RDNI – RODOBENS NEGOCIOS IMOBILIARIOS S.A.

BMFBovespa: RDNI3

Incorporadora Imobiliária com foco em cidades do interior com população acima de 100 mil habitantes, a Rodobens Negócios Imobiliários foi fundada em 1991 e está entre as 15 maiores construtoras do País- conforme a 6ª Edição do Ranking ITCnet 2009 – As 100 Maiores da Construção, editado pela ITC – Informações Técnicas da Construção, sendo responsável por levar moradia com dignidade para milhares de brasileiros em vários estados do País.

Com o objetivo de oferecer condições especiais de aquisição para empreendimentos diversificados, e com alta qualidade, independente do público, a incorporadora atua no mercado nacional por meio do Sistema Fácil Rodobens, Terra Nova Rodobens, Moradas Rodobens e Plano Único.

A companhia, que iniciou negociação de suas ações no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo, em 31 de janeiro de 2007, prioriza, atualmente, os lançamentos com foco no segmento econômico, oferecendo empreendimentos com qualidade, segurança, conforto e lazer para todos os consumidores.

Para atender esse mercado, oferece os conceitos Moradas Rodobens, voltado para a população com faixa de renda a partir de 3 salários mínimos, e Terra Nova Rodobens, destinado às famílias com renda a partir de 5 salários mínimos. Com esses conceitos, a Rodobens Negócios Imobiliários já está entre as principais empresas que atuam no Minha Casa, Minha Vida – Programa do Governo Federal.

As fortes parcerias da incorporadora com Agentes Financeiros como Caixa Econômica Federal, Santander, Banco do Brasil, Banrisul, entre outros bancos e empresas do setor que atuam regionalmente, permitiram à Rodobens Negócios Imobiliários uma atuação diversificada, além da expansão dos produtos destinados ao segmento econômico.

Consciente de que o sonho de morar bem e de forma acessível é unânime entre os brasileiros, e preocupada em oferecer condições especiais de aquisição e diversidade de empreendimentos, destinados a públicos com perfil variado, a Rodobens Negócios Imobiliários investe em novas tecnologias e avançados processos construtivos. Assim, garante qualidade, eficiência e a satisfação de seus clientes, inovando em conceitos de projetos que possibilitam aprimoramento constante com redução de custos e prazos.

Além da preocupação com a qualidade de seus empreendimentos, a Rodobens Negócios Imobiliários é a empresa com a melhor tecnologia, conhecimento e menor prazo de execução de obras no segmento de condomínios horizontais do mercado nacional. A empresa ainda investe na edificação de novos bairros, aprimorando o entorno dos seus empreendimentos, gerando empregos e arrecadação para as cidades onde se estabelece.

http://ri.rodobens.com.br

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15 comentários sobre “RDNI – RODOBENS NEGOCIOS IMOBILIARIOS S.A.

  1. São Paulo – A Rodobens Negócios Imobiliários registrou lucro líquido de R$ 15,371 milhões no quarto trimestre de 2014, recuo de 69% ante o mesmo período de 2013.

    No acumulado de 2014, o lucro líquido foi de R$ 68,377 milhões, montante 33% inferior ao obtido no ano anterior.

    O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 13,751 milhões de outubro a dezembro do ano passado, redução de 78% sobre um ano antes. De janeiro a dezembro de 2014, o Ebitda foi de R$ 86,608 milhões, queda de 47% ante 2013.

    Pelo conceito ajustado, o Ebitda foi de R$ 17,802 milhões no quarto trimestre, queda de 76% sobre igual intervalo do ano anterior. Em todo o ano de 2014, o Ebitda somou R$ 106,719 milhões, queda de 45% sobre o ano anterior.

    O Ebitda ajustado se refere ao ajuste de despesas com juros capitalizados, por se tratar de despesa de natureza operacional.

    A receita líquida do quarto trimestre de 2014 chegou a R$ 175,017 milhões, queda de 14% sobre o mesmo período de 2013.

    No acumulado de 2014, a receita líquida foi de R$ 714,750 milhões, volume 5% inferior ao obtido um ano antes.

    Fonte: Exame

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  2. São Paulo, 19 de Março de 2015: A Rodobens Negócios Imobiliários S.A. (BM&FBovespa: RDNI3, Bloomberg : RDNI3 BZ) divulga os resultados do quarto trimestre de 2014 (4T14).
    Lançamentos Urbanismo: R$121MM em 2014, mais de 4 vezes o volume de 2013
    Estoque Concluído: 4% do estoque total, um dos menores patamares do setor
    Estoque MCMV: 7% do estoque RNI, queda de 36 p.p. frente ao ano de 2013
    Landbank: Adição de R$1,8 bilhão de VGV potencial Stillo em 2014
    Flexibilidade Financeira: Dívida Líquida/PL: 21,4%
    Cancelamento de 4.305.392 ações em tesouraria no ano de 2014: Aumento de 9,7% de participação dos acionistas na Companhia

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  3. Rodobens: Prévia Operacional um pouco melhor do que trimestres anteriores.

    Lançamentos somaram R$ 293 MM no 4T14, crescimento de 20,5% YoY.
    Vendas contratadas atingiram R$ 174 MM no 4T4, incremento de 22% YoY.
    VSO atingiu 17% no 4T14, aumento de 1 p.p em relação ao 4T13.
    A posição do estoque a valor de mercado no fechamento de 2014 foi de R$809 milhões em VGV, correspondendo a 3.056 unidades. A participação das unidades
    concluídas no volume total de estoque da Companhia reduziu para 4% do VGV total em estoque, um dos menores patamares do setor.
    A participação dos produtos MCMV no estoque total reduziu de 22% no 3T14 para 11% no 4T14.
    A maior concentração do estoque está nos estados de São Paulo e Minas Gerais, que juntos representam 82% do VGV Total.
    O repasse/desligamento totalizou R$ 140 MM no 4T14, 22% menor do que no 3T14. Houve repasse dos empreendimentos Stillo (SBPE) logo após a conclusão de
    obra e obtenção do Habite-se, enquanto os empreendimentos dentro do Programa MCMV são repassados na planta.

    Sobre o setor vale monitorar hoje a divulgação do balanço do crédito imobiliário de 2014 e as perspectivas para 2015, que serão divulgados pela Associação
    Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip)

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  4. Resultado 1T14
    LL 13,5 M -33% x 1T13

    Vendas Stillo: Crescimento de 94% em relação ao 1T13
    Gestão do Estoque: Produto acabado representa apenas 5% do estoque total
    Maior eficiência operacional: redução de R$6MM no G&A em relação ao 4T13
    Margem Líquida Ajustada* superior a 12% no trimestre
    Flexibilidade Financeira: Dívida Líquida/PL de 14,3%
    Geração de caixa por 8 trimestres consecutivos**: R$28MM no 1T14

    http://ri.rodobens.com.br/rodobens2008/web/download_arquivos.asp?id_arquivo=4F56DBC9-F036-4325-B968-AE9BF17998F2

    Resultado ruim mas interessantes, aumento de 40% nas receitas, mas aumento em 45% nos custos dos empreendimentos vendidos, mas o grande vilão foram as despesas operacionais, na linha provisão para passivo a descoberto de controladas em
    conjunto, bem como despesas financeiras,

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  5. Resultados do Trimestre “4T13 e 2013″
    LL R$ 41 M +20% x 4T12 / LL R$ 100,5 M +19% x 2012

    • Lançamentos RNI: R$743,5 milhões em 2013. O produto Stillo representou 56% dos lançamentos no ano, atingindo R$419 milhões de VGV RNI, crescimento de 38% em relação ao ano de 2012.
    • Vendas RNI: as vendas contratadas totalizaram R$693 milhões* em 2013, aumento de 9% em relação a 2012. A participação do produto Stillo no volume de vendas foi de 36% no ano.
    • Repasse/Desligamento: o volume repassado apresentou o melhor resultado da história da Companhia totalizando R$700 milhões em 2013, aumento de 29% em relação ao ano de 2012.
    • Margem Bruta: atingiu 31,9% no ano versus 30,5% em 2012, aumento de 1,45 p.p. Excluindo o impacto da venda de terrenos, a Margem Bruta de Incorporação atingiu 32,4% versus 29,5% em 2012.
    • Geração de Caixa: R$208 milhões no ano, excluindo pagamento de dividendos de R$52 milhões.
    • Redução no endividamento: a Companhia encerrou o ano com índice Dívida Líquida/PL de 17,0%, redução de 18,4 p.p sobre o ano anterior.
    • Aquisição de novas áreas no 4T13: R$ 253 milhões no VGV de incorporação no produto Stillo e R$305 milhões para o desenvolvimento de projetos de loteamento.
    • Dividendos: Payout de 47% sobre o lucro ajustado do ano.

    http://www.mzweb.com.br/rodobens2008/web/download_arquivos.asp?id_arquivo=FFF7407C-43F7-4EDA-9FAA-6667888AEC31

    Excelente resultado, aumento considerável nas receitas da empresa, e redução na dívida da empresa, muito bom, para quem possui debêntures desta empresa, é um ótimo resultado.

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  6. LL 16,6M + 13%3T12

    Destaques:
    Volume recorde de Desligamento de Imóvel na Planta
    Expansão das margens: Margem Bruta de Incorporação de 34,6% e Margem Líquida de 8,2%
    Desalavancagem Financeira: Dívida Líquida/PL de 18,8%
    Geração de Caixa de R$75 milhões no trimestre
    Redução significativa da carteira de Recebíveis Performados

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      • Bom resultado, mas com restrições. Lucro de 16M (13% acima do 3T12), receita de 202M (-6%), aumento da margem em 2,9%, redução da dívida em 29% ( isso é ótimo) e queda no EBITDA (-16%). Ao meno teve lucro e reduziu a dívida: só por isso vale a classificação como boa. Me parece q a empresa apresenta dificuldades na geração de recursos apenas em suas atividades operacionais.

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      • Ricardo, pelo q eu entendi a redução da dívida tá associado ao repasse/desligamentos de unidades. Acho q eles entregaram os imóveis, transferindo a dívida para os mutuários. Creio q seja uma “pegadinha” do relatório, com um número espetacular, p dar uma boa impressão. Foi o q eu entendi, mas gostaria q o Tetzner opinasse pois ele tem mais experiência. Segue abaixo um trecho do relatório:
        “Geração de Caixa de R$75 milhões no trimestre, reflexo especialmente do bom desempenho do Repasse/Desligamento de unidades que por sua vez contribuiu com a desalavancagem financeira.”
        REPASSE / DESLIGAMENTO DE PESSOA FÍSICA
        “A RNI apresentou bom desempenho em termos de repasse/desligamento no período, a despeito da greve bancária iniciada no mês de setembro. O volume de repasse/desligamento atingiu R$176 milhões, um aumento de 14% frente ao 3T12 e queda de 5% em relação ao 2T13.”
        “… a Companhia atingiu um volume recorde de desligamento de imóvel na planta de R$133 milhões, o que representa um crescimento de 76% na comparação com o 3T12 e de 18% em relação 2T13. Do total repassado, R$11 milhões foram classificados na modalidade SBPE e R$165 milhões no
        Programa MCMV.”

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      • Senhores,

        Nessa industria, empresas como Rodobens, Gafisa… operam assim:

        1 – Registro do memorial de incorporação do projeto.
        2 – Lançamento do projeto-
        3 – 70% do projeto é vendido.
        4 – Esses contratos de venda fechados e as respectivas unidades são usados como garantia para o banco. A empresa toma recursos do SFI para bancar a obra. Obra começa.
        5 – Obra pronta. O cliente que comprou financiado com a construtora durante a obra tem 2 escolhas: parcela de chaves a vista ou financiamento bancário.
        6 – Se for a vista e a unidade estiver alienada pela construtora( ver passo 4): a construtora quita o crédito com o banco ou troca a garantia por outra unidade. (por isso que as entregas desses empreendimentos são feitas em fases, 10 a 15 de cada vez num prédio de 200 unidades, o dinheiro do cliente (parcela chaves) de uma unidade banca a baixa das unidades no banco da próxima fase.
        7 – Geralmente as unidades que serão quitadas via banco, se for o banco que financiou a construtora, o processo acelera um pouco, o cliente final fecha o contrato com o banco, no ato seguinte, a construtora quita o empréstimo dela com essa grana, tudo ao mesmo tempo. Se não for o mesmo banco, esses clientes finais ficam pro final.

        No caso da Rodobens, segundo o meu entendimento, foi uma combinação de entregas maiores de unidades – come essa dinamica narrada – com securitização de recebíveis perfomados; essa grana da securitização foi usada para pagar dívida.

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      • Obrigado Ricardong, vc ta “matando a pau” aqui no blog. Confesso que a minha ignorância não me deixou entender por completo, embora me pareceu simples, mas cheio de etapas. No final o que importa é que com este número maior de unidades entregues a empresa quitou boa parte da dívida, o que mostra que a decisão foi acertada.

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  7. São Paulo, 10 de Outubro de 2012 – A Rodobens Negócios Imobiliários S.A. (Bovespa: RDNI3, Bloomberg RDNI3:BZ) vem a público informar ao mercado a prévia operacional referente ao 3º trimestre de 2012.

    Melhor desempenho de vendas dos últimos 5 trimestres, com destaque para o conceito Stillo Rodobens que representou 42% das vendas parte RNI no 3T12

    RNI lança a marca Stillo Rodobens
    Vendas Contratadas de R$224 MM, melhor desempenho dos últimos 5 trimestres
    Lançamentos de R$283,5MM, aumento de 36% frente ao 3T11
    VSO de 19%, aumento de 3 p.p. em relação ao 2T12
    Conclusão de 3.210 unidades, correspondendo a um VGV RNI de R$198 MM

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  8. Divulgação de Resultados 2T12

    Geração de caixa de R$60 milhões no 2T12, melhor resultado apresentado nos últimos 4 trimestres. Desconsiderando o pagamento de dividendos a geração atingiria R$76,5 milhões

    Lançamentos parte RNI totalizaram R$346 milhões no 1S12, crescimento de 184% em relação ao mesmo período do ano passado. No 2T12 o VGV RNI atingiu R$241 milhões, aumento de 331% frente ao 2T11. Destaque no trimestre para os R$81 milhões VGV RNI lançados no segmento econômico

    Evolução no Preço Médio das unidades lançadas, passando de R$104 mil no 1T12 para R$119 mil no 2T12, reflexo da participação de 34% do Segmento Econômico (Sistema Fácil) no total lançado no período

    Posição de caixa de R$498 milhões, sendo R$321 milhões de caixa livre

    Redução da alavancagem financeira. A Dívida Líquida sobre Patrimônio Líquido recuou de 70,7% para 60,0% do 1T12 para o 2T12. Ao desconsiderarmos a dívida de SFH e a Debêntures do FGTS, a Dívida Líquida/Patrimônio Líquido ficou em 14,9%. Após o resgate da 2ª Emissão de Debêntures em julho, o nível de endividamento líquido/PL passou a 44,1%

    Venda de 3 áreas não estratégicas no 2T12 gerando Lucro Líquido de R$23 milhões

    Contínua melhoria na Margem Bruta ajustada pós-ajustes de orçamentos, passando de 33,5% no 1T12 para 35,2% no 2T12, sem considerar a venda de áreas. Considerando a venda de áreas a Margem Bruta ajustada atingiu 36,2%

    Repasse/Desligamento de Pessoa Física totalizaram R$314 milhões no 1S12, representados por 4.267 unidades, aumento de 9,51% em comparação ao 1S11

    Conclusão nas obras de 5.527 unidades no 1S12, totalizando um VGV RNI de R$414 milhões,incremento de 31,2% frente o 1S11. No 2T12 foram concluídas 2.319 unidades versus 1.908 no 2T11

    Em termos de Lucro Líquido, apresentamos no 2T12, R$31,8 milhões, com margem líquida de 13,3% no período, sendo R$ 9 milhões referentes à atividade de incorporação e R$ 23 milhões à venda de áreas.

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