PDGR – PDG REALTY S.A. EMPREEND E PARTICIPACOES

PDGR3

BMFBovespa: PDGR3

A PDG nasceu em 2003 como uma área focada no ramo imobiliário em um banco de investimentos. Em 2006, tornou-se uma unidade de negócios independente. Com a abertura de capital em janeiro de 2007 e com o forte crescimento do mercado imobiliário brasileiro, ela adquiriu três grandes empresas: a Goldfarb, uma das maiores incorporadoras e construtoras focadas no segmento econômico do Brasil, a CHL, uma das construtoras e incorporadoras mais respeitadas do Rio de Janeiro e, posteriormente, em 2010, a AGRE, com capilaridade expressiva e forte presença em São Paulo e nas regiões Norte e Nordeste do país.

Foi assim que a PDG tornou-se a líder do mercado brasileiro, presente em 14 estados, além do Distrito Federal, e mais de 70 cidades.

Hoje, ela é a única empresa imobiliária com capital 100% pulverizado e tem a maior participação do setor dentro do IBOVESPA. Nesses anos, ela já entregou mais de 90 mil unidades.

A PDG desenvolve projetos para diversos segmentos e diferentes públicos, atuando em todo o processo: na incorporação, na construção e nas vendas de empreendimentos residenciais, comerciais e loteamentos. Mas a sua principal missão é construir uma relação de confiança com seus clientes.

Confiança que se constrói a cada dia, respeitando compromissos, cumprindo o prometido, garantindo sempre a qualidade dos seus empreendimentos e a sua solidez financeira.

RI: ri@pdg.com.br

Site: http://www.pdg.com.br/ri

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23 comentários sobre “PDGR – PDG REALTY S.A. EMPREEND E PARTICIPACOES

  1. PDG Realt divulga resultados do 3T16

    A PDG publicou seu terceiro prejuízo trimestral do ano. Depois dos R$ 410 milhões do 1T16 e dos R$ 740 milhões do 2T16, contabilizou R$ 1.740 milhões no 3T16. A administração da companhia afirma que ela enfrenta dificuldades crescentes em seus empreendimentos imobiliários devido à necessidade de normalização das linhas de financiamento à produção já contratadas e esclareceu que não há decisão quanto às providências a serem tomadas caso não seja possível regularizar tais financiamentos no curto prazo. A nosso ver a recuperação judicial é inevitável.

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  2. PDG (PDGR3): A incorporadora concluiu a renegociação de aproximadamente R$ 4,0 bilhões de dívidas com os cinco principais credores. Esse valor corresponde a 74% da dívida bruta da companhia atualizada até o fim de junho. ​A PDG terminou ontem a renegociação da totalidade da dívida corporativa de R$ 2,9 bilhões contraída junto aos bancos Bradesco, Itaú Unibanco, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Votorantim. Desse montante, R$ 2,3 bilhões faziam parte do memorando de entendimentos já comunicado ao mercado em maio envolvendo os primeiros quatro bancos citados acima. Além disso, a companhia formalizou um acordo com o Banco Votorantim para reestruturação das Notas Promissórias no valor de R$ 565 milhões. “A reestruturação dos contratos de dívida corporativa envolveu diferentes operações financeiras junto aos principais credores e visa principalmente estabilizar o fluxo de caixa da companhia”, afirmou ​o Diretor Financeiro da PDG.

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  3. Comunicado ao Mercado

    São Paulo, 30 de junho de 2016 – A PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações (BM&FBovespa: PDGR3), sociedade por ações de capital aberto, com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Dr. Cardoso de Melo, nº 1995, 10º andar, Vila Olímpia, CEP: 04548-005, inscrita no CNPJ/MF sob n.º 02.950.811/0001-89, registrada na Comissão de Valores Mobiliários como companhia aberta categoria “A” sob o código 20478 (“Companhia”), em complemento ao Comunicado ao Mercado divulgado pela a Companhia em 04 de maio de 2016 (“Comunicado ao Mercado”), comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral, o quanto segue:

    Nesta data, tendo em vista a verificação das condições precedentes constantes do “Contrato de Compra e Venda de Participação Societária e Outras Avenças” (“Contrato”), celebrado entre a Companhia e a LDI Desenvolvimento Imobiliário S.A. (“LDI”), foi concluída a compra e venda para a LDI da totalidade da participação que a Companhia detinha na REP Real Estate Partners – Desenvolvimento Imobiliário S.A. (“REP”), correspondente a 58,10% (cinquenta e oito vírgula dez por cento) do seu capital social total e votante (“Operação”).

    Conforme informado no Comunicado ao Mercado, em contraprestação pela alienação da participação da Companhia no capital social da REP, a LDI entregou à Companhia 26 (vinte e seis) unidades imobiliárias de propriedade de sociedade controlada pela LDI, todas elas localizadas na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, e avaliadas pela Companhia, a valor de mercado, em aproximadamente R$ 33.868.000,00 (trinta e três milhões, oitocentos e sessenta e oito mil reais).

    Adicionalmente, ressalta-se que a Operação importou uma redução do endividamento líquido consolidado da Companhia, com base nos valores de 31 de março de 2016, no montante de aproximadamente R$ 214.000.000,00 (duzentos e quatorze milhões de reais).

    A conclusão da Operação está em linha com o planejamento financeiro e estratégico em relação à gestão de ativos e à reestruturação de dívidas da Companhia divulgada ao mercado por meio de Fato Relevante datado de 17 de agosto de 2015.

    Por fim, a Companhia reafirma seu compromisso de manter seus acionistas e o mercado em geral informados acerca das informações relacionadas aos seus negócios que sejam de interesse do mercado.

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  4. Sobre a PDG Realty, o seu Conselho de Administração aprovou, ontem, a 9ª emissão de debêntures da companhia para captar até R$ 50 milhões. A operação faz parte do memorando de entendimentos firmado em maio entre a construtora e bancos credores para renegociar as dívidas da companhia. Uma das condições para o acordo era a participação da gestora de fundos Vinci Partners, maior acionista da PDG, como financiadora da construtora. A emissão é privada, e será dividida em duas séries. A primeira de R$ 20 milhões, e a segunda de R$ 30 milhões, ambas com vencimento em 30 de junho de 2019. A remuneração dos títulos será correspondente a 120% da variação dos Depósitos Interfinanceiros (DI) ao ano. O valor unitário dos títulos será de R$ 1.000, e as debêntures não serão conversíveis em ações. No dia 04 de maio, a PDG anunciou a celebração de um memorando de entendimentos não vinculante com Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal e Itaú Unibanco para reestruturação das dívidas da companhia. Esse acordo envolve financiamento de obras e débitos corporativos da construtora com as instituições financeiras, e prevê também a contratação de um novo empréstimo.

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  5. VALOR ECONÔMICO | A PDG Realty teve prejuízo de R$ 1,969 bilhão no quarto trimestre de 2015, ante a perda de R$ 222 milhões em igual período anterior. O resultado e o patrimônio líquido foram afetados, negativamente, por R$ 1,4 bilhão em provisões e ajustes. Já nos ativos líquidos da companhia, o impacto foi de R$ 632 milhões e, no caixa, não houve efeito imediato.

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  6. ÉPOCA NEGÓCIOS | PDG derruba resultado do setor da construção civil na bolsa
    Levantamento da Economatica mostra que prejuízo das construtoras chegou a R$ 1,7 bilhão em 2015

    Um levantamento da Economatica mostra que, no ano passado, o conjunto de 16 empresas do setor da construção civil fechou o ano com um prejuízo de R$ 1,7 bilhão. No ano anterior, essas mesmas companhias – todas com capital aberto na bolsa de valores -haviam lucrado R$ 1,09 bilhão. Esse resultado foi impactado principalmente pela PDG, que teve um prejuízo de R$ 2,74 bilhões no ano passado.

    Quando a conta é feita sem os números dessa companhia, em vez de prejuízo, o conjunto das outras 15 outras empresas vira lucro de R$ 1,05 bilhão. Além disso, 11 das 16 empresas analisadas apresentaram lucro em 2015. O levantamento da Economatica mostra também que, desde 2009, essa e á segunda vez que essas 16 empresas apresentam um resultado negativo. Apenas em 2012 houve também um prejuízo nesse conjunto de construtoras. Apesar de o setor da construção civil ter sofrido com a crise econômica, essas empresas não foram tão impactadas quanto as empreiteiras e construtoras de capital fechado como Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa, Mendes Junior, pois não estão envolvidas — pelo menos até agora — na operação Lava Jato.

    Na contramão do setor, a MRV foi a empresa que mais lucrou em 2015, com um resultado positivo de R$ 547,6 milhões. A MRV ocupa também a liderança do ranking de valor de mercado. Segundo a Economatica, a construtora fechou 2015 valendo R$ 5,3 bilhões, seguida pela Cyrela (com um valor de mercado de R$ 3,9 bilhões e a Eztec (R$ 2,6 bilhões).

    A consultoria também calculou o estoque de dívidas dessas empresas: R$ 25,1 bilhões em 2015. O valor é alto, mas 14,8% menor do que o de 2014 quando, juntos, os débitos dessas construtoras somavam R$ 29,5 bilhões. A dívida fica ainda menor quando o cálculo retira os resultados da PDG: R$ 21,5 bilhões em 2015 contra R$ 24,5 bilhões em 2014, uma queda de 12,2%.

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  7. ESTADÃO: COM DESVALORIZAÇÃO DE 63% EM UM ANO, PDG TENTA RECUPERAR CONFIANÇA

    São Paulo, 9/2/2015 – A empresa que já foi a maior incorporadora imobiliária do País há cinco anos, uma das preferidas de quem aplica em ações do setor, está em crise com investidores. O presidente da PDG, Carlos Augusto Piani, há dois anos no comando da companhia com a missão de reestruturá-la, diz estar sendo incompreendido pelo mercado, que não entende os avanços operacionais da empresa. Os analistas do setor, por sua vez, vêm emitindo alertas sobre o nível de endividamento da incorporadora.

    Ontem (9), na BM&FBovespa, os investidores deram uma trégua, de leve: os papéis registraram alta de 1,67%. A valorização, no entanto, é irrelevante perto dos 63% que a empresa perdeu de valor de mercado em 12 meses e dos 29% de queda nos últimos 30 dias. Hoje, a gestora de investimentos Vinci Partners, do banqueiro Gilberto Sayão, detém uma participação de 30% na companhia, que na sua melhor fase gabava-se por ser uma “corporation” – jargão do mercado financeiro para definir empresas sem controlador, com a maior parte das ações negociadas em bolsa.

    Há duas semanas, chegou a se levantar no mercado, como justificativa para a queda das ações, uma possível saída da Vinci do capital da PDG. “Boato puro e simples”, diz Piani, que também é sócio da gestora. “De certa forma, a PDG voltou a ser uma empresa de dono. O compromisso dela está mantido e a posição da Vinci pode até aumentar.” O que aconteceu, segundo ele, foi que um grande investidor estrangeiro vendeu, “por algum motivo particular”, suas participações na empresa, gerando uma agitação em torno dos papéis da incorporadora.

    A maior preocupação do mercado é em relação ao endividamento da PDG. Ela tem uma dívida líquida de R$ 7 bilhões – com R$ 1,781 bilhão para vencer neste ano. Em paralelo, as disponibilidades de caixa eram de R$ 1 bilhão no fim de setembro. Isso indica, segundo analistas do setor, que há condições para a PDG bancar os vencimentos até a metade do ano, se não forem consideradas outras despesas e receitas. “Embora a PDG tenha feito as correções necessárias para se reestruturar, continuamos preocupados com sua alavancagem”, escreveram os analistas do Besi, Gabriel De Caetano e Guilheme Reig.

    Desde o ano passado, os executivos da incorporadora vêm reafirmando a perspectiva de uma geração de caixa na ordem de bilhões de reais em 2015 para amortizar dívida. Segundo Piani, esse movimento será puxado pela conclusão da venda de imóveis e repasse dos clientes para o financiamento bancário, momento em que é quitada a maior parte da dívida da unidade comercializada na planta. “Nós tomamos mais dívida, mas reduzimos nosso custo”, diz Piani. “A soma de dívida mais custos caiu de R$ 13 bilhões para R$ 9 bilhões”, diz Piani. A preocupação de analistas é que uma piora da economia brasileira e do mercado imobiliário possam atrasar as vendas e os repasses.

    Estratégia
    A empresa está tentando de tudo para diminuir sua alavancagem. Mais recentemente lançou mão de uma estratégia ainda pouco usual no setor. Ela vem negociando a venda de empreendimentos residenciais “no atacado” para grandes investidores pela metade do preço praticado nos estandes. O objetivo tem sido acelerar ao máximo a entrada de recursos no caixa para fazer frente ao pesado cronograma de vencimentos em 2015.

    Nos últimos meses de 2014, a PDG vendeu fatias de 50% a 75% em 27 projetos imobiliários, cujo valor geral de vendas (VGV) é de aproximadamente R$ 3,3 bilhões, o equivalente a 2,5 vezes o montante lançado pela companhia no ano passado. As informações foram obtidas com fontes próximas à PDG. Piani confirma o negócio, mas minimiza sua relevância dentro da estratégia da companhia. “Nossa atividade é vender imóvel, seja no varejo ou no atacado”, diz. “A gente tenta maximizar nosso resultado o tempo todo, e agora isso faz sentido.”

    As vendas desses pacotões serão incluídas no próximo balanço da incorporadora, referente ao quarto trimestre de 2014, que será publicado em março.

    A primeira operação, segundo fontes, foi fechada no dia 30 de setembro entre a PDG e uma gestora de recursos especializada em investimentos no mercado imobiliário. O “pacotão” englobou a fatia de 50% de nove empreendimentos residenciais – quatro no Estado de São Paulo, três no Rio de Janeiro e dois na Bahia, com valor geral de vendas de R$ 1,8 bilhão.

    Esses projetos já estavam em andamento, com uma média ponderada de 50% das obras executadas e 70% do VGV comercializado, segundo fontes. A fatia de 50% nesses projetos correspondia, portanto, a R$ 270 milhões em vendas remanescentes. Na operação com a gestora, os ativos foram vendidos pela PDG por R$ 120 milhões, um desconto de 55%.

    O porcentual praticado “no atacado” pela incorporadora foi muito maior do que os oferecidos durante a liquidação realizada no segundo semestre de 2014 para os consumidores nos estandes. Na ocasião, a campanha chamada “Na Ponta do Lápis” anunciou ofertas de no máximo 30%. “A PDG perdeu margem nessa operação, mas ganhou caixa. É questão de sobrevivência”, afirmou uma fonte com conhecimento da operação. “Ela gerou uma entrada de caixa antecipada, porque a venda desses imóveis iria levar muito tempo para ser monetizada, em torno de três anos.”

    A segunda operação da PDG foi acertada em novembro, nos mesmos moldes, com outra gestora de recursos. Neste caso, o pacotão envolveu 50% de participação em 15 empreendimentos e 75% em outros três, espalhados pelos Estados de São Paulo, Rio, Amazonas, Bahia, Pará e Paraná. Os projetos totalizam VGV de R$ 1,5 bilhão. Assim como a primeira operação, os edifícios já estavam sendo concluídos, com ao menos metade das obras e das vendas realizadas. O desconto teria sido da ordem de 40% a 50%.

    Ao se desfazer dos empreendimentos, a companhia reduzirá o estoque de imóveis e o volume de recebíveis, além de reforçar o caixa. (Circe Bonatelli e Naiana Oscar)

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  8. Resultado do 4T13

    LL R$ 4T13 19 % x 4T12 / R$ -271 ( antes prejuizo de 2.155 M )

    Destaques e Eventos Recentes
    No 4T13 a Companhia registrou Lucro Líquido de R$ 19 milhões,
    totalizando Prejuízo Líquido de R$ 271 milhões no acumulado do ano. (página 25)
    A variação da Dívida Líquida no 4T13 foi de R$ 17 milhões, queda de 94%
    em relação ao terceiro trimestre (R$ 290 milhões). (página 24)
    Lançamentos de R$946 milhões no quarto trimestre e R$2,0 bilhões no
    acumulado do ano, em linha com a expectativa da Companhia. Destaque para
    as regiões de São Paulo e Rio de Janeiro, que representaram 93% do total no
    ano. (página 8)
    As vendas brutas de 2013 atingiram R$4,2 bilhões, representando 16,9 mil
    unidades. As vendas de estoque representaram 60%, confirmando o sucesso das
    campanhas de vendas realizadas ao longo do ano. No quarto trimestre a
    Companhia registrou o seu melhor trimestre de vendas no ano, R$1,4
    bilhão, representando 5,2 mil unidades, sendo 56% referentes a vendas de
    estoque e 44% a lançamentos. Destaque para os R$163 milhões referentes à
    venda à vista do Domo Corporate, reforçando a posição de caixa da empresa.
    (página 10)
    Durante o ano de 2013 a diminuição do risco de execução e complexidade
    operacional seguiu de acordo com o planejado. Entre outubro e dezembro: (i)
    foram finalizadas obras em 3.809 unidades, totalizando 27.711 no ano,
    7% acima da expectativa para 2013, reforçando a assertividade da base
    orçamentária; (ii) 25 projetos obtiveram habite-se no último trimestre,
    representando 6.104 unidades e VGV de R$ 1,1 bilhão – no ano, foram concedidos
    habite-se para 96 projetos, 19.717 unidades e VGV de R$ 3,7 bilhões; (iii) 5.367
    unidades foram averbadas no trimestre, totalizando 22.064 unidades em 2013.
    (página 16)
    Excluindo-se os projetos lançados ao longo de 2013, o custo a incorrer
    do legado terminou o ano em R$3,0 bilhões, contra R$7,1 bilhões no
    início do ano.
    Queda de 8% nas despesas comerciais e administrativas (SG&A), que
    passaram de R$ 718 milhões em 2012 para R$ 658 milhões em 2013, refletindo os
    esforços contínuos da Companhia em ajustar o tamanho da operação às diretrizes
    estratégicas estabelecidas. (página 22)

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  9. PDG registra no quarto trimestre lançamentos de R$ 946 milhões, vendas de R$ 1,4 bilhão e assegura R$ 132 milhões em novas rolagens de dívidas

    São Paulo, 9 de Janeiro de 2013 – A PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações (BM&FBovespa: PDGR3), anuncia hoje seus resultados operacionais e financeiros preliminares e não auditados do quarto trimestre e 2013. Fundada em 2003, a PDG desenvolve projetos para diversos segmentos e diferentes públicos, atuando na incorporação, construção e nas vendas de empreendimentos residenciais, comerciais e loteamentos.

    Principais destaques da prévia dos resultados operacionais e financeiros do 4T13 e 2013:

    A Companhia totalizou lançamentos de R$ 2,0 bilhões em 2013, com destaque para Rio de Janeiro e São Paulo com 93% do total. Os lançamentos do quarto trimestre representaram 47% do acumulado do ano.

    A Companhia registrou o seu melhor trimestre de vendas no ano, R$1,4 bilhão, sendo 56% referentes a vendas de estoque e 44% a lançamentos. Destaque para os R$163 milhões referentes à venda à vista do Domo Corporate para o Domo Fundo de Investimento Imobiliário, reforçando a posição de caixa da empresa.

    Ao longo do quarto trimestre, formalizamos a rolagem de 4 operações com vencimentos concentrados em 2014, totalizando R$ 710 milhões.

    Adicionalmente, fechamos acordo para a rolagem de 2 parcelas de uma CCB totalizando R$132 milhões com vencimentos em Março e Maio de 2014 roladas por 12 meses.

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  10. RESULTADOS DO 3º TRIMESTRE:

    Destaques e Eventos Recentes

    Lançamentos de R$189 milhões no terceiro trimestre, R$1,1 bilhão no acumulado dos 9M13, concentrados nas praças de São Paulo e Rio de Janeiro. No mês de outubro lançamos R$ 539 milhões entre os seguintes empreendimentos: The City e o Expert Suítes, ambos no Rio de Janeiro e o loteamento Buona Vita em Ribeirão Preto. Trazendo o total do ano para R$ 1.605 milhões.

    Vendas brutas de R$813 milhões no trimestre e R$2,7 bilhões no acumulado do ano, das quais 63% referentes a vendas de estoque e 37% a lançamentos.

    A diminuição do risco de execução e complexidade operacional segue de acordo com o planejado. De julho a setembro: (i) Terminamos obras em 3.257 unidades, totalizando 23.902 no ano, 92% do ponto médio da expectativa para 2013, com manutenção do alinhamento entre as margens bruta corrente e REF, reforçando a assertividade de nossa base orçamentária; (ii) obtivemos habite-se para 30 projetos, representando 5.888 unidades e VGV de R$ 1,0 bilhão. No ano finalizamos 66 projetos, 13.069 unidades e VGV de R$ 2,5 bilhões; (iii) aceleramos o processo de averbações, com 6.369 unidades, que se somam as 10.328 averbações obtidas na primeira metade do ano, para um atingimento de 57% da expectativa anual.

    As despesas gerais e administrativas caíram 9% T/T, de R$ 109,4 milhões para R$ 99,4 milhões no 3T13, reflexo dos esforços contínuos da Companhia no sentido de ajustar o tamanho da operação às diretrizes estratégicas de médio e longo prazo.

    Durante os primeiros 9 meses do ano, aumentamos a dívida financeira líquida em R$ 1,0 bilhão, sendo que 60% em financiamento a produção (SFH), aumentamos o contas a receber líquido em R$ 937 milhões e reduzimos o custo a incorrer total de obra em R$ 3,1 bilhões.

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    • Resultado Ruim. -111,3M +6,1% 3T13x3T12.

      Mais uma que apresentou resultado ruim, e nem menção de comentar sobre. Aumentou a dívida em 1Bi. Neste setor acredito que o único destaque é para EZTC3. Apesar das duas terem sofrido queda em se tratando de lançamentos recentes, a PDG parece ter se engajado em reduzir os lançamentos, 1766 unidades no 1 primeiro trimestre, contra, 885 e 281, 2T e 3T respectivamente.

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    • O resultado foi ruim. Principalmente se olharmos os indicadores operacionais e financeiros. Não é preciso ser gênio em contabilidade para observar que houve uma variação negativa do 3º trimestre em relação ao trimestre anterior. Houve redução nos valores relacionados aos grupos: Lançamentos, Vendas e Estoque, Resultado do Exercício, Resultado do Exercício Futuro e Balanço Patrimonial.

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    • Destaques e Eventos Recentes
      Lançamentos de R$189 milhões no terceiro trimestre, R$1,1 bilhão no acumulado dos 9M13, concentrados nas praças de São Paulo e Rio de Janeiro. No mês de outubro lançamos R$ 539 milhões entre os seguintes empreendimentos: The City e o Expert Suítes, ambos no Rio de Janeiro e o loteamento Buona Vita em Ribeirão Preto. Trazendo o total do ano para R$ 1.605 milhões. (página 6)
      Vendas brutas de R$813 milhões no trimestre e R$2,7 bilhões no acumulado do ano, das quais 63% referentes a vendas de estoque e 37% a lançamentos. (página 9)
      A diminuição do risco de execução e complexidade operacional segue de acordo com o planejado. De julho a setembro: (i) Terminamos obras em 3.257 unidades, totalizando 23.902 no ano, 92% do ponto médio da expectativa para 2013, com manutenção do alinhamento entre as margens bruta corrente e REF, reforçando a assertividade de nossa base orçamentária; (ii) obtivemos habite-se para 30 projetos, representando 5.888 unidades e VGV de R$ 1,0 bilhão. No ano finalizamos 66 projetos, 13.069 unidades e VGV de R$ 2,5 bilhões; (iii) aceleramos o processo de averbações, com 6.369 unidades, que se somam as 10.328 averbações obtidas na primeira metade do ano, para um atingimento de 57% da expectativa anual. (página 14)
      As despesas gerais e administrativas caíram 9% T/T, de R$ 109,4 milhões para R$ 99,4 milhões no 3T13, reflexo dos esforços contínuos da Companhia no sentido de ajustar o tamanho da operação às diretrizes estratégicas de médio e longo prazo. (página 19) Durante os primeiros 9 meses do ano, aumentamos a dívida financeira líquida em R$ 1,0 bilhão, sendo que 60% em financiamento a produção (SFH), aumentamos o contas a receber líquido em R$ 937 milhões e e reduzimos o custo a incorrer total de obra em R$ 3,1 bilhões. (página 20)
      http://ri.pdg.com.br/download_arquivos.asp?id_arquivo=5D3F607E-E8D6-442B-AD5A-58128B277F90

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  11. Resultados 1º trimestre 2013

    Destaques e Eventos Recentes
    Lançamentos de R$ 388 milhões no trimestre, parcela PDG, com foco geográfico no Sudeste e aderente aos novos critérios de investimento da Companhia;
    Vendas líquidas PDG de R$ 881 milhões no 1T13, 32% maior do que os R$ 667 milhões registrados no 4T12. Desse total, 72% composto por vendas de estoque, o restante refere-se a vendas de lançamentos, com destaques positivos para Nordeste, SP Capital e Rio de Janeiro;
    Terminamos obras de 12.241 unidades durante o período, aproximadamente 50% da nossa estimativa de entregas 2013, diminuindo o risco de execução da Companhia. Desse total, 4.051 unidades já foram averbadas, sendo 53% do programa MCMV, com repasse na planta. Repassamos 3.339 unidades no trimestre;
    Venda de 72% de unidades distratadas, nos 12 meses acumulados, com ganho de preço mantido na ordem de 17% ou R$124 milhões;
    Lucro líquido ajustado de R$ 5,6 milhões, excluindo R$79,4 milhões sem efeito caixa, sendo R$35,8 milhões referentes à marcação a mercado da PDGRD81 e R$ 43,6 milhões à descruzamentos societários e baixa de ativos não realizados;
    Durante a AGO realizada em 29 de Abril, foi aprovada a nova composição do Conselho de Administração da Companhia. Dos três novos conselheiros independentes indicados por acionistas minoritários, dois foram eleitos para compor o novo Conselho de Administração e um para o Conselho Fiscal. São eles: Pedro Cerize(Sócio Fundador SKOPOS Investimentos), Mateus Bandeira (CEO Falconi Consultores) e Guilherme de Morais Vicente (Sócio Mauá Sekular).

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  12. Destaques e Eventos Recentes
    Em agosto, o Conselho de Administração elegeu Carlos Piani e Marco Kheirallah para os cargos de CEO e CFO, respectivamente. Piani foi corresponsável pelo Private Equity da Vinci e CEO da Equatorial Energia. Kheirallah foi conselheiro da
    PDG e sócio dos bancos Pactual e Matrix;
    A nova administração iniciou um plano de trabalho visando à aceleração da geração de valor para os acionistas no longo prazo. Esse plano contempla uma validação do
    posicionamento estratégico da companhia, redesenho da nova estrutura organizacional e modelo de gestão, além da implantação de uma forte cultura de controle de custos e despesas;
    Destaques Operacionais e Evento Subsequente
    O R$ 1,7 bilhão (parte PDG) lançado em 2012, 80% inferior a 2011, está líquido de R$475 milhões em projetos denunciados durante o segundo semestre do ano. Esse
    movimento vem ao encontro da nossa estratégia de diminuição de riscos de execução e busca por projetos que atinjam as nossas premissas mínimas de rentabilidade;
    A conversão de 70% das unidades aptas a serem repassadas em 2012, suplantou o aproveitamento de 57% repassado em 2011. A receita de R$ 3,5 bilhões gerada pelo processo de repasse no período, representou um incremento de 25% sobre os
    R$2,8 bilhões do ano anterior;
    Em 2012 o percentual de revenda de unidades distratadas atingiu 75% e gerou ganho de VGV de 17% ou R$ 125 milhões;
    Durante o quarto trimestre evoluímos no aprimoramento do gerenciamento e orçamento das obras. Com base em sistemas integrados, novos processos, procedimentos e controles efetuamos uma revisão adicional nos orçamentos de
    nossas obras, o que nos levou a reconhecer custos a incorrer adicionais da ordem de R$1.4 bi, com reversão de R$ 1.1 bi da receita líquida.
    Além da revisão de orçamentos de obras, a companhia realizou ajustes contábeis diversos que somaram R$ 506 milhões;
    A atualização do estoque a valor de mercado gerou aumento de aproximadamente R$ 1,2 bilhão sobre o número anteriormente reportado;

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  13. A PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações – PDGR3 – divulga seus resultados do 3T12 e dos 9M12.

    PDG ALCANÇA R$ 2,01 BILHÕES DE VOLUME DE LANÇAMENTOS E R$ 3,75 BILHÕES DE VENDAS CONTRATADAS LÍQUIDAS NOS NOVE PRIMEIRO MESES DE 2012.
    LUCRO LÍQUIDO DO TRIMESTRE DE R$ 27 MILHÕES.

    DESTAQUES OPERACIONAIS DO 3T12 & 9M12

     LANÇAMENTOS PRO RATA PDG ALCANÇARAM R$ 489 MILHÕES NO 3T12, REPRESENTANDO UMA REDUÇÃO DE 82%EM RELAÇÃO AO 3T11;
     LANÇAMENTOS PRO RATA PDG ALCANÇARAM R$ 2,008 BILHÕES NO 9M12, REPRESENTANDO UMA REDUÇÃO DE 69%EM RELAÇÃO AO 9M11;
     VENDAS LÍQUIDAS PRO RATA PDG ALCANÇARAM R$ 713 MILHÕES NO 3T12, REPRESENTANDO UMA REDUÇÃO DE 63%EM RELAÇÃO AO 3T11;
     VENDAS LÍQUIDAS PRO RATA PDG ALCANÇARAM R$ 3,747 BILHÕES NO 9M12, REPRESENTANDO UMA REDUÇÃO DE 31%EM RELAÇÃO AO 9M11;
     VSO DO TRIMESTRE ATINGIU 15%;
     ENTREGAMOS ATÉ SETEMBRO 19.072 UNIDADES, REPRESENTANDO 67%DA ESTIMATIVA PARA O ANO DE 2012 (28 A 30 MIL UNIDADES).

    DESTAQUES FINANCEIROS DO 3T12 & 9M12

     A RECEITA LÍQUIDA DO 3T12 FOI DE R$ 1,53 BILHÃO, O QUE REPRESENTA REDUÇÃO DE 17% QUANDO COMPARADO AO TERCEIRO TRIMESTRE DE 2011;
     LUCRO LÍQUIDO DO TRIMESTRE FOI DE R$ 27 MILHÕES, TOTALIZANDO PREJUÍZO LÍQUIDO ACUMULADO DE R$ 391 MILHÕES NO 9M12;
     ENCERRAMOS O TRIMESTRE COM POSIÇÃO DE CAIXA DE R$ 1,85 BILHÃO.

    DESTAQUES E EVENTOS RECENTES

    BALANÇO INICIAL NOVO MANAGEMENT
    • VALIDAÇÃO DO POSICIONAMENTO ESTRATÉGICO INICIADA;
    • REDESENHO DA ESTRUTURA DE ORGANIZACIONAL INICIADO;
    • ADOÇÃO DE INICIATIVAS DE CONTROLE DE CUSTOS.

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  14. Rio de Janeiro, 29 de Agosto de 2012 – PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações (“Companhia”, “PDG”), vem a público informar que: Foram subscritos todos os 199.000.000 Bônus emitidos na AGE dos Bônus, totalizando uma capitalização da Companhia de R$796.000.000,00. A Alocação Mínima da Vinci Partners foi atendida através de fundo de investimento em participações sob gestão da Vinci Capital Gestora de Recursos Ltda. O fundo em questão subscreveu um total de 120.866.533 Bônus, que representa 60,73% dos Bônus emitidos.

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  15. Resultados do 2º trimestre e do 1º semestre de 2012 (2T12 e 1S12)

    PDG ALCANÇA R$ 1,52 BILHÃO DE VOLUME DE LANÇAMENTOS E R$ 3,04 BILHÕES DE VENDAS CONTRATADAS LÍQUIDAS NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2012.

    VSO DO TRIMESTRE ATINGIU 23%.

    PDG ANUNCIA REVISÃO NOS ORÇAMENTOS, EM LINHA COM O NOVO CRONOGRAMA DE
    ENTREGA DE UNIDADES.

    A RECEITA LÍQUIDA NO SEMESTRE FOI DE R$ 2,54 BILHÕES, O QUE REPRESENTA REDUÇÃO DE 21% QUANDO COMPARADO AO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2011;

    O LUCRO BRUTO FOI DE R$ 75 MILHÕES NO SEMESTRE;

    PREJUÍZO LÍQUIDO DO PRIMEIRO SEMESTRE FOI DE R$ 387,75 MILHÕES, AFETADO
    PRINCIPALMENTE PELA REVISÃO NOS ORÇAMENTOS REALIZADA NO 2T12;

    ENCERRAMOS O SEMESTRE COM POSIÇÃO DE CAIXA DE R$ 1,98 BILHÃO.

    LANÇAMENTOS PRO RATA PDG ALCANÇARAM R$ 1,52 BILHÃO NO 1S12;
    
    VENDAS CONTRATADAS LÍQUIDAS PRO RATA PDG DE R$ 3,04 BILHÕES NO 1S12;
    
    VSO DO TRIMESTRE ATINGIU 23%;

    34% DO NOVO GUIDANCE DE LANÇAMENTOS PARA O ANO DE 2012 FOI LANÇADO ATÉ O
    FECHAMENTO DO SEMESTRE;

    NO SEMESTRE LANÇAMOS EM 7 ESTADOS E 14 CIDADES, COM MAIOR CONCENTRAÇÃO DE LANÇAMENTOS NA REGIÃO SUDESTE.

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