BBAS – BCO BRASIL S.A.

BBAS3

BMFBovespa: BBAS3

O Banco do Brasil S.A. (BB) é a maior instituição financeira da América Latina, com mais de R$ 980 bilhões de ativos, sendo controlador de 23 empresas, além de possuir o controle em conjunto de sete entidades.

No Brasil, é um dos principais  agentes do desenvolvimento econômico e social, está presente em 5.378 municípios e mantém 5.263 agências e 43.602 terminais próprios de autoatendimento.
Ao final do período, reunia em sua carteira mais de 56 milhões de clientes, pessoas físicas e jurídicas, aos quais coloca à disposição produtos, serviços e soluções nos segmentos bancário, de investimento, gestão de recursos, seguros, previdência e capitalização e meios de pagamento, entre outros.

Para assegurar a eles um atendimento ágil, a Organização investe em tecnologias modernas e no aperfeiçoamento constante de processos, além de contar com mais de 113 mil profissionais, aos quais oferece sólido plano de carreira e oportunidades de capacitação.

Essa estrutura ganhou reforço em 2011 devido à conquista do BB no leilão para ser parceiro da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (EBCT) na operação do Banco Postal. O contrato, previsto para vigorar por cinco anos, a partir de janeiro de 2012, contempla a oferta de serviços bancários básicos, como abertura de contacorrente,
saque e pagamento de benefícios.

RI: http://www.bb.com.br/portalbb/jsp/popup/faleComRi.jsp

Site: http://www.bb.com.br/portalbb/home2,136,136,0,0,1,8.bb

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185 comentários sobre “BBAS – BCO BRASIL S.A.

  1. Banco do Brasil: Resultados 2016

    Fechou 2016 com lucro líquido ajustado de R$ 7,171 bilhões e queda de 38,2%. A performance foi impactada pelo avanço das despesas com provisionamentos e queda da carteira de crédito, visto que esta atingiu R$ 653,591 bilhões e recuo de 9,2%. O risco corporativo pressionou a qualidade da carteira de crédito, logo houve o avanço das despesas com provisionamentos. Especificamente no 4T16, o lucro líquido ajustado foi de R$ 1,747 bilhão, com queda de 34% ante o 4T15. O número exclui o impacto das despesas não recorrentes de R$ 1,401 bilhão com o plano de aposentadoria incentivada lançado pela instituição. O lucro contábil, que inclui itens extraordinários, foi de R$ 963 milhões no 4T16, com redução de 61,6% em relação aos 4T15.

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  2. Banco do Brasil divulga resultados do 3T16

    Fechou o 3T16 com lucro líquido ajustado de R$ 2,337 bilhões, significando queda de 18,9%, contra o 3T15. Pesou contra o avanço do PDD em 13,9%, ao atingir R$ 6,644 bilhões. A carteira de crédito ampliada (considera avais, fianças e títulos privados) somou R$ 734,032 bilhões em setembro de 2016, com queda de 2,3% em relação a junho e 6,9% em doze meses. A carteira de pessoa física atingiu R$ 185,731 bilhões, com alta de 3,8% em 12 meses e queda de 0,9% no trimestre. Nesse portfólio, com exceção do financiamento imobiliário e do cheque especial, todas as modalidades recuaram em relação a junho. O pior desempenho foi das operações de financiamento a veículos, cuja carteira teve queda de 12,1% no trimestre e de 18,3% em 12 meses. A carteira de pessoa jurídica atingiu R$ 263,539 bilhões, com queda de queda de 4,1%, contra junho e de 9,4% em doze meses. As operações de micro, pequenas e médias empresas ficaram em R$ 74,909 bilhões, com queda de 7,7% e 18,3%. A carteira de médias e grandes empresas totalizou R$ 150,642 bilhões, com retração de 3,7% e de 6% em 12 meses. A inadimplência com atraso superior a 90 dias atingiu 3,51% em setembro, ante 3,27% em junho e 2,06% em setembro de 2015. Este indicador teria ficado em 3,07% se excluídos os efeitos das operações em atraso de um cliente específico, cogitando-se ser a Sete Brasil.

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  3. BB (BBAS3): O lucro líquido ajustado no 2T16, de R$ 1,801 bilhão, veio 6,39% abaixo da projeção média de analistas do mercado, que seria de R$ 1,924 bilhão. Para as estimativas foram consultadas 11 casas pela Agencia Estado: Citi, Deutsche Bank, Goldman Sachs, BTG Pactual, Credit Suisse, Brasil Plural, Morgan Stanley, Safra, UBS e duas que preferiram não ser identificadas.

    BB (BBAS3): O banco revisou, em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras, a projeção para o desempenho da sua carteira de crédito neste ano sob a justificativa do desempenho da pessoa jurídica. Os empréstimos, considerando o conceito ampliado – interno, devem encolher até 2% ou subir 1% no melhor cenário. A projeção anterior era de crescimento de 3% a 6%. No primeiro semestre, a expansão foi de 1,2%. Para o crédito à pessoa jurídica, o BB também revisou seu guidance. O banco espera que esses empréstimos diminuam de 10% a 6% neste ano em relação a 2015 contra intervalo que sinalizava alta de 1% a 4%. Outra projeção que o banco revisou foi a de margem financeira bruta. Os demais guidances foram mantidos.

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