre
     O EBITDA atingiu R$ 77,7 milhões em 3T13, com margem de 68,7% (36,5% acima do mesmo período do ano anterior)
     O lucro líquido do 3T13 atingiu R$ 45,0 milhões, com margem líquida de 39,8% (67,7% acima do 3T12)
     Emissão de CRI no valor de R$ 150 milhões para desenvolvimento do Iguatemi São José do Rio Preto, ao custo de IPCA + 4% a.a. com prazo de oito anos. Na mesma data, foi fechado contrato de swap para 92,5% do CDI
     Inauguração do Platinum Outlet em Novo Hamburgo–RS
     Inauguração do Iguatemi Ribeirão Preto, na cidade de Ribeirão Preto–SP
     Aquisição de 30,0% do Galleria e de terreno adjacente ao shopping, por um múltiplo implícito de 11,8x o NOI de 2013E

    Eventos Subsequentes
     Iguatemi assumiu, em 01 de novembro de 2013, a administração do Shopping Pátio Higienópolis em São Paulo
     Divulgação do novo guidance para 2014, alinhado com o guidance de longo prazo de atingir um EBITDA entre R$ 450–500 milhões, com margem entre 72–75%

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  14. Resultado do 2T13
    LL R$ 35,5M -34,2% x 2T12

    DESTAQUES DO 2T13-Informações gerenciais
     As vendas atingiram R$2,1 bilhões no trimestre, 13,2% acima do mesmo período de 2012.No acumulado do ano,as vendas cresceram 14,2%, somando R$ 4,1 bilhões
     As vendas mesma área cresceram 7,3%, acima do crescimento de vendas mesmas lojas que cresceram 6,8% no 2T13
     Os aluguéis mesmas áreas cresceram 9,3%, acima dos aluguéis mesmas lojas que cresceram 8,8% no trimestre
     A Receita Líquida atingiu R$ 108,1milhões, 11,4% acima do 2T12.
     O EBITDA atingiu R$ 71,3 milhões no trimestre com argem de 65,9%. No acumulado do ano, o EBITDA somou R$ 153,3 milhões com margem de 72,8% (7,0% acima do mesmo período de 2012)
     O lucro líquido atingiu R$ 35,5 milhões no trimestre e R$ 82,9 milhões em 6M13,-3,9% em relação a 2012 em função das permutas de VGV realizadas em 2012
     Iguatemi entra no segmento de outlets premium através da aquisição de participação de projeto de outlet no Rio Grande do Sul (região metropolitana de Porto alegre)
     Captação de R$ 425 milhões em oferta pública primária de 18.100.600 novas ações (considerando a oferta base e o lote suplementar, exercido em julho)

    Eventos Subsequentes
     Emissão de CRI no valor de R$ 150 milhões para desenvolvimento do Iguatemi São José do Rio Preto, ao custo de IPCA + 4% a.a. com prazo de oito anos. Na mesma data, foi fechado contrato de swap para 92,5% do CDI

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  15. Resultado do 1T13
    LL R$ 47,3M +47% x 1T12

    DESTAQUES DO
    1T13-Informações gerenciais
     As vendas atingiram R$ 2,0 bilhões no trimestre (crescimento de 10,7% em relação ao 1T12). As vendas mesma área cresceram 8,4%, acima do crescimento de vendas mesmas lojas que cresceram 8,0%
     Os aluguéis mesmas áreas cresceram 14,5%, acima dos aluguéis mesmas lojas que cresceram 14,1%
     A Receita Líquida atingiu R$ 102,5 milhões, 13,1% acima do 1T12 2012
     O EBITDA atingiu R$ 82,0 milhões (crescimento de 34,6% em relação ao 1T12)
    com margem EBITDA de 80,0 %.
     O lucro líquido atingiu R$ 47,3 milhões no trimestre (crescimento de 47,0% em relação ao mesmo período de 2012)
     Conclusão da 4ª Emissão de Debêntures, no valor de R$ 450 milhões, com taxa de CDI + 0,82% a.a com amortizações no 6º e 7º ano para a 1ª série e IPCA + 4,31% a.a. com amortizações no 8º ano para a 2ª série, alongando nosso prazo médio de 3,6 para 4,1 anos
     Permuta de VGV para construção de duas torres comerciais no projeto de São José do Rio Preto gerando resultado operacional líquido de R$ 14,1 milhões

    Eventos subseqüentes
     Iguatemi entra no segmento de outlets premium através da aquisição de participação de projeto de outlet no Rio Grande do Sul (região metropolitana de Porto alegre)

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