HRTP – HRT PARTICIPAÇÕES EM PETRÓLEO S.A.

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BMFBovespa: HRTP3

A HRT Participações em Petróleo S.A. (“Companhia” ou “HRT”) é uma companhia brasileira independente de exploração e produção (“E&P”) de petróleo, formada por um grupo de geocientistas e engenheiros ex-funcionários da Petrobras e da ANP.

A administração sênior da Companhia possui considerável conhecimento técnico e operacional em relação às bacias sedimentares do Brasil e da costa oeste da África, bem como possui extensa experiência em questões ambientais relacionadas às atividades de E&P onshore e offshore no Brasil, além de conhecimento profundo das normas que regem o setor de Petróleo brasileiro.

Desde 2004 quando da criação da IPEX, os fundadores da HRT têm estado entre os líderes na prestação de serviços geológicos, geoquímicos e geofísicos (“G&G”) para o setor de E&P, concentrando-se, principalmente, na América do Sul e na África. Aproveitando sua capacidade de interpretar e analisar dados sísmicos, geológicos, geoquímicos e geofísicos, a Companhia selecionou e obtive direitos de exploração de blocos estrategicamente localizados em bacias no Brasil e na Namíbia, concentrando, assim, seus esforços de exploração e desenvolvimento em áreas que são muito pouco exploradas, mas que apresentam elevado potencial de exploração de hidrocarbonetos.

A HRT acredita que é uma das maiores companhias brasileiras independentes de E&P de Petróleo, com base na área do seu portfólio de blocos de exploração, que é de 75.425 km² (18,6 milhões de acres), compreendendo blocos onshore nas bacias do Solimões, Espírito Santo, Recôncavo e Rio do Peixe, no Brasil, e blocos offshore nas sub-bacias de Walvis e Orange, na Namíbia.

Em agosto de 2010, a DeGolyer & MacNaughton (“D&M”), líder mundial na avaliação de reservas para a indústria mundial de petróleo, avaliou, em valores líquidos para a HRT, 1.532 milhões de barris de óleo equivalente (“BOE”) em recursos prospectivos riscados (estimativa média) e 542 milhões em recursos contingentes 3C dentro das porções geográficas dos ativos exploratórios da Companhia, onde a HRT conduz pesquisas e identificou prospectos exploratórios e leads.

RI: ri@hrt.com.br

Site:  http://ri.hrt.com.br

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10 comentários sobre “HRTP – HRT PARTICIPAÇÕES EM PETRÓLEO S.A.

  1. HRTP3 – HRT Participações em Petróleo S.A.(Ruim) LL R$ -868M +520% x 4T12 / R$ -2.237M +706% x 2012

    * Lucro
    Em 31 de dezembro de 2013 a HRT realizou teste de perda ao valor recuperável dos seus ativos e foi
    apurada uma perda no valor total de R$ 1,7 bilhão, sendo, R$ 1,6 bilhão referente ao impairment do
    intangível e aproximadamente R$ 60,0 milhões referente ao impairment das sondas adquiridas para o
    projeto Solimões.

    * Dívida
    O pré-pagamento do financiamento obtido para aquisição do Campo de Polvo, ocorrido em fevereiro de
    2014, bem como a conclusão, em março de 2014, dos acordos definitivos com a Rosneft para o Solimões,
    são também marcos importantes na construção desse futuro. O ano de 2014 se inicia com a HRT
    produzindo petróleo, sem endividamento e concretizando acordos relevantes com parceiros.

    Ainda no mês de fevereiro, a HRT quitou o saldo devedor do financiamento contraído em maio de 2013
    com o banco Credit Suisse, para a aquisição de 60% do Campo de Polvo. O montante original do
    financiamento foi de US$ 75 milhões. A primeira amortização, no valor de US$ 40 milhões, foi realizada em
    15 de outubro de 2013. O saldo remanescente seria pago em 5 prestações trimestrais a partir de abril de
    2014, entretanto a Companhia decidiu realizar o pré-pagamento antecipado da dívida, de modo a liberar
    um conjunto de garantias e obrigações relevantes determinadas pelo contrato de financiamento,
    principalmente relacionados a vinculação de suas disponibilidades e de seus recebíveis, com impacto
    direto sobre sua liquidez.
    Dessa forma, a HRT ficou livre de qualquer obrigação decorrente de empréstimos e/ou financiamentos.

    * EBITDA
    O EBITDA do ano de 2013 foi negativo em R$ 2,6 bilhões, frente ao valor negativo de R$ 368,6 milhões
    apurado no ano anterior, principalmente pelo write-off de poços, da baixa de gastos de poços perfurados
    e considerados com volume não comercial ou poços secos, em projetos da Namíbia e do Solimões, e a
    correspondente avaliação de recuperabilidade (impairment) sobre os bônus de subscrição para esses
    ativos.

    Excluindo-se eventos não recorrentes, como a baixa dos poços e o impairment, o EBITDA ajustado seria
    negativo em R$ 303 milhões, 7% melhor em comparação com 2012, em função do projeto de redução de
    custos e programa de desinvestimento implementados ao longo de 2013.
    Além disso, outro evento não recorrente, e com impacto positivo de R$ 186 milhões no EBITDA de 2012,
    foi o resultado com a venda de 45% de participação do direito exploratório dos 21 blocos do Solimões
    para a Rosneft. Esse evento, se desconsiderado, resultaria em uma variação positiva de 41% no EBITDA de
    2013, frente a 2012.

    Adicionalmente, o EBITDA de 2013 foi impactado positivamente, principalmente pela redução de custos
    associados aos itens Geologia e Geofísica, despesa de Pessoal e Serviços de Terceiros, na ordem de R$ 191
    milhões.

    * Receita
    Recebimento de R$ 173,5 milhões da GALP Energia, referente aos Cash Calls da campanha exploratória
    da Namímia – PEL 23, 24 e 28.

    Recebimento de R$ 54,7 milhões referentes à venda da subsidiaria Air Amazonia, negócio de logística
    aérea, e à venda de parte da sua frota de helicópteros, para a Erickson Air-Crane.

    Recebimento de R$ 22,4 milhões referente à venda de três aeronaves, e montante referente a
    recuperação através de seguro pelo acidente com um helicóptero.

    Relatório
    http://common.mzvaluemonitor.com/Downloader.ashx?accountId=168&fileId=127045

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  2. Resultados 3 T13
    LL -724,242 -516% x 3T12

    -> Redução das operações visando uma plataforma que crie valor sustentável.
    -> Solimões: Importantes descobertas de gás, programa de trabalho otimizado
    -> Conclusão iminente do transação do Polvo: equipe operacional preparada, fluxo de caixa relevante e oportunidade de crescimento.
    -> Progresso de desinvestimento de ativos não estratégicos
    -> Foco na otimização dos custos e preservação de caixa.

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  3. Atualização Negativa: Mais um Poço Seco na Namíbia
    Vicente Falanga Neto – São Paulo, 24 de julho de 2013 ::: Notícias

    Conclusão: Esta é uma notícia negativa para a HRT, em nossa opinião, a qual levanta a questão: a empresa
    seguirá destino similar ao da ação da OGX. No entanto, a nosso ver, a HRT tem condições de sobreviver até a
    descoberta de ativos de petróleo ou o anúncio de projeto de gás, principalmente porque a empresa não tem
    nenhuma dívida. Apesar disso, reiteramos nossa opinião de que investir na empresa, com base em possível
    sucesso de qualquer projeto, é muito arriscado no presente e, portanto, reiteramos nossa visão cautelosa sobre a HRT.

    O QUE MUDOU? Mais um Poço Seco na Namíbia
    Na sexta feira passada, a HRT anunciou mais um poço seco na Namíbia. Após a descoberta de óleo não comercial no
    prospecto de Wingat, há três meses, a empresa emitiu um comunicado à imprensa declarando que o prospecto de Murombe
    também estava seco. Agora, a HRT, junto com sua parceira Galp, irá passar para a plataforma Transocean Marianas para o
    próximo prospecto: Moosehead.

    NOSSA OPINIÃO? Três Conclusões Principais
    Passando para o último poço do acordo de farm-out com a Galp. Agora, a HRT passará para seu poço final,
    conforme estipulado no acordo de farm-out assinado com a Galp. Se este último poço estiver seco, a nosso ver, a
    HRT não manterá sua parceria com a Galp em nenhum poço exploratório adicional que decida perfurar na
    Namíbia, aumentando desta forma seu investimento exploratório. A única exceção seria se a empresa optasse pelo
    farm-out de participações adicionais na Namíbia, em troca de recursos para perfurar outros poços.

    A HRT dispõe de mais tempo do que a OGX para desenvolver projetos lucrativos, porém, continua sendo
    um investimento arriscado. Neste momento, a principal diferença entre HRT e OGX é que, embora não disponha
    de ativos produtivos, também não tem nenhuma dívida. A OGX, por outro lado, tem ativos fracos e muita dívida, o
    que levou a sua atual situação financeira muito desafiadora. Destacamos que a HRT tem a opção de continuar
    vendendo parcelas de seus blocos próprios, diluindo sua participação em troca de recursos para manter a
    perfuração de novos poços até a descoberta de algum tipo de campo petrolífero comercial. Enquanto isso, a
    empresa pode ser desenvolvida como uma empresa de gás onshore, dada a quantidade substancial de gás
    descoberta por ela em Solimões. Lembramos que a HRT anunciou estudar possíveis projetos com a Petrobras os
    quais poderiam monetizar suas reservas de gás; no entanto, a nosso ver, seria prematuro chegar a conclusões
    sobre a viabilidade econômica de um projeto potencial e qual o tipo de retorno esperado. Em resumo, a nosso ver,
    continua sendo muito arriscado investir no potencial de sucesso de projetos no momento; portanto, reiteramos
    nossa visão cautelosa sobre as ações.

    Venda adicional de ativos. Além da atualização exploratória negativa na Namíbia, a empresa anunciou que irá iniciar o
    processo de venda da IPEX, sua subsidiária de processamento de dados sísmicos, bem como de quatro plataformas, com
    valor de mercado estimado de US$40-50 milhões. Estas transações, em nossa opinião, devem proporcionar mais tempo para
    a empresa custear despesas com vendas, gerais e administrativas típicas, enquanto prossegue em sua campanha
    exploratória.

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  4. DESTAQUES DO 1T13
    CORPORATIVO
    ■ Realização da AGO para eleição, através do voto múltiplo, de novos membros do Conselho de
    Administração, elevando para nove independentes, e eleição de um Conselho Fiscal;
    ■ Assinatura de Termo de Compromisso vinculante para a venda da Air Amazonia;
    ■ Qualificação técnica como Operadora “A”, dada pela ANP.
    BACIA DO SOLIMÕES
    ■ Conclusão dos testes de formação no poço 1-HRT-10-AM;
    ■ Extensão de quatro anos para a vigência do segundo período da fase exploratória de 10 blocos, concedida
    pela ANP;
    ■ Início da perfuração do poço 1-HRT-11-AM.
    POLVO
    ■ Assinatura de Contrato de Compra e Venda com a BP Energy do Brasil para aquisição de 60% de
    participação no Campo de Polvo.
    BACIAS DA NAMÍBIA
    ■ Aprovação, concedida pelo MME, para a transferência de 14% de participação nos direitos exploratórios
    dos PELs 23, 24 e 28 para Galp Energia;
    ■ Início da perfuração do primeiro poço offshore, no Wingat-1.

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  5. DESTAQUES DO ANO DE 2012

    CORPORATIVO
    ■ Conclusão do Farm-In/Farm-Out entre HRT O&G/Petra e TNK-Brasil e desconto dos recebíveis do
    Citibank;
    ■ Execução dos Programas de Eficiência Operacional e Racionalização de Custos;
    ■ Conclusão da reorganização societária e da reestruturação da área de Relações com Investidores;
    ■ Nova composição do Conselho de Administração, criação do Comitê Técnico e fortalecimento das estruturas dos demais Comitês;
    ■ Assinatura de Termo de Compromisso com a Erickson Air Crane para a alienação do negócio de logística
    aérea;

    BACIA DO SOLIMÕES
    ■ Melhoria, em 40%, do tempo médio de metros perfurados por dia, no HRT-9 e HRT-10, em relação aos
    quatro últimos poços (HRT-5, HRT-6, HRT-7 e HRT-8);
    ■ Perfuração de seis poços com descoberta de gás em cinco deles;
    ■ Poços HRT-9 e HRT-10, considerados duas das maiores taxas de vazão de gás no onshore brasileiro;
    ■ Assinatura de Protocolo de Intenções para Monetização de Gás com a Petrobras e a TNK-Brasil, no

    campo de Juruá e arredores.
    ■ Extensão por mais 2 anos, concedida pela ANP, da vigência do 2° período exploratório, para nove blocos
    localizados na porção norte e central;
    ■ Mobilização da sonda QG-VIII para o cluster de óleo de Aruã, em janeiro de 2013;

    BACIAS DA NAMÍBIA
    ■ Conclusão do Farm-Down com a Galp Energia para a transferência de 14% de participação nos PELs 23,
    24 e 28;
    ■ Conclusão do processamento e interpretação dos dados sísmicos 3D e divulgação de novo relatório de recursos prospectivos da D&M, adicionando 0,5 bilhão de BOE ao portfólio da HRT;
    ■ Extensão do período de exploração dos blocos, até 2015, concedido pelo MME da Namíbia;
    ■ Recebimento da sonda semi-submersível Transocean Marianas e confirmação do inicio da campanha de exploração para o primeiro trimestre de 2013.

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  6. DESTAQUES DO 3T12

    Como resultado de todos esses ajustes, o índice de dispêndios médios diários de caixa líquidos das receitas (CBR- sigla em inglês para Cash Burn Rate) no 3T12 foi reduzido para R$ 2 milhões / dia, uma redução superior a 34% comparada ao 1T12. É importante salientar que este valor refere-se a 100% de todos os gastos das Bacias do Solimões e Namíbia. A Companhia não está fazendo um comparativo do índice CBR do trimestre em questão com
    o do 2T12, pois o 2T12 apresentou um valor positivo, resultado dos ingressos da transação da Petra/TNK-Brasil. É importante mencionar que em 2013, nossa parceira no Solimões, a TNK-Brasil, aportará recursos via cash calls a partir do 1T13 (aportes relacionados com a participação de 45% da TNK-Brasil nos investimentos do Projeto Solimões).
    Os números mencionados acima não consideram, no entanto, nenhum recebível adicional de recursos da TNK-Brasil previsto no acordo da venda de 45% de participação nos direitos exploratórios dos blocos do Solimões, farm-down na Namíbia, bônus de subscrição, bem como ingresso de receitas da venda das sondas chinesas e do negócio de logística aérea.
    Os resultados consolidados do período de nove meses em 2012 apresentam um prejuízo líquido de R$ 138 milhões.
    Esses resultados comparados com o mesmo período de nove meses de 2011 representam uma redução de 18% (R$ 168 milhões). A principal razão para tal resultado foi a redução das despesas de G&G e G&A, bem como o efeito positivo da transação da Petra/TNK-Brasil no 1T12. Por outro lado, despesas com pessoal foram maiores do que no período anterior, decorrentes da implementação do Plano de Retenção (em espécie e baseado em ações), das
    rescisões realizadas e de serviços de terceiros, prestados por consultores jurídicos e assessores financeiros (taxa de sucesso).

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  7. HRT, TNK-Brasil e Petrobras firmam Protocolo de Intenções para monetização de gás no Solimões

    Rio de Janeiro, 15 de outubro de 2012 – A HRT Participações em Petróleo S.A. (a “Companhia” ou “HRT”) (BM&FBOVESPA: HRTP3, TSX-V: HRP) anuncia que sua subsidiária HRT O&G Exploração e Produção de Petróleo Ltda. (“HRT O&G”), Petróleo Brasileiro S.A. (“Petrobras”) e TNK-Brasil Exploração e Produção de Óleo e Gás Natural Ltda. (“TNK-Brasil”) firmaram um Protocolo de Intenções (“Protocolo”) para monetização do gás da Bacia do Solimões.

    O protocolo foi assinado pela Presidente da Petrobras, Sra. Maria das Graças Silva Foster, pelo Presidente da HRT, Sr. Marcio Rocha Mello e pelo Presidente da TNK-Brasil, Sr. George Michael Morgan, na presença dos Exmos. Sr. Edison Lobão, Ministro das Minas e Energia do Brasil e Sr. Omar Aziz, Governador do Estado do Amazonas.

    O objetivo do Protocolo é integrar esforços para avaliar a viabilidade técnica, econômica, ambiental, financeira, jurídica, regulatória e tributária para a implementação da monetização do gás natural vinculado às concessões em áreas contíguas ao Campo de Juruá.

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  8. Release de Resultados 2T12

    Sólida posição de caixa

    Antecipação de recebíveis do Citibank provenientes da operação TNK-Brasil e Petra

    Desdobramento das ações (razão 1/50) efetivado em 29/05

    Proposta de alteração do número de membros e composição do conselho de administração
    na AGE de set/12

    Conclusão da reestruturação societária nos ativos da Namíbia

    Assinatura do contrato da sonda semi-submersível Transocean Marianas por 280 dias a
    partir de Dezembro de 2012 – Janeiro de 2013.

    Resultados dos poços 1-HRT-6-AM, 4-HRT-7D-AM e 1-HRT-8-AM

    Início de perfuração do poço 1-HRT-9-AM

    DRE (R$ milhões)____2T11____1T12____2T12____2T12 / 1T12
    Lucro Líquido (Prejuízo) -53.168____53.285____-50.602____-195%

    A Companhia encerrou o 2T12 com caixa consolidado de R$ 1,4 bilhão, apresentando crescimento de 16% em relação ao saldo do trimestre anterior, mesmo com a campanha exploratória na Bacia do Solimões e do avanço da campanha sísmica na costa da Namíbia, em função principalmente do recebimento de recursos decorrente da transação de transferência de participação nos blocos do Solimões para a TNK-BP.

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