CCRO – CCR S.A.

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BMFBovespa: CCRO3

O Grupo CCR é uma das maiores empresas de concessão de infraestrutura do mundo, com atuação nos segmentos de concessão de rodovias, mobilidade urbana e serviços, com valor de mercado superior a R$ 20 bilhões.

É responsável por 2.437 quilômetros de rodovias da malha concedida nacional, nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. O grupo tem ainda 38,25% do capital social da STP, que opera os meios eletrônicos de pagamento Sem Parar e Via Fácil.

Faz parte do planejamento estratégico de crescimento qualificado do Grupo CCR a diversificação de seu portfólio e a atuação em novos negócios. Seguindo esta estratégia, a CCR tem 58% de participação na ViaQuatro, empresa que opera e mantém a Linha 4-Amarela do metrô de São Paulo, e 45% do capital social da concessionária Controlar, responsável pela inspeção veicular ambiental em toda a frota da cidade de São Paulo.

RI: invest@grupoccr.com.br

Site: http://www.grupoccr.com.br/investidores

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74 comentários sobre “CCRO – CCR S.A.

  1. CCR (CCRO3): O lucro líquido de R$ 145,7 milhões reportado pela cia no 2T16 ficou 34% abaixo das expectativas dos analistas. A média das projeções de cinco casas consultadas pela Agencia Estado (BTG Pactual, Itaú BBA, Morgan Stanley, JPMorgan e Santander) apontava para um resultado de R$ 220,9 milhões. O Ebitda ajustado pró-forma, de R$ 1,107 bilhão, ficou 5,5% abaixo da média das estimativas de quatro instituições – JPMorgan, BTG Pactual, Votorantim Corretora e Safra -, que apontava para R$ 1,171 bilhão no segundo trimestre de 2016. O Ebitda ajustado é calculado excluindo-se as despesas não-caixa, como depreciação e amortização, provisão de manutenção e apropriação de despesas antecipadas da outorga. O critério pró-forma inclui dados proporcionais das controladas em conjunto.

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  2. CCR (CCRO3): A agência de classificação de risco Fitch afirmou o rating nacional de longo prazo da cia e atribuiu perspectiva estável, removendo a observação negativa. De acordo com a Fitch, a remoção reflete o sucesso da companhia em refinanciar vencimentos de curto prazo relevantes ao longo dos últimos nove meses. “A afirmação do rating contempla a forte capacidade de geração de caixa das rodovias maduras, o significativo plano de investimentos e a baixa alavancagem consolidada, com vencimentos de curto prazo expressivos, mas gerenciáveis, da holding”, diz a nota.

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  3. CCR (CCRO3): O lucro líquido de R$ 247,5 milhões reportado pela cia no 1T16 ficou 24,8% acima das expectativas dos analistas. A média das projeções de cinco casas consultadas pela Agencia Estado (JPMorgan, BTG Pactual, Itaú BBA, Votorantim Corretora e Safra) apontava para um resultado de R$ 198,38 milhões. As projeções para o lucro líquido variavam entre R$ 146 milhões e R$ 229 milhões. O Ebitda ajustado pró-forma, de R$ 1,158 bilhão, ficou em linha com a média das estimativas de quatro instituições – JPMorgan, BTG Pactual, Votorantim Corretora e Safra -, que apontava para R$ 1,155 bilhão no quarto trimestre de 2015. O Ebitda ajustado é calculado excluindo-se as despesas não-caixa, como depreciação e amortização, provisão de manutenção e apropriação de despesas antecipadas da outorga. O critério pró-forma inclui dados proporcionais das controladas em conjunto.

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    • A CCR comunicou, por meio de Fato Relevante, um aditivo do contrato entre a CCR SPVias e o governo do Estado de São Paulo, por meio da Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), que prevê a implantação de uma duplicação da Rodovia João Mellão (SP-255), entre os kms 254+280 e 261+420, no trecho urbano de Avaré, no interior do estado. Segundo a CCR, o investimento total da obra será de R$ 177,099 milhões. A recomposição do equilíbrio econômico-financeiro do contrato de concessão será feita por meio da extensão do prazo do acordo em 10 meses e sete dias.

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  4. CCR Resultado 3T15

    A CCR S.A. divulgou lucro líquido de R$ 247,0 milhões no 3T15, ante lucro de R$ 346,1 milhões no 3T14 (-28,6%). No 9M15, o lucro líquido foi de R$ 629,9 milhões, ante lucro de R$ 964,9 milhões no 9M14 (-34,7%).

    A receita líquida do 3T15 foi de R$ 1,55 bilhão, ante R$ 1,46 bilhão no 3T14 (+6,6%). No acumulado do ano, a receita líquida foi de R$ 4,41 bilhões, ante receita líquida de R$ 4,12 bilhões no 9M14 (+7,0%).

    O Ebitda no trimestre findo em setembro foi de R$ 968,1 milhões, ante R$ 951,0 milhões no mesmo período do ano passado (+1,8%). Para o 9M15, o Ebitda foi de R$ 2,67 bilhões, ante R$ 2,62 bilhões no 9M14 (+1,9%).

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  5. CCR Rodovias resultado 1T15

    A CCR Rodovias registrou lucro líquido de R$ 198,9 milhões no 1T15, queda de 42% na comparação com o resultado de igual período do ano passado. A receita líquida totalizou R$ 1,43 bilhão no trimestre, excluindo a receita de construção, alta de 6,4% sobre o mesmo intervalo de 2014. Pelo critério pró-forma, a receita aumentou 7,5%, para R$ 1,65 bilhão.

    O Ebitda ajustado da empresa somou R$ 859,7 milhões no trimestre, recuo de 1,7% sobre igual intervalo de 2014.O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 341 milhões no período, ante os R$ 190,5 milhões anotados em igual etapa do ano passado.

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  6. Destaques do 4T14 e 2014
    LL-10,7%x4T13

    TRÁFEGO: O tráfego consolidado pró-forma1 apresentou decréscimo de 0,7% no 4T14 e crescimento de 2,5% em 2014.

    ARRECADAÇÂO ELETRÔNICA: O número de usuários da STP expandiu-se 12,1%, em relação a dezembro de 2013, atingindo 4.825 mil tags ativos.

    EBITDA AJUSTADO: O EBITDA pró-forma ajustado na mesma base2 apresentou crescimento de 4,0%, com margem de 64,1% (-2,1 p.p). Em 2014, apresentou crescimento de 7,3%, com margem de 65,3% (+0,1 p.p).

    LUCRO LÍQUIDO: O Lucro Líquido na mesma base2 atingiu R$ 343,8 milhões, decréscimo de 10,7% no 4T14 e R$ 1.360,9 milhões, decréscimo de 4,7% em 2014.

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    • A CCR registrou lucro líquido no 4T14 de R$ 384 milhões, 25,3% superior ao apurado no 4T13, influenciado pelo aumento da receita líquida e por um efeito não recorrente no montante de R$ 100,3 milhões. No acumulado do ano, o lucro líquido foi de R$ 1,34 bilhão, 0,2% maior que o obtido em 2013 e em linha com nossas projeções, de R$ 1,4 bilhão.

      A receita líquida no 4T14 cresceu 10,9%, para R$ 1,5 bilhão, também em linha com a projetada pela Consultoria, de R$ 1,4 bilhão. O crescimento da participação na arrecadação de pedágio através dos meios eletrônicos avançou 0,8% no trimestre, atingindo participação na arrecadação de pedágio de 69,4%.

      A arrecadação de pedágio, através de meios eletrônicos, cresceu 0,8% no 4T14, comparado ao mesmo período do ano anterior, e sua participação atingiu 89% da receita bruta do trimestre. Outros negócios recentemente adicionados, como o VLT Carioca e a participação no Aeroporto Internacional de Curaçao, também contribuíram para o aumento da receita.

      As margens operacionais foram impactadas negativamente pelo aumento dos custos, que registraram incremento de 49,7% no 4T14, atingindo R$ 1,3 bilhão, função, basicamente, de pagamentos de serviços de terceiros, por conta de obras em rodovias, e de maior despesa administrativa e com pessoal.

      O custo maior do crédito no mercado, segundo a CCR, deve ajudar a aumentar o endividamento da Companhia em 2015. Além do encarecimento, haverá necessidade de contratar mais dívidas para os vários projetos em carteira. A estimativa inicial de investimentos para o ano é alta, de R$ 4,8 bilhões. Em 2014 foram investidos R$ 2,3 bilhões.

      No 4T14 os investimentos totalizaram R$ 725,9 milhões. As concessionárias que mais investiram no trimestre foram Metrô Bahia, Autoban, SPVias, Nova Dutra, MSVia e RodoNorte.

      A dívida líquida da Companhia cresceu 20%, para R$ 8,8 bilhões, ante R$ 7,3 bilhões no 4T13. Com isso, a despesa financeira líquida cresceu 56% no trimestre, para R$ 283 milhões.

      A Companhia afirmou que há espaço para participar de novos leilões, como a Ponte Rio-Niterói, que atualmente já é administrada pela CCR. Entretanto, o contrato com o Governo Federal vence em maio e o novo leilão está marcado para 18 de março.

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  7. Tese de Investimentos

    Estamos atualizando nossas estimativas mantendo uma visão positiva sobre a CCR. Entretanto, julgamos que o cenário no curto prazo para a Companhia é desafiador, decorrente da economia do País estar em ritmo menor de crescimento do que há alguns anos. A movimentação de caminhões nas rodovias, índice historicamente atrelado à atividade industrial, vem dando sinais de perda de fôlego já há alguns meses.

    No segmento de veículos leves (automóveis), um indicador geralmente ligado a emprego e renda, as perspectivas são mais animadoras, visto que a movimentação dos leves indica um cenário macroeconômico levemente melhor para o comércio e para atividades relacionadas ao consumo.

    A CCR entende que o crescimento de tráfego nas rodovias que opera, deverá, em geral, acompanhar o crescimento do Produto Interno Bruto. A Companhia atua nas regiões Sul e Sudeste do País, que concentram aproximadamente 70% do PIB brasileiro.

    A empresa segue em busca de novas oportunidades de negócios nos mercados nacional e internacional de concessões rodoviárias, metroviárias, aeroportuárias e negócios correlatos. É também parte integrante da estratégia da Companhia continuar participando dos projetos relacionados à mobilidade urbana, tais como concessão metroviária, trens metropolitanos e VLT (Veículos Leves sobre Trilhos).

    A Companhia também continua buscando a captura de sinergias por meio da otimização administrativa do conjunto de seus negócios e com consequente reflexo positivo nas margens operacionais.

    Fato recente, monitorado com atenção pelos investidores, foi a decisão tomada pela Agência Reguladora de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) de conceder reajustes da tarifa de pedágio nas rodovias do Estado de São Paulo abaixo do índice de inflação. Como consequência, a CCR, através das controladas que administram rodovias naquele Estado, procurou os meios legais para conseguir o reajuste original, conforme o contrato de concessão, que é através do IPCA. O ganho da liminar é positivo para a empresa, porém há o risco da Agência Reguladora recorrer da decisão da Justiça.

    Pesa contra a Companhia a piora na estrutura de capital, reflexo do aumento da dívida. Ao final de junho de 2014, a dívida líquida era de R$ 7,2 bilhões, 14% maior que o montante em 30/06/2013, explicado por maiores investimentos em novas concessões.

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  8. Destaques 3T14

    LL 366M -8,1% x 3T13

    O tráfego consolidado apresentou redução de 1,4%. Considerando a Renovias, o decréscimo foi de 1,3%.
    O número de usuários da STP (arrecadação eletrônica) expandiu-se em 12,5%, atingindo 4.618 mil tags ativos.
    O EBITDA ajustado na mesma base² apresentou crescimento de 5,3%, com margem ajustada de 68,2% (+0,8 p.p.). A mesma comparação pró-forma apresentou crescimento de 5,3%, com margem de 67,4% (+0,7 p.p.).
    Em 9M14, o EBITDA ajustado na mesma base² apresentou aumento de 8,2%com margem ajustada de 66,2% (+0,7 p.p.). A mesma comparação pró-forma apresentou crescimento de 8,5%, com margem de 65,7% (+0,9 p.p).
    O Lucro Líquido na mesma base² atingiu R$ 366,2 milhões, decréscimo de 8,1% no 3T14 e R$ 1.017,1 milhões (-2,5%) em 9M14.
    Em reunião do Conselho de Administração, realizada em 26 de setembro, foi aprovada a distribuição de dividendos intermediários de R$ 0,7359 por ação ordinária, a serem pagos a partir de 31 de outubro.

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    • =) CCR (CCRO3): Resultado em linha com o esperado.
      A CCR reportou seus números do 3T14. Principais pontos:
      Receita Líquida ajustada de R$ 1.663,9M, uma alta de 4,4% com relação ao 3T13.
      EBITDA ajustado de R$ 1.077,4,9M e margem de 64,8%, uma queda de aproximadamente 1,5pp na comparação anual.
      O Lucro Líquido ajustado foi de R$ 346,1M nesse trimestre.
      Tráfego total no 3T14: -1,4% yoy
      Tráfego veículos leves (ajustado por sazonalidade): +2,5% yoy
      Tráfego veículos pesados (ajustado por sazonalidade): -4,0% yoy

      Resultado em linha com o esperado. Destaque para a desaceleração no tráfego, principalmente no segmento de veículos pesados (conforme já observado no
      trimestre anterior). Apesar de observarmos um bom desempenho na parte de “Outros Negócios”, o cenário para o segmento de Concessões Rodoviárias
      (principal divisão da empresa) deve continuar difícil. A forte desaceleração na atividade econômica do país deve continuar influenciando no tráfego no curto/
      médio prazo. Aliado a isso, vemos um cenário de forte volatilidade nas expectativas de juros futuros (incertezas com relação a politica econômica do governo
      reeleito), variável que afeta diretamente as ações do setor de Concessões Rodoviárias. Resumindo, não recomendamos exposição no setor, dadas as
      perspectivas não muito animadoras para a questão do tráfego nas rodovias, alta volatilidade das expectativas de juros por conta da incerteza com relação a
      condução da política econômica do governo reeleito e múltiplos relativamente elevados

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    • A CCR registrou lucro líquido no 3T14 de R$ 343 milhões, 14,3% inferior ao apurado no 3T13, influenciado pelas obrigações de investimentos em ativos recentemente conquistados, que aumentam a dívida da Companhia e, consequentemente, pelo maior custo com juros.

      No acumulado dos 9M14, o lucro líquido foi de R$ 955 milhões, 7,8% inferior ao obtido nos 9M13 e em linha com nossas projeções, de R$ 928 milhões.

      Entre as novas concessões está a MSVia, que administra a BR-163 no Mato Grosso do Sul. A expectativa é que a rodovia conclua os investimentos iniciais entre julho e dezembro de 2015, quando a empresa é autorizada a cobrar pedágio. No caso do metrô de Salvador, outro ativo incorporado recentemente, a previsão é de começar a gerar receitas no último trimestre de 2015.

      Além disso, há o aeroporto de Confins, que começará em 2015 uma fase mais intensa de desembolsos.

      Neste cenário, a dívida líquida da Companhia cresceu 22,4%, para R$ 8,1 bilhões, ante R$ 6,6 bilhões no 3T13. Com isso, a despesa financeira líquida cresceu 35%, para R$ 219 milhões.

      Não obstante, a receita líquida alcançou R$ 1.459 milhões, 5,9% maior que a obtida no 3T13, em linha com a projetada pela Consultoria, de R$ 1.391 milhões.

      O desempenho foi influenciado, principalmente, pelo tráfego consolidado nas rodovias, que cresceu 4,2%. O tráfego é o principal gerador de receitas para a Companhia

      A arrecadação de pedágio, através de meios eletrônicos, cresceu 1,1% no 3T14, comparado ao mesmo período do ano anterior, e sua participação atingiu 94% da receita bruta do trimestre. Outros negócios recentemente adicionados, como o VLT Carioca e a participação no Aeroporto Internacional de Curaçao, também contribuíram para o aumento da receita.

      As margens operacionais foram impactadas negativamente pelo aumento dos custos, que registraram incremento de 34,1% no 3T14, atingindo R$ 1,2 bilhão, função, basicamente, de pagamentos de serviços de terceiros, por conta de obras em rodovias, e de maior despesa administrativa e com pessoal.

      Os investimentos realizados no 3T14, somados às inversões em manutenção, atingiram R$ 558,6 milhões. As concessionárias que mais investiram no trimestre foram Metrô Bahia, Autoban, SPVias, Nova Dutra, MSVia, Via Lagos e RodoNorte.

      Pesa a favor da CCR o potencial de crescimento através das novas concessões rodoviárias. Além disso, a Companhia segue estudando a nova concessão da Ponte Rio-Niterói.

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      • Momento complicado para a empresa. Alta taxa de investimentos, receitas ainda por vir e endividamento alto.

        Sem falar na alta inflação e SELIC que eleva o custo da dívida.

        Sigo acionista mas atento aos próximos passos…

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  9. (-) CCR (CCRO3): Forte desaceleração no crescimento.
    A CCR reportou seus números do 2T14. Principais pontos:
    Receita Líquida ajustada de R$ 1.507,2M, uma alta de 4,5% em relação ao 2T13.
    EBITDA ajustado de R$ 916,9M e margem de 60,8%, uma queda de aproximadamente 2pp na comparação anual.
    O Lucro Líquido ajustado foi de R$ 275,8M nesse trimestre.
    Resultado fraco em termos de crescimento de receita, conforme o esperado. O segmento de Concessões rodoviárias já apresenta impactos negativos do menor fluxo de pesados, frente ao cenário de desaceleração econômica que o país enfrenta. Isso fez com que o ritmo de crescimento de receitas da companhia caísse do patamar de 10% para menos que 5% de aumento na comparação anual. Em termos de margem Ebitda, apesar da comparação “na mesma base” (excluindo novos negócios não operacionais) mostrar uma estabilidade, a margem da CCR contraiu cerca de 2pp na comparação com o 2T13. Com isso, o resultado levemente abaixo das expectativas que já consideravam um cenário mais difícil para a empresa nesse 2T14.

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  10. LL -3,8%

    Destaques 2T14
    O tráfego consolidado apresentou crescimento de 3,7%. Considerando a
    Renovias, o crescimento foi de 3,9%.
    O número de usuários da STP (arrecadação eletrônica) expandiu-se em 13,6%,
    atingindo 4.525 mil tags ativos.
    O EBITDA ajustado na mesma base² apresentou crescimento de 4,1%, com
    margem ajustada de 63,8% (-0,3 p.p). A mesma comparação pró-forma apresentou
    crescimento de 5,2%, com margem de 63,9%.
    No 1S14, o EBITDA ajustado na mesma base² apresentou expansão de 9,3%,
    com margem ajustada de 65,8% (+1,3 p.p.). A mesma comparação pró-forma
    apresentou crescimento de 10,4%, com margem de 65,5% (+1,3 p.p).
    O Lucro Líquido na mesma base² atingiu R$ 292,9 milhões, decréscimo de 3,8% no 2T14 e R$ 655,4 milhões,
    crescimento de 2,4% no 1S14.
    A Diretoria da CCR propôs a distribuição de dividendos intermediários de R$ 0,65 por ação.

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    • Os principais motivos das variações do 2T14 em relação ao 2T13 são discutidos a seguir:
      Depreciação e Amortização: Do aumento de 17,9% (R$ 25,2 milhões), o Aeroporto Internacional de Curaçao contribuiu
      com R$ 3,9 milhões. Na mesma base de comparação, a variação de 16,5% deveu-se principalmente a conclusões das
      obras: (i) marginais da NovaDutra na região da cidade de São José dos Campos; (ii) 5ª faixa e marginais na AutoBAn; e
      (iii) investimentos no sistema de arrecadação e diversas obras na SPVias.
      Serviços de Terceiros: Do aumento de 12,0% (R$ 18,0 milhões), os novos negócios (Aeroporto Internacional de
      Curaçao e BH Airport, além dos negócios ainda não operacionais: Metrô Bahia e MSVia) contribuíram com R$ 14,7
      milhões. A título de informação adicional, os “Custos Diretos – componente IFRS” – gastos não periódicos ou
      emergenciais para recomposição da infraestrutura concedida, constituíram R$ 15,1 milhões no 2T14 contra R$ 20,3
      milhões no 2T13. Na mesma base de comparação, a variação foi de +2,9%. Esta variação deveu-se, principalmente, a:
      (i) maior custo com manutenção, operação e conservação na NovaDutra; (ii) realização de obras (custo direto) na
      ViaOeste e; (iii) por outro lado, houve o encerramento de contrato com empresa de serviços de interação com clientes
      na SPVias.
      Custo da Outorga e Despesas Antecipadas: Houve decréscimo de 8,6% nessa rubrica devido à redução da parcela
      de ônus variável das concessionárias AutoBAn, ViaOeste, RodoAnel Oeste e SPVias, de 3% para 1,5% da receita bruta
      desde julho de 2013. Conforme publicação no Diário Oficial do Estado de São Paulo, a medida foi adotada em
      contrapartida ao não reajuste das tarifas contratuais nas rodovias do Estado de São Paulo. Na mesma base, houve
      redução de 11,4% nos custos com outorga, explicado, principalmente, pela contribuição do Aeroporto Internacional de
      Curaçao de R$ 3,2 milhões.
      Custo com Pessoal: A variação de +26,8% (R$ 40,8 milhões) contempla uma contribuição de R$ 21,6 milhões dos
      novos negócios. Na mesma base de comparação, o crescimento de 14,3% registrado no 2T14 decorreu, principalmente,
      do acordo sindical para reajuste salarial em 5,0%, ocorrido em abril de 2014 e do aumento com remuneração variável.
      Custo de Construção (IFRS): A variação de +202,5% (R$ 315,5 milhões) deveu-se, principalmente, a obras realizadas
      no decorrer do trimestre e detalhadas na seção de Investimentos (pág. 15). Os novos negócios contribuíram com R$
      200,7 milhões. Na mesma base, a variação foi de 74,1%.
      Provisão de Manutenção (IFRS): Os valores foram provisionados conforme periodicidade das obras de manutenção,
      estimativa dos custos e a correspondente apuração do valor presente, apresentando acréscimo de 3,0%. No 2T14
      houve complementação de provisão na RodoNorte, parcialmente compensada pela redução de provisão na AutoBAn.
      Outros: Houve aumento de 29,0% (R$ 22,6 milhões) na rubrica “Outros Custos” (materiais, seguros, aluguéis,
      marketing, viagens, meios eletrônicos de pagamentos, combustível e outros gastos gerais), com contribuição dos novos
      negócios em R$ 14,2 milhões. Na mesma base, esta linha apresentou crescimento de 12,3% devido ao efeito positivo da
      contabilização de deságio com a aquisição de parcela adicional no Aeroporto Internacional de Curaçao no 2T13.

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  11. Julgamos que as perspectivas para a CCR seguem favoráveis. Mesmo assumindo um cenário de crescimento econômico mais moderado, acreditamos na expansão do tráfego nas rodovias administradas pela Companhia. A empresa opera nas regiões Sul e Sudeste do País, que concentram aproximadamente 70% do PIB brasileiro. Estimamos que a participação da receita de pedágio sobre a receita total da CCR se mantenha nos atuais 90%.

    Com o objetivo de expandir sua área geográfica na atividade concessão rodoviária, a CCR pretende concorrer aos novos leilões dos Governos Federal e Estaduais, assim como aquisição de outras concessionárias, caso seja conveniente. É também parte integrante da estratégia da Companhia buscar novas oportunidades relacionadas à mobilidade urbana, tais como concessão metroviária, trens metropolitanos, bem como em outros tipos de transporte.

    Acreditamos que a expansão de participação no segmento de mobilidade urbana tende a continuar agregando valor à CCR, principalmente em função dos investimentos que estão sendo realizados neste segmento com objetivo de atender aos eventos Copa do Mundo e Olimpíadas. Os projetos vão desde a implantação do VLT (Veículos Leves sobre Trilhos), no Rio de Janeiro, até as licitações previstas para as obras do metrô em várias cidades do País.

    A Companhia continua buscando a captura de sinergias por meio da otimização administrativa do conjunto de seus negócios e com consequente reflexo positivo na margem operacional.

    Fato recente, monitorado com atenção pelos investidores, foi a decisão tomada pelos governadores de cancelar reajustes nos preços dos pedágios como resposta à pressão das ruas para baixar o custo do transporte público. A medida foi seguida pelo Ministério dos Transportes que, na sequência, anunciou congelamento dos reajustes dos pedágios das rodovias federais. Entretanto, os governos acabaram compensando as empresas pelas perdas com o não repasse de correções previstas em contrato. O Estado de São Paulo, por exemplo, que tem a maior e mais rentável malha de rodovias administradas por empresas privadas, abriu mão de receitas fiscais para compensar as concessionárias: reduziu as tarifas devidas à agência de transportes local e também o ônus fixo pago mensalmente, além de ter imposto a cobrança do eixo suspenso dos caminhões.

    Diante da realidade comentada acima, acreditamos que o desempenho da CCR não será prejudicado, devido ao adequado reequilíbrio econômico-financeiro de seus diversos contratos.

    Pontos Positivos

    As rodovias da Companhia estão localizadas numa região que responde por 70% do PIB do País e por onde trafegam 2/3 dos veículos em circulação no Brasil;
    as receitas têm elevada correlação com o nível de atividade econômica;
    expectativa de aumento do tráfego nas rodovias administradas, principal segmento de negócio da CCR;
    as tarifas são corrigidas pelos índices de inflação, assim como seus contratos com terceiros;
    o modelo de negócio tem como característica a forte geração de caixa

    Pontos Negativos

    Os contratos de concessão têm prazo finito, a maioria sem cláusula de renovação;
    setor fortemente regulamentado, o que cria dependência do poder concedente.

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  12. Devagar e sempre, LPA e DPA crescente.

    Ano CCRO3
    LPA DPA P/L Payout
    2006 0,33 0,21 20,13 63,00%
    2007 0,36 0,32 18 88,00%
    2008 0,44 0,37 13,35 84,00%
    2009 0,4 0,37 24,5 92,00%
    2010 0,38 0,47 30,55 123,00%
    2011 0,51 0,44 23,71 86,00%
    2012 0,67 0,59 28,72 88,00%
    2013 0,77 0,73 22,57 94,00%

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