ABEV – AMBEV S.A.

Empresa de capital aberto, com sede em São Paulo, no Brasil, a Companhia de Bebidas das Américas (Ambev) integra a maior plataforma de produção e comercialização de cervejas do mundo: a Anheuser-Busch InBev (AB InBev).

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Mantemos operações em 14 países das Américas, a partir de cinco unidades de negócio: Cerveja Brasil, a maior operação, com aproximadamente 70% do mercado; RefrigeNanc Brasil, com refrigerantes, bebidas não alcoólicas e não carbonatadas; Quinsa (Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai); Hila-ex (Equador, Guatemala, Nicarágua, El Salvador, Peru, República Dominicana e Venezuela) e Canadá.

Nossos produtos são distribuídos em aproximadamente dois milhões de pontos de venda, metade deles no Brasil. Temos em nosso portfólio as principais marcas do mercado, entre elas as cervejas Antarctica, Brahma, Bohemia, Budweiser, Quilmes e Skol – a quarta mais consumida no mundo. Somos os maiores engarrafadores da PepsiCo fora dos Estados Unidos. Temos a marca líder do mercado brasileiro no segmento guaraná, o Guaraná Antarctica, e lançamos inovações como H2OH!, Fusion e Antarctica Citrus.

RI: lucas.lira@ambev.com.br, tatiana.rodrigues@ambev.com.br

Site: http://ri.ambev.com.br/default_pt.asp?idioma=0&conta=28

133 comentários sobre “ABEV – AMBEV S.A.

  1. Ambev tem lucro de R$ 3,06 bilhões no 3T16

    Apurou lucro líquido de R$ 3,061 bilhões no 3T16, alta de 3,8% em relação ao 3T15. A receita líquida atingiu R$ 10,482 bilhões, queda de 2,4% quando comparada ao mesmo período de 2015. A Ambev destacou o cenário macroeconômico no Brasil e mostrou desapontamento com o fraco desempenho no país. Segundo a companhia, apesar do sólido crescimento na maioria dos países em que opera, o desempenho no Brasil conduziu a uma queda de 14% no Ebitda.

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    • Conforme esperávamos, a AmBev apresentou fraco resultado operacional no 3T16, com as vendas atingindo 38.838 mil hl (em linha com nossa projeção de 38.767 mil hl), pressionadas pela fraqueza econômica nas duas principais regiões de atuação: Brasil e Argentina. Também pesaram o aumento de 12,6% do CPV, sobretudo, por maiores despesas com hedges de moedas, e o crescimento de 12,8% das despesas operacionais, destacando-se maiores despesas de distribuição, além de maiores gastos com vendas e marketing relativos aos Jogos Olímpicos. Neste contexto, a receita líquida recuou 2,4% e o Ebitda reduziu 19,9% no 3T16 ante o 3T15, com o lucro líquido (controladora) atingindo R$ 3,061 bilhões, 3,7% maior no período, e pouco acima de nossa estimativa de R$ 2,995 bilhões.

      O destaque positivo seguiu com a situação financeira e remuneração aos acionistas. Ao final do 3T16 possuía posição de “caixa líquido” de R$ 3,12 bilhões, valor que não inclui o pagamento de dividendos em torno de R$ 2,5 bilhões (R$ 0,16/ação), anunciado em 19/10/2016, e que será pago a partir de 25/11/2016. No ano, distribuiu aos acionistas cerca de R$ 6,6 bilhões.

      Apesar do sólido crescimento na maioria dos países em que atua, o fraco desempenho no Brasil foi preponderante para a expressiva queda do Ebitda Ajustado consolidado no 3T16

      A recessão econômica interna seguiu pesando sobre o consumo de bebidas Brasil no 3T16 x 3T15, com queda 4,1% em cervejas e de 8,1% em refrigerantes e outros. A receita líquida recuou 6,6%, somando R$ 5,5 bilhões, enquanto o CPV cresceu 21,1%, para R$ 2,4 bilhões, devido, sobretudo, ao impacto dos hedges de moeda, que refletiram no 3T16 a severa desvalorização do real na segunda metade de 2015, parcialmente compensado pelo maior peso das garrafas de vidro retornáveis de 300 ml e economias em suprimentos. Além disso, as despesas operacionais (excluindo depreciação) aumentaram 5,8%, somando R$ 1,8 bilhão, como resultado da maior alocação das despesas com vendas e marketing devido aos Jogos Olímpicos, e maiores despesas de distribuição, parcialmente compensadas por menores despesas administrativas. Neste contexto, o Ebitda Ajustado da operação brasileira recuou 31,3% no período, somando R$ 2,025 bilhões, com a margem retraindo 13,3 p.p..

      Com isso, a administração da AmBev destacou que não mais espera atingir meta de receita líquida estável no Brasil em 2016, dado o ambiente de fraco volume da indústria e uma difícil base de comparação da receita por hectolitro com o 4T15. Reafirmou que espera que o CPV no Brasil (excluindo depreciação e amortização) cresça entre um dígito médio e um dígito alto no ano e que os investimentos no País serão menores. O Capex somou R$ 902 milhões no 3T16 (em linha com nossa projeção), totalizando R$ 2,8 bilhões no ano, sendo R$ 1,4 bilhão no Brasil.

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