BRKM – BRASKEM S.A.

BRKM5

BMFBovespa: BRKM3 ; BRKM5; BRKM6

A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, com foco em polietileno, polipropileno e PVC, e a oitava petroquímica do mundo (veja ranking no capítulo Dimensão econômico-financeira) – posições alcançadas após a aquisição, em 2010, de sua principal concorrente no Brasil, a Quattor, e dos ativos de polipropileno da Sunoco Chemicals, dos Estados Unidos, atual Braskem America. Atualmente, a Companhia possui unidades distribuídas em cinco estados das regiões Sul, Sudeste e Nordeste do Brasil e em três dos Estados Unidos, onde também abriga uma das três unidades do Centro de Tecnologia e Inovação.

RI:  http://www.braskem-ri.com.br/fale_conosco.aspx

Site:  http://www.braskem-ri.com.br/

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16 comentários sobre “BRKM – BRASKEM S.A.

  1. Braskem (BRKM5): A cia anunciou ontem (2) a troca do seu presidente. O executivo Carlos Fadigas, à frente da empresa há cinco anos e meio, será substituído por Fernando Musa, presidente da Braskem Americas desde 2012, unidade que reúne os negócios da companhia nos Estados Unidos e na Europa. Após um período de transição, Fadigas assumirá uma função ainda não definida no grupo Odebrecht, controlador da Braskem. Formado em engenharia mecânica pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), Musa ingressou na Braskem em 2010, como vice-presidente de planejamento estratégico. A nomeação será submetida ao conselho de administração da Braskem. A transição no comando da Braskem está em negociação desde o segundo semestre de 2015, quando Fadigas manifestou o interesse em deixar a função.

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  2. Braskem: papel apresenta forte queda no mês.

    As ações da Braskem vem apresentando forte queda nos últimos dias. Ontem após a forte queda dos últimos 2 dias, a companhia informou que não teve sua
    produção afetada pela variação da carga do sistema elétrico, ocorrida na tarde do dia 19/01.
    Ainda sobre a Braskem, a companhia disse também que, “apesar do veto presidencial ao artigo da MP 656/14 que a extensão do contrato de fornecimento de
    energia da Chesf com indústrias do Nordeste, o governo federal informou que discutirá alternativas com a indústria eletrointensiva, o que deverá ocorrer até o
    vencimento do atual contrato em junho de 2015”.
    “Nesse contexto, a Braskem buscará uma solução que assegure a competitividade de custos de energia, viabilizando suas operações eletrointensivas na região
    Nordeste do Brasil”, disse a empresa.
    A presidente Dilma vetou 2 artigos da MP 656 que estendiam até 2042 a vigência de acordo entre a Chesf, subsidiária da Eletrobras, e indústrias eletrointensivas
    do Nordeste. Com o veto, os contratos continuam valendo apenas até 30/06/2015.

    Pelo acordo em vigor e que não será prorrogado, a Chesf fornece energia para essas indústrias a um custo abaixo do mercado, num preço aproximado de R$
    100/Mwh. Esse contrato especial beneficia Braskem, Gerdau e Vale, entre outras empresas. Sem o contrato, no entanto, o custo da energia poderá até triplicar.
    Apesar da forte queda, não recomendamos exposição ao ativo.

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  3. 3T14

    Apesar da evolução da receita líquida no 3T14 (2T14:+8%; 3T13:+7,2%) impulsionada pelo maior volume vendido e patamar dos spreads petroquímicos a nível global, a Braskem apurou lucro líquido (consolidado) de R$ 230 milhões no 3T14, acima dos R$ 124 milhões apurados no 2T14, influenciado também pelo período sazonal mais favorável, mas 42,5% abaixo do ganho líquido obtido no 3T13, notadamente pelo avanço dos custos (+9%) e de despesas com vendas (+22%), acima da expansão da receita líquida. Ainda pesou a piora do resultado financeiro, impactado pelo efeito da variação cambial sobre a dívida atrelada ao dólar.

    A taxa média de utilização dos crackers foi de 90% no 3T14, 6 p.p. acima do 2T14 e 2 p.p. abaixo do 3T13. A retomada de operação da unidade de Triunfo-RS, após parada programada de manutenção, e a melhor operação da central de Duque de Caxias-RJ, amenizaram a parada programada do cracker no pólo do ABC-SP no trimestre.

    A demanda brasileira por resinas termoplásticas (PE, PP, PVC) foi de 1.374 mil t no 3T14, evolução de 4,8% sobre o 2T14, diante da sazonalidade e do melhor desempenho do segmento de bens de consumo. As vendas da Braskem acompanharam essa tendência e atingiram 939 mil t no 3T14, expansão de 6,8% sobre o 2T14. Na comparação com o 3T13, que havia sido prejudicado pela desaceleração da produção industrial e pelo maior movimento de compras no 2T13, tanto as vendas da Braskem como às do mercado cresceram 5,0%.

    De outro lado, as vendas de PP da unidade de negócios EUA e Europa atingiram 470 mil t, redução de 2% ante o 2T14, explicada pelo arrefecimento do mercado europeu. Em relação ao 3T13 cresceu 9,0%, refletindo, sobretudo, o melhor desempenho dos segmentos automotivo e varejo nos EUA, e a estabilidade na Europa.

    Com uma dívida bruta de R$ 19,1 bilhões (74% em dólar; prazo médio de 15,7 anos; 9% vencendo no curto prazo) frente a disponibilidades de R$ 3,3 bilhões (que cobre os vencimentos nos próximos 27 meses), a dívida líquida era de R$ 15,8 bilhões em 30.09.2014, 7% acima da posição em 30.06.2014 em função da alta do dólar. A alavancagem financeira medida pela relação dívida líquida/EBITDA, em dólares, ficou no mesmo patamar, em 2,71 vezes (versus 2,73 vezes). Em reais se elevou de 2,62 vezes para 2,90 vezes, dada a depreciação da moeda local. O custo médio da dívida em dólares subiu de 6,17% para 6,32% em dólares e de 8,70% para 9,31% em reais no período.

    Do Capex da ordem de R$ 2,7 bilhão previsto para 2014, nos 9M14 foram investidos R$ 1,9 bilhão, sendo 64% (R$ 1,2 bilhão) destinados às operações industriais (incluindo as paradas de manutenção realizadas), e 30% (R$ 622 milhões) no Projeto México, cujo progresso físico já atinge 82% para o start up no 2S15. O restante está relacionado a demais projetos em andamento, destacando-se os investimentos na produção de PE de ultra peso molecular em La Porte-EUA, e a expansão/conversão de uma das linhas de produção de PE na Bahia.

    A Braskem segue negociando a renovação do contrato de fornecimento de nafta com a Petrobras, bem como dos contratos de energia com a CHESF. Também aguarda a decisão dos órgãos de concorrência de Brasil e Argentina sobre a aquisição dos ativos da Solvay Indupa, e a análise da OPA aos minoritários desta pelo regulador do mercado de capitais argentino.

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  4. Resultados do 1º Trimestre de 2014
    LL Real R$ 119 M -48,93% x 1T13
    LL Não Recorrente R$ 396 M +70% x 1T13

    DESTAQUES
    No trimestre, a demanda brasileira por resinas termoplásticas (PE, PP, PVC) atingiu 1,3 milhão de toneladas, similar ao 4T13. As vendas da Braskem totalizaram 901 mil toneladas, praticamente em linha com o trimestre anterior. Na comparação com o 1T13, a demanda expandiu 3% e as vendas da Companhia apresentaram redução de 2%.

    A taxa média de utilização dos crackers no 1T14 foi de 85%, influenciada pela parada programada de manutenção no site de Triunfo e por problemas operacionais.

    As vendas de PP da unidade de negócios EUA e Europa totalizaram 460 mil toneladas, volume similar ao do último trimestre de 2013. Em relação ao 1T13, a alta foi de 7%, explicada pela recuperação da demanda dos mercados europeu e norte-americano.

    A Braskem, em linha com sua estratégia de concentrar seus investimentos no setor petroquímico, alienou os ativos integrantes da Unidade de Tratamento de Água (“UTA”) localizados no polo de Triunfo, no valor de R$ 315 milhões, reconhecendo um ganho no trimestre de R$ 277 milhões.

    No 1T14, o EBITDA consolidado da Companhia foi de R$ 1.637 milhões. Os principais fatores que contribuíram para o resultado foram o ganho na alienação de ativos não estratégicos, a sustentação do patamar de spreads de petroquímicos no mercado internacional e a depreciação do real em 4% em relação ao 4T13. Em dólares, o EBITDA consolidado foi de US$ 690 milhões.

    O lucro líquido registrado foi de R$ 396 milhões, explicado pela alienação da UTA e pelo desempenho operacional do trimestre.

    A alavancagem, medida pela relação dívida líquida/EBITDA, atingiu 2,71x quando medida em dólares, uma queda de 6% em relação ao último trimestre. Em reais, a alavancagem também foi de 2,71x, uma redução de 13%.

    A revista Fast Company, uma das principais empresas de mídia dos EUA focada no mercado de inovação, elegeu a Braskem como uma das 50 empresas mais inovadoras do mundo, sendo a única empresa brasileira a entrar no ranking.

    Expansão e diversificação de matéria-prima

    Projeto México:
    A construção seguiu avançando e o progresso físico do empreendimento atingiu 66%. O start-up do novo complexo é esperado para o 2º semestre de 2015.
    Em 08 de abril de 2014, a subsidiária Braskem Idesa sacou a 3ª parcela do project finance no valor de US$ 465 milhões.e de 2015.

    Projeto Ascent
    Foi assinado, em março de 2014, um acordo de fornecimento de etano (ainda sujeito à análise de viabilidade e aprovação do projeto) com a Antero Resources.

    http://www.braskem-ri.com.br/Download.aspx?Arquivo=PzQjPtwH36anIRAVVYw4Xw==

    LL Não Recorrente: Resultado Excelente, devido principalmente à venda (+277 M) da unidade de tratamento de água em Triunfo (RS) e à adoção da contabilidade de hedge que influenciaram o resultado final. Crescimento em todos os indicadores de resultado.

    LL Real: Resultado Regular. Desconsiderando a venda do ativo acima, o lucro ficou abaixo do resultado no 1T13.

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  5. Resultados 4T13 e 2013
    LL 15MM -96% x 4T12 / LL2013 507MM +168% x 2012

    Em 2013, as vendas da Braskem somaram 3,7 milhões de toneladas e seu market share foi de 68%.

    • A taxa média de utilização dos crackers foi de 90%.

    • As vendas de PP da Braskem America subiram 7% no 4T13 e 3% em 2013, influenciadas pelo crescimento do volume de produção, o maior desde 2011.

    • O EBITDA consolidado da Companhia no 4T13 atingiu R$ 1.175 milhões. Em dólares, o EBITDA foi de US$ 521 milhões, aproximadamente 20% superior ao valor recorrente do 4T12.

    • No ano, a Braskem registrou EBITDA de R$ 4.813 milhões. Em dólares, o EBITDA foi de US$ 2.217 milhões, uma alta de 11% na comparação com 2012.

    • A construção do projeto no México seguiu avançando e seu progresso físico atingiu 58%. Em novembro, a subsidiária Braskem-Idesa sacou a 2ª parcela do project finance no valor de US$ 547 milhões. No ano, o valor totalizou US$ 2.031 milhões.

    • A Braskem anunciou a expansão de uma de suas linhas de produção de polietileno e a assinatura de um memorando de entendimento (MOU), com a Styrolution, para a produção de especialidades estirênicas.

    • A Braskem celebrou contrato com a Solvay para a aquisição do controle da Solvay Indupa, que possui 4 plantas para a produção de PVC e soda no Brasil e Argentina. Com essa aquisição, ainda sujeita à aprovação dos órgãos regulatórios, a Braskem:
    – amplia em 42% sua produção de PVC no mercado brasileiro e expande sua capacidade na região para 1.250 mil toneladas, tornando-se o 4º maior produtor de PVC das Américas;
    – aumenta sua capacidade de soda em mais de 60%, totalizando 890 mil toneladas.

    • A Braskem apresentou lucro líquido de R$ 507 milhões e a proposta de Administração é uma distribuição de dividendos no valor de R$ 483 milhões.

    • A alavancagem da Braskem atingiu 2,87x quando medida em dólares, 12% menor em relação a 2012.

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  6. Resultado 3T13
    LL 394M +317% x 3T12

    -> No 3T13, os crackers operaram a uma taxa média de 92%, 2 p.p. inferior à taxa do segundo trimestre, em resposta à parada não programada decorrente da interrupção no fornecimento de energia elétrica, que atingiu os estados do nordeste no fim de agosto.
    -> O mercado brasileiro de resinas (PE, PP, PVC) atingiu 1,3 milhão de toneladas, uma redução de 8% na comparação com o 2T13, que havia sido positivamente influenciado pelo contínuo bom desempenho de alguns setores e reabastecimento de estoques ao longo da cadeia. As vendas da Braskem totalizaram 898 mil toneladas e seu market share foi de 68%, uma expansão de 2 p.p..
    ->A Braskem registrou EBITDA de R$ 1.650 milhões, positivamente influenciado pela sustentação do
    patamar de spreads no mercado internacional, pela melhoria da margem de contribuição – beneficiada no trimestre pela média móvel para a compra de nafta – e pela depreciação do real de 11%. Em dólares o EBITDA foi de US$ 720 milhões.

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  7. Alta de 6% nas vendas de resinas termoplásticas (PE, PP, PVC) no 1T13

    Expansão de 1 p.p. de market share

    PRINCIPAIS DESTAQUES:
     Contexto operacional
     No 1T13, a demanda brasileira de resinas atingiu 1,3 milhão de toneladas, uma alta de 5,6% e
    5,0% em relação ao 4T12 e 1T12, respectivamente. As vendas da Braskem, por sua vez, apresentaram um crescimento de 6,2% e 8,8%, 921 mil toneladas, e seu market share atingiu
    71%.
     Os crackers operaram a uma taxa média de 90% contra 82% no trimestre anterior, que havia sido impactado por paradas não programadas decorrente de problemas no fornecimento de energia elétrica.
     O EBITDA do 1T13 atingiu R$ 937 milhões, um crescimento de 6% em relação ao EBITDA
    recorrente do 4T12, explicado pelo maior volume de vendas, pela recuperação dos spreads
    internacionais e pela melhor eficiência operacional. Em dólares, o EBITDA foi de US$ 470 milhões.
     Contexto macroeconômico
     Em atendimento à proposta apresentada pelo Conselho de Competitividade da Indústria Química,
    foi aprovada em maio a redução da alíquota de PIS e COFINS para a compra de matérias-primas
    das empresas de 1ª e 2ª geração do setor químico.
     Expansão e diversificação de matéria-prima
     Projeto no México (Etileno XXI):
     A construção do novo complexo petroquímico segue em linha com seu cronograma e o
    progresso físico do empreendimento atingiu 26%.
     Brasil:
     Na sua estratégia de valorização das correntes do cracker, a Braskem já deu início à
    construção do pipeline para o futuro fornecimento de propeno ao complexo acrílico da Basf,
    previsto para entrar em operação no 2º semestre de 2014.
     Comperj: os estudos de engenharia básica seguem dentro do cronograma esperado e a
    expectativa é de que o projeto conceitual seja finalizado ao longo dos próximos meses.
     Compromisso com a higidez financeira
     Recebimento de R$ 163 milhões referente à 1ª parcela da alienação dos ativos da Unidade de
    Tratamento de Água.

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  8. Resultados do 4T12 e ano de 2012

    • As vendas de resinas da Braskem em 2012 aumentaram 10% e seu market share cresceu para 70%, uma expansão de 5 p.p. em relação a 2011.

    • A taxa de operação dos crackers no 4T12 foi de 82%, refletindo uma menor demanda global e paradas não programadas devido a problemas no fornecimento de energia elétrica. Em 2012, a taxa média foi de 89%, refletindo a melhor performance operacional dos crackers em relação a 2011, que foi de 83%.

    • O EBITDA do 4T12 atingiu R$ 1.399 milhões ou US$ 677 milhões, positivamente impactado pelo ganho de R$ 516 milhões na alienação de ativos não estratégicos. No ano, o EBITDA foi de R$ 3.958 milhões, 6% superior a 2011.

    • Em 2012, a Braskem iniciou as operações da nova planta de PVC e da expansão de butadieno.

    • Em dezembro de 2012, foi concluída a estruturação de financiamento do complexo petroquímico integrado para produção de polietilenos, no México, no valor de US$ 3,2 bilhões, com o apoio de um pool multinacional de 7 bancos e agências de crédito.

    • No ano, a Braskem concluiu a segunda fase de engenharia do projeto Comperj, com início da execução dos projetos de engenharia básica das unidades industriais esperado para 2013.

    • Em dezembro de 2012, a Braskem desinvestiu ativos não estratégicos no Brasil e EUA, que montaram R$ 822 milhões e levaram ao reconhecimento de um ganho no valor de R$ 516 milhões no trimestre.

    • A Companhia captou empréstimo de US$ 200 milhões junto à Nippon Export and Investment Insurance (“NEXI”), com vencimento em novembro/2022. O desembolso ocorrerá no 1T13 e os encargos, a serem pagos semestralmente, são compostos de variação cambial, Libor + 1,1% a.a.

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  9. Braskem anuncia resultados do 3T12

    São Paulo, 8 de novembro de 2012 – A BRASKEM S.A. (BM&FBOVESPA: BRKM3, BRKM5 e BRKM6; NYSE: BAK; LATIBEX: XBRK) divulga hoje os resultados do 3T12.

    DESTAQUES:
    • As vendas da Braskem acompanharam a tendência de alta do setor petroquímico e apresentaram crescimento de 19%. Em comparação com o 3T11, o mercado cresceu 1% e as vendas da Companhia 11%, como resultado do esforço de expansão do seu market share no mercado local.
    • Os crackers operaram a uma taxa média de utilização de 92% no 3T12, 4 p.p. superior à taxa do 2T12, em resposta à melhor demanda da 2ª geração.
    • O EBITDA do 3T12 foi de R$ 930 milhões, 10% acima do apresentado no trimestre anterior, favorecido pela contínua apreciação do dólar e do maior volume de vendas, que compensou parcialmente a contração de spreads do mercado internacional. Em relação ao EBITDA recorrente do 2T12, a alta foi de 26%. Em dólares, o EBITDA total foi de US$ 459 milhões.
    • A expansão da planta de butadieno, que teve seu início de operação em junho, já atingiu seu patamar de produção conforme planejado. A nova planta de PVC segue seu ramp up de produção dentro do cronograma esperado e já opera a taxa próxima de 80%.
    • Em outubro, a controlada Braskem Idesa celebrou com o consórcio formado por Odebrecht (40%), Technip (40%) e ICA Fluor (20%) o contrato para a realização das etapas de engenharia, procura e construção (EPC) do complexo petroquímico do México.
    • A Braskem antecipou a liquidação de determinados empréstimos, dentre elas alguns junto ao BNDES, no montante de R$ 400 milhões, alinhada à estratégia de manter apenas as dívidas mais competitivas em seu portfólio.

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  10. FATO RELEVANTE São Paulo, 28 de agosto de 2012 – A Braskem S.A. (“Braskem” ou “Companhia”), em conformidade com o Fato Relevante divulgado em 13 de agosto de 2012 (“Fato Relevante”), vem informar a seus acionistas e ao mercado em geral que se encerrou o 3º Programa de Recompra de Ações da Companhia (“3º Programa de Recompra”). Com o encerramento do 3º Programa de Recompra, verificou-se que há, nesta data, (i) 798.380.490 ações em circulação de emissão da Companhia, sendo 451.668.652 ações ordinárias, 346.118.020 ações preferenciais classe “A” e 593.818 ações preferenciais classe “B”; (ii) 411 ações ordinárias e 5.292.316 ações preferenciais classe “A” em tesouraria, incluindo 2.595.300 ações preferenciais adquiridas pela Braskem diretamente e também em cumprimento à operação de Swap divulgada no Fato Relevante de 26 de agosto de 2011.
    O 4º Programa de Recompra de Ações da Companhia (“4º Programa de Recompra”) terá início no dia 29 de agosto de 2012, nos termos e condições constantes do Fato Relevante. Similarmente ao que foi aprovado para o 3º Programa de Recompra, as ações objeto do 4º Programa de Recompra poderão ser adquiridas diretamente pela Companhia ou por instituição financeira a ser oportunamente contratada pela Companhia para este fim (“Instituição Financeira”

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  11. Resultados do 2º trimestre de 2012

    EBITDA 2T12 atingiu R$ 845 milhões Alta de 7% em relação ao primeiro trimestre

    A Braskem registrou prejuízo de R$ 1.033 milhões no 2T12, explicado principalmente pelo impacto de R$ 2,1 bilhões do resultado financeiro, afetado pela desvalorização do real de R$ 1,6 bilhão. No acumulado do ano, o prejuízo foi de R$ 881 milhões.

    No 2T12, a receita líquida consolidada da Braskem foi de US$ 4,7 bilhões, em linha com a apresentada no 1T12. Em reais, a receita líquida alcançou R$ 9,1 bilhões, um crescimento de 11% em relação ao trimestre anterior, explicado pela alta do preço médio em reais de resinas e principais petroquímicos básicos, em 10% e 12%, respectivamente, que compensou parcialmente o menor volume de vendas.

    O resultado financeiro líquido apresentado no 2T12 foi uma despesa de R$ 2.105 milhões, comparado a uma despesa de R$ 104 milhões no trimestre anterior. Essa variação é explicada, principalmente, pelo impacto da apreciação do dólar4 perante o real em 11% no período, frente a uma depreciação de 3% no 1T12.

    Os crackers operaram a uma taxa média de utilização de 88% no 2T12.

    Expansão do market share no 2T12, em 3 p.p., atingindo um volume de vendas de 796 mil toneladas ou 71% do mercado total. Na comparação com o 2T11, as vendas da Companhia apresentaram alta de 4%.

    O EBITDA do 2T12 foi de R$ 845 milhões, 7% superior ao apresentado no trimestre anterior, favorecido pela apreciação do dólar. Excluindo-se os efeitos extraordinários que montaram R$ 108 milhões, o EBITDA foi de R$ 737 milhões. Em dólares, o EBITDA total foi de US$ 430 milhões.

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