JBSS – JBS S.A.

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BMFBovespa: JBSS3

A JBS é a maior empresa em processamento de proteína animal do mundo, atuando nas áreas de alimentos, couro, biodiesel, colágeno e latas. A companhia está presente em todos os continentes, com plataformas de produção e escritórios no Brasil, Argentina, Itália, Austrália, EUA, Uruguai, Paraguai, México, China, Rússia, entre outros países.

Com acesso a 100% dos mercados consumidores, a JBS possui 140 unidades de produção no mundo e mais de 120 mil colaboradores focados no sucesso da companhia, sustentado pelo espírito empreendedor e pelo pioneirismo.

RI: ri@jbs.com.br

Site:  http://www.jbs.com.br/ri

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30 comentários sobre “JBSS – JBS S.A.

  1. O presidente da JBS, Wesley Batista, disse que a reestruturação da companhia, cuja a companhia transferirá ativos para uma nova empresa na Irlanda e com ações listadas na bolsa de Nova York, trará maior acesso ao mercado de capitais no exterior, mas em nada muda o dia a dia operacional. Sobre o IPO da JBS Foods, que começou a caminhar em 2014, Batista disse que não está no radar neste momento. Reportagem do jornal O Estado de S. Paulo revelou ainda que a holding controladora da JBS, a J&F, recebeu R$ 4 bilhões em financiamentos públicos, sendo boa parte, R$ 3,15 bilhões, proveniente da Caixa.

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    • ​JBS (JBSS3): o Departamento do Trabalho dos EUA entrou com uma ação contra a processadora de carne de frango Pilgrim’s Pride, controlada pela companhia brasileira, alegando que a companhia discrimina candidatos negros, brancos e do sexo feminino. Segundo o departamento, a Pilgrim’s estaria violando uma ordem executiva que proíbe contratantes de discriminar candidatos a emprego com base em raça e gênero.

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    • Seara, da JBS, lança plataforma digital sobre frango no Brasil

      A Seara, uma marca da JBS, lançou uma plataforma de conteúdo sobre frango. Semelhante com o Academia da Carne, da Friboi empresa também do grupo, o Hoje tem Frango vai abordar desde curiosidades sobre a ave até receitas do renomado chefe Alex Atala

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  2. JBS (JBSS3): A agência de classificação de risco Standard & Poor’s revisou a perspectiva do rating em escala global da JBS e de sua subsidiária JBS USA de estável para negativa. Segundo a S&P, a companhia brasileira divulgou resultados fracos relativos ao primeiro trimestre em algumas de suas operações, o que junto com perdas em derivativos alterou a expectativa da S&P de que a companhia passasse por uma desalavancagem em 2016. O rating em escala nacional da JBS também foi reafirmado. De acordo com a S&P, a perspectiva negativa reflete a chance de um corte de um grau no rating da companhia, caso resultados fracos ou uma política financeira agressiva pressionem mais sua posição de liquidez.

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  3. JBS (JBSS3): O CEO global do cia afirmou, durante teleconferência com analistas que a companhia espera concluir a reestruturação no quarto trimestre deste ano. Segundo ele, a JBS Foods International deverá ser uma empresa europeia, listada nos Estados Unidos. Ele defendeu que a reestruturação não tem como foco um benefício fiscal. Ontem, a JBS SA anunciou uma reorganização societária, com a criação da JBS Foods International, que será listada na Bolsa de Nova York (Nyse) e na BM&FBovespa, por meio do programa de Brazilian Depositary Receipts (BDR). De acordo com a empresa, todos os negócios fora do Brasil e os da Seara Alimentos serão transferidos para a JBS International.

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  4. 3T14

    Apesar do cenário conjuntural difícil, a JBS apresentou no 3T14 excelente performance comercial, registrando faturamento líquido consolidado de R$ 30,779 bilhões, 27,1% superior comparativamente com o 3T13. A favorável evolução comercial da Companhia foi motivada pelo crescimento das vendas de carne bovina no Brasil, pelo aumento das vendas de carne de frango e de carne suína nos EUA, bom desempenho das operações da Seara e boa evolução comercial nas operações no Mercosul.

    Outro destaque foi o relevante avanço na margem bruta, que saltou do patamar de 12,9% no 3T13 para 18,1% no 3T14, ficando acima das nossas expectativas. O avanço na margem bruta, mesmo diante da forte concorrência, é explicado pelo aumento dos preços médios da carne bovina, pela maior diluição dos custos e pela queda dos custos com a aquisição dos insumos milho e soja. As despesas da atividade como participação no faturamento líquido mostraram acréscimo de 1 p.p. no 3T14, em função dos maiores gastos com propaganda.

    Desta forma, concluímos que a boa evolução comercial aliada com a melhora na margem bruta compensaram o aumento das despesas da atividade, tendo sido determinantes para que a JBS registrasse no 3T14 geração de caixa expressa pelo EBITDA de R$ 3,406 bilhões, 104,5% maior ante o 3T13.

    Por outro lado, no resultado financeiro a JBS apresentou no 3T14 piora, tendo registrado despesa financeira líquida de R$ 979 milhões no 3T14, 11,9% maior na comparação com o 3T13. O pior resultado financeiro é explicado pelo impacto negativo da desvalorização do real frente o dólar sobre os passivos denominados em moeda estrangeira, maiores juros e aumento do endividamento.

    Em 30/09/14 a dívida líquida da JBS atingiu R$ 25,086 bilhões, 4,4% maior ante 31/12/13. Deste total, 49,5% é em moeda estrangeira, sendo que 70% vence apenas de 2016 em diante, o que, em tese, confere tempo para que a companhia gere caixa para honrar compromissos assumidos.

    Desta forma, concluímos que a excelente performance operacional mais do que compensou o pior resultado financeiro, tendo sido determinante para que a JBS encerrasse o 3T14 com lucro líquido de R$ 1,093 bilhão, 397,2% superior quando comparado com o 3T13, o melhor resultado trimestral da JBS, ficando acima de nossas estimativas e das expectativas gerais.

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  5. Resultado 1T14
    LL 70 M -81% x 1T13

     Receita líquida de R$26,4 bilhões, expansão de R$6,9 bilhões, ou 35,3% superior ao 1T13.
     Lucro Bruto de R$3.421,3 milhões, expansão de R$1,4 bilhão, ou 67,9% superior ao 1T13.
     EBITDA consolidado de R$1,75 bilhão, um acréscimo de 99,0% sobre o mesmo período do ano anterior. A margem EBITDA foi de 6,6%.
     A JBS encerrou o 1T14 com uma alavancagem de 3,26x, comparado a 3,70x no 4T13.
     A JBS Foods registrou EBITDA de R$379,8 milhões, com margem de 13,7%.
     A receita líquida foi de R$2.780,0 milhões.
     A unidade de suínos da JBS USA registrou EBITDA de US$82,9 milhões, com margem de 9,2%.
     A receita líquida foi 6,5% maior no 1T14 em relação ao 1T13, atingindo US$896,9 milhões.
     A unidade de frango nos EUA (PPC) registrou uma EBITDA de US$205,2 milhões, com margem de 10,2%.
     A Receita líquida foi de US$2.018,1 milhões, estável em relação ao 1T13.
     A JBS Mercosul registrou EBITDA no trimestre de R$596,1 milhões, com margem de 10,4%.
     A receita líquida foi de R$5.725,3 milhões, aumento de 15,2% em relação ao mesmo período em 2013.

    http://jbss.infoinvest.com.br/ptb/2961/Release%201T14%20FINAL.pdf

    Péssimo resultado, impactado pelo custo do carrego do hedge da Companhia, e pelo imposto de renda e contribuição social no período, que foram de R$139,7 milhões.

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    • Ae vai depender Tetzner da velocidade do crescimento. Se as margens sao baixas mas a empresa cresce a taxas altas tanto em receita quanto em lucro, otimo. Agora se sobe as receitas mas o lucro nao segue a mesma proporcao nao vejo vantagem. A palavra chave e o crescimento.

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      • Ricardo
        tem muita empresa “pavão”
        adora mostrar números de crescimento, exibir o potencial, atrair o investidor
        mas não passa disso, de exibição
        outra não, tem essa vertente positiva e não fazem muito alarde
        o produto é bom, tem mercado, as sinergias entram em campo e o lucro cresce exponencial quando a estratégia da resultados

        mas outra coisa que chama muito a atenção são empresas que conseguem manter esse crescimento robusto, margens que já eram pujantes, ficam ainda mais atrativas mesmo quando não faltam concorrentes no seguimento
        porque não investir só nessas empresas consagradas? porque arriscar?

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      • tenho terror de frigorifico e margem liquida baixa. os dois juntos entao, me apavoram…rs

        a unica com margem baixa que mexe comigo de vez em quando é UGPA, mas falta uma “coisa” ainda pra me conquistar.

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  6. Aos Acionistas atenção … se não cuida do $$ em casa, vai cuidar fora dela? rs

    Jornalista baiana irrita colega e marido com entrevista “ostentação”

    Exposição de Ticiana teria desagradado ao próprio marido
    A jornalista baiana Ticiana Villas Boas está recebendo críticas depois de uma entrevista que deu para a revista Veja em que fala sobre sua vida pessoal e a riqueza com que vive ao lado do marido, o empresário Joesley Batista, o bilionário dono da Friboi. Ticiana chega a dizer que não sabe o preço da gasolina porque o motorista é quem abastece seu carro.
    Além de críticas por mostrar a desinformação e ostentação, a exposição de Ticiana teria desagradado ao próprio marido. Ele se irritou também em ver uma lista com parte dos seus bens, como uma casa em Nova York, outra em Angra dos Reis, um jato Legacy avaliado em 25 milhões de dólares, segundo a colunista Fabíola Reipert, que a chamou de “jornalista que imitou Val Marchiori”, em referência à socialite de “Mulheres Ricas”.

    Já o colunista Léo Dias, de O Dia, diz que as falas de Ticiana irritaram seu colega de bancada, o jornalista Ricardo Boechat. Ele estaria fazendo campanha para que a baiana fosse substituída por Ana Paula Padrão, que está sem contrato e pode voltar à Band.
    O problema é que a saída poderia gerar perda de anunciantes na Band. Além da Friboi, Joesley é dono da Neutrox, Seara e dos sabonetes Francis.
    Algumas das frases de Ticiana:

    “É bom ter dinheiro, não fazer conta, sair para jantar a hora que quiser no restaurante que quiser, poder reformar sempre a casa, ter funcionário na casa.
    Eu chego em casa, meu carro já está abastecido, meu motorista faz isso. Outro dia me perguntei quanto era o litro da gasolina. Não sabia.
    Eu poderia comprar uma bolsa toda hora, toda semana, mas eu não faço, eu me coloco limite sobre isso.
    Eu nunca conversei com o Joesley sobre coisas de casa, qual o limite de gastar aqui. Eu na época da faculdade e eu aqui, eu sou cara, gasto muito mais
    Poderia ter sido mais discreta, né?”

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  7. Resultados do Trimestre “4T13 e 2013″
    LL R$ 141 M +112% x 4T12 / LL R$ 926 M +29% x 2012

    Receita líquida de R$27,2 bilhões, expansão de R$5,4 bilhões, ou 24,6% superior ao 4T12, sendo que desse valor, 54% foi crescimento orgânico.
    EBITDA consolidado de R$1.873,5 milhão, um acréscimo de 60,0% sobre o mesmo período do ano anterior. A margem EBITDA foi de 6,9%.
    Ao anualizar o EBITDA do 4T13, que inclui o resultado da unidade de negócios JBS Foods, a alavancagem encerrou o período
    em 3,17x.
    Considerando toda a dívida assumida da Seara e apenas um trimestre de EBITDA, a JBS encerrou o ano com uma alavancagem
    LTM de 3,70x.
    A JBS encerrou o ano com Lucro Líquido de R$926,9 milhões, 28,9% superior a 2012 e equivalente a R$323,32 por lote de mil ações.

    http://jbss.infoinvest.com.br/ptb/2866/Press%20Release%204T13.pdf

    Excelente Resultado, aumento considerável nas receitas em todas as unidades de negócios, e forte atuação em investimentos em novas aquisições são os principais destaques.

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  8. Concessão do Registro da Oferta Pública Voluntária de Aquisição de Ações Ordinárias de Emissão da Vigor Alimentos S.A.

    A Vigor Alimentos S.A. (“Vigor”) e a JBS S.A. (“JBS”), nos termos da Lei n° 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada, e da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) n° 358, de 3 de janeiro de 2002, conforme alterada, vêm informar aos seus acionistas e ao mercado em geral que foi concedido pela CVM, em 18 de dezembro de 2013, o registro da oferta pública de aquisição, pela FB Participações S.A., controladora da Vigor e da JBS, de ações ordinárias de emissão da Vigor mediante permuta por ações ordinárias de emissão da JBS, nos termos da Instrução da CVM n° 361, de 5 de março de 2002, conforme alterada (“Instrução CVM 361” e “OPA”), em função da aprovação pelo colegiado da CVM da dispensa de requisito de registro aplicável à OPA, em reunião realizada em 17 de dezembro de 2013.

    Com isto, o edital da OPA (“Edital”) será publicado dentro do prazo estabelecido pela Instrução CVM 361, e conterá todos os termos e condições da OPA.

    A Vigor recomenda aos seus acionistas a leitura do Edital e do Formulário de Referência da JBS para análise da OPA, documentos que estão disponíveis nos websites da CVM e da BM&FBOVESPA.

    A Vigor e a JBS informam que manterão os seus acionistas e o mercado informados sobre a evolução da OPA.

    São Paulo, 19 de dezembro de 2013.

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  9. Resultado 3T13
    LL 219,8M -40,1% x 3T12

    -> Receita líquida de R$24,2 bilhões, expansão de R$4,9 bilhões, ou 25,1% superior ao 3T12, dos quais 87,6% advém de crescimento orgânico.
    -> EBITDA consolidado de R$1.709,7 milhões, um acréscimo de 24,0% sobre 3T12. A margem EBITDA foi de 7,1%, estável em relação ao 3T12.
    -> Lucro líquido de R$219,8 milhões.
    -> Geração de caixa livre de R$806,9 milhões.
    -> Geração de caixa operacional de R$1.241,0 milhões.
    -> JBS encerrou o trimestre com R$7,8 bilhões em caixa.
    -> A Alavancagem excluindo a dívida assumida na aquisição da Seara foi de 2,96x, conforme indicado pela Companhia.
    -> A Alavancagem encerrou o período em 4,03x considerando a totalidade das dívidas assumidas na aquisição da
    Seara e sem considerar o EBITDA da companhia adquirida.

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  10. Resultados do 1T13

    JBS S.A. (Bovespa: JBSS3) São Paulo, 14 de maio de 2013
     A receita líquida atingiu R$19,5 bilhões no trimestre, expansão de R$3,5 bilhões, ou 22,0% superior ao 1T12.
     O EBITDA foi de R$879,4 milhões, um acréscimo de 26,3% em relação ao mesmo trimestre de 2012. A margem EBITDA foi de 4,5%.
     A operação da JBS Mercosul obteve R$4,97 bilhões em receita líquida, 29,8% superior ao
    1T12. O EBITDA apresentou crescimento de 10,4% sobre o mesmo período e foi de R$561,7
    milhões.
     A unidade de frangos nos EUA (PPC) totalizou US$2,0 bilhões em receita líquida, 7,8% acima do 1T12. O EBITDA foi de US$117,7 milhões no 1T13, incremento de 13,2% em relação ao primeiro trimestre do ano anterior.
     O lucro líquido ajustado no período foi de R$374,5 milhões, desconsiderando a parcela do imposto de renda diferido, que se refere ao ágio gerado na controladora. O lucro líquido reportado no período foi de R$227,9 milhões, R$0,08 por ação.
     A geração de caixa operacional no trimestre foi de R$58,6 milhões.
     A Companhia encerrou o trimestre com R$5,5 bilhões em caixa, equivalente a 93,5% da dívida de curto prazo.
     Alavancagem (dívida líquida/EBITDA) encerrou o período em 3,4x.

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  11. Resultados do 4T12 e 2012

    Receita Líquida de R$76 bilhões em 2012, expansão de R$14 bilhões,
    22,5%, em relação a 2011
    EBITDA de R$4,4 bilhões, 40,0% superior a 2011
    Lucro líquido ajustado de R$1,26 bilhão
    Dividendos propostos de R$170,7 milhões em 2012
    Geração de caixa operacional de R$1,5 bilhão

    Destaques de 2012
     A receita líquida atingiu R$75,7 bilhões em 2012, expansão de R$13,9 bilhões, ou 22,5% superior a 2011.
     O EBITDA foi de R$4,4 bilhões, um acréscimo de 40,0% em relação a 2011 e a margem EBITDA foi de 5,8%.
    A operação da JBS Mercosul obteve R$18,0 bilhões em receita líquida, 20,7% superior a 2011. O EBITDA apresentou crescimento de 54,6% sobre o mesmo período.
    A unidade de frangos nos EUA (PPC) totalizou US$8,1 bilhões em receita líquida, 7,8% acima do ano de 2011. O EBITDA foi de US$402,6 milhões em 2012, revertendo o resultado negativo de US$147,0 milhões no ano anterior.
     O lucro líquido ajustado em 2012 foi de R$1,26 bilhão, desconsiderando a parcela do imposto de renda diferido passivo, que se refere ao ágio gerado na controladora. O lucro líquido reportado no período foi de R$718,9 milhões, R$0,25 por ação.
     A geração de caixa operacional no ano foi de R$1,5 bilhão.
     A Companhia encerrou o ano de 2012 com R$5,4 bilhões em caixa, equivalente a 90% da dívida de curto prazo.
     Alavancagem (dívida líquida/EBITDA) de 3,4x ao final de 2012, reduzindo de 4,3x no 2T12 e de 3,7x no 3T12.

    Destaques do 4T12
     A receita líquida consolidada alcançou R$21,9 bilhões, 29,0% superior ao 4T11.
     O EBITDA foi de R$1,2 bilhão, um aumento de 24,5% sobre o 4T11. A margem EBITDA foi de 5,4%.
     A geração de caixa operacional no trimestre foi de R$795,9 milhões
     A geração de caixa livre (após investimentos) foi de R$305,4 milhões.
     O lucro líquido ajustado no 4T12 foi de R$310,4 milhões, desconsiderando a parcela do imposto de renda diferido passivo que se refere ao ágio gerado na controladora. O lucro líquido reportado no período foi de R$66,4 milhões.

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  12. Destaques do 3T12
     Receita Líquida atingiu R$19,4 bilhões, aumento de 24,4% sobre o 3T11
     EBITDA consolidado do 3T12 bateu recorde e alcançou R$1,38 bilhão
     Margem EBITDA consolidada de 7,1%
     Lucro Líquido Ajustado de R$495,4 milhões
     Geração de Caixa Operacional de R$630 milhões
     Geração de Caixa Livre de R$156,9 milhões
     A alavancagem apresentou melhora significativa e encerrou o trimestre
    em 3,68x
    Destaques dos 9M12
     Receita Líquida atingiu R$53,8 bilhões, aumento de 20,0% em relação
    aos 9M11
     EBITDA consolidado foi de R$3,24 bilhões, aumento de 46,6% em
    comparação ao mesmo período de 2011
     Margem EBITDA foi de 6,0% no acumulado do ano
     Lucro líquido ajustado alcançou R$948,6 milhões

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  13. JBS USA assume operações da XL Foods no Canadá

    A JBS S.A. (“Companhia”) comunica a seus acionistas e ao mercado em geral que sua subsidiária JBS USA assinou em 17 de outubro um acordo para administrar e operar ativos da XL Foods no Canadá. Esse acordo prevê ainda a opção de compra desses ativos e também dos ativos que a XL Foods possui nos Estados Unidos. As unidades americanas, no entanto, continuarão a ser administradas pela XL Foods, até o fim da opção de compra.

    No Canadá, a JBS USA passa a administrar na província de Alberta uma unidade frigorífica, com capacidade total para processar 4,0 mil bovinos por dia.

    Como parte do acordo, a JBS USA negociou a opção exclusiva de compra dos seguintes ativos:

    – 1 frigorífico em Brooks (Alberta/Canadá), com capacidade para processar 4,0 mil cabeças/dia;
    – 1 frigorífico em Calgary (Alberta/Canadá), com capacidade para processar 1,0 mil cabeças/dia;
    – 1 confinamento em Brooks (Alberta/Canadá), com capacidade estática para 70 mil cabeças de gado;
    – 1 propriedade rural, integrada ao confinamento, com área total de 6,6 mil acres;
    – 1 frigorífico em Omaha (Nebraska/EUA), com capacidade para processar 1,2 mil cabeças/dia;
    – 1 frigorífico em Nampa (Idaho/EUA), com capacidade para processar 1,0 mil cabeças/dia.

    No caso de ser exercida a opção de compra destes ativos canadenses e americanos, a JBS concorda em pagar um total de US$ 100 milhões, sendo 50% em ações da Companhia e 50% em dinheiro. O acordo assinado não prevê a assunção de nenhum tipo de dívida ou passivos da XL Foods por parte da JBS.

    A companhia manterá o mercado informado sobre o andamento desse processo.

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  14. Resultados 2T12

    A receita líquida atingiu R$18,5 bilhões no período, 26,3% superior ao 2T11.

    O EBITDA consolidado foi de R$1.012,8 milhões que representa um crescimento de 72,3% em relação ao 2T11. A margem EBITDA foi de 5,5%.

    JBS Mercosul foi destaque no trimestre e obteve R$4.317,7 milhões em receita líquida, 19,4% superior ao 2T11. O EBITDA apresentou crescimento de 47,3% sobre o mesmo período e foi de R$630,3 milhões com margem EBITDA de 14,6%.

    A unidade de Frangos nos EUA (Pilgrim’s Pride Corporation) apresentou receita líquida de US$2,0 bilhões e EBITDA de US$125,7 milhões no período, revertendo o resultado negativo apresentado no 2T11.

    O lucro líquido ajustado foi de R$212,9 milhões, desconsiderando o imposto de renda diferido passivo, gerado pela realização do ágio (este imposto de renda só provoca desembolso caso a Companhia venda o investimento que originou o ágio).

    O lucro líquido consolidado reportado no período foi de R$169,5 milhões. A Companhia encerrou o trimestre com R$5,475 bilhões em caixa, superior à 110% da dívida de curto prazo.

    DESTAQUES DO 1S12
    A receita líquida totalizou no semestre R$34,5 bilhões, 17,7% superior ao 1S11.
    O EBITDA consolidado no 1S12 foi de R$1.709,3 milhões o que representa uma elevação de 20,1% em relação ao 1S11. A margem EBITDA no semestre foi de 5,0%.
    O lucro líquido ajustado acumulado no 1S12 foi de R$453,2 milhões, desconsiderando o imposto de renda diferido passivo, gerado pela realização do ágio. O lucro líquido consolidado reportado no semestre foi de R$285,6 milhões.

    Eventos Estratégicos no 2T12
    Início das operações das unidades de aves no Brasil por meio do aluguel dos ativos da Frangosul, com capacidade de abate de 1,1 milhão de aves/dia.
    Início das operações das novas unidades de bovinos no Brasil com incremento de capacidade de processamento em torno de 8 mil cabeças/dia.
    Listagem independente da Vigor através da conclusão da Oferta Pública Voluntária de Aquisição de Ações da JBS mediante Permuta por Ações da Vigor.

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