BRFS – BRF – BRASIL FOODS S.A.

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BMFBovespa: BRFS3

Criada a partir da união de Perdigão e Sadia, a BRF é uma das maiores empresas de alimentos do mundo. Atua nos segmentos de carnes de aves, suínos e bovinos, industrializados de carnes, margarinas, massas, pizzas e vegetais congelados, além de ser uma das principais captadoras de leite e processadoras de lácteos do País. Opera 61 unidades no Brasil, cinco na Argentina, duas na Europa (Plusfood) e, até o final de 2012, deverá inaugurar uma unidade de processados no Oriente Médio. Sua estrutura operacional é reforçada por 42 centros de distribuição de produtos refrigerados e congelados, que atingem 98% do território nacional e consumidores em 140 países. Mantém, ainda, 19 escritórios comerciais no mercado externo e abrange uma carteira de clientes nos cinco continentes.

É líder na produção de alimentos resfriados e congelados e tem mais de 3 mil itens em seu portfólio. Suas principais matérias-primas são os grãos, os animais e o leite. A partir delas são elaborados produtos de proteínas como: carnes in-natura, elaborados e processados, pratos prontos, processados lácteos, massas, pizzas e outros produtos processados, incluindo margarinas e vegetais congelados que levam marcas consagradas como Sadia, Perdigão, Batavo, Elegê e Chester, entre outras.

Terceira maior exportadora do País, líder mundial na exportação de aves, a Companhia confirma sua vocação de grande geradora de divisas para o Brasil. As vendas totais somaram 6,2 milhões de toneladas de produtos e a receita líquida, de R$ 25,7 bilhões, foi 60% originada por negócios no mercado interno e 40% por exportações. Também se destaca como uma das maiores empregadoras brasileiras, encerrando o ano com 120 mil funcionários diretos.

Em 2011, paralelamente ao processo de fusão entre Sadia e Perdigão, a BRF avançou em suas operações internacionais. Na Argentina, adquiriu o controle societário da empresa Avex, com operações de avicultura, e do Grupo Dánica, que mantém duas fábricas e atua nos mercados de margarinas, maioneses, molhos e leveduras, além de aditivos e cremes de panificação, e óleos vegetais hidrogenados específicos para a indústria alimentícia.

RI: acoes@brf-br.com

Site: http://www.brf-br.com/rihttp://www.brasilfoods.com/ri

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102 comentários sobre “BRFS – BRF – BRASIL FOODS S.A.

  1. BRF apresenta lucro de R$ 18 milhões no 3T16

    No 3T16 o resultado da BRF foi bastante fraco e aquém das expectativas dos agentes. A empresa registrou lucro de apenas R$ 18 milhões substancialmente menor na comparação com o lucro de R$ 877 milhões no 3T15. Se por um lado o faturamento apresentou incremento de 3%, por outro lado, o resultado da atividade despencou 55%. A deterioração do resultado da atividade é explicada pelos seguintes fatores: queda de 9 p.p. na margem bruta, aumento das despesas operacionais, pior mix de produtos comercializados e impacto negativo da valorização do Real frente o dólar sobre a rentabilidade das exportações.

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  2. ​BRF (BRFS3): A cia vai desativar o abatedouro de frango que opera em Jataí (GO), paralisar temporariamente a linha de produção de aves da unidade de Lajeado (RS) e reduzir significativamente a produção de margarinas em Uberlândia (MG), de acordo com reportagem do jornal Valor Econômico nesta terça-feira.
    Os ajustes no parque fabril da companhia ocorrem em meio à disparada dos custos de produção e à fraca demanda no mercado doméstico.

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    • BRF (BRFS3): O lucro líquido de R$ 31 milhões no 2T16, apresentado pela cia, veio abaixo da média das estimativas de quatro instituições financeiras consultadas pela Agencia Estado (Itaú BBA, Morgan Stanley, UBS e BTG Pactual), que esperavam lucro dez vezes superior, de R$ 311,8 milhões entre abril e junho. O Ebitda de R$ 944 milhões, ficou 6,4% abaixo da média das projeções das quatro casas consultadas, que indicavam R$ 1,009 bilhão para o indicador no segundo trimestre.

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  3. COMUNICADO AO MERCADO

    BRF S.A. (“Companhia”) (BM&FBovespa: BRFS3; NYSE: BRFS), nos termos do artigo 12, da Instrução CVM nº 358, de 03 de janeiro de 2002, comunica que recebeu notificação da BlackRock, Inc., sociedade com sede registrada em 55 East 52nd Street, na Cidade de Nova Iorque, Estado de Nova Iorque 10022-0002, Estados Unidos da América (“BlackRock”), informando sobre a redução de sua participação acionária na Companhia, sendo que, em 31 de maio de 2016, suas participações alcançaram de forma agregada 33.541.604 ações ordinárias e 5.192.872 American Depositary Receipts (“ADRs”), representativos de ações ordinárias, totalizando 38.734.476 ações ordinárias, equivalente a aproximadamente 4,76% do total de ações ordinárias de emissão da Companhia, e 551.035 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações ordinárias com liquidação financeira, representando aproximadamente 0,06% do total de ações ordinárias emitidas pela Companhia.

    A BlackRock declarou, ainda, que (i) o objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da Companhia; e (ii) não foram celebrados, pela BlackRock, quaisquer contratos ou acordos que regulem o exercício de direito de voto ou a compra e venda de valores mobiliários emitidos pela Companhia.

    Não obstante a declaração acima, a Companhia ressalta que não possui um controle acionário definido, sendo suas ações dispersas no mercado em geral.

    A via original da correspondência encontra-se arquivada na sede da Companhia.

    São Paulo, 03 de junho de 2016.

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  4. BRF Resultados 1T16

    LL 39MM -91,5% x 1T15

    No 1T16 a companhia registrou resultado bastante fraco: lucro líquido de apenas R$ 39 milhões, recuando 91,5% sobre no 1T15. O faturamento consolidado cresceu 15,2%, atingindo R$ 8,1 bilhões no 1T16, motivado pelo bom desempenho das exportações, porém, a pressão na margem bruta que apresentou retração de 5,7 p.p. e o incremento de 465% na despesa financeira líquida explicam o péssimo resultado da empresa no 1T16. A expressiva piora no resultado financeiro é explicada por dois fatores: 1) perdas com hedges cambiais e 2) aumento do endividamento devido aquisição de duas empresas no exterior. O Ebitda foi de R$ 1,0 bilhão no 1T16, 7,8% acima do 1T15.

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    • BRF (BRFS3): A agência de classificação de risco Standard & Poor’s reafirmou o rating em escala global da cia com perspectiva estável. O rating em escala nacional também foi reafirmado. De acordo com a avaliação da agência, a BRF deve manter baixo nível de alavancagem e alta liquidez, apesar do cenário doméstico desafiador e das recentes aquisições feitas pela empresa. Segundo a S&P, a perspectiva estável reflete a expectativa de que a BRF vai manter uma política financeira sustentável, que deve resultar em robusta geração de fluxo de caixa operacional livre, apesar do mercado doméstico fraco e da estratégia de internacionalização das operações.

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  5. COMUNICADO AO MERCADO

    BRF S.A. (“BRF” ou “Companhia” – BM&FBovespa: BRFS3; NYSE: BRFS), comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que, em continuidade à aprovação divulgada pela Companhia em 08 de março de 2016, foi concluída com sucesso a Oferta Pública de Distribuição da 1ª Série da 9ª Emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio da Octante Securitizadora S.A. (“Securitizadora”), realizada nos termos da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) nº 414, de 30 de dezembro de 2004, conforme alterada, e nos termos da Instrução da CVM nº 400, de 29 de dezembro de 2003, conforme alterada (“CRA”), registrada na CVM sob o nº CVM/SRE/CRA/2016/005 (“Oferta”).

    Determinados direitos creditórios do agronegócio decorrentes das exportações da Companhia contratadas com a BRF Global GmbH foram cedidos e/ou prometidos à Securitizadora (“Créditos do Agronegócio”), sendo que tais Créditos do Agronegócio foram vinculados aos CRA.

    A Oferta alcançou o valor de R$ 1 bilhão, tendo lhe sido atribuído o rating brAAA pela Standard & Poor’s Ratings do Brasil Ltda. Os CRAs terão remuneração anual equivalente a 96,50% da Taxa DI.

    São Paulo, 20 de abril de 2016.

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  6. Lucro líquido da BRF cresce 46% e atinge R$ 3,1 bilhões em 2015

    Brasil e Oriente Médio seguem como os principais mercados atendidos pela
    empresa, respondendo por 50% e 22% do faturamento total, respectivamente

    São Paulo, 25 de fevereiro de 2016 – Mesmo diante de um cenário
    econômico extremamente desafiador, o lucro líquido da BRF cresceu 46% em
    2015, chegando aos R$ 3,1 bilhões. O EBITDA, por sua vez, atingiu R$ 5,7
    bilhões no mesmo período, o que significa um crescimento de 21,9% em
    relação a 2014. A Receita Operacional Líquida (ROL) chegou a R$ 32,1 bilhões,
    cifra 11% maior ao registrado em 2014. O desempenho provém da expansão
    das operações globais da companhia, crescimento dos pontos de venda no
    Brasil e à maior qualidade no atendimento ao cliente.

    Para garantir a execução de projetos de eficiência fabril e energética,
    automação e suporte, a companhia investiu mais de R$ 2 bilhões em 2015″,
    afirma Pedro Faria, CEO Global da BRF. “Mantivemos o propósito de aumentar
    o nível de eficiência das nossas unidades produtivas, fazendo da BRF uma
    empresa cada vez mais simples e ágil”, explica o executivo.

    No Brasil, a venda de produtos de maior valor agregado avançou 7,4% em
    2015, totalizando R$ 12,2 bilhões. No período, foram comercializadas 1,7
    milhão de toneladas de itens processados na região, um avanço de 4,92% ante
    o resultado obtido em 2014. O retorno da marca Perdigão em categorias
    relevantes, Presunto e Linguiça Defumada, contribuiu com o desempenho. A
    execução da marca em ambas as categorias vem melhorando gradativamente.

    Dados divulgados pela Nielsen também ressaltam a superioridade da BRF no
    mercado brasileiro. Em 2015, a companhia reforçou a liderança em categorias
    importantes. De acordo com o instituto, a companhia fechou o ano com 63,9%
    de market share do segmento de pratos prontos, 63,3% de participação do
    segmento de Frios, 67,3% do mercado margarinas e 41,3% do segmento de
    embutidos. Importante ressaltar que Sadia e Perdigão seguem como as marcas
    mais valiosas do setor de alimentos do Brasil, segundo estudo da
    BrandAnalytics.

    E o sucesso da marca Sadia não se limita ao Brasil, transcende fronteiras. No
    Oriente Médio, por exemplo, segundo principal mercado atendido pela BRF no
    mundo, foram registradas vendas acima das expectativas, fato que levou a
    companhia a antecipar o projeto de expansão da capacidade produtiva da
    fábrica de Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos, de 70 para 100 mil
    toneladas/ano. Além de atender a crescente demanda local, o incremento
    considera potenciais novos clientes na África do Norte, África Subsaariana e
    Ásia.

    Ainda no Oriente Médio, a BRF avançou na distribuição direta de produtos,
    ajudando a minimizar a volatilidade dos preços praticados na região. “Em 2015,
    anunciamos a aquisição de parte do negócio de distribuição de congelados da
    Qatar National Import and Export. A transação está em linha com o plano
    estratégico de globalização da companhia, que visa acessar mercados locais e
    fortalecer as marcas da BRF, distribuindo e expandindo seu portfólio de
    produtos ao redor do globo”, afirma Faria.

    Na Ásia, o avanço mais significativo está no incremento do faturamento de
    produtos de maior valor agregado, que em 2015 cresceu 14,4%, quando
    comparado ao resultado obtido no ano anterior. Na região Europa/Eurásia, os
    destaques recaem sobre o avanço do faturamento nos itens de maior valor
    agregado, que cresceu 12,9%, e em aves in natura, que cresceu 76,7%, ambos
    no mesmo comparativo (2014/2015).

    Na América Latina, a melhora no mix de produtos na Argentina, especialmente
    em itens de maior valor agregado, bem como o incremento de volumes
    oriundos de novos mercados, entre eles, o México, impulsionaram os resultados
    da região. As vendas de itens processados, por exemplo, avançaram 59,3%, no
    comparativo 2015/2014, totalizando R$ 1,3 bilhão.

    Aquisições
    Também no 4T15, a BRF anunciou uma série de aquisições – distribuidores,
    empresas e marcas – conectadas à estratégia da companhia de ampliar a
    agilidade local e dominância nos canais de venda. Na Argentina, a empresa
    adquiriu marcas consagradas de salsichas e margarina, e anunciou a compra da
    Campo Austral, que marca o ingresso da BRF no mercado argentino de carne
    suína.

    Na Ásia, houve o anúncio do acordo de aquisição da tailandesa Golden Foods
    Siam (GFS), terceira maior exportadora de derivados de frango, com acesso a
    mercados importantes, entre eles, União Europeia, Japão e países do Sudeste
    Asiático. Na Europa, a companhia anunciou a aquisição da distribuidora
    britânica de alimentos Universal Meats, como meio de ampliar a atual carteira
    de clientes europeus do segmento de food service.

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  7. Resultado comentado 2015

    Em 2015 o faturamento da BRF atingiu R$ 32,197 bilhões, 11% maior comparativamente com 2014. O crescimento do faturamento foi motivado pelo aumento de 17,7% nos preços médios, que compensou a queda de 2,5% nos volumes comercializados em 2015 ante o 2014. Por mercados os destaques positivos foram o Oriente Médio, África e a Europa/Eurásia.

    O aumento dos preços médios dos produtos comercializados, o melhor mix de produtos vendidos e a redução do custo com a soja e o milho explicam o acréscimo de 2,0 p.p. na margem bruta, que saiu do patamar de 29,3% em 2014 para 31,3% em 2015. As despesas operacionais, como participação do faturamento líquido, apresentaram aumento de 0,5 p.p., explicado pelos aumentos com marketing e com o pagamento de salários.

    Desta forma, concluímos que o relevante avanço na margem bruta amenizou o incremento das despesas operacionais, tendo sido determinante para que a BRF registrasse em 2015 resultado da atividade expresso pelo EBIT de R$ 4,332 bilhões, 25,5% maior comparativamente com o registrado em 2014 e apenas 2,1% maior do que nossa estimativa de R$ 4,242 bilhões.

    Entretanto, a despesa financeira líquida apresentou relevante incremento de 68,6% em 2015 comparativamente com 2014. O pior resultado financeiro é explicado pelo aumento de 56,8% na dívida e pela maior perda com hedges cambiais.

    Em 31/12/15 a dívida líquida da BRF atingiu R$ 12,080 bilhões. Deste total, 75% é em moeda estrangeira, sendo que 83% vence apenas de 2016 em diante, o que, em tese, confere tempo para que a companhia gere caixa para honrar compromissos assumidos.

    Desta forma, concluímos que o pior resultado financeiro corroeu o avanço registrado no EBITDA, tendo sido determinante para que a BRF registrasse em 2015 lucro antes do IR e CSLL (LAIR) de R$ 2,5588 bilhões, 2,8% maior quando comparado com o LAIR de R$ 2,448 milhões em 2014 e 4,2% menor do que nossa estimativa, ficando também aquém das expectativas dos agentes.

    Também destacaram-se o registro de IR Diferido de R$ 390 milhões e o lucro das operações descontinuadas de R$ 183 milhões. Estes valores são decorrentes da venda das operações de lácteos da BRF para a Lactalis do Brasil.

    Estes dois últimos valores extraordinários mais do que compensaram o aumento das despesas e o fraco resultado financeiro, tendo sido determinantes para que a BRF registrasse em 2015 lucro líquido de R$ 3,111 bilhões, 39,8% maior do que em 2014. Desconsiderando os efeitos contábeis extraordinários, o resultado da BRF em 2015 seria de lucro de R$ 2,539 bilhões, 7,7% menor ante 2014.

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    • Resultados 4T15

      LL 1,4BI +42,8% x 4T14

      No 4T15, a BRF reportou crescimento em todas as suas regionais, totalizando
      uma ROL de R$ 9 bilhões, índice que supera em 11,3% o resultado obtido no
      mesmo período do ano passado. As regiões que mais se destacaram, foram
      Oriente Médio/África, Latam e Europa. Esse crescimento foi puxado por uma
      melhoria no mix de vendas e aumento dos preços médios em reais,
      compensando os volumes menores. O lucro líquido da companhia totalizou R$
      1,4 bilhão no 4T15, um crescimento de 42,8% no comparativo com igual
      período.
      No Brasil, o volume de vendas dos itens comemorativos (peru, chester e cortes
      especiais suínos) avançaram 5%, quando comparado com o mesmo período do
      ano anterior, puxado principalmente pelos canais de autosserviço e atacado.

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