VIGR – VIGOR ALIMENTOS S.A.

VIGR3

BMFBovespa: VIGR3

A Vigor nasceu em 1918 produzindo e distribuindo leite. Mais de 90 anos depois, a Vigor cresceu e se consolidou em categorias como iogurtes, queijos, margarinas entre outras, preservando a mesma tradição, qualidade e carinho de sempre. Hoje a Vigor S.A. tem no seu portfólio marcas consolidadas como Danúbio, Faixa Azul, Leco, Serrabella, Amélia, Mesa e Carmelita além da própria marca Vigor.

A Vigor busca sempre conciliar Modernidade e Experiência. Modernidade porque utiliza tecnologia e inovação. Experiência no cuidado com os alimentos, para que estejam sempre fresquinhos e saudáveis. O portfólio da Vigor tem mais de 200 itens, que são produzidos, com todo o cuidado e tradição em 7 fábricas. Os produtos estão disponíveis em mais de 20.000 pontos de vendas em todo o Brasil e nos melhores restaurantes com a linha Vigor Food Service.

RI: ri@vigor.com.br

Site: http://ri.vigor.com.br

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13 comentários sobre “VIGR – VIGOR ALIMENTOS S.A.

  1. VIGOR DIVULGA OS RESULTADOS DO 2T14 E
    CONVIDA PARA TELECONFERÊNCIA

    Receita da Vigor Controladora cresce 19,1%
    com Margem Bruta de 33,5% (+4,3 p.p.) e Margem EBITDA de 10,6% no 2T14

    No Consolidado, a Receita Líquida totalizou R$1,1 bilhão no 2T14,
    acumulando R$2,1 bilhões no ano

    Destaques dos Resultados do 2T14:

    196,3 mil toneladas comercializadas
    – Controladora: 93,1 mil toneladas (+7,5%)

    Receita Líquida de R$1.066,1 milhões
    – Controladora: R$447,3 milhões (+19,1%)

    Lucro Bruto de R$283,4 milhões e Margem Bruta de 26,6%
    – Controladora: R$150,0 milhões(+36,6%) e Margem de 33,5% (+4,3p.p.)

    EBITDA de R$83,8 milhões no 2T14 e Margem EBITDA de 7,9%
    – Controladora: R$47,5 milhões e Margem de 10,6% (+9,8p.p.)

    Lucro Líquido de R$23,9 milhões no 2T14 (revertendo prejuízo de R$12,4 milhões do 2T13)
    – Controladora: R$13,8 milhões no 2T14 (Margem Líquida de 3,1%)

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  2. VIG3 – VIGOR S/A () LL R$ 23,396 M +250,5% x 4T12 / R$ 25,711 M -16,1% x 2012

    * Lucro
    O Lucro Bruto Consolidado totalizou R$271,4 milhões no trimestre, com Margem de 27,2%, incluindo resultados da Itambé Alimentos S.A. Na Controladora, o Lucro Bruto foi de R$137,2 milhões (crescimento de 23,8% no 4T13 e 18,3% no ano).

    O Lucro Líquido Ajustado no trimestre de R$23,4 milhões, considerando a contabilização da reversão do deságio da Itambé Alimentos – na Controladora, o mesmo efeito gerou um Lucro Líquido Ajustado de R$4,7 milhões .

    No ano de 2013, o resultado Consolidado foi de R$25,7 milhões, na comparação com R$30,7 milhões de 2012.

    * Dívida
    As Despesas com Vendas alcançaram R$189,2 milhões no 4T13 com a Consolidação dos números da Itambé. Na Controladora as Despesas com Vendas permaneceram praticamente estáveis em relação à Receita Líquida (22,2% no 4T12 versus 22,4% no 4T13).
    No ano de 2013, as Despesas com Vendas foram afetadas pelo aumento do investimento em Marketing e Trade Marketing, embasando os lançamentos de novos produtos ao longo do ano e o fortalecimento das nossas marcas junto ao mercado consumidor. Na Controladora, desembolsamos R$351,8 milhões no ano, comparados aos R$276,3 milhões do ano anterior.

    A diluição das Despesas Gerais e Administrativas foi de 2,5 pontos percentuais – o montante de R$45,5 milhões de Despesas no trimestre representou 4,5% da Receita Líquida. Na Controladora as Despesas permaneceram praticamente em linha com o mesmo trimestre do ano anterior, desembolsamos R$28,9 milhões no último trimestre do ano.
    No ano, as Despesas Administrativas e Gerais foram afetadas por eventos não recorrentes, como as questões relacionadas à logística e armazenagem de produtos – já equacionados. Nos resultados Consolidados, as Despesas apresentaram diluição de 0,9 ponto percentual sobre a Receita Líquida do ano.

    A Companhia encerrou o ano com Dívida Líquida de R$826,2 milhões. Do total de R$1.115,0 milhões de Dívida Bruta, 34,9% ou R$389,3 milhões são de curto prazo e R$725,7 milhões (ou 65,1%) estão no longo prazo. O custo médio da dívida fechou em 11,39% a.a. no período analisado (integralmente em moeda local), impactado pelo aumento do CDI no período.

    * Margem
    A Margem Bruta Consolidada do trimestre foi de 27,2%, abaixo da Margem apresentada no 4T12. Na Controladora podemos destacar o bom desempenho da Margem Bruta no trimestre, de 32,3%, avanço de 2,4 pontos percentuais em comparação ao 3T13.

    No ano, o Lucro Bruto Consolidado totalizou R$742,5 milhões. Na Controladora o aumento foi de 18,3%, para R$470,1 milhões de Lucro.

    * EBITDA
    O EBITDA Consolidado foi de R$60,8 milhões no último trimestre de 2013, incluindo resultados da Itambé de agosto a dezembro. A Margem EBITDA Consolidada no 4T13 foi de 6,1%, avanço de 2,1 pontos percentuais em relação ao último trimestre de 2012. Na Controladora, o EBITDA foi de R$27,4 milhões no 4T13, com avanço de 2,4 pontos percentuais na Margem do trimestre, para 6,4%.
    No ano de 2013, o EBITDA Consolidado somou R$137,4 milhões (5,1% de Margem) – na Controladora o resultado atingiu R$66,1 milhões de EBITDA (4,3% de Margem). No último trimestre do ano, foi reconhecida uma reversão no deságio sobre compra vantajosa, vinculado ao investimento na Itambé Alimentos. Conforme informado nas Demonstrações Financeiras da Companhia e segundo avaliação detalhada dos ativos da Itambé a preços de mercado – por avaliador independente.

    * Receita Líquida
    No quarto trimestre do ano, a Receita Líquida Consolidada atingiu R$998,1 milhões. Na Controladora o crescimento foi de 20,6%, gerando uma Receita de R$424,9 milhões no trimestre. O avanço na Receita Líquida da Controladora é resultado do bom desempenho em todas as categorias no trimestre, que apresentaram crescimento de 2 dígitos.

    No ano de 2013, o Resultado Financeiro Líquido foi afetado em grande parte pelas despesas financeiras atreladas às Debêntures emitidas para aquisição da Itambé, cujo valor do principal foi de R$410,0 milhões. Adicionalmente, no ano anterior foi registrado um efeito (positivo) de ganho cambial resultante de operações derivativas – estruturadas para proteger o endividamento em dólares que a Companhia detinha até então. A Companhia não possui mais dívidas atreladas à moeda estrangeira e, portanto, não houve nenhum resultado expressivo de variação cambial por instrumento de hedge.

    * Geração de Caixa
    O Caixa gerado pelas atividades operacionais totalizou R$117,3 milhões no ano de 2013. O consumo em Capital de Giro foi de R$99,3 milhões, resultando em um Caixa Líquido gerado por atividades operacionais positivo em R$18,0 milhões. No ano de 2013 foram feitas captações líquidas no valor de R$519,1 milhões, dos quais R$410,0 milhões (em Debêntures) foram usados
    para financiar o investimento na Itambé Alimentos. O Fluxo das Atividades de Investimento de R$341,3 milhões no período inclui o valor líquido do aporte realizado na Itambé, a diferença de Capital de Giro Líquido no momento do investimento e o Capex realizado na Controladora (investimentos em fábricas e Centro de Distribuição) e na Itambé. A posição final de Caixa e
    Equivalentes em Dezembro de 2013 foi de R$288,9 milhões.

    * Destaques
    > No quarto trimestre de 2013 comercializamos 194,4 mil toneladas, que resultou em Receita Líquida de R$998,1 milhões. Na Controladora faturamos R$424,9 milhões, aumento expressivo de 20,6% no período.

    > No 4T13 concluímos o processo de alocação do preço pago no investimento da Itambé de acordo com o CPC-15. Neste processo revertemos o deságio sobre compra vantajosa contabilizado no 2T13 de R$114,2 milhões impactando negativamente o lucro líquido do 4T13. No acumulado do ano, este lançamento contábil é anulado e, portanto, o efeito no lucro líquido do exercício de 2013 é nulo.

    > No 4T13 foram comercializadas 194,4 mil toneladas de produtos, comparado aos 85,8 mil toneladas comercializadas no 4T12. O novo patamar de Volume comercializado reflete a Consolidação dos números da Itambé Alimentos a partir do 3T13. Na Controladora tivemos um aumento de 5,9% no trimestre, impulsionado em sua maioria pelas categorias Spreads e Leite UHT,
    que comercializaram 13,8% e 7,6% a mais em comparação com o 4T12.

    > O Custo dos Produtos Vendidos (CPV), de forma Consolidada, atingiu R$726,6 milhões no quarto trimestre do ano. Na Controladora o CPV atingiu R$287,7 milhões, apresentado crescimento inferior ao da Receita Líquida no período e, portanto, gerando ganhos de margem. A representatividade do CPV em relação à Receita Líquida da Controladora passou a ser 67,7% no
    último trimestre do ano, versus 68,5% do 4T12 – uma evolução de quase 1,0 ponto percentual.

    * Relatório: http://www.mzweb.com.br/vigor/web/download_arquivos.asp?id_arquivo=B8873EEE-1AEF-4596-9D5A-F481EF881591

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  3. Concessão do Registro da Oferta Pública Voluntária de Aquisição de Ações Ordinárias de Emissão da Vigor Alimentos S.A.

    A Vigor Alimentos S.A. (“Vigor”) e a JBS S.A. (“JBS”), nos termos da Lei n° 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada, e da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) n° 358, de 3 de janeiro de 2002, conforme alterada, vêm informar aos seus acionistas e ao mercado em geral que foi concedido pela CVM, em 18 de dezembro de 2013, o registro da oferta pública de aquisição, pela FB Participações S.A., controladora da Vigor e da JBS, de ações ordinárias de emissão da Vigor mediante permuta por ações ordinárias de emissão da JBS, nos termos da Instrução da CVM n° 361, de 5 de março de 2002, conforme alterada (“Instrução CVM 361” e “OPA”), em função da aprovação pelo colegiado da CVM da dispensa de requisito de registro aplicável à OPA, em reunião realizada em 17 de dezembro de 2013.

    Com isto, o edital da OPA (“Edital”) será publicado dentro do prazo estabelecido pela Instrução CVM 361, e conterá todos os termos e condições da OPA.

    A Vigor recomenda aos seus acionistas a leitura do Edital e do Formulário de Referência da JBS para análise da OPA, documentos que estão disponíveis nos websites da CVM e da BM&FBOVESPA.

    A Vigor e a JBS informam que manterão os seus acionistas e o mercado informados sobre a evolução da OPA.A Vigor e a JBS informam que manterão os seus acionistas e o mercado informados sobre a evolução da OPA.

    São Paulo, 19 de dezembro de 2013

    Equipe de RI

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  4. RESULTADOS DO 3T13
    LL R$ 12,7 M +567% x 3T12 ( Reverteu prejuízo de R$ 2,7 Milhões )

    Receita Líquida da Vigor atinge quase R$ 1,0 bilhão no trimestre,
    com R$ 58,6 milhões de EBITDA e Margem de 6,1%

    Destaques dos Resultados Consolidados do 3º trimestre de 2013

    200,4 mil toneladas comercializadas (+117%)
    Receita Líquida de R$ 965,4 milhões, 183,1% superior a do 3T12
    Receita Líquida de Lácteos de R$ 331,4 milhões, crescimento de 79,6%
    Lucro Bruto de R$ 246,4 milhões, com Margem de 25,5%
    EBITDA de R$ 58,6 milhões no 3T13, com Margem de 6,1%
    Lucro Líquido de R$ 12,7 milhões
    Dívida Liquida de R$ 738,4 milhões (3,85x EBITDA LTM)

    A Receita Líquida Consolidada da Vigor Alimentos alcançou R$ 965,4 milhões no terceiro trimestre do ano, com crescimento expressivo de 183,1% em relação ao 3T12, incluindo faturamento da Itambé Alimentos no período. Na Controladora, o aumento de 18,5% na Receita Líquida da categoria Lácteos, aliado ao enriquecimento do mix e melhor precificação de produtos, impulsionaram o crescimento.
    O Lucro Bruto Consolidado totalizou R$ 246,4 milhões no trimestre, com Margem de 25,5%. Na Controladora, a expansão de Margem Bruta foi de 1,7 pontos percentuais no período, para 29,9%. O EBITDA Consolidado da Companhia fechou em R$ 58,6 milhões no 3T13, com Margem de 6,1% – ou 5,8% na Controladora.

    Em relação à Receita Líquida, o total de Despesas saiu de 26,9% no 3T12 para 21,8% neste trimestre, a partir da Consolidação dos resultados das companhias. Com isso, o EBITDA do terceiro trimestre de 2013 totalizou R$ 58,6 milhões, com Margem de 6,1% – na Controladora o resultado foi de R$ 22,2 milhões, com Margem de 5,8%.

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  5. Controlador da Vigor fechará capital da empresa e pagará com ações da JBS
    Operação era prevista caso a Vigor não atingisse os níveis de liquidez exigidos no Novo Mercado; será entrega 1 ação da JBS para cada papel da Vigor
    Por Thiago Salomão |17h52 | 24-07-2013 | Atualizada às 18h44 A A A
    SÃO PAULO – Após o fechamento do pregão desta quarta-feira (24), JBS (JBSS3) e Vigor (VIGR3) enviaram simultaneamente um fato relevante informando que o acionista controlador da segunda companhia, o FB Participações – deverá fechar o capital na BM&FBovespa, através de uma OPA (Oferta Pública de Aquisição) de permuta com ações da primeira empresa.
    Segundo o comunicado, cada ação da Vigor será paga por 1 ação da JBS acrescida de R$ 0,010812573 por ação, quantia equivalente à diferença dos dividendos declarados pela JBS e a Vigor no período e valoreste já corrigido pela variação do CDI (Certificado de Depósito Interbancário) do seu pagamento até a data do leilão. As cotações atualmente alinhadas das ações de ambas companhias colabora para o cálculo: nesta quarta-feira, os papéis JBSS3 caíram 4,07%, indo de R$ 6,88 para R$ 6,60, enquanto VIGR3 subiu de R$ 6,57 para R$ 6,58.
    O fechamento do capital já estava previsto pela companhia caso suas ações não conseguissem se adequar às condições de liquidez exigidas para fazer parte do segmento Novo Mercado. “Este compromisso da FB visa assegurar a todos os acionistas da Vigor, de forma igualitária e voluntária, a possibilidade de optar por uma ação com maior liquidez”, afirmam as empresas em comunicado divulgado ao mercado.
    Vigor
    O BNDES Participações, braço de investimentos do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) e um dos principais acionistas da Vigor, já se comprometeu em aderir à OPA. Além disso, a FB se comprometeu a não transferir, ceder ou alienar as 51.281.432 de ações de emissão da JBS de sua titularidade até a data de realização do leilão da OPA.
    A acionista controladora apresentará oportunamente, o pedido de registro da OPA perante a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e BM&FBOVESPA.
    Novo adeus
    De saída da Bovespa, a Vigor teve o capital aberto na bolsa em 22 de junho do ano passado por meio da JBS. Na época, o frigorífico anunciou que trocaria até 149,7 milhões de JBSS3 por papéis da Vigor. Para isso, ela faria uma recompra de suas ações para posterior troca delas por ações da Vigor, avaliadas em R$ 7,96. De lá pra cá, os ativos VIGR3 somaram perdas de 17,34% na bolsa.
    Mas não era a primeira que a Vigor experimentava a sensação de ter ações negociadas na Bovespa. Em 2008, o Grupo Bertin, que um ano antes havia adquirido o controle indireto da fabricante de laticínios, entrou com pedido para cancelamento de registro de suas controladas, a Leco (LECO4) e Vigor (VGOR4), para a então aquisição de 100% das ações ordinárias e preferenciais das companhias.
    Em 2009, a JBS adquiriu o Grupo Bertin, que controlava a Vigor. Neste mesmo ano foi realizada a OPA em uma operação que movimentando cerca de R$ 239 milhões e resultou no cancelamento de registro da empresa na bolsa.

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  6. Resultados do 1º Trimestre de 2013
    Crescimento de 27% no Lucro Bruto, com Margem 3,9 p.p. maior

    A Companhia apresentou Receita Líquida de R$ 352,4 milhões no primeiro trimestre de 2013, com crescimento de 11,7% em relação ao 1T12. O efeito da redução no volume de Leite UHT comercializado passa a ser menor a partir desse trimestre e, portanto, os volumes analisados tornam-se comparáveis.

    O Lucro Bruto atingiu R$ 111,0 milhões no 1T13, com Margem Bruta de 31,5% em relação à Receita Líquida. Em comparação ao 1T12, o Lucro foi 27,4% maior e a Margem apresentou ganho de 3,9 p.p.

    Em contrapartida, as Despesas com Vendas e Gerais e Administrativas foram maiores no período, principalmente em função de maiores gastos com marketing e trade marketing, frete e armazenagem e outras despesas, impactando a geração de EBITDA. No 1T13, o EBITDA da Companhia atingiu R$ 13,8 milhões, com Margem de 3,9%. É importante notar que, com as mudanças recentes nas regras de consolidação (IFRS-11), o resultado da subsidiária Dan Vigor (Joint-venture 50:50 com a empresa dinamarquesa Arla Foods, sob a marca Danúbio) passa a ser contabilizado pelo método de equivalência patrimonial (ao invés de Consolidação Proporcional, como anteriormente).

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  7. Companhia encerra 2012 com crescimento de 54% no EBITDA, impulsionado pelo aumento nas vendas de Lácteos

    Lucro Líquido em 2012 foi de R$ 30,7 milhões, revertendo Prejuízo do ano anterior

    A Vigor Alimentos S.A. apresentou EBITDA de R$ 68,0 milhões em 2012, 53,8% maior do que no ano anterior, com margem 1,5 p.p. acima daquela de 2011. A Receita Líquida de R$ 1.330,2 milhões no ano foi 8,2% superior a de 2011. No quarto trimestre, o crescimento foi de 10,1% versus o mesmo período do ano anterior. Se excluída a venda de Leite UHT, o crescimento da Receita Líquida atingiu 11,7% no trimestre e 11,9% no ano.

    O Lucro Bruto apresentou forte crescimento de 26,5% ano contra ano, com Margem Bruta em relação à Receita Líquida de 29,7%, ou 4,3 p.p. acima da Margem de 2011. No 4T12, o Lucro Bruto cresceu 32,0%, apresentando ganho de 5,3 p.p. na Margem.

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  8. A Vigor Alimentos S.A. divulga os resultados do 3T12

    Crescimento de 30% no Lucro Bruto e aumento de 4,0 p.p. na
    Margem Bruta
    A Vigor Alimentos S.A. apresentou EBITDA de R$ 9,7 milhões no terceiro
    trimestre de 2012, valor 22,7% superior ao do mesmo período de 2011.
    Contribuíram para esse resultado uma Receita Líquida de R$ 340,3
    milhões, 4,9% acima dos R$ 324,5 milhões do 3T11, e um forte Lucro
    Bruto no período.
    Excluída a categoria Leite UHT, a Receita Líquida apresentou crescimento
    de 8,1% no período. O Lucro Bruto, por sua vez, cresceu 29,7% na
    comparação trimestral, com Margem Bruta equivalente a 29,1% da
    Receita Líquida, ou 5,6 p.p. acima da Margem do 3T11.
    Destaques do 3º Trimestre de 2012
     Volume comercializado de 92,4 mil toneladas, contra 95,4 mil no 3T11
     Volume sem Leite UHT 2,0% maior – 77,6 vs. 76,0 mil toneladas no 3T11
     Receita Líquida de R$ 340,3 milhões, 4,9% superior a do 3T11
     Receita Líquida sem Leite UHT 8,1% superior a do 3T11
     Lucro Bruto de R$ 99,0 milhões, 29,7% superior ao do 3T11
     Margem Bruta de 29,1%, 5,6 p.p. acima da margem do 3T11
     EBITDA de R$ 9,7 milhões, 22,7% superior ao do 3T11
     Dívida Líquida de R$ 31,9 milhões, 0,44x o EBITDA LTM
     Redução da dívida com pré-pagamento dos Notes

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  9. Vigor Alimentos S.A. (“Companhia”) informa aos seus acionistas e ao mercado em geral que seu Conselho de Administração aprovou, em 06 de setembro de 2012, a outorga de garantia fidejussória das obrigações assumidas por sua subsidiária integral S.A. Fábrica de Produtos Alimentícios Vigor (“Vigor Fábrica”), no âmbito da 1ª emissão, pela Vigor Fábrica, de debêntures simples, em série única, da espécie com garantia real e fidejussória, não conversíveis em ações, no montante total de até R$60.000.000,00 (sessenta milhões de reais) (“Debêntures”), objeto de oferta pública de distribuição com esforços restritos de colocação, nos termos da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) nº 476, de 16 de janeiro de 2009, conforme alterada (“Instrução CVM 476”), a uma remuneração equivalente a 100% da taxa média diária dos depósitos interfinanceiros de um dia, CDI over extra grupo, base 252 (duzentos e cinquenta e dois) dias, calculada e divulgada diariamente pela CETIP S.A. – Mercados Organizados, acrescida de um spread de 2,5% (dois vírgula cinco por cento) ao ano, base 252 (duzentos e cinquenta e dois) dias úteis e com prazo de vencimento de 24 (vinte e quatro) meses a partir da data de sua emissão, qual seja, 28 de setembro de 2012.

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  10. Release de Resultados do 2T12

    O Lucro Líquido no primeiro semestre atingiu R$ 26,7 milhões, 1.662% superior ao resultado do mesmo período de 2011 (R$1,5 milhão).

    O EBITDA da Companhia no 2T12 foi de R$18,6 milhões (5,7% da Receita Líquida), resultado 125% superior com relação ao mesmo período do ano anterior.

    A Vigor Alimentos S.A. atinge EBITDA de R$ 43,4 milhões nos 6 (seis) primeiros meses de 2012, o equivalente a 98,2% do resultado de todo o ano de 2011. Na comparação com o mesmo período de 2011 esse resultado é 148% superior.

    Destaques do 2º Trimestre de 2012
    Lucro líquido – R$ 4,3 milhões, 139% acima do 2T11;
    Volume de vendas – 90.126 toneladas, 3,5% superior ao 2T11;
    Volume de vendas (s/ leite) – 12,3% superior ao 2T11 (75.049 tons);
    Receita Líquida – R$ 324,2 milhões, 9,8% superior ao 2T11;
    Receita Líquida (s/leite) – 14,0% superior ao 2T11 (R$298,6 milhões)
    Margem bruta – 28,4%, 3,7p.p. acima do 2T11;
    LPA – R$ 0,03;
    Dívida líquida Ajustada – R$ 10,9 milhões, 10% abaixo do 1T12;
    Dívida líquida Ajustada / EBITDA – 0,16, 20% menor que no 1T12;

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