TBLE – TRACTEBEL ENERGIA S.A.

TBLE3

BMFBovespa: TBLE3 / ADR: TBLEY

A Tractebel Energia atua na implantação e operação de usinas geradoras de eletricidade, sendo também agente ativo na atividade de comercialização. Maior geradora privada de energia do Brasil, a Companhia é sediada em Florianópolis, Santa Catarina, e suas usinas se encontram instaladas nas cinco regiões do país, mais precisamente nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Maranhão, Piauí e Ceará.

A Companhia tem capacidade instalada própria de 6.908 MW, equivalente a cerca de 7% do total no Brasil. Seu parque gerador é composto por 22 plantas, todas operadas pela Companhia, das quais nove são hidrelétricas, seis termelétricas e sete complementares – duas a biomassa, duas eólicas e três Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs). Entretanto, a capacidade instalada operada pela Tractebel é de 8.630 MW, pois quatro dessas usinas são exploradas comercialmente por meio de parcerias com outras empresas: Usina Hidrelétrica Itá, Usina Hidrelétrica Machadinho, Usina Hidrelétrica Estreito e Usina Termelétrica Ibitiúva Bioenergética. Nos valores de capacidade instalada própria e operada mencionados acima, está considerada a motorização completa de Estreito, prevista para 2012.

A Tractebel conta com aproximadamente mil empregados e seu portfólio de clientes é formado por distribuidoras, clientes livres e comercializadoras. Além da venda de energia, a Companhia presta serviços associados, como a implantação de instalações de cogeração, operação e manutenção de equipamentos de produção de energia e monitoramento da qualidade da energia.

A Tractebel é controlada pela International Power – GDF SUEZ , que detém 68,7% do seu capital social, e constitui-se em um dos principais ativos do Grupo, tendo atingido, em 30 de junho de 2012, um valor de mercado de R$ 24,2 bilhões.

Expansão

A International Power – GDF SUEZ detém 50,1% da Usina Hidrelétrica Jirau, que tem capacidade instalada total prevista de 3.450 MW e está em construção no estado de Rondônia. Existe a perspectiva da participação da controladora no projeto ser transferida para a Tractebel.

Encontram-se também em desenvolvimento a Usina Eólica Porto do Delta, no Piauí, e o Complexo Eólico Trairi, no Ceará, este composto pelas usinas Mundaú, Fleixeiras I, Trairi e Guajirú. Jirau e os projetos eólicos deverão agregar 1.874 MW à capacidade instalada própria da Companhia, ou 3.595 MW à capacidade por ela operada.

E-mail: ri@tractebelenergia.com.br
Website: http://www.tractebelenergia.com.br/wps/portal/internet/investidores

* Contribuição do Amigo Soulsurfer:

“TBL3 – Uma, se não a melhor, das melhores ações de empresas elétricas na bolsa. Bem diversificada, passou sem problemas a MP 579/2012. Por causa disso, é a empresa mais “cara” entre as elétricas, mas possui um dividendo interessante de 7%, e caiu mais de 10% no último mês. Baita empresa.”

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54 comentários sobre “TBLE – TRACTEBEL ENERGIA S.A.

  1. A Tractebel Energia anuncia os resultados do 1T16.

    Florianópolis, 05 de maio de 2016 – A Tractebel Energia S.A. (BM&FBovespa: TBLE3, ADR: TBLEY), maior empresa privada de geração de energia elétrica do Brasil, anuncia os resultados financeiros relativos ao 1T16.

    Destaques operacionais e financeiros:

    A Tractebel Energia obteve lucro líquido de R$ 347,1 milhões no 1T16 (R$ 0,5318/ação), valor 0,7% ou R$ 2,3 milhões acima do alcançado no 1T15.
    O Ebitda alcançou R$ 792,7 milhões no período, aumento de 0,4% (R$ 2,9 milhões) em comparação ao primeiro trimestre de 2015 (1T15). A margem Ebitda foi de 49,5% no 1T16, aumento de 0,7 p.p. em relação ao 1T15.
    A receita líquida de vendas no 1T16 totalizou R$ 1.602,7 milhões, representando redução de 0,9% (R$ 15,3 milhões) em comparação ao montante apurado no 1T15.
    O preço médio dos contratos de venda de energia, líquido das exportações e dos tributos sobre a receita, foi de R$ 177,29/MWh no 1T16, valor 5,9% superior ao registrado no 1T15.
    No 1T16, a quantidade de energia vendida foi de 8.867 GWh (4.060 MW médios), volume 4,4% menor do que o comercializado no mesmo período de 2015.
    Em fevereiro de 2016, o Projeto de Pesquisa e Desenvolvimento em Energia Solar Fotovoltaica da Tractebel Energia recebeu, em fevereiro, o 23º Prêmio Expressão em Ecologia, na categoria Inovação Tecnológica.
    No âmbito dos projetos em construção, na UTE Pampa Sul foram contratados os fornecedores da correia transportadora de carvão e da linha de transmissão, cuja DUP foi emitida pela Aneel, além de o primeiro lote das estruturas metálicas da caldeira ter chegado ao País.
    No Complexo Eólico de Santa Mônica, foi concluída a montagem da primeira torre, utilizando o inédito dispositivo Eolift.

    Eventos subsequentes:
    Em 14 de abril, a agência Fitch Ratings reafirmou o Rating Nacional de Longo Prazo em ‘AAA(bra)’, com perspectiva estável. Os ratings em escala internacional foram reafirmados em ‘BBB’ para emissões em moeda nacional, com perspectiva estável, e ‘BBB-‘ com perspectiva negativa, para emissões em moeda estrangeira, refletindo o recente rebaixamento do rating soberano para ‘BB+’.
    No dia 19 de abril, a Companhia concluiu a aquisição de 50% do capital social da GD Brasil Energia Solar S.A., que passará a se chamar ENGIE Solar, empresa que integra o Grupo Araxá, um dos líderes no mercado brasileiro de geração solar distribuída.

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  2. Tractebel divulga lucro de R$ 599,7 no 4T15

    A Tractebel divulgou lucro líquido no 4T15 de R$ 599,7 milhões, superando o trimestre encerrado em dezembro de 2014 em 24,4%. No acumulado de 2015, o lucro foi de R$ 1,5 bilhão, 8,5% acima do lucro auferido no ano anterior.

    A receita líquida da empresa foi de R$ 1,7 bilhão no último trimestre de 2015, recuando 1,1% em relação ao 4T14. No 12M15, a receita foi de R$ 6,5 bilhões, avançando 0,6% na comparação com 2014.

    O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) do 4T15 foi de R$ 967,0 milhões, 9,4% acima do 4T14. Em 2015, o Ebitda acumulado foi de R$ 3,1 bilhões, avançando 7,6% em relação ao 12M14.

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  3. Tractebel resultado 2T15

    A Tractebel registrou lucro líquido de R$ 209,3 milhões no 2T15, bem acima do valor apurado em igual período do ano passado, de R$ 73,7 milhões. A receita líquida avançou 13,2%, para R$ 1,545 bilhão. No semestre, o lucro da empresa do ano avançou 52,6%, na mesma base de comparação, para R$ 554 milhões.

    O Ebitda mostrou avanço de 94% no período em análise, alcançando R$ 586 milhões, com margem Ebitda de 37,9%, 15,8 pontos percentuais acima da margem do mesmo trimestre de 2014.

    A Tractebel vendeu 8.925 GWh de energia no segundo trimestre do ano, o que representa 4.096 MW médios, uma queda de 1,7% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O preço médio dos contratos de venda de energia líquido das exportações e dos tributos sobre a receita, foi de R$ 170,10/MWh, patamar 14,8% superior ao reportado no mesmo intervalo de 2014.

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  4. Tractebel ganha R$ 344,8 milhões no 1º tri

    Tractebel

    A empresa de energia Tractebel fechou o primeiro trimestre com lucro de R$ 344,8 milhões, 19,2% acima dos R$ 289 milhões do mesmo período do ano passado e dos R$ 327,3 milhões esperados pelos analistas. A receita líquida da empresa caiu 1,5%, para R$ 1,618 bilhão, enquanto o Lajida do período ficou em R$ 790 milhões, 13,8% acima dos R$ 694 milhões do mesmo trimestre do ano passado. A margem líquida da empresa subiu para 21,3%, ante 17,6% de 2014.

    Em outro relatório, o Credit Suisse destaca dois itens não recorrentes no balanço da Tractebel, uma provisão de R$ 76 milhões em uma disputa com fornecedores e o reconhecimento de R$ 46 milhões na recuperação de resultados da CCEE. O resultado líquido desses itens é uma perda de R$ 30 milhões no trimestre. O CS tem recomendação de compra para a ação, por considerar que ela é a geradora pura mais bem posicionada para as condições de crise hídrica por que passa o país e pode se beneficiar de oportunidade de crescimento tanto em novos projetos quanto em fusões e aquisições. O CS estima um preço justo para as ações da Tractebel de R$ 38,00.

    Já os papéis ON da Tractebel caíam 0,74%, a R$ 36,03.

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  5. 1T15 LL 344,8MM +19,2%x1T14

    TRACTEBEL ENERGIA divulga lucro
    líquido de R$ 344,8 milhões e EBITDA
    de R$ 789,8 milhões no 1T15

    O resultado foi bom, como já se poderia esperar, tendo em vista a estratégia de sazonalização adotada para 2015, qual seja, de alocar maior quantidade de energia na primeira metade do ano.

    A Receita Líquida caiu 1,5%, tendo sofrido as seguintes influências: (i) redução na receita, decorrente das transações realizadas no mercado de curto prazo, inclusive às no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE); (ii) elevação de 15,8% no preço médio líquido de venda; (iii) perda de receita em razão da paralisação temporária da geração, motivada por sinistros ocorridos no 3T14 em unidades geradoras do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda, e iv) incremento de 0,5% no volume de energia vendida. Este último fato teve como causas: (i) início da operação de Parque Eólico Mundaú (Complexo Eólico Trairi) no 2T14 e (ii) aquisição da Ferrari Termoelétrica S.A. em 20 de fevereiro de 2014.

    As despesas operacionais caíram 11,1%, fundamentalmente tendo em vista o resultado líquido positivo das operações no mercado de curto prazo (CCEE), o qual foi decorrente dos seguintes fatores: (i) aumento da posição credora na CCEE como resultado da estratégia de alocação mensal de energia pela Companhia; (ii) substancial ampliação do efeito negativo no 1T15, decorrente da aplicação do Fator de Ajuste da Energia Assegurada (GSF), em função do déficit de geração hidrelétrica em relação à energia alocada pelos agentes; (iii) impacto negativo resultante da exposição termelétrica no 1T15 devido à parada de geração para a manutenção de unidade geradora do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda, enquanto que no mesmo período do ano anterior foi registrado efeito positivo decorrente do excedente de geração térmica em relação à energia alocada; (iv) compras de energia de curto prazo realizadas somente no 1T14, com deságios em relação ao PLD, visando reduzir a posição devedora naquele trimestre, fato não ocorrido no 1T15; (v) pequena evolução na receita no MRE devido ao aumento da geração hidrelétrica e (vi) recuperação dos efeitos negativos na CCEE ocasionados pela interrupção na geração, devido a sinistros em unidades geradoras, conforme anteriormente mencionado.

    A evolução das receitas, em percentagem superior à das despesas, permitiu a obtenção de ganhos de margens operacionais, conforme mostrados no quadro de resultados.

    O resultado financeiro líquido negativo cresceu 12%, devido à elevação substancial (+70,3%) nas receitas financeiras brutas, estas em função do incremento no volume de disponibilidades concomitante à elevação das taxas de juros de mercado.

    A situação financeira da empresa parece sólida na posição mostra em 31/03/2015.

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  6. Tractebel resultado 2014

    A Tractebel reportou lucro líquido de R$ 481,9 milhões no 4T14, alta de 68,3% ante o resultado apurado no mesmo intervalo do ano anterior. No ano, o lucro líquido da empresa recuou 3,7%, para R$ 1,38 bilhão.

    A receita líquida de vendas da companhia foi de R$ 1,728 bilhão no trimestre, avanço de 16,1%. Em 2014, na comparação com o ano anterior, avançou 16,2%, para R$ 6,47 bilhões. O Ebitda somou R$ 884,1 milhões no último trimestre de 2014, alta de 37% na comparação anual. Em 2014, houve queda de 4,8%, para R$ 2,89 bilhões.

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  7. 3T14

    O resultado do trimestre foi bom e superior às expectativas, tanto nossa como às do mercado. A razão principal desse bom desempenho foi a estratégia de alocação de energia (sazonalização) adotada pela companhia. Contrariamente a todas as geradoras sob cobertura, a empresa deve ter um volume de energia alocada muito maior no segundo semestre

    A Receita Líquida subiu 22,6%, tendo em vista os seguintes fatores: i) o preço médio de venda cresceu 7,8% sobre o 3T13, em razão da atualização monetária dos contratos existentes, bem como dos maiores preços praticados em novos contratos de venda, e ii) a quantidade de energia vendida teve acréscimo de 5,8%, em função da maior disponibilidade de energia para venda, decorrente, principalmente, da combinação da elevação do volume de compras, do início de operação do Complexo Eólico Trairí e da aquisição da Usina Termelétrica Ferrari, eventos parcialmente compensados pela redução da quantidade de energia registrada na CCEE.

    As despesas operacionais subiram 14,4%, abaixo da evolução verificada nas receitas, o que propiciou ganhos de 3,6 p.p. na margem da atividade e de 1,5 p.p. na margem EBITDA. O maior destaque coube a “energia comprada para revenda”, com evolução positiva de 74,3%, refletindo as novas contratações de médio e longo prazos e os reajustes de preço de contratos existentes.

    O resultado financeiro líquido negativo foi maior em 20,2% em relação ao 3T13, tendo como destaques: (i) redução de R$ 23 milhões nos juros e variação monetária sobre concessões a pagar, uma combinação da elevação dos juros em R$ 3,8 milhões e da redução da variação monetária de R$ 26,8 milhões, motivada pela deflação do IGPM no 3T14, (ii) decréscimo de R$ 10,9 milhões na despesa de variação cambial sobre empréstimos e (iii) aumento de R$ 3,9 milhões nos juros e variação monetária sobre empréstimos. Ressalte-se que no 3T13 houve um ganho não recorrente no valor de R$ 49,1 milhões oriundo da liquidação antecipada a valor de mercado da dívida junto à Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

    A situação financeira da empresa continua muito sólida, na posição mostrada em 30/09/2014.

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  8. Divulgação de Resultados | 2T14

    A Tractebel Energia anuncia os resultados do 2T14.

    São Paulo, 25 de julho de 2014 – A Tractebel Energia S.A. (BM&FBovespa: TBLE3, ADR: TBLEY), maior empresa privada de geração de energia elétrica do Brasil, anuncia os resultados financeiros relativos ao 2T14.

    Destaques operacionais e financeiros:

    A receita líquida de vendas totalizou R$ 1.364,8 milhões no 2T14, 7,2% acima do registrado no 2T13, reflexo direto dos efeitos da elevação do preço médio líquido de venda, incremento no volume de energia vendida e das transações realizadas no mercado de curto prazo, inclusive as realizadas no âmbito da CCEE. Para os 6M14, a receita líquida de vendas foi de R$ 3.007,8 milhões.
    O EBITDA atingiu R$ 301,5 milhões no período, uma queda de 58,1% na comparação com o 2T13, decorrente, principalmente, dos efeitos negativos da variação nas transações no mercado de curto prazo, inclusive as realizadas no âmbito da CCEE. A margem EBITDA no 2T14 foi de 22,1%, redução de 34,4 p.p. em relação aos 56,5% do 2T13. No acumulado do ano, o EBITDA alcançou R$ 995,6 milhões, levando a uma margem EBITDA de 33,1%.
    O lucro líquido registrado no período foi de R$ 73,7 milhões, correspondendo a R$ 0,1130 por ação, ficando desta forma 77,2% abaixo do lucro líquido apurado no 2T13. O valor acumulado no primeiro semestre do ano totalizou R$ 363,0 milhões.
    A estratégia de sazonalização de energia teve um efeito negativo no 2T14, que deverá ser revertido na segunda metade do ano.
    A quantidade de energia vendida passou de 8.787 GWh (4.023 MW médios) no 2T13 para 9.082 GWh (4.158 MW médios) no 2T14, crescimento de 3,4% entre os períodos analisados, em função, principalmente, do início da operação do Complexo Eólico Trairi e da elevação do volume de energia comprada para revenda.
    O preço médio dos contratos de venda de energia, líquido das exportações e dos tributos sobre a receita, atingiu R$ 148,19/MWh no 2T14, 7,0% superior ao apurado no mesmo trimestre de 2013. A elevação do preço ocorreu, essencialmente, em razão da atualização monetária dos contratos existentes.
    Em 30 de abril, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) realizou um Leilão A-0 que negociou 2.046 MW médios até o final de 2019. Desse total, 150 MW médios foram vendidos pela Tractebel Energia ao preço de R$ 270,69/MWh.
    Em junho, a Tractebel Energia firmou, com a Alstom, contrato de fornecimento de 36 aerogeradores, modelo ECO122, de 2,7 MW de potência cada, para o Complexo Eólico Santa Mônica.
    O Conselho de Administração da Companhia aprovou a distribuição de R$ 380,1 milhões (R$ 0,5823340186 por ação) sob a forma de dividendos intercalares, com base nos resultados de 6M14, o que corresponde a 100% do lucro líquido ajustado do primeiro semestre de 2014.
    Clique aqui para acessar a íntegra do Release de Resultados 2T14 e a Apresentação 2T14.

    A Tractebel Energia agradece o seu interesse.

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    • Alguém saberia explicar essa queda no resultado? Piora operacional ou apenas um impacto da estratégia de alocação de energia motivado pelas condições do mercado?
      PLD alto gerando essas variações?
      E a GETI, pq não está sofrendo tanto? Seria ela uma empresa melhor?
      : )

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      • William Ramos , segue o motivo da queda do resultado

        (-) Tractebel (TBLE3): Resultado negativo; cenário desfavorável.
        Seguem os principais pontos referentes ao resultado do 2T14:
        A receita líquida de vendas foi de R$ 1.364,8 M, crescimento de 7,2%, quando comparada ao mesmo período do ano anterior.
        Por outro lado, os custos aumentaram em 79,0%, explicados essencialmente pelos maiores custos com as transações no mercado de curto prazo. Além do efeito
        negativo do mercado de curto prazo, o aumento de energia comprada para revenda e o acréscimo nos custos dos combustíveis, afetaram o resultado da
        companhia, que reportou um EBITDA de R$ 301,5 M no trimestre, uma queda de 58,1% em relação ao ano anterior. Observou-se uma redução de margem 34,4 p.p
        no mesmo período.
        O lucro líquido foi R$ 73,7 M, valor R$ 250,3 milhões inferior ao obtido no 2T13. Essa variação ocorreu, substancialmente da variação negativa do EBITDA, sendo
        parcialmente compensada pela redução das despesas financeiras líquidas.
        O resultado reportado pela
        Tractebel foi abaixo do
        esperado e impactado
        diretamente pelos efeitos
        da conjuntura atual do
        setor elétrico. O cenário
        hidrológico desfavorável
        afeta a capacidade da
        empresa gerar a energia
        necessária para cumprir os
        seus contratos, deixando-a mais exposta ao mercado de curto prazo, que conta com o PLD elevado. Apesar dos investimentos em geradoras termoelétricas e
        complementares, mais de 80% da capacidade de geração advém das usinas hidrelétricas.
        Nesse trimestre, o resultado líquido das transações de curto prazo, inclusive as realizadas na CCEE, foi negativo em R$ 468,0 M, representando uma variação de
        R$ 449,6 M, frente ao mesmo período do ano de 2013. Essa variação decorreu da mudança de posição vendedora para compradora na CCEE, em função da
        estratégia de alocação de energia; efeito negativo do Fator de Ajuste a Energia Assegurada, por conta do déficit de geração hidrelétrica e o impacto negativo
        da diferença do PLD entre os submercados.
        Em suma, o resultado foi abaixo das expectativas do mercado, podendo surtir reações negativas na ação. O cenário de curto prazo continua adverso, visto a
        realidade de preços de energia nas alturas, por conta do sério risco hidrológico. Apesar do cenário negativo de curto prazo, acreditamos que os fundamentos da
        empresa são sólidos para um horizonte de longo prazo.

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      • Tenso!
        No semestre o deficit hidrológico foi de cerca de 6% para todas as empresas. Li numa entrevista com o presidente da CPFL que para o 2S eles esperam um déficit de 10%…
        São Pedro da de greve! hehehhh

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  9. Continuamos com uma recomendação de Manutenção (M), tendo em vista, principalmente, o difícil cenário hidrológico por que passa o País e seus correspondentes riscos para o setor elétrico. Em segundo plano, mas nem por isso trivial, temos a questão da aquisição da UHE (Usina Hidrelétrica) Jirau, operação sobre a qual pairam dúvidas importantes. Com respeito ao potencial de valorização, os níveis atuais de preços são razoavelmente atrativos, porém não o suficiente para compensar plenamente os riscos citados.

    Desde o início de 2012 as afluências no País vêm se situando muito abaixo das médias históricas, provocando o esvaziamento dos reservatórios e uma explosão no PLD (Preço de Liquidação de Diferenças). O verão de 2013/2014 foi considerado como um dos mais secos da história. Desde a primeira semana de fevereiro, o PLD atingiu o seu teto (R$ 822,83/Mwh), vem se mantendo neste patamar até esta data e não é provável que recue nos próximos meses. O chamado período úmido encerrou-se em abril e, a menos que o período seco tenha chuvas muito acima da média, há uma tendência para que os preços da energia no curto prazo se mantenham no patamar atual até o fim do ano corrente. Entre as geradoras, a empresa tem uma situação ímpar. De um lado tem uma capacidade de geração de fonte hidráulica da ordem de 5,5 Gwh e, pelo fato desta estar plenamente vendida, temos uma exposição ao mercado de curto prazo, uma vez que a garantia firme das usinas vem sendo rebaixada. De outro lado, a empresa possui uma capacidade de geração térmica da ordem de 1,2 Gwh que vem sendo completamente despachada, gerando ganhos muito significativos, tendo em vista que é remunerada por despacho e não por disponibilidade. Esse dois fatores, até o momento, permitiram um certo equilíbrio para a companhia, mas não é garantido que assim continue. Durante o primeiro trimestre de 2014 tivemos rebaixamento de garantia física de 2% no primeiro bimestre, mas com um salto de 6% em março. É possível que tal processo tenha continuidade, o que colocaria todo o setor de geração em risco.

    Em um cenário de racionamento, o risco de exposição ao PLD seria afastado, uma vez que o mesmo nível de rebaixamento de garantia física seria praticado nas obrigações contratuais, zerando o nível de exposição. O risco, entretanto, seria de outra natureza, ou seja, queda de receita pura e simples, na mesma proporção do corte de carga.

    Pontos Positivos

    Boa perspectiva de crescimento, respeitando a disciplina de capital e o retorno aos acionistas;
    Administração experiente e equipe de comercialização de energia com bom histórico de sucesso nas vendas e sazonalização da energia;
    Aumento da Governança Corporativa envolvendo transações de partes relacionadas;
    Payout elevado, na faixa de 75% a 100% dos lucros.

    Pontos Negativos

    As licenças ambientais são um gargalo no setor e as compensações socioambientais para construção das usinas hidrelétricas estão cada vez maiores;
    Rentabilidade da usina de Jirau ficará abaixo do originalmente estimado, por conta do atraso no cronograma de obras, o que pode ocasionar uma negociação menos interessante para os minoritários da Tractebel.

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  10. LPA patinando desde 2011, com leve aumento do DPA.

    Ano TBLE3
    LPA DPA P/L Payout
    2001 0,89 0 4,48 –
    2002 -0,28 0,14 -12,48 -50,00%
    2003 0,79 0,63 10,11 79,00%
    2004 1,18 0,78 8,25 66,00%
    2005 1,4 1,34 10,69 95,00%
    2006 1,49 1,51 12 101,00%
    2007 1,6 1,41 13,3 88,00%
    2008 1,7 1,84 10,86 108,00%
    2009 1,66 0,82 12,89 49,00%
    2010 1,85 0,88 14,85 47,00%
    2011 2,21 1,62 13,54 73,00%
    2012 2,28 2,27 14,77 99,00%
    2013 2,2 2,42 16,27 110,00%

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  11. Motivo da queda lucro 1T14 comparado 1T13

    Lucro Líquido
    O lucro líquido do 1T14 foi de R$ 289,2 milhões, valor R$ 135,7 milhões, ou 31,9%, inferior aos R$ 424,9 milhões apresentados no mesmo trimestre do ano anterior. Essa queda decorreu, substancialmente, da redução de R$ 116,4 milhões mencionada no item “EBITDA” anteriormente mencionado, além da elevação das despesas financeiras líquidas, no montante de R$ 14,5 milhões, ambas líquidas do imposto de renda e contribuição social.

    EBITDA e Margem EBITDA
    Refletindo os efeitos retro mencionados, o EBITDA do 1T14 foi de R$ 694,1 milhões, 20,3%, ou R$ 176,4 milhões abaixo do apurado no 1T13, que foi de R$ 870,5 milhões. A margem EBITDA foi de 42,2% no 1T14, representado uma redução de 20,4 p.p. em relação ao mesmo período de 2013. As quedas acima citadas decorreram, substancialmente, da combinação entre a elevação da receita líquida, em R$ 97,7 milhões, e (i) os efeitos negativos da variação nas transações no mercado de curto prazo, inclusive as realizadas no âmbito da CCEE, no montante de R$ 143,6 milhões; (ii) o aumento das compras de energia para revenda, no valor de R$ 90,2 milhões; (iii) o crescimento no consumo de combustível de R$ 23,0 milhões; e (iv) a elevação dos custos com a compensação financeira pela utilização dos recursos hídricos em R$ 13,6 milhões

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    • então aqui sim o aumento do custo da energia elétrica fez estrago no resultado…
      e agora, daqui pra frente, teremos mais resultados afetados ou podemos esperar uma recuperação?

      o que imaginam, qual a expectativa para o lucro do próximo trimestre e DY para o Ano?

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  12. Resultados do Trimestre 1T14
    LL R$ 289,2 M -32% x 1T13

    ● A receita líquida de vendas cresceu 18,1% em comparação ao 1T13, totalizando R$ 1.643,0 milhões, principalmente pelos efeitos das transações realizadas no mercado de curto prazo e da elevação do preço médio líquido de venda.
    ● O EBITDA alcançou R$ 694,1 milhões no 1T14, uma queda de 20,3% na comparação com o 1T13, decorrente, principalmente, dos efeitos negativos da variação nas transações no mercado de curto prazo, inclusive as realizadas no âmbito da CCEE. A margem EBITDA no 1T14 atingiu 42,2%, apresentando uma retração de 20,4 p.p. em relação aos 62,6% do 1T13.
    ● O lucro líquido alcançou R$ 289,2 milhões (R$ 0,4431 por ação) no 1º trimestre de 2014, valor 31,9% inferior ao registrado no 1T13.
    ● A quantidade de energia vendida passou de 8.909 GWh (4.125 MW médios) no 1T13 para 9.123 GWh (4.224 MW médios) no 1T14, crescimento de 2,4%, ou 214 GWh (99 MW médios), entre os períodos analisados em função, principalmente, do início da operação do Complexo Eólico Trairi e da elevação do volume de compra de energia.
    ● O preço médio dos contratos de venda de energia, líquido das exportações e deduções sobre a receita operacional bruta, foi de R$ 144,54/MWh, 6,0% superior ao praticado no 1T13.
    ● No dia 22 de janeiro, o conjunto de usinas da Tractebel Energia atingiu uma geração instantânea de 8.031,6 MW, estabelecendo um novo recorde. O anterior era de 7.824,5 MW.
    ● Em 28 de janeiro, a Central Eólica Fleixeiras I (30,0 MW) recebeu autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para iniciar suas operações comerciais.
    ● Em 20 de fevereiro foi concluída a operação de aquisição da totalidade do capital social da Ferrari Termoelétrica S.A., com potência de 65,5 MW e capacidade comercial de 23,2 MW médios.

    http://www.firb.com/tractebel/140425Release1T14.pdf

    Péssimo Resultado. Embora as receitas cresceram 18% não foram suficientes para anular o crescimento no custo da energia vendida, vairação de 71%.

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    • Resultado desafiador, mas esse ano o negocio ta doido. Gera essa volatilidade. Mas a empresa continua excelente e crescendo significativamente. Em breve entra Jirau no jogo e a receita vai dar uma bela subida.

      Ainda nao tenho esse papel mas se rolar uma pressao nos precos pelo resultado regular deste trimestre, quem sabe? 🙂

      Ai vcs vao falar, mas Paulo, vc nao diz q preco nao importa? Preco realmente importa pouco para o q ja esta na carteira (sao empresas que considero boas e com futuro interessante) mas, como eu disse, eu tento estudar muito antes de inserir um papel nela e o preco acaba entrando na jogada. Tento sempre evitar impactar o resultado da minha carteira por uma escolha mal feita.

      Abcs

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      • Será que abre com gap de baixa na segunda? Estou com uma ordem de compra lançada há dias em 31,31 e vou tratar de cancelar para ver o desenrolar desta divulgação. Quem sabe consigo comprar mais baixo. Sempre bom presenciar uma boa empresa passando por um cenário desafiador, rs.

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      • Nestes momentos acredito que esperar é a melhor escolhar. A bolsa deu um up, o resultado veio ruim, acredito que esse ano será decisivo para investidor em ações, a pergunta que não cala é será bom para compradores (dilma ganhar) ou para os vendedores (dilma perder) ou é tudo o contrário,? rsrrsrrs

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      • Ricardo, eu já tenho opinião bem formada sobre dilma ganhar ou não, é a seguinte, se o cara tá investindo para prazo bem longo, tipo uns 15 anos, então pouco importa , porque este PT não vai ficar tanto tempo (espero), e ela ganhando talvez seja até bom pois vai se instaurar um clima de pessimismo maior ainda podendo levar nossas boas empresas a preços bem bacanas de comprar. Já se um novo governo entrar pode vir um clima de otimismo exagerado, visto que 5 anos é muito pouco para colocar este país no ritmo novamente, e este clima de otimismo vai fazer a manada voltar pra bolsa, elevando os preços a patamares irracionais. Ou seja, para o investidor de prazo mais curto pode ser uma boa a entrada de um novo governo pois ele vai poder surfar uma onda de otimismo exagerado. Enfim, só conjecturas…

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      • Uó, concordo com vc. Para o investidor de longo prazo, 10, 15 anos, a eleição ou não da Dilma parece não ser relevante. Mas, está difícil escolher um bom administrador para esse país. As alternativas, sem exceção, infelizmente são péssimas. Novamente, a escolha será entre o menos pior. Isso é triste.

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      • Uó mas é justamente o contrário não é? Se você vai cancelar uma ordem para deixar outra mais barato, preço lhe interessa, logo num cenário político de Dilma ganhando e instaurando um clima de pessimismo como você disse, os momentos de entrada ou reforço não serão ignorados, se você investe para longo prazo, mesmo agora o preço de TBLE não deveria lhe importar, então se Dilma ganha e vem pessimismo e com isso preço baixo, e vc se importa com preço, sim Dilma ganhando ou perdendo importa. 🙂

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  13. 4T2013

    1 – Dados de Desempenho

    2 – Lucros

    3 – Margem Líquida Trimestral e ROE Trimestral

    4 – Médias

    5 – Dados de Alavancagem

    6 – Dívidas de Curto e Longo Prazo

    7 – Caixa e Dívidas

    8 – Dívidas por Patrimônio e Lucro Trimestral

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  14. TRACTEBEL ENERGIA S.A.
    Companhia Aberta – CNPJ 02.474.103/0001-19
    NIRE 4230002438-4

    COMUNICADO AO MERCADO

    TRACTEBEL ENERGIA S.A., companhia aberta, com sede na Cidade de Florianópolis,
    Estado de Santa Catarina, na Rua Paschoal Apóstolo Pítsica, 5064, CNPJ n.º
    02.474.103/0001-19 (“Tractebel Energia”), vem, em cumprimento ao disposto na Instrução
    CVM nº 358/2002 (“ICVM 358”), dando sequência à comunicação feita pelo Comunicado ao
    Mercado divulgado em 16 de dezembro de 2013, informar aos seus acionistas e ao
    mercado em geral que foi concluída a operação de aquisição da totalidade do capital social
    da Ferrari Termoelétrica S.A. por sua controlada Tractebel Energias Complementares
    Participações Ltda. (“Operação”), por meio de sua liquidação financeira, mediante
    pagamento de R$ 161 milhões, realizado em 20 de fevereiro de 2014, dos quais R$ 34
    milhões encontram-se depositados em conta garantia, a serem liberados quando do
    atendimento de determinadas condições precedentes, ou devolvidos, conforme o caso.
    Caso ainda certas outras condições sejam atendidas até setembro de 2014, a Tractebel
    Energia realizará um pagamento adicional de R$ 11 milhões.

    A Operação não constitui para a Tractebel Energia investimento relevante, nem se
    enquadra nas disposições do artigo 256 da Lei Nº 6.404/76, razão pela qual não será
    submetida à ratificação de acionistas em assembleia geral.

    Florianópolis, 24 de fevereiro de 2014.

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