TRPL – CTEEP – Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista

TRPL4

 

 

RI:  ri@cteep.com.br

Site: http://www.cteep.com.br/ri/

 

A CTEEP é resultado da cisão de ativos da Companhia Energética de São Paulo (CESP), que se deu em fevereiro de 1999, em função do programa de privatização do governo paulista.

Em 2001, para fortalecer e racionalizar o sistema de transmissão de energia elétrica em São Paulo, a empresa, ainda estatal, incorporou a Empresa Paulista de Transmissão de Energia Elétrica (EPTE), resultante da cisão da Eletropaulo, também estatal à época. Com essa operação, a CTEEP se firmou como a principal concessionária de transmissão do estado de São Paulo.

Em 28 de junho de 2006, a empresa foi privatizada em leilão público promovido pelo Governo do Estado de São Paulo na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Com a aquisição de 50,1% das ações ordinárias (com direito a voto), o Grupo ISA, por meio da ISA Capital do Brasil S.A, tornou-se o novo controlador da CTEEP.

Em 2007, por meio de uma Oferta Pública de Aquisição (OPA), o Grupo ISA passou a deter 89,5% das ações ordinárias e 37,8% do capital total da CTEEP. No mesmo ano, a empresa iniciou uma nova fase de transição e reestruturação, para consolidar uma trajetória de crescimento sustentado. Em linha com esse posicionamento, a CTEEP participou de um leilão público promovido pela Aneel em novembro de 2007 e saiu vencedora do principal lote de concessão de transmissão, que interligará os estados de Tocantins, Maranhão e Piauí, com 720 quilômetros de linhas e investimentos de R$ 472 milhões.

Em 2008, a Empresa avançou em sua estratégia de crescimento e na consolidação de sua participação no setor elétrico brasileiro ao arrematar sete lotes em dois leilões distintos (em 27/06 e 26/11), promovidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Além de ampliar sua atuação para seis estados, as novas concessões permitirão um aumento de R$ 210,6 milhões na RAP da Companhia para os próximos anos.
Em 2011, a empresa avançou em sua estratégia de crescimento e na consolidação de sua participação no setor elétrico brasileiro ao arrematar dois lotes em leilão realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Em consórcio com a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (CHESF), a CTEEP conquistou o lote composto por duas subestações e quatro linhas de transmissão localizadas na Paraíba e em Pernambuco, destinadas a aumentar a confiabilidade do sistema de transmissão no Nordeste brasileiro. Arrematou ainda a subestação Itapeti, que visa melhorar a qualidade e a confiabilidade do sistema de transmissão na região nordeste da Grande São Paulo, compreendida entre os municípios de Mogi das Cruzes e região até o Vale do Paraíba.

Em 2012 foi assinado o contrato de compra de 100% do capital social da Evrecy junto a EDP Energias do Brasil S.A.. Tal fato adiciona 154 km de linhas de transmissão e uma subestação entre os estados do Espírito Santo e Minas Gerais. A nova aquisição permitirá um aumento de 9,7 milhões na receita anual da CTEEP.

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6 comentários sobre “TRPL – CTEEP – Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista

  1. Transmissão Paulista divulga lucro líquido de R$ 79,9 milhões no 2T15

    A Transmissão Paulista divulgou que sua receita líquida atingiu R$ 279,0 milhões no 2T15, aumento de 27,8% em relação ao 2T14 (R$ 218,4 milhões). No primeiro semestre a receita líquida da companhia foi de R$ 532,7 milhões, ante R$ 443,7 milhões no 1S14.

    O lucro líquido alcançou R$ 79,9 milhões no 2T15, queda de 11,3% em relação ao 2T14, com destaque para receita não recorrente no 2T14 de R$ 21,4 milhões (créditos extemporâneos de PIS/Cofins), acréscimo no lucro bruto de R$ 33,3 milhões, redução de R$ 10,7 milhões no resultado financeiro e aumento das despesas de contingências citadas acima. No 1S15 a Transmissão Paulista registrou lucro líquido de R$ 166,5 milhões, queda de 5,2% em relação ao 1S14.

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  2. 2014

    O resultado apresentado em 2014 foi muito superior ao de 2013, mas deve-se ressaltar que este último foi fortemente influenciado por despesa não recorrente elevada, referente a reconhecimento de perdas em valores a receber.

    A Receita Líquida cresceu 34,7%, influenciada pelos seguintes efeitos: (i) reconhecimento da parcela de ajuste positiva de R$ 24,5 milhões (parcela de ajuste negativa de R$ 43,6 milhões em 2013); (ii) recebimento do rateio do superávit do sistema em 2014 no montante de R$ 42,0 milhões (R$ 13,9 milhões em 2013); (iii) variação positiva de 6,9% do IGPM/IPCA do ciclo da RAP (Receita Anual Permitida), de 2013/2014 para 2014/2015, e (iv) entrada em operação de 41 novos projetos de reforços e melhorias. Em 24 de junho de 2014, foi publicada a Resolução Homologatória nº 1.756 da Aneel, estabelecendo as receitas anuais permitidas da CTEEP e suas controladas, pela disponibilização das instalações de transmissão integrantes da Rede Básica e das Demais Instalações de Transmissão, para o ciclo de 12 meses, compreendendo o período de 01 de julho de 2014 a 30 de junho de 2015. De acordo com a REH nº 1.756, a RAP e valores correspondentes à parcela de ajuste (PA) da CTEEP (contratos n 143 e 059/2001), líquidas de PIS e COFINS, que era de R$ 542,0 milhões em 01 de julho de 2013, passou para R$ 659,9 milhões em 01 de julho de 2014, apresentando um incremento de R$ 117,9 milhões, equivalente a 21,7%, sendo 6,9% do ajuste de IPCA/IGPM, 11,2% da variação da parcela de ajuste e 3,6% de RAP adicional para novos investimentos. O IPCA e IGPM acumulados para o período foram de 6,37% e 7,83%, respectivamente.

    As despesas operacionais caíram aproximadamente 50%, mas, como já mencionado, tratam-se de números não comparáveis devido à apropriação de despesa não recorrente de valor elevado em 2013, a qual se tratou do reconhecimento da provisão para perdas sobre a realização dos valores a receber da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (SeFaz-SP) no montante de R$ 516,3 milhões. Nas demais despesas, destaca-se o decréscimo de 26,1% em despesas com material, reflexo do intenso esforço de racionalização que vem sendo promovido pela companhia, em busca de maior eficiência.

    O resultado financeiro líquido positivo teve forte queda de 83,5%, mas não influenciou de maneira significativa a formação do resultado líquido.

    A situação financeira da companhia, na posição mostrada em 31/12/2014, pode ser considerada sólida.

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  3. 3T14

    O resultado do trimestre foi bom e um pouco acima de nossas projeções e do mercado. Ressalte-se que o ano de 2013 foi muito afetado por despesas não recorrentes, de forma que a comparação é distorcida.

    A Receita Líquida subiu 22,4%, refletindo principalmente o reajuste da RAP (Receita Anual Permitida). De acordo com a Resolução Homologatória nº 1.756 da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), a RAP e valores correspondentes a parcela de ajuste, que era de R$ 542,0 milhões em 01 de julho de 2013, passou para R$ 659,9 milhões em 01 de julho de 2014, apresentando um incremento de R$ 117,9 milhões, equivalente a 21,7%. Sendo 6,9% do ajuste de IPCA/IGPM, 11,2% da variação da parcela de ajuste e 3,6% de RAP adicional para novos investimentos. O IPCA e IGPM acumulados para o período foram de 6,37% e 7,83%, respectivamente. Ressalte-se que, no contrato nº 059/2001, além do ajuste do IPCA de R$ 35,9 milhões houve um incremento na RAP de R$ 19,6 milhões, referentes aos reforços que entraram em operação durante o ciclo 2013/2014. 63,9% dos referidos reforços foram realizados nas Demais Instalações de Transmissão – DIT (tensão inferior a 230 Kv) e 36,1% em Rede Básica – RB (tensão superior a 230 Kv). A RAP Total da Companhia, em conjunto com suas controladas, que era de R$ 627,8 milhões em 01 de julho de 2013, passou para R$ 751,7 milhões em 01 de julho de 2014, apresentando um incremento de R$ 123,9 milhões, equivalente a 19,7%.

    As despesas operacionais caíram 76%, levando à reversão dos resultados operacionais que foi observada. Ressalte-se que no terceiro trimestre de 2013 foram apropriadas despesas com provisões da ordem de R$ 516 milhões, decorrentes, principalmente, de alteração na expectativa de tempo de realização de parte dos ativos a receber do Governo do Estado de São Paulo. Por essa razão, os resultados não são comparáveis.

    O resultado financeiro líquido sofreu uma reversão, passando de positivo em 2013 para negativo em 2014, mas sem afetar substancialmente a formação do resultado líquido.

    A situação financeira da companhia segue muito sólida na posição mostrada em 30/09/2014.

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  4. Resultado 1T14
    LL 85,5 M +20,4% X 1t13

    Crescimento do Lucro Líquido: alcançou no 1T14 R$ 85,5 milhões, aumento de 20,4% em relação ao mesmo período de 2013;
    Aumento da Margem EBITDA: com margem operacional de 46,9%, EBITDA atinge R$ 105,6 milhões no 1T14 e supera em 18,5 pp o mesmo período de 2013;
    Eficiência nos Custos e Despesas Operacionais: redução de 24,1% registrando R$ 137,4 milhões no 1T14 frente aos R$ 181,0 milhões em 1T13;
    Ampliação da Receita Líquida: no 1T14 a receita líquida consolidada atingiu R$ 225,3 milhões, aumento de 12,2% em relação ao 1T13;
    Otimização da Estrutura de Capital: liberação de R$ 124,6 milhões, em janeiro de 2014, referentes ao contrato de empréstimo com o BNDES firmado em dezembro de 2013;
    Proventos aos Acionistas: a Assembleia Geral dos Acionistas realizada em março de 2014, ratificou o crédito aos acionistas na forma de dividendos no montante de R$ 30,0 milhões correspondente a R$ 0,196514 por ação de ambas as espécies.

    http://cteep.riweb.com.br/ri/Download.aspx?Arquivo=mll1kXkrw5ufQ/HeGNUSLA==

    Excelente resultado. Destaque para a geração de caixa, e queda nas despesas gerais e administrativas.

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  5. Resultados 3T13

    Lucro (Prejuízo) Líquido Em decorrência dos fatores mencionados anteriormente, o resultado líquido foi negativo em R$ 126,9 milhões no 9M13. Considerando a exclusão do efeito da constituição da provisão para perdas sobre a realização dos valores a receber da SEFAZ-SP, o lucro líquido seria de R$ 213,9 milhões no 9M13 frente aos R$ 647,6 milhões de Lucro registrados no mesmo período de 2012.

    Destaques

    Reajuste anual da Receita Anual Permitida (RAP): através da Resolução Homologatória nº1.595, a ANEEL estabeleceu a nova RAP da Companhia para o ciclo tarifário 2013/2014. De acordo com a Resolução a nova RAP da CTEEP em conjunto com suas controladas passa a ser R$ 630,2 milhões;

    Entrada em Operação Lote D IEMadeira: em 01 agosto de 2013 a Linha de Transmissão (Lote D) da subsidiária IEMadeira (51% CTEEP) entrou em operação. A RAP 2013/2014 integral do lote é de R$ 233,2 milhões;

    Nota Técnica n°402/13: divulgada em 27 de agosto de 2013 com objetivo de definir os critérios de valoração da indenização dos ativos não depreciados existentes em 31/05/2000 (RBSE) das concessões de transmissão de energia elétrica;

    Receita Líquida: no acumulado de nove meses (9M13) a receita líquida consolidada atingiu R$694,2 milhões, queda de 55,6% em relação ao mesmo período do ano anterior (9M12);

    Dívida Líquida: em 30 de setembro de 2013 a Dívida Líquida atingiu R$ 672,2 milhões, redução de -85,2% em relação ao final de 2012, quando registrou R$ 2.211,4 milhões;

    Formador de Mercado: em 18 de julho de 2013 a CTEEP contratou o Credit Suisse S.A como seu Formador de Mercado para as ações preferenciais (TRPL4).

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