UGPA – ULTRAPAR PARTICIPACOES S.A.

UGPA3

BMFBovespa: UGPA3

A Ultrapar é um dos maiores grupos empresariais brasileiros, com posição de liderança em seus mercados de atuação conquistada ao longo de seus mais de 70 anos de história. A companhia atua no setor de distribuição de combustíveis, por meio da Ipiranga e da Ultragaz, na indústria química, com a Oxiteno, e no segmento de armazenagem para granéis líquidos, por meio da Ultracargo. Com cerca de 9 mil funcionários, a Ultrapar detém operações em todo o território brasileiro e possui, através da Oxiteno, unidades industriais no México e na Venezuela e escritórios comerciais na Argentina, na Bélgica e nos Estados Unidos.

A Ultragaz é a maior distribuidora de GLP no Brasil, com 23% de participação no mercado brasileiro em 2010, e uma das maiores distribuidoras independentes do mundo em termos de volume vendido. Distribuímos GLP a cerca de 10,5 milhões de domicílios utilizando nossa frota própria e a nossa rede de mais de 4 mil revendedores independentes.

A Ipiranga é a segunda maior distribuidora de combustíveis do Brasil, com 21% de participação no mercado brasileiro em 2010, com uma rede de 5,9 mil postos revendedores.

A Oxiteno é uma das maiores produtoras de óxido de eteno e de seus principais derivados na América Latina, grande produtora de especialidades químicas e a única produtora de álcoois graxos e co-produtos na América Latina. A Oxiteno possui nove unidades industriais no Brasil, México e Venezuela e escritórios comerciais nos Estados Unidos, Argentina e Bélgica.

A Ultracargo é a maior provedora de armazenagem para granéis líquidos do Brasil, com sete terminais e capacidade de armazenagem de aproximadamente 638 mil metros cúbicos em 31 de dezembro de 2010.

RI: invest@ultra.com.br

Site: http://www.ultra.com.br

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59 comentários sobre “UGPA – ULTRAPAR PARTICIPACOES S.A.

  1. Ultrapar apresenta crescimento de 27% no lucro do 3T16

    Resiliente ao ambiente macroeconômico brasileirio, a Ultrpar reportou receita líquida de R$ 19 bilhões no 3T16, 1% acima do 3T15. O Ebitda foi de R$ 1 bilhão, 9% maior que o 3T15. O lucro líquido consolidado atingiu R$ 380 milhões no 3T16, crescimento de 27% em relação ao 3T15, e acumulou R$ 1,135 bilhão até setembro.

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    • Apesar dos volumes de combustíveis vendidos em queda da Ipiranga (principal operação) e da indisponibilidade parcial do terminal de Santos da Ultracargo decorrente do mega incêndio em 2015, a Ultrapar apresentou lucro líquido de R$ 376,8 milhões no 3T16, aumento de 27,4% sobre o 3T15, contribuindo para um lucro acumulado de R$ 1,126 bilhão, avanço de 11,6% nos 9M16 x 9M15, período em que a receita líquida e o Ebitda cresceram 5,8% e 11,5%, somando R$ 58,3 bilhões e R$ 3,095 bilhões, nessa ordem. Números pouco abaixo de nossa projeção (ROL- R$ 62,1 bilhões:-6,2%; Ebitda-R$ 3,3 bilhão:-6,3%; LL-R$ 1,2 bilhão:-7,3%).

      A Ipiranga vendeu 5.935 mil m³ no 3T16, redução de 10% ante o 3T15, como efeito da crise econômica interna. Nos 9M16 acumula um volume vendido de 17.817 mil m³, queda de 7% sobre os 9M15. Ainda assim, com a expansão da rede de postos e de serviços, reajustes dos preços dos combustíveis em out/15 pela Petrobras e importações realizadas, o Ebitda somou R$ 788 milhões no 3T16 aumento de 29% sobre o 3T15. Nos 9M16, o Ebitda totalizou R$ 2,2 bilhões (72% do total), 17% acima dos 9M15.

      A Oxiteno vendeu 200 mil t no 3T16, 5,0% mais (9 mil t) ante o 3T15, com o volume vendido de glicóis (31 mil t) crescendo 11% no período, refletindo os esforços de maior utilização da capacidade e diluição de custos, e as vendas de especialidades químicas (169 mil t) crescendo 5%, mostrando alguma recuperação da demanda, com destaque para os segmentos agroquímico, petróleo e gás e de tintas e vernizes. Porém, com trajetórias opostas de variação cambial e dos custos de matéria-prima, que foram favoráveis no 3T15 e desfavoráveis no 3T16, o Ebitda recuou 54% no período, para R$ 99 milhões. Nos 9M16 o Ebitda somou R$ 414 milhões (13% do total), 26% abaixo dos 9M15.

      A Ultragaz vendeu 467 mil t no 3T16, 4% acima do 3T15, com as vendas a granel crescendo 8% (152 mil t), fruto de iniciativas comerciais com captura de novos clientes, e aumento de 2% no segmento envasado (315 mil t) em função da abertura de novas revendas. Assim, e com o aumento do preço do GLP pela Petrobras para ambos os segmentos (granel:set/15 e dez/15; envasado: dez/15), o Ebitda cresceu 4%, atingindo R$ 108 milhões no 3T16. Nos 9M16 o Ebitda da Ultragaz atingiu R$ 324 milhões (10% do total), 31% acima dos 9M15.

      A armazenagem média da Ultracargo cresceu 7% no 3T16 sobre o 3T15, para 683 mil m³, refletindo maior movimentação de combustíveis nos terminais de Aratu, Suape e Santos. Com isso, e o reajuste de tarifas em todos os terminais, além de menores despesas com o incêndio de Santos, o Ebitda somou R$ 23 milhões no 3T16, crescendo 59% sobre o 3T15. Nos 9M16 o Ebitda totalizou R$ 97 milhões (3% do total), aumento de R$ 84 milhões sobre os 9M15.

      A Extrafarma fechou o 3T16 com 293 lojas, aumento 20% (49 lojas) sobre o 3T15. Ao longo do 3T16 foram abertas 20 novas lojas, sendo duas em um novo estado (Tocantins, o décimo estado com presença da rede), com 7 fechamentos. Ao final do 3T16, 43% das lojas possuíam até três anos de operação em comparação a 34% no 3T15. O Ebitda somou R$ 6 milhões no 3T16, 7% acima do 3T15, sobretudo em função do crescimento no faturamento e de ações implementadas para elevação do padrão de gestão de varejo farmacêutico, parcialmente compensados pelo maior número de lojas ainda em maturação e lançamento da nova marca. Nos 9M16 o Ebitda atingiu R$ 24 milhões (1% do total), 19% maior que nos 9M15.

      Também ajudou o resultado líquido do 3T16 a despesa financeira líquida de R$ 202 milhões 3T16, redução de R$ 31 milhões ante o 3T15, devido, sobretudo, aos efeitos cambiais dos períodos. O Capex atingiu R$ 1,123 bilhão nos 9M16 e a companhia encerrou o 3T16 com dívida financeira líquida de R$ 5,8 bilhões (1,4 vez o Ebitda dos últimos doze meses). Assim, esse montante não inclui a emissão de notes no mercado externo de US$ 750 milhões, com prazo de 10 anos, cupom de 5,25% a.a. e juros efetivos de 5,50% a.a., realizada em out/16.

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  2. Ultrapar (UGPA3): O lucro e o Ebitda da Ultrapar no segundo trimestre deste ano ficaram em linha com a média das projeções de oito bancos consultados pela Agencia Estado (Santander, BTG Pactual, Brasil Plural, Morgan Stanley, UBS, Goldman Sachs, Credit Suisse e Itaú BBA). O lucro da empresa alcançou R$ 367 milhões no período, enquanto a média das estimativas dos analistas apontava para R$ 368,4 milhões. O Ebitda, por sua vez, alcançou R$ 1 bilhão no período de abril a junho, ao passo que a média das projeções dos analistas era de R$ 994,6 milhões.

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    • Principais destaques do 2T16

      LL 367MM + 11%x2T15

       RECEITA DA ULTRAPAR TOTALIZA R$ 19 BILHÕES NO 2T16, 4% MAIOR
      QUE O 2T15.
       EBITDA DA ULTRAPAR ATINGE R$ 1 BILHÃO NO 2T16, 19% MAIOR
      QUE O 2T15.
       LUCRO LÍQUIDO DA ULTRAPAR ATINGE R$ 367 MILHÕES NO 2T16,
      CRESCIMENTO DE 11% EM RELAÇÃO AO 2T15.
       APROVADA A DISTRIBUIÇÃO DE R$ 435 MILHÕES EM DIVIDENDOS
      REFERENTE AO 1S16, COM PAYOUT DE 58%.
       ULTRAPAR ANUNCIA AQUISIÇÃO DA DISTRIBUIDORA DE
      COMBUSTÍVEIS ALE, COM INVESTIMENTO DE R$ 2.168 MILHÕES,
      DANDO CONTINUIDADE A SUA ESTRATÉGIA DE EXPANSÃO.
       ULTRAPAR ANUNCIA ACORDO COM A CHEVRON PARA CRIAÇÃO DE
      NOVA COMPANHIA PARA ATUAR NA ÁREA DE LUBRIFICANTES.

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  3. Ultrapar registra lucro de R$ 387,9 milhões no 1T16

    Ultrapar registrou lucro líquido de R$ 387,9 milhões no 1T16, estável em relação ao 1T15, em função do crescimento do Ebtida, compensado por maiores despesas financeiras líquidas e maior depreciação e amortização. A receita líquida teve aumento de 12% quando comparada ao mesmo trimestre do ano anterior, atingindo R$ 19,5 milhões, principalmente em função do crescimento de receita nos segmentos Ipiranga, Oxiteno, Ultragaz e Extrafarma.

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    • Ultrapar (UGPA3): A agência de classificação de risco Standard & Poor´s (S&P) afirmou o rating em escala global e em escala nacional da Ultrapar. A perspectiva permanece negativa. Em nota, a S&P afirma que a Ultrapar está mantendo sua resiliência geração de fluxo de caixa e sua posição de mercado, apesar da recessão no Brasil. A perspectiva negativa deve-se à alta sensibilidade da companhia à atividade econômica do país, segundo a agência.

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  4. Resultado comentado 4T15

    Apesar de volumes em queda acompanhando a deterioração da economia interna, a Ultrapar seguiu apresentando forte resultado no 4T15, apurando lucro líquido de R$ 497 milhões, 33,8% acima do 4T14, resultado do crescimento de 15,5% da receita líquida e de 28,5% do Ebitda, que somaram R$ 20,6 bilhões e R$ 1,177 bilhão, nessa ordem. Em 2015 a receita líquida e o Ebitda avançaram 11,7% e 25,2%, somando, R$ 75,7 bilhões e R$ 3,953 bilhões, respectivamente, enquanto o lucro líquido atingiu R$ 1,503 bilhão, 21,1% maior que aquele obtido em 2014. Números em linha com nossa projeção para o ano, com pequenas variações: ROL-R$ 75,024 bilhões (+0,8%), Ebitda-R$ 3,736 bilhões (+5,8%) e Lucro Líquido-R$ 1,462 bilhão (+2,8%).

    Esse desempenho decorreu, sobretudo: de maiores preços de diesel, gasolina, etanol e de efeitos de importações e ganhos de estoques pela Ipiranga; maiores preços de GLP vendidos pela Ultragaz, impacto cambial favorável na operação petroquímica da Oxiteno, e da estratégia de investimentos da companhia, que em 2015 investiu R$ 1,352 bilhão dando continuidade ao crescimento de escala e competitividade, ampliando a base de clientes.

    Diante do forte resultado, o Conselho de Administração aprovou a distribuição complementar de dividendos no valor de R$ 434 milhões, perfazendo total de R$ 871 milhões em 2015, 12% acima da remuneração de 2014.

    O volume vendido de combustíveis pela Ipiranga totalizou 6.588 mil m³ no 4T15, redução de 2,0% ante o 4T14, com as vendas de diesel recuando 1,0% e as vendas para veículos leves (ciclo Otto) retraindo 3,0% no período, devido ao menor consumo diante da crise econômica interna. Apesar disso, a receita líquida cresceu 15% e o Ebitda aumentou 22%, refletindo maiores preços dos combustíveis desde os reajustes pela Petrobras, ganho de estoque no valor de R$ 65 milhões no 4T15, parcialmente compensados pelo fim de contingências de R$ 19 milhões da aquisição da Texaco, e pelo ganho de estoque de R$ 22 milhões no 4T14, além da estratégia de contínuo crescimento da rede de postos e de serviços aos clientes. Em 2015, o Ebitda da Ipiranga totalizou R$ 2,769 bilhões, 21% acima de 2014 e 70% do Ebitda total.

    A Ultragaz vendeu 413 mil t no 4T15, redução de 4% ante o 4T14, dado o impacto da retração econômica, sobretudo nas vendas a granel, que atingiram 126 mil t, 8% menores, e também sobre as vendas do segmento envasado, com 287 mil t vendidas, 2,0% menores. Ainda assim, a receita líquida e o Ebitda cresceram 18% e 33% no período em função do aumento do preço do GLP pela Petrobras para ambos os segmentos (granel: em dez/14; set/15 e dez/15; envasado: dez/15), e da captura de novos clientes como pequenas e médias empresas e condomínios, além da expansão de suas revendas. Em 2015, o Ebitda cresceu 17% sobre 2014, para R$ 357 milhões, correspondendo a 9% do Ebitda total.

    A Oxiteno vendeu 167 mil t no 4T15, redução de 14% (27 mil t) ante o 4T14, com recuo de 13% nas vendas de commodities, em função da volatilidade de preços e de demanda do produto, e queda de 14% das vendas de especialidades, refletindo: a fraqueza do consumo interno, a decisão de descontinuar uma linha de produtos voltada para couros no mercado externo e o impacto da parada não programada da planta de Mauá, em função do incêndio ocorrido na planta da Braskem. Para manter o atendimento aos clientes com o menor impacto possível durante o período de interrupção da planta de Mauá, a Oxiteno implementou um plano alternativo com fornecimento através de produtos levados de outras localidades, incorrendo em custos e despesas adicionais. Contudo, a receita líquida e o Ebitda cresceram 22% e 84% no período como efeito do real 51% mais desvalorizado frente ao dólar sobre os preços dos petroquímicos. Em 2015, o Ebitda somou R$ 740 milhões, 83% acima de 2014 e 19% do total.

    Conforme esperado, o desempenho da Ultracargo seguiu impactado pelo megaincêndio ocorrido no terminal de Santos no início de abril, que desde então opera parcialmente. Isso junto com a redução na movimentação de químicos, parcialmente compensados pela maior movimentação de combustíveis pelas distribuidoras levou a uma armazenagem média 9% menor no 4T15 ante o 4T14 e conduziu a um recuo da receita de 13%, para R$ 73 milhões, e de 66% do Ebitda, para R$ 13 milhões. Em 2015, o Ebitda foi de apenas R$ 26 milhões, redução de 84% ante 2014, negativamente impactado pelo acidente. Excluindo as operações de Santos, os demais terminais apresentaram Ebitda apenas 5% menor, de R$ 93 milhões.

    A Extrafarma, o negócio mais recente do Grupo, encerrou o 4T15 com 254 lojas próprias, um aumento de 31 lojas (37 aberturas e 6 fechamentos), crescimento de 14% em relação ao final do 4T14. Ao final do 4T15, 37% das lojas possuíam até três anos de operação (período de maturação), ante 32% no 4T14. A receita bruta foi de R$ 359 milhões no 4T15, aumento de 4% frente ao 4T14, em função do crescimento de 9% no faturamento de varejo ex-telefonia, em decorrência do maior número médio de lojas e do same store Sales 4% maior, parcialmente compensados pelos efeitos negativos do cenário macroeconômico, que levaram a um maior nível de descontos e redução de 20% nas vendas de telefonia. O Ebitda somou R$ 9 milhões no 4T15, aumento de R$ 5 milhões em relação ao 4T14. Em 2015, o Ebitda foi 4% menor ante 2014, somando R$ 29 milhões, reflexo de iniciativas para crescimento mais acelerado, incluindo o início da operação do novo centro de distribuição do Ceará e o crescente ritmo de abertura de lojas, cujos benefícios se produzirão nos próximos anos.

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  5. Ultrapar: Principais Números do 4T15.

    A receita líquida trimestral alcançou R$ 20,580 bi, com elevação de 15% na comparação anual. Acima da expectativa de R$ 19,65 Bi do mercado.
    Ebitda atingiu R$ 1,176 bi, elevação de 29% na comparação anual. Mercado trabalhava com um Ebitda de R$ 1,057 Bi, veio 11% acima das expectativas

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    • Principais destaques do 4T15 e de 2015:

       RECEITA DA ULTRAPAR TOTALIZA R$ 21 BILHÕES NO 4T15 E R$
      76 BILHÕES EM 2015, 15% E 12% MAIOR QUE O 4T14 E 2014,
      RESPECTIVAMENTE.
       EBITDA DA ULTRAPAR ATINGE R$ 1,2 BILHÃO NO 4T15 E R$ 4
      BILHÕES EM 2015, CRESCIMENTO DE 29% E 25% EM RELAÇÃO
      AO 4T14 E 2014, RESPECTIVAMENTE.
       LUCRO LÍQUIDO DA ULTRAPAR ATINGE R$ 497 MILHÕES NO 4T15
      E R$ 1,5 BILHÃO EM 2015, CRESCIMENTO DE 34% E 21% EM
      RELAÇÃO AO 4T14 E 2014, RESPECTIVAMENTE.
       INVESTIMENTOS DA ULTRAPAR TOTALIZAM R$ 1,4 BILHÃO EM
      2015.
       APROVADA DISTRIBUIÇÃO COMPLEMENTAR DE DIVIDENDOS NO
      VALOR DE R$ 434 MILHÕES, PERFAZENDO UM TOTAL DE R$ 871
      MILHÕES EM 2015, 12% SUPERIOR AOS DIVIDENDOS DE 2014.

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  6. Resultado comentado 3T15

    LL 298,5MM -9% x 3T14

    No 3T15 a Ultrapar seguiu apresentando crescimento da receita líquida (+11% para R$ 19,2 bilhões) e do Ebitda (+20% para R$ 944 milhões) consolidado em relação ao ano passado, graças ao desempenho resiliente das suas diversificadas operações. Seus números vieram em linha com nossa projeção, com pequenas variações: ROL- R$19,5 bilhões (-1,2%); Ebitda-R$ 933,3 milhões (+1,2%). Já o lucro líquido, consolidado reduziu 9% no período, para R$ 298,5 milhões no 3T15, negativamente impactado pela maior despesa financeira líquida em função da elevação das taxas de juros e pela forte desvalorização do real frente ao dólar no período.

    O volume vendido de combustíveis para veículos leves (ciclo Otto) pela Ipiranga cresceu 3% no 3T15 sobre o 3T14, dada a expansão da frota e de postos e serviços da rede bem como pelo crescimento de 54% das vendas de etanol. O Ebitda atingiu R$ 610 milhões, 10% maior. Em out/15, o Itaú Unibanco assinou contrato com a Odebrecht Transporte para adquirir, por R$ 170 milhões, 50% da ConectCar, empresa do segmento de pagamento eletrônico de pedágios, estacionamentos e combustíveis, onde a Ipiranga detém os outros 50%. A expectativa é que essa a operação proporcione à ConectCar a oportunidade de dar prosseguimento à ampliação dos serviços para novos mercados.

    Por sua vez, a Ultragaz vendeu 451 mil t no 3T15, redução de 2% ante o 3T14, dada a retração da economia nas vendas a granel, que atingiram 140 mil t, 7% menores, amenizada por vendas estáveis no segmento envasado, com 311 mil t. Ainda assim, o Ebitda avançou 16% no período, para R$ 103 milhões, sobretudo pelas iniciativas comerciais de novas revendas no segmento envasado e do aumento do preço do GLP em ambos segmentos pela Petrobras.

    A Oxiteno vendeu 191 mil t no 3T15, 7% abaixo do 3T14, devido a menores vendas de commodities, em função da volatilidade de preços e de demanda do produto, e dos efeitos da retração da economia sobre o volume de vendas de especialidades no mercado interno. O Ebitda somou R$ 212 milhões no 3T15, 115% acima do 3T14, principalmente em função do real 56% mais desvalorizado frente ao dólar. O Conselho de Administração acaba de aprovar a expansão de capacidade de especialidades químicas da Oxiteno em Pasadena, Texas, um dos mais importantes centros mundiais de produção de químicos, beneficiando-se de condições atrativas de matérias-primas, além de infraestrutura logística altamente eficiente. O investimento total, estimado em US$ 113 milhões, ampliará a presença da Oxiteno nos Estados Unidos, com foco nos mercados locais de agroquímicos, cuidados pessoais, limpeza doméstica e industrial, tintas e vernizes e petróleo e gás.

    Na Ultracargo, a armazenagem média foi 13% menor no período em função da indisponibilidade parcial do terminal de Santos por conta do incêndio ocorrido no início de abril, parcialmente compensada pela maior movimentação de combustíveis pelas distribuidoras. Neste contexto, o Ebitda somou R$ 14 milhões no 3T15, 67% abaixo do 3T14. Excluindo as operações de Santos, os demais terminais da Ultracargo apresentaram no 3T15 EBITDA de R$ 25 milhões, redução de 6% em relação ao 3T14.

    A Extrafarma encerrou o 3T15 com 244 lojas próprias nas regiões Norte e Nordeste, um aumento de 34 lojas em relação ao 3T14. A receita bruta cresceu 11% no período, para R$ 362 milhões, em função do maior número médio de lojas e do crescimento no faturamento das lojas existentes há mais de um ano. O Ebitda somou R$ 6 milhões no 3T15, aumento de R$ 4 milhões em relação ao 3T14, dado o maior faturamento e menores despesas com integração. Foi inaugurada no 3T15 a primeira loja Extrafarma na rede de postos Ipiranga, em Belém (PA).

    O Capex atingiu R$ 374 milhões no 3T15, acumulando R$ 861 milhões no ano, dos quais R$ 500 milhões foram destinados à Ipiranga, responsável por 68% do Ebitda total. A situação financeira segue administrável, com dívida líquida ao final de set/15 de R$ 5,7 bilhões, ante R$ 4,4 bilhões ao final do 3T14, mas a alavancagem ficou praticamente estável, em 1,5 vez, ante 1,4 vez, considerando o Ebitda dos últimos doze meses.

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  7. Resultado comentado T15

    Mesmo com o reconhecimento das despesas com o incêndio no terminal em Santos, a Ultrapar reportou avanço de 9,9% no lucro líquido do 2T15 x 2T14, para R$ 328,6 milhões, reflexo do aumento de 11,1% da receita líquida e de 12,6% do Ebitda, que somaram R$ 18,511 bilhões e R$ 845,8 milhões, nessa ordem. Números que estão em linha com nossa projeção com pequenas variações: ROL-R$ 18,281 bilhões (+1,3%); Ebitda-R$ 871,2 milhões (-2,9%); LL-R$ 352,6 milhões (-6,1%).

    Com o bom resultado foi aprovada a distribuição de R$ 437 milhões em dividendos referente ao lucro líquido do 1S15, crescimento de 12% em relação aos dividendos do 1S14. Adicionalmente, o programa de recompra totalizou 935 mil ações ON no 2T15, atingindo 2,8 milhões de ações ON adquiridas no 1S15.

    Excluindo as despesas com o incêndio no terminal da Ultracargo e receitas não recorrentes, o Ebitda da Ultrapar teria crescido 19% no 2T15 x 2T14.

    Na Ultracargo, a armazenagem média foi 16% menor no período dada a atividade reduzida no terminal de Santos, em virtude do incêndio ocorrido no início de abr/2015, parcialmente compensado pela maior movimentação de combustíveis e de óleo combustível para termoelétricas. Com isso, o Ebitda da Ultracargo foi negativo em R$ 49 milhões no 2T15. Excluindo as operações de Santos, os demais terminais da companhia apresentaram Ebitda de R$ 26 milhões no 2T15, crescimento de 8% sobre o 2T14.

    O volume vendido de combustíveis pela Ipiranga, de 6.433 m³, representou crescimento de 2,0% no 2T15 ante o 2T14, com a queda de 1% nas vendas de diesel (3.300 m³) sendo compensada pelo aumento de 6% nas vendas para o ciclo Otto (3.035 m³), puxada por etanol.

    O Ebitda foi 10% maior no período, somando R$ 576 milhões em função de maiores vendas, e também da composição destas com maior participação do segmento revenda, além da inovação constante em serviços e conveniência na rede de postos.

    Por sua vez, a Ultragaz vendeu 430 mil t no 2T15, estável ante as 428 mil t comercializadas no 2T14, com o efeito do arrefecimento da economia no segmento granel (133 mil t: -5%) sendo amenizado pelas iniciativas comerciais para captura de novas revendas no segmento envasado (297 mil t: +3%). Assim, o Ebitda recuou apenas 1% no período, atingindo R$ 73 milhões, mesmo com maior concentração no 2T15 de despesas com marketing diante da campanha de relançamento da marca Ultragaz.

    Na Oxiteno, o volume de vendas atingiu 193 mil t no 2T15, 1% acima do 2T14, devido a maiores vendas de commodities (35 mil t:+54%), parcialmente contrabalançada pelos efeitos da fraqueza da economia sobre o volume de vendas de especialidades (157 mil t:-6%) no mercado interno, de menores vendas para o mercado argentino e da decisão de descontinuar uma linha de produtos voltada para o mercado de couros. Contudo, o Ebitda somou R$ 203 milhões no 2T15, 106% acima do 2T14, sobretudo, pelo real 38% mais desvalorizado frente ao dólar.

    A Extrafarma encerrou o 2T15 com 234 lojas próprias no Norte e Nordeste, mais 31 lojas ante o final do 2T14. A receita bruta da Extrafarma foi de R$ 359 milhões, 17% acima do 2T14, em função do maior número de lojas e do crescimento de 12% no same store Sales. Mas, conforme já esperado, o Ebitda apresentou redução no período, de 38%, somando R$ 9 milhões, pela adição de despesas com estruturação do plano de crescimento acelerado, incluindo o início da operação do novo centro de distribuição do Ceará, com vistas a benefícios nos próximos anos.

    A situação financeira segue administrável. A companhia investiu R$ 487 milhões no 1S15 e a dívida líquida ao final do 2T15 era de R$ 5,0 bilhões (1,4 vez LTM EBITDA), em comparação com R$ 4,1 bilhões (1,3 vez LTM EBITDA) ao final do 2T14. A despesa financeira líquida cresceu R$ 29 milhões no período, em função do efeito cambial sobre a dívida em dólar, do aumento da Selic e de maiores captações em face dos investimentos realizados.

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  8. Principais destaques do 2T15

    LL 331MM +10%x 2T14

    • RECEITA DA ULTRAPAR TOTALIZA R$ 19 BILHÕES NO 2T15,
    CRESCIMENTO DE 11% EM RELAÇÃO AO 2T14.
    • EBITDA DA ULTRAPAR ATINGE R$ 846 MILHÕES NO 2T15, 13%
    ACIMA DO 2T14. EXCLUINDO AS DESPESAS RELACIONADAS AO
    INCÊNDIO EM SANTOS E RECEITAS NÃO RECORRENTES, O
    EBITDA DA ULTRAPAR TERIA CRESCIDO 19% EM RELAÇÃO AO
    2T14.
    • LUCRO LÍQUIDO ATINGE R$ 331 MILHÕES NO 2T15,
    CRESCIMENTO DE 10% EM RELAÇÃO AO 2T14.
    • APROVADA A DISTRIBUIÇÃO DE R$ 437 MILHÕES EM
    DIVIDENDOS REFERENTE AO 1S15, UM CRESCIMENTO DE 12%
    EM RELAÇÃO AOS DIVIDENDOS DO 1S14.
    • PROGRAMA DE RECOMPRA TOTALIZA 935 MIL AÇÕES NO 2T15,
    ATINGINDO 2,8 MILHÕES AÇÕES ADQUIRIDAS NO 1S15.

    Curtido por 1 pessoa

    • Tese de Investimentos

      Mesmo com o cenário econômico interno em deterioração, a Ultrapar vem apresentando crescimento dos principais indicadores (ROL/EBITDA/LL), o que é fruto da diversificação de seus negócios bem como das expansões de capacidades e aquisições bem sucedidas. Aliás, a companhia manterá investimentos de mais de R$ 1 bilhão este ano visando o crescimento por escala e ganhos de produtividade.

      Apesar do arrefecimento da demanda interna, as vendas de combustíveis pela Ipiranga (responsável por 70% do Ebitda do Grupo) devem crescer sustentadas pelo consumo do ciclo Otto, diante da expansão mais forte da frota de veículos leves em anos anteriores e da abertura de novos postos e embandeiramentos, sobretudo, nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste e da ampliação dos serviços nas lojas de conveniência am/pm e JetOil. A CVM acaba de absolver por unanimidade conselheiros que estavam tendo a conduta avaliada no processo de compra da Ipiranga em 2007.

      Paralelamente, a rede de varejo farmacêutica Extrafarma (segmento que vem crescendo 10% ao ano) iniciará este ano o plano de expansão acelerada de abertura de novas lojas, prevendo abrir entre 80 e 100 unidades em 2015 nas regiões Norte e Nordeste, onde já atua, com a expansão devendo chegar à região Sudeste no ano que vem. Devido às despesas com a estruturação da expansão, incluindo o novo centro de distribuição no Ceará, as margens do negócio devem ser pressionadas.

      Na Oxiteno, o braço petroquímico, a redução de volumes de vendas por conta do ambiente interno mais difícil tende a ser compensada pelo efeito positivo sobre as operações da elevação da taxa de câmbio e da redução do custo de matérias-primas em função da queda da cotação do petróleo. Os volumes para venda estão normalizados após a conclusão no 1T15 da parada de manutenção na unidade em Camaçari-BA.

      No maduro negócio de distribuição de GLP, as iniciativas de otimização de custos e de captura de novos clientes de pequeno e médio porte, bem como de revendas pela Ultragaz, vêm mostrando resultados positivos.

      Na Ultracargo o foco no curto prazo é esclarecer e gerenciar o incêndio que durou 9 dias no terminal portuário de Santos e, no médio prazo, na expansão do terminal de Itaqui, que deve entrar em operação em 2016. O impacto do acidente é estimado em torno de R$ 80 milhões, a metade do Ebitda da Ultracargo em 2014. A maior parte das despesas de combate ao incêndio deve ser contabilizada no 2T15, enquanto os valores a receber de seguros (que contém cláusulas de lucros cessantes) devem se dar no segundo semestre.

      Lembramos que o Capex estimado de R$ 1,4 bilhão para 2015 não inclui novas aquisições, que, no entanto, não são descartadas pela direção da companhia, que está atenta a oportunidades, inclusive em relação ao plano de desinvestimentos da Petrobras.

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  9. 1T15

    LL 386,6MM +55% x 1T14

    Principais destaques do 1T15

    COM INVESTIMENTOS DE MAIS DE R$ 2 BILHÕES DESDE O
    INÍCIO DE 2014, ATINGIMOS MAIS UM TRIMESTRE DE
    RESULTADOS CRESCENTES:

    • RECEITA TOTALIZA R$ 17 BILHÕES NO 1T15, CRESCIMENTO DE
    9% EM RELAÇÃO AO 1T14, COM CRESCIMENTO EM TODAS AS
    UNIDADES DE NEGÓCIO.

    • EBITDA ATINGE R$ 987 MILHÕES NO 1T15, 41% ACIMA DO 1T14.

    • LUCRO LÍQUIDO ATINGE R$ 387 MILHÕES NO 1T15, 55% ACIMA
    DO 1T14.

    PROGRAMA DE RECOMPRA TOTALIZA 1,9 MILHÃO DE AÇÕES
    NO TRIMESTRE.

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    • Durante o 1T15, o cenário macroeconômico brasileiro seguiu a tendência verificada nos últimos meses de 2014, com a combinação de inflação acima da meta, atividade econômica fraca, juros ascendentes e desvalorização do Real. No cenário externo, os preços do petróleo permaneceram em patamares bem inferiores aos observados nos últimos anos, fechando o trimestre em uma média de US$ 54/barril (Brent), metade do preço médio no 1T14. A taxa de juros básica da economia foi elevada de 11,75% ao final de dezembro de 2014 para 12,75% ao final de março de 2015, em comparação a 10,75% em março de 2014. Dentre as medidas visando ao ajuste fiscal, o governo brasileiro elevou a alíquota de PIS e Cofins sobre a gasolina e o diesel a partir de 1º de fevereiro, que, em adição à queda no preço do petróleo, amplificou a diferença entre preços de derivados de petróleo praticados no mercado interno e externo. A cotação média do dólar frente ao Real no 1T15 foi de R$ 2,86/US$ em comparação a R$ 2,36/US$ no 1T14, com variação de 21% entre 31 de dezembro de 2014 e 31 de março de 2015. O número de veículos leves licenciados totalizou 650 mil veículos no 1T15, uma queda de 16% quando comparado a igual período do ano anterior. Se extrapolarmos a queda de 16% para o ano de 2015, estimamos que a frota de veículos leves cresça 4% em 2015, similar ao crescimento apresentado em 2014. As vendas no varejo farmacêutico, por sua vez, permaneceram em um ritmo de crescimento de 10% no 1T15, segundo dados das associadas da Abrafarma. Nesse ambiente econômico e operacional, devido aos investimentos realizados, à resiliência de seus negócios e a efeitos pontuais do trimestre, a Ultrapar apresentou novamente um crescimento de EBITDA consolidado, que totalizou R$ 987 milhões no 1T15, aumento de 41% em relação ao 1T14.

      Na Ipiranga, o volume vendido de combustíveis para veículos leves (ciclo Otto) apresentou crescimento de 5% em relação ao 1T14, impulsionado pelo crescimento da frota de veículos leves e pelos investimentos realizados nos últimos anos para expansão da rede de postos. Já o volume de diesel foi 3% menor que o 1T14, reflexo da atividade econômica mais fraca no trimestre, levando a um crescimento de 1% no volume total da Ipiranga. O EBITDA da Ipiranga, excluindo efeitos pontuais, atingiu um crescimento de 17% em relação ao 1T14, principalmente em função do maior volume vendido no segmento revenda, com melhor composição de vendas, e da estratégia de inovação constante em serviços e conveniência no posto, gerando maior satisfação e fidelidade dos clientes. Em adição, os movimentos no mercado interno e externo de combustíveis geraram oportunidade de importação de produtos e benefícios temporários de ganho de estoque, com efeito combinado de R$ 108 milhões no 1T15, além de uma concentração no resultado na venda de ativos, contribuindo em R$ 24 milhões no resultado. Incluindo esses efeitos pontuais, o EBITDA da Ipiranga foi de R$ 715 milhões, com crescimento de 43% em relação ao 1T14.

      Na Oxiteno, o volume de vendas atingiu 175 mil toneladas, 8% menor em relação ao 1T14, principalmente em função do decréscimo de 7% do volume de vendas no mercado interno, devido a (i) vendas de glicóis 26% menores, em função da parada programada na planta de Camaçari em março de 2015, e (ii) redução de 3% nas vendas de especialidades, efeito do arrefecimento da economia. No mercado externo, a queda de 11% no volume vendido foi decorrente de redução de vendas para o mercado argentino e da decisão de descontinuar uma linha de produtos voltada para o mercado de couros. O EBITDA totalizou R$ 145 milhões no 1T15, 33% acima do EBITDA do 1T14, principalmente em função do Real 21% mais desvalorizado.

      A Ultragaz apresentou no 1T15 aumento de 3% no volume vendido em relação ao 1T14, principalmente fruto de iniciativas comerciais para captura de novos clientes e do crescimento do mercado nas regiões Norte e Nordeste. No 1T15, o EBITDA da Ultragaz atingiu R$ 72 milhões, 19% acima do 1T14, principalmente em função do maior volume e das iniciativas comerciais implementadas.

      Na Ultracargo, a armazenagem média apresentou aumento de 5% em relação ao 1T14, devido à maior importação de combustíveis pelas distribuidoras e maior movimentação de óleo combustível para termoelétricas, parcialmente compensadas pelo efeito do arrefecimento da economia na movimentação de químicos. O EBITDA da Ultracargo atingiu R$ 48 milhões no 1T15, 15% acima do 1T14, principalmente em função da maior armazenagem média dos terminais.

      A Extrafarma apresentou receita bruta de R$ 338 milhões no 1T15, crescimento de 78% em relação a fevereiro e março de 2014, em função (i) da consolidação de um mês adicional em 2015, (ii) do aumento de 13% no número de lojas e (iii) do crescimento de 12% no same store sales (comparado com os 3 meses do 1T14). O EBITDA do 1T15 da Extrafarma totalizou R$ 5 milhões, uma redução de 51% em relação ao 1T14, principalmente em função da adição de despesas para estruturação do crescimento mais acelerado, incluindo o início da operação do novo centro de distribuição do Ceará, cujos benefícios se produzirão nos próximos anos.

      O lucro líquido da Ultrapar foi de R$ 387 milhões no 1T15, 55% maior que o 1T14, principalmente em função do crescimento do EBITDA entre os períodos, parcialmente compensado pelas maiores despesas financeiras e maior depreciação e amortização, decorrentes de investimentos em expansão e em processo de maturação.

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  10. COMUNICADO AO MERCADO

    São Paulo, 06 de abril de 2015 – Em complementação ao Comunicado ao Mercado, divulgado em 02 de abril de 2015, sobre o incêndio em parte do terminal da Ultracargo em Santos (SP), a Ultrapar Participações S.A. (“Ultrapar”) informa que, desde o início do incidente, equipes especializadas do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo e brigadistas designados permanecem no trabalho de contenção do fogo, principalmente resfriando os tanques ao redor até que o combustível presente nos tanques atingidos acabe. O incêndio foi reduzido após a chegada de novos equipamentos e materiais desde a noite de sábado, cedidos por empresas parceiras, entre elas a Petrobras, e participantes do Plano de Auxílio Mútuo (“PAM”). Na manhã de hoje, as chamas permaneciam em dois dos seis tanques atingidos.

    A Ultracargo possui um total de 175 tanques no terminal portuário em Santos. Os seis tanques atingidos possuem capacidade de 5 e 6 mil metros cúbicos, totalizando 34 mil metros cúbicos de capacidade, equivalentes a 4% da capacidade total instalada da Ultracargo. Em 2014, a Ultracargo representou 7% dos ativos, 5% do lucro operacional e 0,05% da receita líquida da Ultrapar.

    Conforme informado nas demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2014, nota 23 f, a Ultrapar contrata apólices de seguro visando cobrir diversos riscos aos quais está exposta.

    Em conjunto com profissionais do Corpo de Bombeiros, autoridades, empresas parceiras e participantes do PAM, além da população local, a Ultracargo segue empreendendo todos os esforços necessários para solucionar o incêndio e minimizar seus impactos, e agradece o árduo trabalho de todos os envolvidos.

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  11. Resultado do 4º Trimestre de 2014

    A companhia registrou lucro líquido de R$ 369,4M no quarto trimestre de 2014, aumento de 13,2% em relação ao 3° trimestre de 2014 e redução de 0,9% em relação ao 4T13.

    Principais destaques do 4T14 e de 2014:
     RECEITA DA ULTRAPAR TOTALIZA R$ 18 BILHÕES NO 4T14 E R$
    68 BILHÕES EM 2014, 10% E 11% MAIOR QUE O 4T13 E 2013,
    RESPECTIVAMENTE, COM CRESCIMENTO EM TODAS AS
    UNIDADES DE NEGÓCIO.
     EBITDA DA ULTRAPAR ATINGE R$ 916 MILHÕES NO 4T14 E R$ 3,2
    BILHÕES EM 2014, CRESCIMENTO DE 10% E 8% MAIOR QUE O
    4T13 E 2013, RESPECTIVAMENTE.
     INVESTIMENTOS DA ULTRAPAR TOTALIZAM R$ 2 BILHÕES EM
    2014.
     APROVADA DISTRIBUIÇÃO COMPLEMENTAR DE DIVIDENDOS NO
    VALOR DE R$ 389 MILHÕES, PERFAZENDO UM TOTAL DE R$ 779
    MILHÕES EM 2014, 5% SUPERIOR AOS DIVIDENDOS DE 2013.
     APROVADO PROGRAMA DE RECOMPRA DE ATÉ 6.500.000 AÇÕES
    ORDINÁRIAS.

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    • A Ultrapar reportou bom resultado operacional no 4T14, com crescimento da receita líquida e do Ebitda Ajustado contrabalançados pela maior despesa financeira líquida, o que levou a um lucro líquido ligeiramente abaixo (-0,9%) do 4T13 e 13,3% acima do apurado no 3T14. Esse resultado contribuiu para um ganho líquido em 2014 de R$ 1,242 bilhão, 1,3% acima do obtido em 2013.

      O Conselho de Administração aprovou a distribuição complementar de dividendos de R$ 389 milhões (R$ 0,71/ação) a serem pagos a partir de 13/03/2015, perfazendo um total de R$ 779 milhões em 2014, 5% maior que a remuneração de 2013. Também foi anunciado um programa de recompra de até 6.500.00 ações ordinárias (1,2% do total das ações em circulação) com vigência até 11/12/2015. Foi aprovada, ainda, a emissão de até R$ 800 milhões em debêntures.

      A evolução anual do Ebitda Ajustado foi menor que à da receita líquida, pressionada, sobretudo, pelo aumento de 18,8% na linha de despesas operacionais, o que esteve relacionado, principalmente, com as despesas de integração e estruturação da adquirida Extrafarma. Com isso, a margem Ebitda Ajustada ficou praticamente estável na passagem anual, em 4,7%. A boa notícia é que foi finalizada a etapa de integração e a estruturação da Extrafarma para expansão acelerada (abertura entre 80-100 novas farmácias em 2015) está em estágio avançado, já tendo sido criado um novo centro de distribuição no Ceará.

      Conforme já esperávamos, com exceção da Oxiteno e Extrafarma, as demais operações cresceram o Ebitda no 4T14, que totalizou R$ 916 milhões, 9,8% acima do 4T13.

      O Ebitda da Oxiteno somou R$ 98 milhões no 4T14, 9% abaixo do 4T13 devido ao volume vendido de especialidades químicas 2% menor no mercado interno (166 mil t), menor nível de operações na Venezuela e preços internacionais de glicóis mais baixos, além de despesas com estudos e projetos. Esses mesmos motivos explicam a queda de 8% do Ebitda anual, amenizado pelo efeito cambial, para R$ 404 milhões (13% do total).

      A Ipiranga viu o Ebitda crescer 14% no período, para R$ 712 milhões, com vendas 2% maiores, de 6.715 mil m³, puxadas pelo crescimento de 8% do volume de combustíveis para veículos leves (ciclo Otto), dado a ampliação da frota do País e do número de postos da rede, amenizado pela venda de diesel 2% menor, em função do fraco desempenho da economia interna e da não renovação de um contrato no segmento de grandes consumidores. Em 2014 ao Ebitda da Ipiranga cresceu 13%, alcançando R$ 2,288 bilhões (72% do total).

      Já a Ultragaz vendeu 430 mil t no 4T14, crescimento de 2% sobre o 4T13 (envasado:+2 %, granel:+1%), respondendo positivamente às iniciativas comerciais com mais vendas para condomínios e regiões emergentes no Norte e Nordeste. Assim, e com a redução das despesas operacionais, o Ebitda avançou 30% no 4T14 sobre o 4T13, para R$ 89 milhões, totalizando R$ 306 milhões em 2014 (10% do total), 9% acima de 2013.

      Na Ultracargo, a armazenagem média foi de R$ 677 mil m³ no 4T14, 2% abaixo do 4T13, reflexo da menor movimentação de etanol, químicos e corrosivos, diante da fraca atividade econômica interna, parcialmente compensada pela maior movimentação de óleos combustíveis e combustíveis automotivos. Ainda assim, o Ebitda ficou 1% acima no período, em R$ 38 milhões, refletindo reajuste anual de tarifas e menores despesas com projetos. No ano, o Ebitda cresceu 6%, atingindo R$ 167 milhões (5% do total).

      A Extrafarma encerrou o 4T14 com 223 lojas próprias no Norte e Nordeste, mais 28 lojas ante o final do 4T13. O Ebitda somou R$ 3,3 milhões, mas excluindo as despesas de integração este foi de R$ 19 milhões, crescimento de 69% no período, reflexo do maior número de lojas e do aumento de 9% do faturamento das lojas existentes há mais de um ano. Em 2014 o Ebitda somou R$ 29,8 milhões, 45% menor que em 2013, por conta das despesas com integração e estruturação.

      A despesa financeira líquida cresceu 31,9% no ano, para R$ 445 milhões, em função do aumento da taxa Selic e do aumento de captação em face dos investimentos realizados. O Capex totalizou R$ 1,969 bilhão em 2014, sendo R$ 1,220 bilhão em investimentos orgânicos, R$ 720 milhões na aquisição da Extrafarma e R$ 28 milhões na ConectCar.

      Com esses investimentos, a dívida financeira líquida da Ultrapar cresceu 16%, para R$ 3,975 bilhões, mas diante da expansão do Ebitda nos últimos doze meses a alavancagem segue baixa, em 1,26 vez em 31.12.2014, ante 1,17 vez em 31.12.2013.

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