PSSA – PORTO SEGURO S.A.

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BMFBovespa: PSSA3

A história da Porto Seguro S.A. iniciou em 1945, quando começou a vender seguros na cidade de São Paulo. Naquela época a companhia era muito pequena, posicionada como a 44º companhia de seguros no Brasil e composta por apenas 25 funcionários. Atualmente somos a 4º maior companhia seguradora do Brasil e líder no segmento de automóvel e residência. Contamos com uma estrutura operacional e de distribuição de cerca de 12 mil funcionários, 130 filias e 4.917 agencias bancárias do Itaú espalhadas por todo o país, além de aproximadamente 24 mil corretores independentes e 10 mil prestadores de serviço, com contrato de exclusividade.

A Corporação Porto Seguro é composta por 19 empresas, divididas em companhias de seguros, serviços financeiros, e serviços em geral.

Oferecemos uma ampla gama de produtos de seguro, incluindo seguro de automóvel, saúde, patrimoniais e de acidentes pessoais, de vida (incluindo previdência) e seguros de transportes, além de consórcio, alarmes monitorados, cartão de crédito, serviços a condomínios , e serviços a corretores.

Em novembro de 2003, a Companhia ampliou sua presença no mercado de seguros por meio da aquisição da Azul Seguros, que oferece seguro de automóvel, seguros patrimoniais e seguros de vida (excluindo os produtos de previdência). Antes da aquisição, a Azul Seguros denominava-se AXA Brasil e era subsidiária da seguradora multinacional francesa AXA.

No quarto trimestre de 2009, a Porto Seguro e a Itaú Unibanco Holding celebraram a unificação das operações de seguros residenciais e de automóveis, pelo qual a Porto Seguro obtém o direito exclusivo para a oferta e distribuição de produtos de seguros residenciais e de automóveis para os clientes da rede de agências (e demais canais) do Itaú.

Com a referida associação o Itaú Unibanco passou a deter 30% de participação nas operações da Porto Seguro. O negócio possibilitou que o Itaú e a Porto Seguro combinem seus padrões de excelência nos processos de precificação, subscrição de riscos, gestão de benefícios nas operações de seguros de automóvel e residência, oferecendo produtos mais adequados para atender os diversos segmentos de mercado, por meio das marcas: Porto Seguro, Itaú Auto e Residência e Azul Seguros.

Além disso, deveremos incrementar mais serviços para nossos clientes dando continuidade ao nosso foco em inovação e fidelização. Em 2012 ofereceremos telefones celulares aos nossos clientes, fruto da nova empresa de telecomunicação Porto Conecta, a primeira Mobile Virtual Network Operation em parceria com a empresa Datora, e a operadora TIM.

RI:  gri@portoseguro.com.br

Site:  http://ri.portoseguro.com.br

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59 comentários sobre “PSSA – PORTO SEGURO S.A.

  1. Porto Seguro divulga lucro de R$ 205 milhões no 3T16

    No 3T16, o lucro líquido foi de R$ 205 milhões, com queda de 2%, ante o 3T15. Nos 9M16, o lucro líquido atingiu R$ 620 milhões, com redução de 13%, ante os 9M15. O ROAE anualizado atingiu 13,5% no 3T16 e 13,9% no 9M16. Frisa-se que no 3T15 houve um ganho não recorrente no valor líquido de R$ 28 milhões, referentes ao crédito tributário gerado pela CSLL. Desconsiderando esse efeito, o lucro do 3T16 cresceria em 13% e o dos 9M16 seria 10% menor.

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  2. Porto Seguro tem queda de 36,2% no lucro do 2T16

    Fechou o 2T16 com lucro de R$ 171,6 milhões, contra R$ 273,3 milhões no 2T15 (-36,2%). O ROAE atingiu 11,9% com queda de 8,7 p.p., respectivamente. O desempenho operacional de seguros piorou devido ao aumento da sinistralidade. No 2T16, os sinistros foram pressionados por alagamentos, chuvas de granizo e vendavais, bem como pelo aumento dos roubos de veículos. Além disso, a elevação da frequência de utilização do seguro saúde impactou as margens. Por outro lado, nas despesas administrativas, os gastos nominais permaneceram estáveis, diante dos investimentos pela busca na eficiência operacional.

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      • lokoisback, eu não tenho mais acompanhado esse empresa, mas de modo geral achei um resultado ruim, refletindo o momento de crise no país onde houve aumento dos sinistros de roubo de veiculos, que é o seu corebusiness.

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      • Sim de uma forma geral foi bem ruim mesmo, aumento no número de sinistros e piora no ICA. Pelo dito no webcast seria não recorrente. Acompanhando um preço melhor para se posicionar. De uma forma geral a empresa ainda apresenta bons projetos futuros e boa geração de caixa

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  3. Porto Seguro tem lucro 4% maior no 1T16

    A Porto Seguro divulgou lucro líquido do 1T16 foi de R$ 240,4 milhões, 4% maior do que o mesmo período do ano anterior e o ROAE atingiu 16,8% (-1,0 p.p.). O resultado financeiro fez a diferença, com aumento de 30%, atingindo R$ 353 milhões, favorecido pelos investimentos em títulos indexados, que apresentaram um desempenho acima do índice de referência e pelo maior CDI médio no período (+16% ante o 1T15). Em paralelo, houve valorização do portfólio de ações no âmbito da alocação estratégica da empresa. A receita total foi de R$ 4,0 bilhões, avançando 5% em relação ao 1T15.

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  4. Porto Seguro Resultados 4T15

    A Porto Seguro, no 4T15, teve lucro líquido (sem Business Combination) de R$ 294,0 milhões, um avanço de 5,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2015, o lucro foi de R$ 1,0 bilhão, superando o acumulado em 2014 em 14,2%.

    A receita total da empresa para o trimestre encerrado em dezembro foi de R$ 4,5 bilhões, ante R$ 4,3 bilhões no 4T14. Em 2015, a receita acumulada foi de R$ 16,6 bilhões, superando o acumulado no ano anterior em 8,4%.

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  5. Resultado comentado 3T15

    Fechou com lucro líquido de R$ 207,2 milhões no 3T15, contra R$ 273,2 milhões no 2T15 (-24,2%) e R$ 232,3 milhões no 3T14 (-10,8%). A queda de performance no 3T15 deve-se, em boa medida, ao menor resultado financeiro alcançado, sendo de R$ 210,2 milhões no 3T15, contra R$ 281,3 milhões no 2T15 (-25,4%) e R$ 212,0 milhões no 3T14 (-0,8%). Em menor grau também sentiu os efeitos da desaceleração no volume de vendas da frota assegurada de automóveis, seu principal ramo de atuação, conforme veremos mais à frente.

    No que tange ao resultado financeiro, a performance foi impactada pela marcação a mercado das posições prefixadas e juros, que repercutiram a volatilidade do mercado, sobretudo devido ao ambiente de incerteza política. Ademais, os ativos de renda variável também não registraram bom desempenho. Frisa-se que a carteira total de aplicações é de R$ 9,8 bilhões, cujo rendimento foi de 1,85% no 3T15, equivalente a 54% do CDI. Excluindo os recursos previdenciários, o saldo da carteira é de R$ 6,7 bilhões, tendo gerado rentabilidade de 2,06% ou 60% do CDI. Essa carteira é composta da seguinte forma: 34% de títulos pós-fixados, 29% prefixados, 26% indexados à inflação, 9% crédito privado e 2,4% em ações.

    A Porto Seguro atua com três marcas no ramo de seguros de automóveis: a primeira denomina-se Porto Seguro Auto, diferenciando-se por ser uma marca agregando serviços à clientela, logo com prêmio médio mais elevado. A segunda denomina-se Azul Seguros Auto, com produtos simples e marca focada no preço. Por fim, a Isar+r Auto (Itaú Auto e Residência), que contempla os negócios decorrentes do Itaú Unibanco e tem como característica ser uma marca intermediária de produtos e serviços.

    No ramo de automóveis (reunindo as três marcas), que responde por 67,5% dos prêmios da empresa, a frota assegurada atingiu 5.186 milhões de automóveis, com evolução de 6,2% em doze meses findos em setembro de 2015. Contudo, ficou praticamente estável, caso a análise se volte para o intervalo do 3T15, visto que em junho de 2015 a frota assegurada era de 5.155 milhões de automóveis (+0,6%). Já os prêmios auferidos no ramo de automóveis cresceram 7,1%, no comparativo dos 9M15 contra os 9M14, atingindo R$ 6.590 milhões. Vejamos o desempenho nas três marcas de atuação.

    Os prêmios auferidos da carteira da marca Porto Seguro Auto atingiram R$ 3.413,4 milhões nos 9M15, com aumento de 8,4%, contra os 9M14. Em paralelo, a frota assegurada ampliou-se em 5,5% (2.328 mil veículos), o que permite avaliarmos que houve apenas leve recomposição de preços nas apólices, dado o ambiente de acirrada concorrência e retração econômica.

    Já na carteira da Azul Seguros Auto, os prêmios auferidos foram de R$ 1.702,9 milhões, com evolução de 14,9%. Concomitantemente, os veículos segurados cresceram 18,4% (1.651 mil automóveis), o que sinaliza uma troca de demanda por seguros, das maiores faixas de renda para as mais modestas, diante da queda da renda dos agentes.

    Na carteira do Itaú Seguros Auto (Isar+r Auto), os prêmios auferidos atingiram R$ 1.473,7 milhões, com queda de 3,0%. Nessa carteira, o volume de veículos segurados recuou 5,9% (1.207 mil automóveis). Essa carteira passa por uma reestruturação, onde se busca a redução de risco a fim de melhorar sua rentabilidade.

    O ramo de saúde, por sua vez, que representa 7% da pauta de prêmios da empresa, registrou queda de 1,2% nos prêmios auferidos, cuja cifra foi de R$ 745,1 milhões. O volume de vidas seguradas atingiu 257 mil, com queda de 16,6%. Esse ramo de negócios também atravessa um forte programa de ajustes operacionais, com investimentos em mitigadores de riscos e saneamento da carteira.

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  6. Porto Seguro resultado 2T15

    O lucro líquido da Porto Seguro foi de R$ 275 milhões no 2T15 e de R$ 506 milhões no 1S15, aumentos de 26% e 36% respectivamente.

    Em comparação com o 2T14, as receitas totais cresceram 10%, para R$ 3,9 bilhões, enquanto os prêmios de seguros tiveram alta de 7,4% e atingiram R$ 3,2 bilhões. O resultado financeiro aumentou 24%, para R$ 281 milhões. A rentabilidade total das aplicações foi de 3,17 %, o que equivale a 105% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI).

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  7. Release de Resultados do 1T15

    LL 231MM +51%x1T14

    Principais Destaques

    Crescimento das receitas totais de 16% no 1T15 em comparação com o mesmo ano anterior

    Aumento de 14% nos prêmios auferidos de seguros no trimestre (2015 x 2014)

    Lucro líquido (sem business combination) no 1T15 de R$ 231 milhões (+51%)

    ROAE de 17,8% (+5,3 p.p.) no 1T15 (sem business combination)

    Índice combinado de seguros de 97,3% (-1,5 p.p.) e índice combinado ampliado de 90,4% (-1,9 p.p.) no 1T15

    Índice D.A. (despesas administrativas) de seguros de 15,0% (-0,3 p.p vs. 1T14)

    Resultado financeiro de R$ 272 milhões no 1T15 (+30% vs. 1T14) – a rentabilidade total atingiu 2,96% (105% do CDI) e a
    rentabilidade (ex. previdência) foi de 2,98% (106% do CDI) no 1T15

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    • No primeiro trimestre de 2015 o lucro líquido foi 50% superior ao resultado do mesmo período do ano anterior, fruto de um melhor desempenho operacional e financeiro. As receitas totais e os prêmios de seguros da Companhia cresceram 16% e 14%, respectivamente.
      Na operação de seguros, ressaltamos o crescimento dos segmentos de automóvel e patrimonial no 1T15 em cerca de 13% e 20%, respectivamente. No segmento de automóvel da marca Azul e nos produtos Residencial e Empresarial da marca Porto, os prêmios evoluíram mais de 25%. A frota segurada atingiu 5,1 milhões de veículos (+8%), um incremento anual de 377 mil itens e o número de residências atingiu 2,3 milhões, uma evolução de 23%.
      O desempenho operacional demonstrado pelo índice combinado atingiu 97,3% no trimestre, uma melhora de 1,5 p.p., basicamente explicado pela redução na sinistralidade dos seguros de automóvel e saúde em mais de 3 p.p..Em relação as despesas administrativas, o índice de D.A obteve um decréscimo de 0,3 p.p. devido aos esforços contínuos para a otimização da operação.
      Nos negócios financeiros e serviços, as receitas trimestrais cresceram 27%, impulsionadas principalmente pela evolução das receitas de operações de crédito (cartão de crédito e financiamento), que se expandiram em 34% no período. O número de cartões de crédito atingiu 1,7 milhão de unidades, um acréscimo de 270 mil cartões.
      O resultado financeiro do 1T15 apresentou um aumento de 30%, atingindo R$ 272 milhões, favorecido pelos investimentos em títulos indexados a inflação que apresentaram uma performance acima do índice de referência e pelo maior CDI médio no trimestre (+17% vs. 1T14). A rentabilidade das aplicações financeiras foi de 2,98% (106% do CDI), excluindo-se os recursos previdenciários.
      O lucro líquido foi de R$ 231 milhões no trimestre, correspondendo a um aumento de 51%, e o ROAE atingiu 17,8% (+5,3 p.p.), sem business combination.

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  8. 2014

    A empresa encerrou 2014 com lucro líquido contábil de R$ 876,2 milhões, contra R$ 1.397,3 milhões em 2013 (-37,3%). Contudo, relembremos que, em 2013, auferiu ganho extra operacional de R$ 701,5 milhões, diante do julgamento favorável num processo de causa tributária, onde contestava-se o pagamento da COFINS. Dessa forma, o lucro líquido recorrente de 2013 foi de R$ 703,5 milhões, o que, comparado ao lucro líquido de 2014 (R$ 876,6 milhões, conforme assinalado), ter-se-ia um crescimento de 21,3%.

    Frisa-se que essa melhor performance, em boa medida, refletiu o avanço dos ganhos financeiros líquidos, que atingiram R$ 905,9 milhões em 2014, contra R$ 493,7 milhões em 2013 (+83,5%). Nesse sentido, a carteira de aplicações financeiras é composta por 82% títulos públicos, 15% títulos privados e 3% em ações. Logo, o avanço da taxa de juros repercutiu favoravelmente para o melhor desempenho dessa carteira.

    Posto isso, vejamos os fundamentos em si da Porto Seguro. O índice combinado, que captura as despesas operacionais/receitas operacionais, mas desconsidera os ganhos financeiros líquidos, praticamente não registrou alteração, já que atingiu 96,5% em 2014, contra 96,0% em 2013 (+0,5 p.p.). É fato que houve leve pressionamento das despesas com sinistros, mais especificamente no ramo de automóveis, conforme veremos adiante. Mas, por outro lado, a empresa avançou em eficiência operacional e produtividade, reflexo do investimento nos sistemas tecnológicos, afora ter mantido rígido controle das despesas administrativas.

    Para entendermos os fundamentos da Porto Seguro, vale relembrarmos a associação que ocorreu com o Itaú Unibanco, nos seguintes termos: permuta na qual o banco cedeu os negócios nos ramos de seguros de automóveis e residências. Em contrapartida, a Porto Seguro ampliou o capital em 30% e o transferiu ao Itaú Unibanco, equivalente a R$ 950 milhões, cujos efeitos temporais passaram a ocorrer a partir de 2010.

    Assim, a Porto Seguro atua com três marcas no ramo de seguros de automóveis: a primeira denomina-se Porto Seguro Auto, diferenciando-se por ser uma marca agregando serviços à clientela, logo com prêmio médio mais elevado. A segunda denomina-se Azul Seguros Auto, com produtos simples e marca focada no preço. Por fim, a Isar+r Auto (Itaú Auto e Residência), que contempla os negócios decorrentes do Itaú Unibanco e tem como característica ser uma marca intermediária de produtos e serviços.

    No ramo de automóveis (reunindo as três marcas), que responde por 68% dos prêmios da empresa, a frota assegurada ampliou-se 7,8% em 2014, atingindo 5.026 mil automóveis. Já os prêmios auferidos desse ramo de seguros cresceram 11,7%, atingindo R$ 8.635,7 milhões. Vejamos o desempenho nas três marcas de atuação.

    Os prêmios auferidos da carteira da marca Porto Seguro Auto foram de R$ 4.445,8 milhões em 2014, com aumento de 10,1%. Em paralelo, a frota assegurada ampliou-se em 4,6% (2.252 mil veículos), o que permite avaliarmos que houve recomposição de preços nas apólices, mesmo no ambiente de acirrada concorrência.

    Já na carteira da Azul Seguros Auto, os prêmios auferidos foram de R$ 2.157,9 milhões, com evolução de 22,1%. Concomitantemente, os veículos segurados cresceram 17,9% (1.499 mil automóveis).

    Na carteira do Itaú Seguros Auto (Isar+r Auto), os prêmios auferidos atingiram R$ 2.032,0 milhões, com alta de 5,4%. Nessa carteira, o volume de veículos segurados cresceu 2,9% (1.275 mil automóveis).

    O ramo de saúde, por sua vez, que representa 8% da pauta de prêmios da empresa, ampliou-se 4,6% em 2014, cuja cifra foi de R$ 1.009,1 milhões. O volume de vidas seguradas atingiu 293 mil, com queda de 16,0%. Neste ramo de negócios, a empresa atravessa um forte programa de ajustes operacionais, com investimentos em mitigadores de riscos e saneamento da carteira.

    Já no seguro odontológico os prêmios totalizaram R$ 57,8 milhões, com evolução de 35,7%. Aqui o volume de vidas asseguradas chegou a 368 mil, registrando crescimento de 35,8%.

    Especificamente quanto ao aumento da sinistralidade no ramo de automóveis, ocorreu deterioração nas três marcas, contemplando índice de sinistralidade de 57,6% em 2014, contra 55,3% em 2013 (+2,3 p.p.). A justificativa, para tal avanço vincula-se ao aumento nas frequências de furto e roubo, mais concentrados nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

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  9. Release de Resultados do 4T14 e de 2014

    Principais Destaques

    Crescimento das receitas totais de 18% no 4T14 e de 16% no ano em comparação com o mesmo ano anterior

    Aumento de 14% nos prêmios auferidos de seguros no trimestre e de 13% no ano

    Lucro líquido¹ no 4T14 de R$ 278 milhões (+19%) e de R$ 883 milhões (+24%) em 2014 (sem business combination)

    ROAE¹ de 21,6% (+0,7 p.p.) no 4T14 e de 18,5% (+2,0 p.p.) no ano (sem business combination)

    Índice combinado de seguros¹ de 96,1% (-0,2 p.p.) no 4T14 e de 96,5% (+0,5 p.p.) em 2014 e índice combinado ampliado¹
    de 88,9% (-3,8 p.p.) no trimestre e de 90,1% (-2,0 p.p.) no acumulado do ano

    Índice D.A. (despesas administrativas) de seguros de 17,3% (+0,8 p.p) no 4T14 e 15,8% (+0,1 p.p) em 2014

    Resultado financeiro¹ de R$ 258 milhões no 4T14 (+105% vs. 4T13) e de R$ 906 milhões no ano (+84% vs. 2013) – a
    rentabilidade total atingiu 2,55% (92% do CDI) no trimestre e 11,67% (108% do CDI) no acumulado do ano. A rentabilidade
    (ex. previdência) foi de 2,50% (91% do CDI) no 4T14 e 10,36% (96% do CDI) em 2014

    Ajustando (proforma) os resultados para uma performance financeira neutra (100% do CDI), o lucro líquido¹ alcançaria R$
    285 milhões (+18%) no trimestre e R$ 893 milhões (+18%) no ano e o ROAE¹ atingiria 22,2% (+0,5 p.p.) no 4T14 e 18,6%
    (+1,0 p.p.) em 2014

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