CSNA – CIA SIDERURGICA NACIONAL

CSNA3

BMFBovespa: CSNA3

Empresa de capital aberto, com ações negociadas nas Bolsas de Valores de São Paulo (BM&FBOVESPA) e de Nova Iorque (NYSE) e com mais de vinte mil colaboradores, a CSN é uma empresa altamente integrada, com negócios em siderurgia, mineração, cimento, logística e energia.

A Companhia atua em toda a cadeia produtiva do aço, desde a extração do minério de ferro, até a produção e comercialização de uma diversificada linha de produtos siderúrgicos de alto valor agregado, incluindo aços planos revestidos galvanizados e folhas metálicas. O sistema integrado de produção, aliado à qualidade de gestão, faz com que a CSN tenha um dos mais baixos custos de produção da siderurgia mundial.

O aço da CSN está presente em diversos segmentos da indústria, entre os quais: Automotivo, Construção Civil, Embalagens, Linha Branca e OEM. As vendas de aço da Companhia concentram-se no mercado doméstico.

Em janeiro de 2012 a CSN ingressou no segmento de aços longos, com a aquisição da Stahlwerk Thüringen GmbH (SWT), uma produtora de perfis de aço na Alemanha, com produção anual de 1,0 milhão de toneladas.

A partir de 2007, a CSN, com sua controlada em conjunto NAMISA, passou a comercializar minério de ferro no mercado transoceânico. A CSN administra ainda dois terminais portuários em Itaguaí (RJ), o Tecar, por onde é embarcado o minério de ferro para o mercado transoceânico e o terminal de contêineres, Sepetiba Tecon. Com a expansão da mina de Casa de Pedra, a CSN vem firmando sua posição como um importante player no mercado de minério de ferro sendo, em conjunto com a NAMISA, o segundo maior produtor nacional.

A complementaridade da indústria cimenteira com a siderurgia levou a CSN a ingressar, a partir de 2009, no mercado de cimento, agregando valor à escória gerada em sua produção de aço bruto.

A Companhia é uma das maiores consumidoras industriais de energia elétrica do país e vem investindo desde 1999 em projetos e ativos de geração de energia elétrica, visando garantir sua autossuficiência. A capacidade de geração média de 428 MW da CSN atende a necessidade total de energia elétrica do grupo.

RI: invrel@csn.com.br

Site: http://www.csn.com.br/ri

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16 comentários sobre “CSNA – CIA SIDERURGICA NACIONAL

  1. A CSN afirmou “estar muito preocupada” com o tratamento considerado por ela “raso” dado à questão do aumento em número e valor de contratos do Grupo Nippon Steel com a Usiminas, de menos de R$ 4 bilhões declarados em 2011 para R$ 20 bilhões em 2014, como consta no respectivo formulário de referência. Na nota publicada em jornais, hoje, para “restabelecer a verdade e cobrar esclarecimentos”, a CSN lembra que é a maior acionista brasileira da Usiminas e que o grupo japonês “insiste em negar informações públicas”. Isso após a Nippon ter publicado na segunda-feira carta alegando que a concorrente tem conduzido campanha em jornais e em outros veículos de mídia “espalhando diversas críticas infundadas” contra a Nippon Steel & Sumitomo Metal Corporation”. “Ignorando a posição do Cade, que rejeitou quaisquer inconformidades com os contratos entre NSSMC e Usiminas, a CSN insiste em indicar, de maneira enganosa, que o valor agregado dos contratos entre Usiminas e NSSMC teria aumentado de R$ 2 bilhões em 2012 (antes da entrada da Ternium) para mais de R$ 20 bilhões em 2014 (após a entrada da Ternium)”, dizia a Nippon. Sobre a menção ao Cade, a CSN rebate que o grupo Nippon Steel tenta “enredar terceiros de reputação ilibada em seu ardil”, pois em sua visão seria “inverídico e impossível”, “haja vista que tal análise sequer se encontra na sua seara de competência.” Também a CSN diz que não há em atas de reunião de conselho de administração da Usiminas, registradas na Jucemg, notícia de que esses contratos tenham sido aprovados pelo colegiado, como manda o estatuto da siderúrgica mineira. “Disso se conclui que, ou as atas não foram registradas, como manda a lei, ou os contratos nunca foram aprovados.” Na nota, a CSN volta a questionar a necessidade do aumento de capital, no valor de R$ 1 bilhão, “quando o próprio Grupo NSC reconhece que há recursos suficientes na controlada Mineração Usiminas SA (Musa)”, em torno de R$ 1,3 bilhão, “que não foram disponibilizados à Usiminas por oposição do Grupo NSC, que prefere que o financiamento da Usiminas se dê da forma mais gravosa aos seus minoritários, muitos dos quais foram diluídos nesse último aumento de capital.”

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  2. CSN (CSNA3): O Ebitda ajustado da cia referente ao 1T16, de R$ 733 milhões, ficou em linha com a média das projeções de quatro instituições financeiras consultadas pela Agencia Estado (BTG Pactual, Goldman Sachs, Itaú BBA e UBS), que esperavam R$ 747,5 milhões. Para a última linha do balanço não houve consenso. Das quatro casas consultadas, três esperavam prejuízo, sendo a mais pessimista previsão de perdas em R$ 694 milhões. Com isso, o prejuízo da CSN, de R$ 831 milhões no primeiro trimestre, veio pior que a estimativa mais pessimista do mercado.

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    • CSN (CSNA3): A CSN informou que subscreveu 35.766.351 de ações ordinárias no aumento de capital da Usiminas, em um total de R$178,8 milhões. Assembleia de acionistas da Usiminas aprovou, em abril, aumento de capital de R$1 bilhão, a ser feito por meio de emissão de 200 milhões de novas ações ordinárias

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  3. CSN inicia demissões em usina de Volta Redonda, diz Força Sindical
    Folha SP
    A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) se prepara para desligar o alto forno 2 da usina Presidente Vargas, em Volta Redonda (RJ), e já iniciou as primeiras demissões de funcionários no sul fluminense, informou o presidente da Força Sindical, Miguel Torres. A informação havia sido adiantada pela Folha em dezembro.

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  4. Companhia divulgou em 30/12/2014, após o encerramento do mercado, que seu Conselho de Administração aprovou a realização de um Programa de Recompra de Ações, para permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento, visando geração de valor ao acionista. O programa consistirá na aquisição de até 34.611.155 ações, correspondentes a 5,5% do total de ações em circulação – 631.610.554. O prazo para a operação será entre 31 de dezembro de 2014 e 31 de março de 2015. Adicionalmente, a empresa anunciou a distribuição de dividendos no montante de R$ 0,202358522 por ação. As ações ficam ex-dividendos a partir de hoje (02/01/2015) e o pagamento ocorrerá em 15 de janeiro de 2015.

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  5. NOVO PROGRAMA DE RECOMPRA DE AÇÕES.

    Fato Relevante
    Programa de Recompra de Ações
    São Paulo, 18 de julho de 2014 – O Conselho de Administração da COMPANHIA SIDERÚRGICA NACIONAL autorizou, nesta data, a abertura de um novo programa de recompra de ações de emissão da própria Companhia (“Programa de Recompra”), para permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento.

    O Programa de Recompra deverá observar os seguintes limites e condições, em conformidade com o disposto nas Instruções CVM nº 10/80 e 358/2002:

    I- Objetivo da Companhia na operação: maximizar a geração de valor para o acionista por meio de uma administração eficiente da estrutura de capital.

    II – Quantidade de Ações a serem adquiridas: até 64.205.661 ações.

    III – Prazo para a realização das operações autorizadas: entre os dias 18 de julho de 2014 e 18 de agosto de 2014, inclusive.

    IV – Quantidade de Ações em Circulação no Mercado: 642.056.615 ações.

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  6. Resultado 4T13 e 2013
    LL -487MM -250% x 4T12 // LL2013 534MM +220% x 2012

    A receita líquida de R$17,3 bilhões em 2013 é recorde da Companhia, sendo 14% superior àquela do ano
    anterior. No 4T13 a receita líquida de R$4,9 bilhões também é recorde, com crescimento de 6% em relação à
    registrada no 3T13.
     A receita líquida da siderurgia atingiu o recorde de R$12,4 bilhões no ano de 2013, crescimento de 15% sobre o
    ano de 2012;
     As vendas de aço no ano de 2013 atingiram o recorde de 6,1 milhões de toneladas, crescimento de 5% em
    relação ao ano de 2012. No mercado interno as vendas de aço de 4,7 milhões de toneladas também são
    recordes, superando em 3% as vendas de 2012;
     A receita líquida da mineração no 4T13 atingiu o recorde de R$1,9 bilhão, aumento de 17% em relação ao 3T13;
     As vendas de 7,8 milhões de toneladas de minério de ferro no 4T13 superaram em 2% o volume comercializado
    no 3T13. O volume de minério de ferro embarcado pelo Tecar, no Porto de Itaguaí, registrou o recorde de 8,9
    milhões de toneladas no 4T13, um aumento de 8% sobre o volume embarcado no trimestre anterior;
     O EBITDA ajustado do 4T13 atingiu R$1,8 bilhão, um crescimento de 6% frente ao R$1,7 bilhão registrado no
    3T13, principalmente pela contribuição do segmento de mineração;
     A margem EBITDA consolidada do 4T13 atingiu 32%, maior margem trimestral desde o 4T11;
     A CSN e a Namisa aderiram ao programa de recuperação fiscal (REFIS), o que impactou o resultado consolidado
    em R$937 milhões. Excluindo-se este efeito, a CSN teria registrado um lucro líquido consolidado de R$450
    milhões no 4T13;

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  7. Resultados 3T13
    LL R$ 503 M +216% x 3T12

    CSN ATINGE RECEITA LÍQUIDA RECORDE NOS SEGMENTOS DE SIDERURGIA E MINERAÇÃO NO 3T13

    A empresa anunciou lucro líquido de R$ 499,7 M no 3T13, uma variação de 1,1% em relação ao segundo trimestre de 2013 e aumento de 194,4% em relação ao 3T12. A receita líquida somou R$ 3,7 B no 3° trimestre de 2013, 13,5% superior que o 2T13, que foi de R$ 3,3 B. No mesmo período do ano anterior, a receita líquida havia atingido o valor de R$ 2,8 B.

    A margem bruta atingiu 29,6% neste trimestre contra 26,5% no 2° trimestre de 2013 e 22,2% no mesmo período do ano passado. Já a margem líquida ficou em 13,4% no terceiro trimestre de 2013 contra 15,0% no trimestre ligeiramente anterior.

    Os ativos totais registraram o saldo de R$ 48,4 B, aumento de 2,7% em relação ao saldo no 3° trimestre de 2012. O patrimônio líquido atingiu a soma de R$ 8,5 B no 3T13, o que representou uma variação de 5,9% em relação ao saldo no terceiro trimestre de 2012.

    Nestes três meses, a ação oscilou 63,6% contra 10,3% do Ibovespa, enquanto que o valor de mercado alcançou R$ 13,4 B contra R$ 14,8 B no 3T12.

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  8. CSN ATINGE RECEITA LÍQUIDA RECORDE DE R$16,9 BILHÕES EM 2012
    VOLUME DE AÇO VENDIDO NO ANO FOI DE 5,8 MILHÕES DE TONELADAS, 19% MAIOR QUE 2011
    São Paulo, 28 de março de 2013
    A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) (BM&FBOVESPA: CSNA3) (NYSE: SID) divulga seus resultados do quarto trimestre de 2012 (4T12) e do ano de 2012 em Reais, sendo suas demonstrações financeiras consolidadas apresentadas em conformidade com as normas internacionais de contabilidade (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), também de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e plenamente convergentes com as normas internacionais de contabilidade, emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e referenciadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), conforme Instrução CVM nº 485 de 01/09/2010. Os comentários abordam os resultados consolidados da Companhia e as comparações são relativas ao terceiro trimestre de 2012 (3T12) e ao ano de 2011, exceto quando especificado de outra forma. A cotação do dólar em 28 de dezembro de 2012 era de R$2,044.
     A receita líquida consolidada da CSN atingiu o recorde de R$16,9 bilhões em 2012, com destaque para o 4T12 onde atingiu R$4,6 bilhões, recorde trimestral;
     A receita líquida do segmento de siderurgia atingiu o recorde de R$10,8 bilhões em 2012, com volume vendido recorde de 5,8 milhões de toneladas, com forte ênfase para as vendas no mercado interno;
     Em 2012 o capital de giro alocado aos negócios da Companhia foi inferior em R$806 milhões,
    principalmente pela melhor gestão dos pagamentos e dos estoques, trazendo uma redução de 34 dias no ciclo financeiro;
     Em 2012 os investimentos realizados pela CSN totalizaram R$3,1 bilhões;
     A CSN terminou o ano de 2012 com disponibilidades de R$14,4 bilhões.

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  9. VOLUME DE AÇO COMERCIALIZADO PELA CSN BATE RECORDE E ATINGE 1,6 MILHÃO DE TONELADAS NO 3T12
    São Paulo, 31 de outubro de 2012

    No 3T12, o lucro líquido registrado pela Companhia totalizou R$159 milhões, frente a um prejuízo de R$1,0 bilhão no 2T12, quando houve o impacto da reclassificação contábil descrita em “Outras Receitas e Despesas”.

    O EBITDA ajustado do 3T12 de R$1.076 milhões apresentou redução de 4% em relação aos R$1.120 milhões registrados no 2T12, basicamente pelos menores preços de minério de ferro, parcialmente compensados pelas maiores vendas de aço. Já a margem EBITDA ajustada do 3T12 atingiu 25%, uma
    redução de 2 p.p. em relação àquela registrada no 2T12.

    A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) (BM&FBOVESPA: CSNA3) (NYSE: SID) divulga seus resultados do terceirotrimestre de 2012 (3T12) em Reais, sendo suas demonstrações financeiras consolidadas apresentadas em conformidade com as normas internacionais de contabilidade (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), também de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e plenamente convergentes com as normas internacionais de contabilidade, emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e referenciadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), conforme Instrução CVM nº 485 de 01/09/2010. Os comentários abordam os resultados consolidados da Companhia e as comparações são relativas ao segundo trimestre de 2012 (2T12) e ao terceiro trimestre de 2011 (3T11), exceto quando especificado de outra forma. A cotação do dólar em 28 de setembro de 2012 era de R$2,031.

     A receita líquida total de R$4,3 bilhões no 3T12 superou em 3% a registrada no 2T12, sendo que no mercado interno, o crescimento da receita líquida foi de 14%;
     O volume de aço comercializado no 3T12 atingiu o recorde de 1,6 milhão de toneladas, 13% acima do volume vendido no 2T12 e 35% superior ao 3T11. Nos 9M12 o volume de aço comercializado de 4,3 milhões de toneladas foi 17% superior ao verificado no mesmo período do ano anterior;
     No mercado interno o volume de aço comercializado no 3T12 atingiu o recorde de 1,3 milhão de toneladas, 21% acima do volume vendido no 2T12 e 24% superior ao 3T11. Nos 9M12 o volume comercializado no mercado interno de 3,3 milhões de toneladas cresceu 5% em relação aos 9M11.

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  10. RESULTADOS 2T12

    No 2T12, a Companhia registrou um prejuízo de R$1,0 bilhão, basicamente em função da reclassificação contábil descrita em “Outras Receitas e Despesas”. Se desconsiderarmos a influência dessa reclassificação contábil, que não afeta o caixa, o lucro teria sido de R$551 milhões.

    No 2T12, os investimentos realizados pela Companhia totalizaram R$775 milhões, dos quais R$365 milhões foram investidos em suas controladas ou controladas em conjunto.

    No 2T12, o resultado financeiro líquido consolidado foi negativo em R$318 milhões

    No 2T12, as despesas com vendas, gerais e administrativas somaram R$327 milhões, um aumento de 4% em relação ao 1T12, em função, principalmente, do aumento das provisões administrativas.

    Em “Outras Receitas e Despesas”, a Companhia registrou um resultado negativo de R$2.283 milhões no 2T12, frente a um resultado negativo de R$112 milhões no 1T12, principalmente devido à reclassificação das perdas acumuladas em seus investimentos em ações ordinárias (USIM3) e preferenciais (USIM5) da Usiminas, anteriormente registradas em outros resultados abrangentes no patrimônio líquido, no valor de R$1.599 milhões líquido de impostos, para o resultado do exercício, sendo registrado o montante de R$2.023 milhões em outras despesas operacionais e R$423 milhões em impostos diferidos.

    Esta reclassificação contábil não tem impacto no fluxo de caixa da Companhia.

    No 2T12, o custo consolidado dos produtos vendidos atingiu R$2.981 milhões, 8% superior ao CPV do 1T12, em função, basicamente, do maior volume vendido pelo segmento de siderurgia, compensado parcialmente pelo menor volume vendido do segmento de mineração.

    No 2T12, a CSN apresentou receita líquida consolidada de R$4.137 milhões, um crescimento de 6% em relação à registrada no 1T12. Este desempenho reflete, principalmente, o aumento da receita do segmento de siderurgia, através da SWT, subsidiária na Alemanha, que teve consolidação dos resultados integrais no 2T12, o que acabou representando crescimento no volume vendido.

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