BPNM – BCO PANAMERICANO S.A.

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BMFBovespa: BPNM3 ; BPNM4

O Banco PanAmericano S.A. é uma instituição financeira focada no financiamento ao consumo para pessoas físicas das classes B, C, D e E, independente dos grandes conglomerados financeiros brasileiros. O Banco PanAmericano S.A. se diferencia de seus principais concorrentes pelo portfolio extenso de produtos e serviços que oferece nesse segmento, que inclui crédito direto ao consumidor, crédito consignado, cartões, seguros, leasing e consórcio, de forma que não depende integralmente de apenas um único produto.

O Banco PanAmericano S.A. opera como banco múltiplo desde 1991. O Banco PanAmericano S.A. iniciou suas operações com cartões de crédito em 1994 e com leasing em 1998, com a criação de sua subsidiária PanAmericano Arrendamento Mercantil. Em 1999 a seguradora Panamericana de Seguros foi incorporada ao banco. O Banco PanAmericano S.A. opera com crédito consignado desde 2002, mesmo ano em que o antigo Consórcio Vimave, foi transformado em sua subsidiária Consórcio Nacional PanAmericano.

O Banco PanAmericano S.A. acredita que o segmento de crédito a pessoas físicas possui alto potencial de crescimento em função da demanda reprimida por crédito no País, perspectivas de queda das taxas de juros, crescimento de renda média e o conseqüente aumento do consumo pelas classes B, C, D e E.

O ambiente macroeconômico brasileiro tem se caracterizado pela queda das taxas de juros nos últimos anos. O Banco PanAmericano S.A. acredita ser capaz de manter seus índices de rentabilidade neste cenário, uma vez que a redução das taxas de juros favorece o crescimento da atividade econômica de um modo geral, incluindo o aumento do volume de operações de crédito, bem como a redução dos índices de inadimplência.

Os produtos do Banco PanAmericano S.A. são distribuídos por meio de pontos de vendas exclusivos, presentes em todos os estados brasileiros e principais cidades, incluindo todas as capitais e o Distrito Federal, mais de 25.000 parceiros comerciais, tais como concessionárias e revendedores de veículos leves e pesados e grandes redes de lojas de varejo, e por meio do call center.

RI: http://www.panamericano.com.br/site/content/ri1/Default.aspx

Site: http://www.panamericano.com.br/site/content/ri1/Default.aspx

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22 comentários sobre “BPNM – BCO PANAMERICANO S.A.

  1. Resultados do 1º Trimestre de 2014
    LL R$ -78,632 M -301,58% x 1T13

    Destaques

    . Originação média mensal de ativos de crédito de R$1.237,1 milhões no 1T14, 8,6% inferior à média mensal de R$1.353,4 milhões no 4T13 e 14,4% acima da média de R$1.081,7 milhões no 1T13;
    . Carteira Total de Crédito somou R$16,2 bilhões, 3,4% superior aos R$15,7 bilhões no 4T13 e 15,8% superior aos R$14,0 bilhões no 1T13;
    . Carteira de Crédito com Resultado Retido atingiu R$15,8 bilhões, 4,3% superior aos R$15,2 bilhões no 4T13 e 21,6% superior aos R$13,0 bilhões no 1T13;
    . As Carteiras com categoria de risco entre “AA” a “C” atingiram 89,8% da Carteira Total de Crédito, 3,0 p.p. acima do 4T13 e 5,9 p.p. acima do 1T13;
    . A despesa líquida de provisão para créditos de liquidação duvidosa foi de R$170,8 milhões no 1T14, 13,2% inferior à despesa líquida de R$196,7 milhões no 4T13 e 36,1% inferior ao valor de R$267,2 milhões no 1T13;
    . Margem Financeira foi de 11,7%, 0,1 p.p. acima do 4T13 e 7,0 p.p. abaixo do 1T13;
    . Resultado Líquido Consolidado negativo de R$78,6 milhões no 1T14, comparado ao prejuízo de R$182,9 milhões no 4T13 e ao lucro de R$39,0 milhões no 1T13; e
    . Patrimônio Líquido Consolidado de R$2.226,0 milhões e Índice de Basileia de 12,1% no 1T14.

    http://www.mzweb.com.br/panamericano2012/web/download_arquivos.asp?id_arquivo=1034720D-C558-4677-84BA-910185DEA4A2
    https://www.mzweb.com.br/panamericano2012/web/download_arquivos.asp?id_arquivo=29E59791-2B43-4E00-9916-3DEE5D799F03

    Péssimo Resultado. Queda nas receitas, aumento das despesas da intermediação financeira, redução do lucro bruto, aumento nas despesas operacionais. Tudo o que não deveria acontecer, aconteceu. Só poderia dar em Prejuízo.

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  2. Resultados 4T13 e 2013
    LL -183MM -?% 4T12 // LL2013 -152MM -?% x 2012

    Originação média mensal de ativos de crédito de R$1.172,5 milhões em 2013, 61,1% acima da média mensal de R$727,9 milhões em 2012;
     Originação média mensal de ativos de crédito de R$1.305,0 milhões no 4T13, 15,3% acima do 3T13 e 31,3% maior do que no 4T12;
     Carteira de Crédito com Resultado Retido atingiu R$15,2 bilhões, 6,3% maior que no 3T13 e com crescimento de 20,5% em 2013;
     Carteira Total de Crédito somou R$15,7 bilhões no 4T13, 5,1% maior que no 3T13 e com crescimento de 14,0% em relação a dezembro de 2012;
     Margem Financeira de 11,6% no 4T13, 1,3 p.p. abaixo do 3T13 e 5,4 p.p. abaixo do 4T12;
     Despesas recorrentes de pessoal, tributárias e outras despesas administrativas de R$408,6 milhões no 4T13, 0,7% acima dos R$405,7 milhões do trimestre anterior e 0,2% abaixo dos R$409,4 milhões do 4T12, mantendo sua trajetória de sensível redução em termos reais;
     Despesa líquida de provisão para créditos de liquidação duvidosa de R$792,8 milhões em 2013, 40,3% abaixo da despesa líquida de R$1.329,0 milhões em 2012;
     Resultado Líquido Consolidado ajustado negativo de R$0,7 milhão em 2013, comparado ao resultado negativo de R$496,0 milhões em 2012;
     Resultado Líquido Consolidado ajustado negativo de R$31,9 milhões no 4T13, comparado ao resultado negativo de R$20,5 milhões no 3T13 e ao prejuízo de R$38,4 milhões no 4T12;
     Patrimônio Líquido Consolidado de R$2.304,9 milhões e Índice de Basileia de 13,4% no 4T13.

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  3. BANCO PAN É NOVO FIASCO DE ANDRÉ ESTEVES, DO BTG
    SAO PAULO 26-02-2010 ESPECIAL CADERNO DE NEGOCIOS

    Banco que pertenceu a Silvio Santos e foi adquirido pelo dono do BTG Pactual enfrenta fuga de executivos e resultados decepcionantes

    247 – A operação do banco Pan, antigo Panamericano, que pertenceu a Silvio Santos e foi adqurido pelo BTG Pactual, está longe de entregar os resultados prometidos. É o que mostra reportagem de Claudio Gradilone, editor de finanças da revista Istoé Dinheiro. Confira abaixo:
    O dilema de André Esteves
    Crescer ou lucrar? Com números ruins, o Banco Pan enfrenta a saída de executivos e busca o famoso toque de Midas de seu controlador
    Por Cláudio GRADILONE
    A sede do Banco Pan, novo nome do antigo PanAmericano, fundado pelo apresentador Silvio Santos, é um dos pontos mais conhecidos da avenida Paulista, em São Paulo. Construído nos anos 1970, o edifício foi adquirido em 2010 pela Brazilian Finance & Real Estate (BFRE), empresa do grupo Ourinvest que, durante anos, liderou o lançamento de produtos financeiros ligados a ativos imobiliários. No ano seguinte, chegaram os executivos do Pan. O banco havia sido comprado pelo BTG Pactual de André Esteves no início de 2011, na esteira de uma fraude que gerou um rombo de R$ 4,5 bilhões. Meses depois, o Pan comprou a BFRE.
    Esse complexo encadeamento de negócios fez com que o prédio passasse por diversas transformações. Executivos perderam suas salas e passaram a despachar em um espaço comum. O espaço dos funcionários encolheu. A mudança mais recente e relevante ocorreu há poucos dias e não passou pela decoração. Em 10 de janeiro, a versão online da DINHEIRO antecipou que seis executivos, entre eles Fábio Nogueira, fundador da BFRE, haviam deixado seus cargos. Iuri Rapoport, principal executivo operacional, Willy Jordan, diretor de relações com investidores, Sérgio Cipovicci, do crédito a veículos, e Márcia Ambrosano, da área de cartões, foram embora e não serão substituídos.

    Suas funções vão ser redistribuídas pelos remanescentes. Em nota, o banco informou que os profissionais saíram “após participarem de uma etapa primordial e bem-sucedida de reestruturação da instituição”. Divulgar comunicados em linguagem neutra faz parte da coreografia corporativa. No entanto, os fatos são bem menos róseos. Eles não partiram por falta de competência, muito menos por deficiências na execução de seu trabalho. Com exceção de Nogueira, cuja saída já estava prevista desde a compra da BFRE, o motivo do enxugamento foi aritmético. O Pan precisa cortar custos, e rápido. Esteves tem pressa para melhorar os números.

    Há tempos que os resultados deixam a desejar, apesar do famoso toque de Midas de Esteves. Nos três primeiros trimestres de 2013, o Pan lucrou R$ 31,2 milhões, queda de 41,5% ante o lucro de R$ 53,4 milhões do mesmo período de 2011, primeiro ano da gestão BTG. Em 2012, o prejuízo foi de R$ 457,5 milhões até setembro. Pior que o lucro minguado foi o fato de ele ter ocorrido quando os empréstimos mais do que triplicaram. Segundo dados do Banco Central, em setembro de 2011 a carteira de créditos do Pan era de R$ 4,4 bilhões. Em 2013, ela havia avançado para R$ 12,5 bilhões, sem considerar as perdas com provisões.

    Ou seja, mesmo emprestando quase o triplo do que fazia em 2011, o Pan está ganhando menos com os créditos que concede aos clientes. Os números fracos refletiram-se na bolsa. Entre o fim de 2011 e a quarta-feira 22, suas ações caíram 26,4%, enquanto o índice de empresas financeiras subiu 14,2%. Há dois motivos para esse desempenho ruim. O primeiro é externo. Seus principais mercados, especialmente financiamentos a veículos e empréstimos consignados, têm sido adversos. “O banco Pan, como outros de médio porte, tem um modelo de negócio difícil, que requer escala”, diz Edgard Dias, diretor da agência de classificação de risco Standard & Poor’s.

    A nota do banco é boa, “BB+” em escala internacional, um nível abaixo do grau de investimento, devido à solidez de seus controladores, BTG e Caixa Econômica Federal. No entanto, as perspectivas para esse rating são negativas. Para a agência, o sistema financeiro brasileiro não tem bons prognósticos, devido ao crescimento acelerado do crédito e ao comprometimento da renda dos consumidores. “Esses fatores são ruins para todos os bancos e um grupo de oito instituições de menor porte, entre elas o Pan, poderá ser mais afetado”, afirma Dias. O segundo motivo é interno. Desde a aquisição pelo BTG, o Pan vem fazendo esforços enormes.

    Os compradores praticamente refizeram o banco do zero para superar os problemas herdados dos tempos de Silvio Santos. No entanto, também foi preciso lidar com culturas opostas. De um lado, funcionários acostumados com a rotina da concessão de pequenos empréstimos. De outro, os egressos do BTG, afeitos ao ritmo frenético dos bancos de investimento, com seus bônus generosos, metas ambiciosas e exigências elevadas. “O choque foi inevitável”, diz um executivo. As dificuldades de integração comprometeram o crescimento. Um bom exemplo são os empréstimos automotivos.

    O volume total desses créditos encolheu 4,6% nos 12 meses findos em setembro de 2013, para R$ 232,1 bilhões, apesar de os empréstimos totais dos bancos terem crescido 15,7% nesse período, para R$ 2,6 trilhões. Quem conhece o mercado vem observando que o Pan tem sido pouco agressivo na concessão de empréstimos automotivos. O mesmo vale para os créditos consignados, onde a pressão dos líderes de varejo para ganhar mercado tem sido intensa. Outro problema é quanto o Pan ganha ao conceder crédito. José Acar Pedro, o experiente executivo que comanda a operação, enfrenta uma decisão difícil cada vez que seus funcionários aprovam um empréstimo.

    O banco pode optar por manter esse crédito nos livros, esperando o vencimento e embolsando totalmente o ganho, ou pode antecipar o recebimento, cedendo o empréstimo para outro banco, operação muito comum conhecida como cessão de créditos. Isso vale para os empréstimos imobiliários, uma das especialidades da BFRE, que chegou a inaugurar 89 lojas para vendê-las, batizadas de BM Sua Casa (rebatizadas de Pan Sua Casa). Porém, em vez de trilhar o caminho de conceder financiamentos, transformá-los em títulos de renda fixa e colocá-los em fundos, o Pan tem preferido antecipar os empréstimos, cedendo-os à Caixa, o que reduz o lucro das operações.

    É uma saída rápida, mas que sucateou a estrutura laboriosamente montada pela BFRE, que inaugurou a securitização de recebíveis imobiliários no Brasil. O contrato firmado entre o BTG e a Caixa garante boas condições para o Pan. “No entanto, a cada vez que o Pan cede um empréstimo para a Caixa, ele abre mão de uma parcela dos lucros”, afirma Dias. Mais do que isso, ao ceder os empréstimos, o Pan reduz sua carteira, adiando o ganho de escala desejado por Esteves. É um dilema, por enquanto, sem solução à vista.

    Na divisão das atividades após a aquisição, o BTG ficou com a área de fundos imobiliários, que acumulava um patrimônio de R$ 13 bilhões, dos quais R$ 3 bilhões sob gestão ativa e outros R$ 10 bilhões com serviços de custódia e administração. Todo o restante permaneceu com o Pan, que não vem dando continuidade às atividades da área. É como comprar uma Ferrari – algo típico dos jovens banqueiros de investimento – e deixá-la parada na garagem. Os executivos que saíram do Pan não foram localizados pela reportagem. Procurados, Pan e BTG Pactual não concederam entrevista.

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  4. Resultados 3T13

    Lucro Líquido/Prejuízo -20,5M +89,6% 3T13x3T12

    -> Originação média mensal de ativos de crédito de R$1.129,0 milhões no 3T13, 5,0% abaixo do 2T13 e 28,5% maior do que no 3T12;
    -> Carteira Total de Crédito somou R$14,9 bilhões, 1,0% maior do que no 2T13 e com crescimento de 13,2% em relação ao mesmo trimestre de 2012;
    -> Carteira de Crédito com Resultado Retido atingiu R$14,3 bilhões, 2,2% maior do que no 2T13 e com crescimento de 21,0% em relação ao mesmo trimestre de 2012;
    -> Margem Financeira de 12,9% no 3T13, 1,9 p.p. abaixo do 2T13 e 1,3 p.p. abaixo do 3T12;
    -> Despesa líquida de provisão para créditos de liquidação duvidosa de R$153,7 milhões no 3T13,
    12,3% abaixo do trimestre anterior e 60,4% menor do que no 3T12;
    -> Resultado Líquido Consolidado negativo de R$20,5 milhões no 3T13, comparado ao lucro líquido de R$12,7 milhões no 2T13 e ao resultado negativo de R$198,0 milhões no 3T12;
    -> Resultado Líquido Consolidado acumulado de R$31,2 milhões em 2013, comparado ao resultado negativo de R$457,6 milhões nos primeiros 9 meses de 2012;
    -> Patrimônio Líquido Consolidado de R$2.514,8 milhões e Índice de Basileia de 12,95% no 3T13.

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  5. São Paulo, 06 de maio de 2013 – O Banco Panamericano S.A. (“Panamericano”, “Banco” ou “Companhia”) e suas subsidiárias, em conformidade com as disposições legais, divulgam os resultados referentes ao 1º trimestre de 2013 (“1T13”), encerrado em 31 de março de 2013. As informações operacionais e financeiras do banco, exceto onde estiver indicado de outra forma, são apresentadas com base em números consolidados e em reais,conforme a Legislação Societária e as Práticas Contábeis adotadas no Brasil.
    DESTAQUES DO 1T13
    Originação média mensal de ativos de crédito de R$1.041,7 milhões no 1T13, com aumento de 4,9% sobre o 4T12, apesar da sazonalidade, e 101,8% maior do que no 1T12;
    Carteira Total de Crédito Expandida somou R$14,0 bilhões, 1,8% maior do que no 4T12 e com crescimento de 37,5% em relação ao mesmo trimestre de 2012;
    Carteira de Crédito com Resultado Retido atingiu R$13,0 bilhões, 3,4% maior do que no 4T12 e com crescimento de 56,5% em relação ao mesmo trimestre de 2012;
    Margem Financeira alcançou 22,2% no 1T13, 2,4 p.p. acima do 4T12 e 2,6 p.p. acima do 1T12;
    Despesa de provisão para créditos de liquidação duvidosa de R$307,7 milhões no 1T13, 9,4% abaixo do trimestre anterior;
    Resultado líquido de provisão para créditos de liquidação duvidosa de R$267,2 milhões no 1T13, 9,7% abaixo do trimestre anterior;
    Lucro Líquido Consolidado de R$39,0 milhões no 1T13, comparado ao resultado negativo de R$38,4 milhões no 4T12 e ao lucro líquido de R$2,9 milhões 1T12;
    Patrimônio Líquido Consolidado de R$2.527,3 milhões no final do 1T13.

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  6. DESTAQUES DO 4T12 e 2012

    Originação média mensal de ativos de crédito de R$993,0 milhões no 4T12, com aumento de 13,0%
    sobre o 3T12 e 51,8% maior do que no 4T11;
    Carteira Total de Crédito Expandida somou R$13,8 bilhões, 4,4% maior do que no 3T12 e com crescimento de 27,1% em 2012;
    Carteira de Crédito com Resultado Retido atingiu R$12,6 bilhões, 6,8% maior do que no 3T12 e com crescimento de 44,1% em 2012;
    Margem Financeira alcançou 19,8% no 4T12, 4,4 p.p. acima do 3T12 e 6,3 p.p. acima do 4T11;
    Despesa de provisão para créditos de liquidação duvidosa de R$339,5 milhões no 4T12, 20,5% abaixo do trimestre anterior;
    Recuperação de créditos em atraso de R$43,6 milhões no 4T12, com aumento de 12,7% sobre o 3T12 e 108,6% maior do que no 4T11;
    Resultado consolidado negativo de R$38,4 milhões no 4T12;
    Patrimônio Líquido Consolidado de R$2.489,3 milhões no final de 2012.

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  7. Release de Resultados

    DESTAQUES DO 3T12
    Conclusão da aquisição da BFRE e consolidação dos seus resultados a partir de 19 de julho;
    Originação média mensal de ativos de crédito de R$878,5 milhões no 3T12, com aumento de 69,9% sobre o 2T12 e 37,0% maior do que no 3T11, incluindo:
     Crescimento de 52,0% nos financiamentos de veículos em relação ao 2T12;
     Crescimento de 44,2% nas operações de crédito consignado em relação ao trimestre anterior, atingindo produção média mensal de R$155,0 milhões no 3T12;
     Crescimento de 80,1% no crédito para Empresas em relação ao trimestre anterior, atingindo produção média mensal de R$191,1 milhões no 3T12 e carteira de crédito de R$1,4 bilhão em setembro, 22,4% maior do que no 2T12 e 151,7% maior do que no 3T11;
     Incorporação da produção de R$231,9 milhões de créditos imobiliários da BFRE no 3T12.
    Carteira Total de Crédito Expandida somou R$13,2 bilhões, 22,5% maior do que no 2T12;
    Carteira de Crédito com Resultado Retido atingiu R$11,8 bilhões, 29,3% maior do que no 2T12 e 52,5% maior do que no 3T11;
    Captação total atingiu R$14,1 bilhões no trimestre, crescimento de 24,6% sobre o 2T12.
    Resultado consolidado negativo de R$197,9 milhões no 3T12, impactado pelo baixo volume de cessões de créditos e pela ainda elevada despesa de provisão para créditos de liquidação duvidosa;
    Patrimônio Líquido Consolidado de R$2.528,2 milhões no final de setembro.

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  8. Demonstrações Financeiras – 1º Semestre de 2012

    Lucro Líquido, Patrimônio e Alavancagem

    O Panamericano apresentou no 2º trimestre de 2012 um resultado negativo de R$262,5 milhões no balanço consolidado, comparado ao lucro líquido de R$2,9 milhões no trimestre anterior e ao prejuízo de R$25,5 milhões no 2º trimestre de 2011. A variação do resultado do 2º trimestre de 2012 em relação ao resultado do trimestre anterior se deve, sobretudo, à decisão da administração de não ceder direitos creditórios no período, conforme já mencionada anteriormente, enquanto no 1º trimestre foram cedidos direitos creditórios no valor de R$1.216,4 milhões, sem coobrigação, com impacto relevante sobre o resultado daquele trimestre. Em contrapartida à não antecipação de resultados sobre a carteira cedida, no entanto, a decisão de reter toda a carteira acumulada neste trimestre acelerou o crescimento da carteira com resultados retidos, que é fundamental para garantir a geração de resultados futuros perenes para o Panamericano.

    No 1º semestre de 2012, o resultado acumulado foi negativo em R$259,6 milhões, comparado ao resultado positivo de R$50,6 milhões no 1º semestre de 2011. Da mesma forma, o pior resultado na primeira metade de 2012 se deve ao menor volume de créditos cedidos sem coobrigação no período, de R$1,2 bilhão, comparados aos R$4,1 bilhões cedidos durante o 1º semestre de 2011.

    O Patrimônio Líquido consolidado era de R$2.727,7 milhões em junho de 2012, comparado a R$2.202,3 milhões em março de 2012 e R$1.227,3 milhões no final de 2011. A elevação do Patrimônio Líquido neste semestre se deve à integralização de R$1.758,9 milhões referentes ao Aumento de Capital, sendo: (i) R$971,5 milhões integralizados em janeiro de 2012 pelos acionistas controladores, referentes à totalidade dos seus direitos de subscrição em ações ordinárias; e (ii) R$787,4 milhões integralizados em maio de 2012 pelos acionistas detentores de ações preferenciais da Companhia.

    O Índice de Basiléia era de 20,13% em 30 de junho de 2012, comparado a 14,13% em 31 de março de 2012. O valor da Margem Operacional foi de R$1.065,5 milhões no 2º trimestre, superior aos R$43,6 milhões no final do 1º trimestre.

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