LIGT – LIGHT S.A.

BMFBovespa: LIGT3

A Light S.A. (Light ou a Companhia) está sediada na cidade do Rio de Janeiro e tem como atividades principais a exploração, direta ou indireta dos serviços de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, bem como outros serviços complementares. Em 2010, a Companhia registrou faturamento bruto de R$ 9,8 bilhões e suas atividades principais são:

Geração: A atividade de geração de energia elétrica, objeto da Light Energia, é baseada no aproveitamento da força hidráulica dos Rios Paraíba do Sul e Ribeirão das Lajes, contando com usinas localizadas nos Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. A potência máxima total do sistema gerador da Light Energia é de 981 MW. Esse sistema é composto por 5 usinas geradoras e 2 usinas elevatórias. Além destas unidades, compõem o sistema gerador da Light Energia outras estruturas hidráulicas, tais como reservatórios, barragens, canais, diques, vertedouros, túneis, condutos forçados e tomadas d’água.

Distribuição: A Light SESA, que tem como atividade a distribuição de energia elétrica, atende a uma área total correspondente a 10.970 km2 do Estado do Rio de Janeiro, beneficiando cerca de 10 milhões de pessoas, do total de 15 milhões de habitantes do Estado. A Companhia distribui energia a 4,0 milhões de clientes, atuando em uma área de concessão que abrange 31 municípios do Estado do Rio de Janeiro. Em 2010, a energia faturada pela Companhia atingiu 19.459 GWh. A composição desse faturamento por grupo de consumidores foi aproximadamente a seguinte: 42,4% provenientes do segmento residencial, 31,6% provenientes do segmento comercial, 8,8% provenientes do segmento industrial e 17,2% provenientes de outros consumidores. Além do mercado cativo, a Companhia também transporta energia aos clientes do mercado livre. O montante de energia faturada pelo uso da rede totalizou 2.924 GWh em 2010.

Comercialização: A Light Esco, cuja totalidade das quotas é detida pela Light S.A., é uma sociedade de comercialização de energia que atua no mercado livre e de fontes alternativas/incentivadas de energia, além de ser uma “ESCO” (Energy Services Company), prestadora de serviços de energia e de infra-estrutura, voltadas para soluções energéticas para seus clientes. A Light ESCO foi autorizada pela ANEEL a atuar como agente comercializador através do despacho nº 823 de 25 de abril de 2006. Em janeiro de 2010, a Aneel autorizou a Lightcom Comercializadora de Energia S.A., a atuar como agente comercializador de energia elétrica no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). A Lightcom é uma empresa do Grupo Light, com sede em São Paulo, que visa aumentar a prospecção de novos contratos, através do melhor relacionamento com os clientes e fornecedores. A criação da Lightcom também atendeu à determinação da Secretaria de Estado da Fazenda de São Paulo (SEFAZ-SP) com relação ao ICMS incidente sobre as operações internas de energia elétrica.

RI: ri@light.com.br

Site: http://ri.light.com.br

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25 comentários sobre “LIGT – LIGHT S.A.

  1. Light (LIGT3): A Fitch Ratings rebaixou o rating nacional de longo prazo da cia e de suas subsidiárias Light Sesa e Light Energia. A perspectiva é negativa. Segundo a agência, o rebaixamento reflete a piora do perfil de crédito consolidado da Light. A Fitch acredita que a alavancagem financeira líquida, calculada segundo critérios da agência, permanecerá acima de 4,5 vezes nos próximos três anos. “O desempenho da companhia permanece pressionado por níveis de eficiência operacional e de rentabilidade insatisfatórios no segmento de distribuição de energia elétrica, agravados pelo desaquecimento da economia em sua área de concessão”, afirma.

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  2. O Conselho de Administração da Light aprovou e orientou o voto favorável dos conselheiros indicados pela companhia na reunião do Conselho da Light Serviços de Eletricidade (Light Sesa) que deliberar sobre a aprovação da 11ª emissão de debêntures simples não conversíveis em ações desta empresa, o montante total de R$ 175 milhões. A emissão será uma série, com 17.500 debêntures, e esforços restritos de colocação. O vencimento das debêntures ocorrerá em 24 meses contados da emissão, ou seja, em 13 de junho de 2018. Os títulos pagarão 100% dos DI – Depósitos Interfinanceiros de um dia acrescido de uma sobretaxa de 4,05%. Os recursos obtidos pela Light Sesa serão destinados ao pagamento parcial do valor do principal da 3ª emissão de notas promissórias da empresa. Para o pagamento do valor relativo aos juros da 3ª emissão de notas promissórias da Light Sesa serão utilizados recursos próprios da companhia. O Conselho da Light aprovou ainda, por unanimidade, e orientou o voto favorável dos seus representantes no colegiado da Light Sesa que deliberar sobre a autorização para a emissão de Cédula de Crédito Bancário com a Caixa Econômica Federal, no valor de R$ 100 milhões, com o objetivo de rolagem da 3ª emissão de notas promissórias.

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  3. LIGT3 – Light S/A (Razoável) LL R$ 129 M -19,4% x 4T2 / R$ 587,3M +38,5% 2012×2013

    * Consumo Total de Energia: +1,8% x 4T2 / +2,9% x 2012

    * Receita Líquida (desconsiderando a receita de construção): R$ 1.701,0 M -7,2% x 4T2 / R$ 6.602,0 M +1,4% x 2012

    * EBITDA consolidado: R$ 341,7 M -28,0% x 4T2 / R$ 1.696,8 M +17,9% x 2012 (decorrente da redução de 71,4% das outras receitas operacionais da distribuidora, devido ao registro de receita por mudança de estimativa contábil no 4T12). EBITDA (ajustado pela CVA) seria de R$ 429,5 M 4T13 -29,9% x 4T2

    * Lucro Líquido: R$ 129,0 M -19,4% x 4T12 / R$ 587,3 M +38,5% x 2012 (registro de receita por mudança de estimativa contábil no 4T12)

    * Perdas Não-Técnicas (baixa tensão): -3,2 p.p. atingindo 42,2% em dezembro de 2013.

    * Taxa de Arrecadação do Trimestre: 99,3% do faturamento, em linha com o nível observado em 4T2.

    * PCLD (constituição de provisões para crédito de liquidação duvidosa): representou 1,9% da receita bruta de faturamento de energia da distribuidora, totalizando R$ 43,8 M, valor consideravelmente menor que o provisionado no 4T12

    * Dívida Líquida: Terminou dezembro em R$ 4.024,9 M, 3,1% abaixo de setembro de
    2013.

    * Dívida Líquida/EBITDA: ficou em 2,84x

    * Em 10 de março de 2014, foi proposta pelo Conselho de Administração, a distribuição de R$ 364.838.033,34, ou, R$ 1,789 por ação, de dividendos, referentes ao resultado do exercício findo em 31 de dezembro de 2013. Tal valor representa um dividend yield de 11,3% e, somado aos proventos já deliberados no curso do exercício, corresponde a um payout de 84,6% do lucro líquido ajustado do ano. A proposta será submetida à aprovação em AGO a ser convocada.

    * Informe: http://ri.light.com.br/ptb/3849/Press_Release_4T13_Light%20SA_FINAL.pdf

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  4. Resultado 3T13
    LL 321,5M +282,10% x 3T12

    -> O consumo total de energia no 3T13 foi 1,7% superior ao consumo do mesmo trimestre do ano anterior, alcançando 5.581 GWh, influenciado pelo aumento do consumo nos segmentos comercial e outros, que cresceram 2,5% e 3,8% respectivamente;
    -> A receita líquida consolidada do trimestre, desconsiderando a receita de construção, totalizou R$ 1.615,2 milhões, 3,8% acima da receita registrada no 3T12. Todos os segmentos de negócio da Companhia apresentaram aumento de receita, com destaque para a atividade de comercialização, que cresceu 102,5%;
    -> O EBITDA1 consolidado do trimestre foi de R$ 722,0 milhões, 161,1% acima do alcançado no 3T12, impactado positivamente pelo aporte à vista da CDE, homologado pela Aneel na revisão tarifária, no valor de R$ 303,4 milhões, que veio ressarcir custos de compra de energia incorridos nos trimestres anteriores. Mesmo desconsiderando-se esse impacto, o aumento do EBITDA foi de expressivos 51,4%;
    -> O lucro líquido aumentou 282,1% em relação ao 3T12, totalizando R$ 321,5 milhões neste trimestre, também influenciado pelo aporte da CDE. Mesmo sem esse efeito, o crescimento do lucro foi de 44,1%;
    -> As perdas não-técnicas dos últimos 12 meses foram de 43,7%, calculadas sobre o mercado faturado de baixa tensão (critério Aneel), representando uma redução de 1,7 p.p. em relação a dezembro de 2012.
    -> A taxa de arrecadação do trimestre foi de 97,9% do faturamento, em linha com o nível observado no mesmo trimestre de 2012. A constituição de provisões para crédito de liquidação duvidosa (PCLD) representou 2,0% da receita bruta de faturamento de energia, totalizando R$ 37,1 milhões, praticamente em linha com o provisionado no 3T12.
    -> A Companhia encerrou o mês de setembro com dívida líquida de R$ 4.151,6 milhões, 2,4% acima de junho de 2013. O índice de alavancagem calculado pela relação Dívida Líquida/EBITDA ficou em 2,68x;
    -> Em 5 de novembro de 2013, foi aprovado pela Aneel o processo de revisão tarifária da Light SESA, com efeito médio positivo nas contas de energia de 3,65%, aplicado a partir de 7 de novembro de 2013.

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      • Para potencializar a redução das perdas não-técnicas, a Light vem investindo continuadamente em ações que vão
        desde os processos convencionais de inspeção de fraude, passando pela modernização da rede e dos sistemas de
        medição até o projeto APZ (Área de perda zero). Dentre estas ações, destacam-se:

        Inspeções de unidades consumidoras: São realizadas em clientes do segmento do varejo da baixa tensão, indicados por sistema de inteligência de seleção de clientes. No 9M13, foram realizadas 44.308 normalizações, contra 38.372 no 9M12 (15,5% de incremento). Com relação à incorporação de energia, o índice no 9M13 foi de 143,5 GWh, comparando com 92,3 GWh do 3º trimestre de 2012. Adicionalmente, a recuperação de energia subiu de 92,7 GWh no 3T12 para 129,3 GWh no 3T13 (aumento de 39,5%). Comparando o nível de acerto entre o 3T12 e 3T13, houve um incremento de 11 p.p., o que mostra maior eficiência no processo de seleção de potenciais clientes com fraude.

        Inspeção BT indireto: A inspeção de clientes de grande porte, atendidos por sistemas de medição indireta em baixa tensão, representa uma importante fatia da incorporação e recuperação de energia da Light. No 3T13, foram realizadas 1.235 normalizações contra 1.382 no mesmo período de 2012, porém, apesar dessa redução nas
        ações, houve um ganho de eficiência, com a incorporação e recuperação, tendo em vista o acréscimo de 7,8
        GWh para 16,1 GWh e um incremento de 3,3 GWh para 6,1 GWh, respectivamente.

        Instalação de medidores eletrônicos com telemedição: A instalação de medidores SMC (sistema de medição centralizada) contempla áreas com alto índice de perdas, podendo contar com o auxílio das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) ou não. A presença das UPPs viabiliza uma maior atuação da Light, seja no combate à
        inadimplência ou ao furto de energia. Em áreas de UPP foram instalados 9.917 medidores eletrônicos no 3T13 e a energia incorporada por esta ação foi de 26 GWh. Em áreas fora de UPP foram instalados 24.462 medidores eletrônicos, e a energia incorporada foi de 40,9 GWh. A meta é encerrar o ano de 2013 com 460 mil medidores eletrônicos instalados.

        Áreas de Perda Zero: Em agosto de 2012, foi criado o Projeto APZ, baseado na conjugação de medidores eletrônicos e rede blindada com equipes dedicadas de técnicos e agentes de relacionamento comercial que têm metas e remuneração atreladas à melhoria dos indicadores de perdas e inadimplência da sua respectiva área. Uma APZ típica tem, aproximadamente, 15 mil clientes. O projeto, que é conhecido comercialmente como “Light
        Legal” e conta com o apoio do SEBRAE para capacitação dos microempresários parceiros, encerrou o mês de setembro de 2013 com 22 APZs em operação, abrangendo 364 mil clientes na Baixada Fluminense, Zona Oeste e Zona Norte. A meta para 2013 é de alcançar um total de 30 unidades do “Light Legal”, abrangendo um universo de aproximadamente 400 mil clientes (10% do total de clientes da Light). Desde o início do projeto, as APZs já inauguradas vêm apresentando uma redução média de perdas não-técnicas sobre faturamento BT de 26,5 p.p. e aumento médio na arrecadação de 6,6 p.p.. Seguem abaixo, os resultados acumulados até setembro, por APZ, das 17 áreas com resultados apurados: (TABELA PG. 11)

        Desde o início do processo de pacificação das comunidades do Estado do Rio de Janeiro em 2009, a Light vem incrementando sua atuação nessas localidades com o objetivo de melhorar a qualidade do fornecimento
        e evitar o furto de energia elétrica. Até setembro de 2013, já foram instalados 89 mil medidores eletrônicos nas comunidades. Das 34 comunidades que já contam com Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), a Light está presente em 17 delas e já concluiu a reforma da rede em 9, registrando uma redução média das perdas de 52,9 p.p. (de 64,1% para 11,2%) e aumento médio da adimplência de 87,5 p.p. (de 9,6% para 97,1%), conforme tabela.

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  5. Governo aprova reajuste de 6,2% para conta de luz residencial no Rio
    05/11/2013

    A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (5) aumento médio de 3,65% nas tarifas da distribuidora fluminense Light a partir do dia 7 de novembro.

    O aumento representa uma mudança substantiva em relação à proposta inicial da Aneel para a Light, apresentada em agosto, e que foi submetida à audiência pública, que era de uma redução média de 3,3%.

    O aumento foi calculado no âmbito da terceira revisão tarifária da empresa, que distribui energia para 11 milhões de pessoas em 31 municípios do Rio de Janeiro.

    Para os clientes de baixa tensão, como as residências, o aumento será de 6,2%, enquanto as indústrias pagarão 1,01% a menos.

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  6. Acabei de receber o relatório abaixo:

    São Paulo, 09 de agosto de 2013

    LIGHT MANUTENÇÃO
    (LIGT3) PREÇO-ALVO: R$24,42

    Proposta Preliminar de Tarifa: Melhoria na Parcela B, Aguardando a Definição da Curva de
    Prejuízo
    por: Maria Carolina Carneiro

    Conclusão: A Aneel divulgou as notas preliminares da revisão, com uma base de ativos positiva e custos regulatórios ligeiramente mais baixos, o que é uma boa notícia para a Light, em nossa opinião. Por ora, continuamos a acreditar que a meta regulatória de prejuízo é o maior desafio para a empresa; aguardaremos a decisão final quanto a essa meta antes de analisarmos o impacto integral da revisão em nosso modelo; mantemos a recomendação e Manutenção.
    .
    􀂄 RAB Líquida. A RAB líquida de R$6.398 milhões ficou 5,7% acima de nossa estimativa de R$6.602 milhões, possibilitando algum espaço para respirar. Apesar de não esperarmos baixas significativas desse número, observamos que, a nosso ver, a base final de ativos será conhecida apenas em meados de setembro.

    􀂄 EBITDA regulatório: A Aneel calculou R$1.258 milhão, ante nossa estimativa de R$1.193 milhão – o EBITDA maior reflete a melhoria na base de ativos.

    􀂄 Custos regulatórios. A Aneel emitiu um total de R$826 milhões, abaixo de nossa meta de R$845 milhões e de nossa estimativa de custos reais de R$960 milhões, o que, a nosso ver, exigiria algumas iniciativas por parte da empresa para
    atingir essa meta regulatória.

    􀂄 Trajetória da curva de prejuízo: aguardando os números finais. Acreditamos que o principal catalisador para a tese de investimento da Light é a definição de sua curva regulatória total de prejuízos. O número preliminar implica um prejuízo em torno de R$300 milhões em EBITDA por ano (ou uma redução de R$175 milhões no ciclo de revisão em comparação a nossas estimativas atuais, considerando a trajetória de queda). Acreditamos que um resultado melhor para prejuízos seria um catalisador importante para o desempenho da ação.

    VALUATION & RISCOS
    Nosso preço-alvo para o final de 2013 tem como base um valuation do FCD, utilizando um WACC de 7,3% e uma taxa de crescimento na perpetuidade de 2,0% ao ano. Os riscos incluem: queda no PIB, acarretando uma redução no consumo de energia, pagamento além do valor justo por possíveis oportunidades de F&A e um processo de revisão tarifária mais desfavorável que o previsto.

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    • Pallazzo, sim melhor comprar na baixa que na alta; mas lembro que ja fiz um estudo nesta empresa no passado, o que me fez sair dela na epoca foi que as medidas de combate as fraudes, foram boicotadas pelo proprio ministerio publico. Depois da empresa gastar os tubos com medidores eletronicos anti-furto de energia, mandaram retirar… ai eh brincadeira…

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      • Nao diretamente, sao ativos distintos, com regras distintas; pode ate fazer uma conta de atratividade, direcionar um aporte para um ou outro, mas no final das contas tera de ajustar a posicao para manter o equilibrio definido entre acoes e fiis

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  7. A Light (LIGT3) anuncia hoje seus Resultados do 3T12

    Consumo cresce 3,5% e Lucro Líquido atinge R$ 84 milhões no trimestre

    • O consumo total de energia no 3T12 foi 3,5% maior que no mesmo trimestre do ano passado, somando 5.486 GWh, influenciado pelo aumento do consumo no segmento comercial, com crescimento de 13,3%;
    • A Receita Líquida consolidada do trimestre, desconsiderando a receita de construção, totalizou R$ 1.577,7 milhões, 10,6% acima da receita registrada no 3T11. Todos os segmentos de negócio da Companhia apresentaram crescimento de receita, com destaque para a atividade de comercialização e serviços, com aumento de 103,4%;1
    • O EBITDA consolidado do trimestre foi de R$ 269,5 milhões, 12,4% superior ao realizado no 3T11, influenciado pelo bom desempenho do segmento de geração. A margem EBITDA do
    trimestre foi de 17,1%, em comparação com 16,8% no 3T11;
    • O lucro líquido do trimestre foi de R$ 84,1 milhões, em contraste com o prejuízo de R$ 1,6 milhão do 3T11;
    • A taxa de arrecadação dos últimos 12 meses foi de 98,3% do faturamento, 1,1 p.p. acima do nível observado em setembro de 2011.
    • As perdas não técnicas dos últimos 12 meses foram de 43,1%calculadas sobre o mercado faturado de baixa tensão (critério Aneel), representando um aumento de 0,9 p.p. com relação a junho de 2012, impactado pela mudança de critério no tratamento de clientes com
    inadimplência de longa data; • A Companhia encerrou o mês de setembro com dívida líquida de R$
    3.621,6 milhões, um aumento de 3,0% em comparação a junho de 2012. O índice de alavancagem Dívida Líquida/EBITDA ficou em2,8x.

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  8. A proposta da Administração de distribuição de juros sobre capital próprio no valor bruto de R$ 71.376.921,00 (setenta e um milhões, trezentos e setenta e seis mil, novecentos e vinte e um reais), que representam R$ 0,35 (trinta e cinco centavos) por ação. O valor líquido por ação corresponde a R$ 0,2975 (dois mil, novecentos e setenta e cinco décimos de milésimos de real), já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 15% (quinze por cento), exceto para os acionistas que estiverem dispensados de tal tributação. O pagamento dos juros sobre capital próprio será feito até 30 de abril de 2013. Farão jus ao recebimento do valor correspondente, todos os detentores de ações da Companhia na data base de 21 de setembro de 2012. As transferências de ações a partir de 24 de setembro de 2012 serão efetuadas ex-juros.

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  9. Fato Relevante
    Rio de Janeiro, 10 de setembro de 2012 – A Light S.A., em atendimento ao disposto na Instrução CVM nº 358, de 3 de janeiro de 2002, vem informar aos seus acionistas e ao público que, nesta data, foram emitidas, por meio de distribuição privada, 30 (trinta) debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, em série única, pela sua subsidiária integral, Light Energia S.A. (“Light Energia”), com valor nominal unitário de R$1.000.000,00 (um milhão de reais) e vencimento em 04 de junho de 2026, perfazendo o montante de R$30.000.000,00 (trinta milhões de reais). A emissão acima descrita é a terceira emissão de debêntures da Light Energia e foi deliberada pela Assembleia Geral Extraordinária da Light Energia realizada em 13 de julho de 2012.

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  10. EBITDA atinge R$ 690 milhões e Lucro Líquido alcança R$ 180 milhões no semestre

    O consumo total de energia no 2T12 foi 1,5% maior que no mesmo trimestre do ano passado, somando 5.754 GWh, influenciado pelo aumento do consumo no segmento comercial, com crescimento de 8,4%;

    A Receita Líquida consolidada do trimestre, desconsiderando a receita de construção, totalizou R$ 1.635,7 milhões, 12,1% acima da receita registrada no 2T11. Todos os segmentos de negócio da Companhia apresentaram crescimento de receita, com destaque para geração, com aumento de 48,3%;1

    O EBITDA consolidado do trimestre foi de R$ 255,8 milhões, 6,2% superior ao realizado no 2T11, influenciado pelo bom desempenho do segmento de geração. A margem EBITDA do
    trimestre foi de 15,6%, em comparação com 16,5% no 2T11;

    O lucro líquido do trimestre foi de R$ 39,8 milhões, 12,3% abaixo dos R$ 45,3 milhões do 2T11, impactado principalmente pelo aumento na despesa financeira;

    A taxa de arrecadação dos últimos 12 meses foi de 98,2% do faturamento, 0,7 p.p. acima do nível observado em junho de 2011.

    As perdas não técnicas encerraram o trimestre em 42,3% calculadas sobre o mercado faturado de baixa tensão (critério Aneel), representando um aumento de 1,0 p.p. com relação a março de
    2012, impactado pela mudança de critério no tratamento de clientes com inadimplência de longa data;

    A Companhia encerrou o trimestre com dívida líquida de R$ 3.516,6 milhões, um aumento de 2,3% em comparação a março de 2012. O índice de alavancagem Dívida Líquida/EBITDA ficou em 2,8x.

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