MAGG – MAGNESITA REFRATARIOS S.A.

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BMFBovespa: MAGG3

cimento, vidro, cerâmica, dentre outras. É líder em produtos refratários no Brasil e na América do Sul, atendendo a mais de 300 clientes em todo o mundo. Além disso, exporta algumas de suas matérias-primas, sínter de magnesita e refratários para uma ampla quantidade de países.

A Magnesita possui unidades no Brasil, Argentina, Estados Unidos, França, Bélgica, Alemanha, Taiwan e China, contando com uma capacidade agregada de mais de 1,4 milhão/ano. Por meio de sua extensiva oferta de produtos e sua abordagem de vendas baseada em soluções, tem conseguido aumentar sua participação no mercado de refratários para a indústria de aço e cimento se tornando um dos maiores fabricantes de refratários do mundo.

A Companhia se beneficia de uma das maiores reservas de dolomita, magnesita e talco da melhor qualidade no mundo. Além disso, prospecta outros depósitos minerais, incluindo cromita e diversas argilas por todo o Brasil. A Magnesita consegue utilizar 80% de suas próprias matérias-primas (em toneladas) na produção de refratários, sendo um dos produtores com menores custos de seu segmento industrial.

A Companhia mantém relacionamento de longo prazo com os principais produtores de aço e cimento do mundo, estando muito bem posicionada para se beneficiar de eventual crescimento desses setores no Brasil e no mundo.

A alteração do controle e administração da Magnesita, ocorrida em 2007, pavimentou o caminho para um maior crescimento e um modelo de negócios com custos reduzidos. A Companhia conta com uma equipe altamente experiente e qualificada com sólidos relacionamentos nos segmentos de aço e cimento e com um bom histórico em business turnarounds.

A Magnesita possui três Centros de Pesquisa e Desenvolvimento (CPqD), no Brasil, nos Estados Unidos e na Alemanha, que atendem às suas demandas e de suas controladas. Seu objetivo é desenvolver tecnologia própria e capacitar a COmpanhia para assimilar tecnologias externas na forma de “know-how” e assistência técnica. A infra-estrutura do CPqD da Magnesita é dotada de equipamentos destinados à P&D de produtos refratários e matérias-primas. Um aspecto importante da política de pesquisa e desenvolvimento da Companhia é o continuado aprimoramento do pessoal técnico, além do intercâmbio regular com usuários dos produtos, fabricantes internacionais e universidades.

RI: ri@magnesita.com

Site: http://www.grupomagnesita.com.br/index_pt.html

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7 comentários sobre “MAGG – MAGNESITA REFRATARIOS S.A.

  1. Resultado 1T14
    LL -16,6 M -163% x 1T13

    Volume de refratários consolidado cresceu 1,9% em relação ao 1T13;
    Siderurgia: volume cresceu 5,3% ante o 1T13, apesar da queda na produção de aço nos principais mercados da Magnesita;
    Receita Consolidada de R$719,4 milhões, superior em 15,6% em relação ao 1T13;
    Margem bruta consolidada de 32,1%, contra 30,7% no trimestre anterior, já refletindo melhorias de eficiência e produtividade nas operações;
    EBITDA de R$98,5 milhões com margem de 13,7%, contra R$123,7 milhões no 4T13 com margem de 16,8%. Excluindo outras despesas/receitas operacionais;
    EBITDA do 1T14 foi de R$103,7 milhões com margem de 14,4%, comparado a R$98,2 milhões com margem de 13,3% no trimestre anterior;
    Segmento de serviços atingiu margem bruta de 16,6%, a maior margem trimestral na história da Companhia;
    Projeto de grafite: conclusão do trabalho de sondagem e início do processo de certificação.

    http://ri.magnesita.com/Download.aspx?Arquivo=QxSTRitOCof2RYIQDsTPqA==

    Péssimo resultado.

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  2. Resultados do Trimestre “4T13 e 2013″
    LL R$ 30 M -10.000% x 4T12 / LL R$ 58,5 M -10% x 2012

     Volume de refratários consolidado¹ cresceu 2,2% em relação a 2012;
    o Siderurgia¹: volume cresceu 1,1% no ano, apesar da queda na produção de aço nos principais mercados da Magnesita;
    o Industrial: volume cresceu expressivos 8,2% no ano e atingiu 18,2% das vendas de refratários;
     Receita Consolidada de R$ 2,7 bilhões, superior em 8,2% em relação a 2012, auferindo no 4T13 a maior receita trimestral histórica da Companhia;
     Margem bruta consolidada de 32,5% em 2013, contra 31,0% em 2012;
     EBITDA de R$438,7 milhões, margem de 16,5%, contra R$354,7 milhões em 2012, margem de 14,4%. Excluindo outras despesas/receitas operacionais, o EBITDA de 2013 foi de R$ 395,1 (margem de 14,9%);
     Aquisições de planta de produção de refratários em Dalian (China) e da Reframec, empresa de manutenção e instalação de refratários focada nos segmentos industriais;
     Estratégia de minerais o Grafita: Obtenção da Licença Ambiental de Instalação e conclusão da primeira etapa de sondagem para certificação das reservas;
    o Talco: Aprovação da expansão do negócio de talco, de 44 mil para 60 mil toneladas, com início em 2015.

    http://ri.magnesita.com/Download.aspx?Arquivo=JdrHx6KTEG096QD9jBv1qA==

    Excelente resultado, aumento de 25% na receita líquida, aumento de 2% na margem bruta, o que compesou o aumento nos custos dos produtos vendidos e despesas comerciais. O lucro líquido foi muito beneficiado pelas receitas operacionais (24 M), excluindo esse fator o crescimento seria bem menor.

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  3. Resultado 3T13
    LL -21,7M -202,8% x 3T12

    “Este foi um trimestre desafiador para a Magnesita, onde nossos resultados ficaram muito aquém dos planos traçados no início do ano e do potencial da companhia. Apesar de uma receita estável no período, em linha com o desempenho dos mercados onde atuamos, sofremos forte aumento nos custos de produção no Brasil devido a problemas operacionais em Brumado e Contagem. Algumas iniciativas operacionais geraram ineficiência, com menor produção de sinter, maiores custos com reprocessamento, além do aumento nas taxas de perdas de produção. Tomamos medidas corretivas em função destes problemas e remanejamos pessoas importantes na área de operações global. Estamos atacando os problemas energicamente e esperamos solucionar definitivamente todas as ineficiências de forma a não impactar o resultado da Magnesita em 2014.
    A partir de agosto de 2013, as divisões globais de operação e comercial passaram a reportar para o Otto Levy, que ocupava a função de Vice-Presidente Global Sales & Marketing e agora passa a ocupar o cargo de Chief Operating Officer – COO, com funções ampliadas.

    Além dos problemas operacionais, o trimestre também foi impactado pela sazonalidade das vendas para o setor industrial, visto que o 3º trimestre é normalmente o mais fraco do ano, além do baixo desempenho da siderurgia na Europa, também por motivos sazonais. Por fim, nossa fábrica em Chizhou (China) passou por parada programada para manutenção no forno túnel, o que gerou baixa produtividade naquela unidade e consequente menor diluição de custos fixos.
    Por outro lado, já podemos notar este ano vários avanços positivos na frente comercial, como as primeiras vendas no mercado de usinas de aço integradas nos EUA e para o mercado de aço no Vietnã; o crescimento de mais de 30% no mercado de aço no México; as primeiras vendas para a indústria de não ferrosos na Europa e para a indústria de níquel e cobre nos EUA; além do salto significativo nas vendas para a indústria de cimento no Oriente Médio e África. Estas conquistas, ainda que incipientes, não teriam sido possíveis sem os investimentos que fizemos na estrutura comercial e administrativa.

    Em geral, estamos satisfeitos com o nosso desempenho comercial este ano. Apesar do desempenho desapontador da siderurgia em nossos mercados chave, nosso volume de venda de refratários permaneceu praticamente constante no ano, enquanto nossa receita cresceu 6,2%. Continuamos aumentando a diversificação de nosso negócio, com as vendas fora da América do Sul tendo atingido 58,2% da nossa receita de refratários nos primeiros nove meses de 2013, com incremento de 2,5 pontos percentuais em relação a 2012, e as nossas vendas para o setor industrial subiram para 18%, vis-à-vis 17,3% em 2012 e 13,9% em 2011.

    Em relação ao nosso balanço, terminamos o trimestre com um nível de alavancagem muito acima do que gostaríamos. Vale lembrar que ainda sentimos o efeito negativo da depreciação do real, onde capturamos somente parte deste efeito no EBITDA e todo o efeito na dívida. O EBITDA mais baixo no trimestre, em função dos problemas citados acima, também contribuiu para o aumento na alavancagem. Entretanto, nossa posição de liquidez permanece muito confortável. Encerramos o trimestre com R$456 milhões em caixa, que é superior às nossas necessidades de amortização para os próximos 6 anos. Além disso, 30% do nosso endividamento total corresponde ao bônus perpétuo e os 70% remanescentes tem vencimento em quase 7 anos.

    Vale destacar que concluímos o trabalho de redução da exposição cambial de nosso endividamento. Hoje nossa dívida está na mesma proporção da exposição em moedas de nossa geração de caixa operacional.
    Com relação ao business de minerais, definimos no trimestre o projeto de expansão do nosso negócio de talco que irá iniciar em 2014. Em uma primeira fase, vamos investir até R$20 milhões para aumentar a capacidade das atuais 44 mil toneladas/ano para 60 mil toneladas/ano já em 2015. Permanecemos comprometidos em duplicar o nosso negócio de talco em três a cinco anos.

    Concluímos durante o trimestre a primeira fase da campanha de sondagem com a conclusão de 8.500 metros de furos em Almenara-MG, onde estamos desenvolvendo a primeira fase do nosso Projeto de Grafita, que objetiva a instalação de uma mina com capacidade para 40.000 tons/ano. Os resultados desta primeira fase e os testes técnicos referentes à composição e concentração do minério estão em linha com as nossas expectativas. Vamos iniciar ainda este ano a última fase de pesquisa geológica buscando a certificação de reservas suficientes para a primeira fase do projeto durante o primeiro trimestre de 2014.

    Para finalizar, quero ressaltar meu desapontamento com os resultados obtidos neste trimestre. O ano de 2013 vinha sendo muito positivo para a Magnesita, com as novas conquistas comerciais e expansão de nossas margens, apesar do cenário macro adverso e queda na produção de aço nos nossos principais mercados. As medidas para solucionar os problemas e recuperar a rentabilidade da Magnesita passaram a ser nossa prioridade. Fizemos mudanças importantes no time, nos processos e na estrutura. Temos vários planos de ações em andamento. Apesar dos desafios enfrentados no 3T13, continuamos confiantes e focados na execução de nossa estratégia. Prosseguiremos trabalhando com afinco e motivação para aumentarmos o valor do nosso negócio.
    Obrigado.”
    Octavio Pereira Lopes

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  4. DESTAQUES DE 2012

     Receita: Receita líquida de R$2.463,7, superior em 6,2% ante 2011;
     Refratários para siderurgia: Expansão na América do Sul com ganhos de market share, onde o volume vendido cresceu 5,8%, apesar do recuo de 2,9% na produção de aço;
     Refratários para segmento industrial: Crescimento expressivo de 9,3% no volume vendido, atingindo 15,9% da receita total de refratários;
     Serviços: Redirecionamento estratégico, com recuperação de margem ao longo do ano, encerrando 2012 com margem bruta de 11,0%, em linha com 2011 (margem de 11,3%), com destaque para a margem de 14,7% no 4T12;
     EBITDA: Em 2012, a Magnesita obteve EBITDA de R$359,7 milhões, 15,8% abaixo do EBITDA de 2011. No entanto, quando excluídos os efeitos não recorrentes, o EBITDA cresceu 10,7% no ano;
     Rentabilidade: Apesar do cenário desafiador enfrentado em 2012, com queda de produção de aço nos mercados chaves, as margens bruta e EBITDA melhoram em 2012 respectivamente 0,4pp e 0,6pp, quando desconsiderado as reclassificações e efeitos não recorrentes;
     Expansão de Brumado: Em 2012 a Magnesita completou a expansão da sua capacidade de produção de sínter de magnesita de alta pureza para 240 mil toneladas/ano, fortalecendo ainda mais sua competitividade global;
     Redirecionamento estratégico: Em 2012 foi redefinido o foco estratégico de médio/longo prazo da Magnesita, com o objetivo de maior geração de valor e retorno para o acionista.

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  5. DESTAQUES DO 2T12

    MAGNESITA REGISTRA RECEITA LÍQUIDA
    RECORDE DE R$637,6 MILHÕES NO TRIMESTRE

    Receita líquida de R$637,6 milhões, superior em 5,1% ante o trimestre anterior e 9,4% ante o 2T11;

    Crescimento de 3,1% no volume de vendas de soluções refratárias contra o trimestre anterior, impulsionado pelo desempenho das operações na América do Sul, com expansão das vendas tanto para a siderurgia, quanto para o setor industrial;

    EBITDA de R$105,2 milhões, superior em 20,1% e 1,9% sobre o 1T12 e 2T11, respectivamente. Margem de 16,5%, impulsionada principalmente pelo segmento de soluções refratárias;

    Lucro líquido de R$36,7 milhões, superior em 29,7% e 19,4% ante o 1T12 e 2T11, respectivamente.

    O crescimento do segmento de soluções refratárias foi de 3,0% ante o 1T12 e 7,9% ante o 2T11, atingindo receita de R$566,9 milhões, representando 88,9% da receita total no trimestre. A receita advinda do segmento de minerais somou R$34,0 milhões, representando 5,3% da receita consolidada. A receita do segmento de serviços totalizou R$36,8 milhões, e representou 5,8% das vendas totais.

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