SANB – BCO SANTANDER (BRASIL) S.A.

SANB

BMFBovespa: SANB11  NYSE:BSBR

O Banco Santander (Brasil) S.A é um dos bancos múltiplos líderes no Brasil, que acredita ser um dos mercados mais atraentes do mundo dado seu alto potencial de crescimento e sua baixa penetração de produtos e serviços bancários.

As operações do Banco Santander estão localizadas em todo o País e estrategicamente concentradas nas regiões sul e sudeste, áreas que representam aproximadamente 73% do PIB, onde possui atualmente uma das maiores redes de agências bancárias dentre os bancos brasileiros.
Em agosto de 2008 o Banco realizou a incorporação de ações do Banco Real, na época o quarto maior banco privado brasileiro em termos de ativos. Quando da aquisição, o Banco Santander era o quinto maior banco não estatal do Brasil em termos de ativos.

As operações do Banco Real são altamente complementares às operações do Banco pré-aquisição. O Banco Santander acredita que a aquisição ofereça oportunidades significativas para a criação de sinergias operacionais, comerciais e tecnológicas, por meio da preservação das melhores práticas de cada banco.

A forte presença do Banco Real nos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais fortaleceu ainda mais a posição do Banco Santander nas regiões sul e sudeste, complementando sua expressiva participação na região, particularmente em São Paulo. A aquisição do Banco Real consolidou a posição do Banco como um banco múltiplo com cobertura nacional e escala suficientes para competir de forma efetiva em seu mercado alvo.
O Banco Santander Brasil pertence ao Grupo Santander, um dos maiores grupos financeiros do mundo em termos de capitalização de mercado.

RI:  ri@santander.com.br

Site:  http://www.ri.santander.com.br

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18 comentários sobre “SANB – BCO SANTANDER (BRASIL) S.A.

  1. Santander lucra R$ 1,7 bi no 3T15

    O Santander fechou o 3T15 com lucro líquido gerencial de R$ 1,708 bilhões, contra R$ 1,675 bilhões no 2T15 (+2,0%). O ROE gerencial foi de 12,8%, sem alteração em relação ao 2T15. Já o lucro contábil foi de R$ 1,266 bilhões, contra R$ 3,881 bilhões no 2T15 (-67,4%). Considere-se neste que, na base comparativa (2T15), houve ganho extraordinário por conta de reversões de provisões para COFINS.

    Na contramão do Sistema, o índice de inadimplência acima de 90 dias recuou no 3T15, posicionando-se em 3,2%, contra 3,7% no 2T15. Ocorre que o Banco efetuou um forte ajuste em sua carteira de crédito, mais especificamente nos segmento de veículos para pessoa física, bem como em pequenas e médias empresas.

    A carteira de crédito em si cresceu 11,7% nos últimos doze meses findos em setembro de 2015, bem como 3,4% no intervalo do 3T15, mas influenciada pelos efeitos da desvalorização do câmbio. Excluindo esse efeito as taxas seriam de 3,4% e queda de 1,4%, logo mais condizentes com o cenário econômico

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  2. 2014

    O Santander BR registrou lucro líquido de R$ 2.161 milhões em 2014, com aumento de 2,6%. Ajustado pela despesa de amortização de ágio advinda da incorporação do Banco Real, o lucro líquido gerencial do Santander BR ficou em R$ 5.850 milhões, com crescimento de 1,8%.

    Nessa linha de entendimento, o resultado financeiro bruto atingiu R$ 27.649 milhões, com queda de 7,3%, reflexo da alteração no mix da carteira de crédito, onde foram privilegiados aqueles de menor risco, porém de menor retorno, assunto que será detalhado adiante. Nesse sentido, a Net Interest Margin (NIM) foi de 9,3% em 2014, contra 10,3% em 2013.

    De qualquer forma, ressalta-se que a busca pela qualidade da carteira repercutiu favoravelmente nas despesas com provisionamentos, que atingiu R$ 9.392 milhões, com forte recuo de 19,9%. Mas essas despesas ainda encontram-se em patamar elevado, o que mantém pressionado o resultado final do Banco.

    Ademais, as receitas de prestação de serviços apresentaram alta de apenas 3,6%, reflexo, em boa medida, da venda da Santander Brasil Asset Management. Desta forma, caso seja excluído esse evento, a receita de prestação de serviços teria evoluído 7,6%.

    A seguir mostramos as tabelas de performance e da carteira de crédito do Santander BR.

    Detalhando o desempenho da carteira de crédito, percebe-se que o destinado à pessoa física totalizou R$ 78.292 milhões em 2014, com avanço de 4,0%. Os produtos de maiores destaques foram o crédito imobiliário, que alcançou R$ 21.318 milhões, registrando alta de 35,8%, bem como a carteira cartões, que totalizou R$ 18.341 milhões, com alta de 6,5%.

    Por outro lado, o crédito consignado (R$ 11.342 milhões) recuou 15,7%, decorrente da readequação dos processos e estratégia de produtos, o que significa que houve forte desaceleração nas originações consideradas fora dos seus canais de distribuição (agências bancárias). Voltaremos a esse tema mais à frente, quando trataremos da criação da joint venture com o Banco Bonsucesso, anunciada em 31 de julho de 2014, mas ainda dependente de aprovação do Banco Central.

    Já a carteira de financiamento ao consumo totalizou R$ 36.756 milhões, registrando queda de 2,6%. Ressalta-se que esta carteira passa por processo de ajustes de concessões, com o fito de buscar uma melhor qualidade desses empréstimos, sendo que grande parte dela (R$ 30.323 milhões) é representada por veículos.

    A carteira de crédito a grandes empresas, por sua vez, atingiu R$ 98.699 milhões, com crescimento de 22,4%. A evolução dessa carteira foi impactada positivamente pelo efeito da variação cambial. Excluindo este efeito, a carteira teria registrado evolução de 17,8%. Já o crédito destinado ao segmento de pequenas e médias empresas perfez R$ 31.767 milhões, com queda de 5,8%, diante da busca pela qualidade dos empréstimos.

    Voltando à joint venture criada com o Banco Bonsucesso, relembremos que, em julho de 2014, o Santander BR divulgou Fato Relevante para informar a celebração do Contrato de Investimento com o Banco Bonsucesso, por meio do qual concordaram em formar uma associação no setor de crédito consignado e cartão de crédito consignado (“JV”). O Banco Bonsucesso transferirá para a “JV” seu negócio de crédito consignado e de cartão de crédito consignado, e o Santander BR, através da Aymoré, investirá R$ 460 milhões na “JV” e passará a ter uma participação no capital social da “JV” de 60%, tornando-se acionista controlador. O Banco Bonsucesso permanecerá com a parcela remanescente do capital social da “JV” (40%).

    A JV será o veículo exclusivo do Banco Bonsucesso e de seus controladores para a oferta de créditos consignados. O Santander BR continuará a originar operações de crédito consignado por meio de seus canais próprios de maneira independente. Por outro lado, a “JV” será o veículo do Santander BR para originar operações de crédito consignado fora de seus canais próprios.

    A operação permitirá a criação de um canal externo estruturado com um sócio que detém expertise em crédito consignado e plataforma especializada, com o fito de garantir qualidade de produção e rentabilidade. A “JV” será denominada como Banco Bonsucesso Consignado S.A. e deverá iniciar-se com um Patrimônio Líquido de R$ 600 milhões. Sua homologação depende da autoridade regulamentadora, conforme assinalado.

    Outrossim, na data de 30 de outubro de 2014 ocorreu a Oferta Voluntária, a qual teve como intuito a matriz Santander Espanha recomprar as UNITS em circulação do Santander BR, ou 25% do capital total do Banco, mas alcançou 56% deste universo. Isto significa que a participação da matriz no Santander BR passou a ser de 88,3% do capital social total. A partir daquela data, as UNITS deixaram de ser listadas no Nível 2 da BM&FBOVESPA, passando a ser negociadas no segmento tradicional da Bolsa. .

    Ressalta-se que, em teleconferência, seus executivos admitiram que 2015 continuará desafiador por conta das pressões inflacionárias e fraca atividade econômica. Mas as expectativas melhoram nos anos seguintes, dados os ajustes esperados no campo fiscal. Desta forma, o Banco prossegue com o planejamento de focar na qualidade dos empréstimos, via seletividade e controle de risco, logo a inadimplência deverá ficar estável, no atual patamar de 3,3%.

    Já sobre a operação “Lava Jato”, que investiga corrupção em contratos com a Petrobras, seus executivos apenas afirmaram que seguem atentos aos desdobramentos, acompanhando o processo pertinente às empresas envolvidas, Governo e órgãos reguladores, frisando que os ativos do Banco são diversificados, logo com risco baixo, mas sem detalhar números. O Santander BR não divulga detalhes de sua carteira de crédito em termos setoriais.

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  3. 3T14

    O Santander BR registrou lucro líquido de R$ 537 milhões no 3T14, com aumento de 8,0% se comparado a 3T13. Ajustado pela despesa de amortização de ágio advinda da incorporação do Banco Real, o lucro líquido gerencial do Santander BR ficou em R$ 1.464 milhões, com crescimento de 4,1% em relação ao 3T13, consoante nossas expectativas.

    Nessa linha de entendimento, o resultado financeiro bruto atingiu R$ 6.982 milhões no 3T14, com queda de 7,2% contra o 3T13. Em parte isto se deveu à compressão dos spreads, dado o acirramento do quadro concorrencial. Contudo, sublinha-se que no 3T14 ocorreram reprecificações, mas os spreads ainda ficaram abaixo daqueles observados no 3T13. Nesse sentido, a Net Interest Margin (NIM) foi de 9,1% no 3T14, contra 10,1% no 3T13 (-1,0 p.p.). Em parte também considere-se que o Santander BR priorizou o empréstimo em segmentos onde o risco é menor, contudo o retorno também, o que contribuiu para remeter, é bem verdade, à citada queda dos spreads.

    De qualquer forma, ressalta-se que a busca pela qualidade da carteira repercutiu favoravelmente nas despesas com provisionamentos, que atingiram R$ 2.466 milhões no 3T14, com forte recuo de 8,6% em relação ao 3T13. Mas essas despesas ainda encontram-se em patamar elevado, o que mantém pressionado o resultado final do Banco.

    Ademais, as receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias apresentaram alta de apenas 5,8%, quando confronta-se o 3T14 versus o 3T13, reflexo, em boa medida, da venda da Santander Brasil Asset Management. Desta forma, caso seja excluído esse evento, a receita de prestação de serviço e tarifas bancárias teria evoluído 8,4%.

    A seguir mostramos tabelas de performance e da carteira de crédito do Santander BR.

    Detalhando o desempenho da carteira de crédito, percebe-se que o destinado à pessoa física totalizou R$ 76.683 milhões no 3T14, com avanço de 4,2% em doze meses. Os produtos de maiores destaques foram o crédito imobiliário, que alcançou R$ 19.947 milhões, registrando alta de 35,1% ante o 3T13, bem como a carteira cartões, que totalizou R$ 16.854 milhões, com alta de 8,2%.

    Por outro lado, o crédito consignado (R$ 11.874 milhões) recuou 16,5%, decorrente da readequação dos processos e estratégia de produtos, o que significa que houve forte desaceleração nas originações consideradas fora dos seus canais de distribuição (agências bancárias). Voltaremos a esse tema mais à frente, quando trataremos da criação da joint venture com o Banco Bonsucesso, anunciada em 31 de julho de 2014.

    Já a carteira de financiamento ao consumo totalizou R$ 36.530 milhões no 3T14, registrando leve queda de 0,6% em doze meses. Ressalta-se que esta carteira passa por processo de ajustes de concessões, com o fito de buscar uma melhor qualidade desses empréstimos, sendo que grande parte dela (R$ 30.157 milhões) é representada por veículos.

    A carteira de crédito a grandes empresas, por sua vez, atingiu R$ 90.272 milhões, com crescimento de 16,7% nos últimos doze meses. A evolução dessa carteira foi impactada positivamente pelo efeito da variação cambial. Excluindo este efeito, a carteira teria registrado evolução de 13,5% em doze meses. Já o crédito destinado ao segmento de pequenas e médias empresas registrou R$ 31.024 milhões, com queda de 12,2% nos últimos doze meses, diante da busca pela qualidade dos empréstimos.

    Outrossim, em julho p.p., o Santander BR divulgou Fato Relevante para informar a celebração de um Contrato de Investimento com o Banco Bonsucesso, por meio do qual concordaram em formar uma associação no setor de crédito consignado e cartão de crédito consignado (“JV”). o Banco Bonsucesso transferirá para a “JV” seu negócio de crédito consignado e de cartão de crédito consignado, e o Santander BR, através da Aymoré, investirá R$ 460 milhões na “JV” e passará a ter uma participação no capital social da “JV” de 60%, tornando-se acionista controlador. O Banco Bonsucesso permanecerá com a parcela remanescente do capital social da “JV” (40%).

    A JV será o veículo exclusivo do Banco Bonsucesso e de seus controladores para a oferta de créditos consignados. O Santander BR continuará a originar operações de crédito consignado por meio de seus canais próprios de maneira independente. Por outro lado, a “JV” será o veículo do Santander BR para originar operações de crédito consignado fora de seus canais próprios.

    A operação permitirá a criação de um canal externo estruturado com um sócio que detém expertise em crédito consignado e plataforma especializada, com o fito de garantir qualidade de produção e rentabilidade. A “JV” será denominada como Banco Bonsucesso Consignado S.A. e deverá iniciar-se com um Patrimônio Líquido de R$ 600 milhões. Sua homologação depende da autoridade regulamentadora.

    Em desfecho, na data de 30 de outubro p.p. ocorreu a Oferta Voluntária, a qual teve como intuito a matriz Santander Espanha recomprar as UNITS em circulação do Santander BR, ou 25% do capital total do Banco, mas alcançou 56% deste universo.

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  4. O Banco Santander divulgou um lucro líquido gerencial de R$ 1,437 bilhão no segundo trimestre, representando uma alta de 0,6% na comparação com o primeiro trimestre do ano e de 1,9% sobre o intervalo de abril a junho de 2013. Em seis meses, o lucro líquido gerencial foi de R$ 2,864 bilhões, queda de 2,2% em relação ao mesmo período do ano passado. O lucro líquido no critério societário aumentou 1,8% no segundo trimestre frente ao primeiro para R$ 528 milhões. No primeiro semestre, caiu 5,8% para R$ 1,046 bilhão. O patrimônio líquido ao final de junho cresceu 3,5% para R$ 50,417 bilhões no segundo trimestre se relacionado com o imediatamente anterior e caiu 4,5% se comparado com o fechamento do primeiro semestre de 2013. O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) aumentou 0,4 ponto porcentual para 11,6% ao final do segundo trimestre em relação ao primeiro trimestre, enquanto no primeiro semestre ficou em 11,3%, representando queda de 0,1 ponto porcentual em relação aos seis primeiros meses do ano passado. Os ativos totais do banco estavam em R$ 494,2 bilhões no segundo trimestre, queda de 0,1% frente ao primeiro trimestre e elevação de 5,6% em doze meses. O índice de Basileia chegou ao final de junho em 17,9%, uma queda de 0,4 ponto porcentual se comparado a março deste ano e 3,6 ponto porcentual abaixo de junho de 2013.

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  5. Resultados do 1T14
    LL R$ 1,4 M -6% x 1T13

    As receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias somaram R$ 2.633 milhões no primeiro trimestre de 2014, alta de 1,8% em doze meses (ou R$ 47 milhões) e redução de 7,5% no trimestre. Cabe destacar, que a evolução das comissões no trimestre está impactada pela sazonalidade típica do último trimestre do ano. Adicionalmente, tivemos dois eventos, relacionados às comissões de seguros e à venda da Santander Brasil Asset Management, que mencionaremos a seguir, que impactaram as comissões tanto em doze meses, como no trimestre. Se excluíssemos estes dois eventos, as comissões cresceriam 11,1% em doze meses e mostrariam redução de 2,1% no trimestre.
    As comissões com cartões totalizaram R$ 821 milhões no primeiro trimestre de 2014, crescimento de 12,4% em doze meses (ou R$ 90 milhões) e queda de 7,2% no trimestre. A variação no trimestre é explicada, principalmente, pelo efeito sazonal dos últimos meses do ano.
    As comissões com serviços de conta corrente somaram R$ 459 milhões no primeiro trimestre de 2014, crescimento de 10,6% em doze meses (ou R$ 44 milhões) e redução de 2,5% no trimestre.
    As comissões com seguros somaram R$ 428 milhões no primeiro trimestre de 2014, redução de 19,6% em doze meses (ou R$ 105 milhões) e 18,2% no trimestre. As variações em ambos os períodos estão impactadas, principalmente, pelo efeito sazonal das renovações de apólices, que se concentravam no início do ano e, a partir de 2013, passaram a ser reconhecidas em dezembro, conforme mencionamos no Informe de Resultados do 4T13. Desta forma, se excluíssemos o efeito tanto do primeiro quanto do quarto trimestre de 2013, as comissões com seguros cresceriam 11,8% em doze meses e 8,5% no trimestre.
    Adicionalmente, a redução observada na linha de Receitas de Administração de Fundos, Consórcios e Bens, de 16,1% em doze meses e 9,7% no trimestre, decorre da execução da venda das atividades de gestão de ativos da Santander Brasil Asset Management no 4T13.
    Se desconsiderássemos este evento, esta linha cresceria 10,2% em doze meses e 1,2% no trimestre.

    http://common.mzvaluemonitor.com/Downloader.ashx?accountId=191&fileId=130603

    Resultado regular.

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  6. Resultados 4T13
    LL R$ 1.409 M -18,7% x 4T12 / R$ 5.744 M -9,7% 2013 x 2012

    -> O lucro líquido gerencial¹ do Santander totalizou R$ 5.744 milhões em 2013, com redução de 9,7% no acumulado em
    doze meses e aumento de 0,2% no trimestre. O patrimônio líquido totalizou R$ 53.446 milhões em dezembro de 2013,
    excluindo R$ 9.374 milhões referentes ao saldo de ágio. O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) ajustado
    pelo ágio atingiu 11,0% no acumulado de 2013, redução de 2,0p.p. em doze meses. No trimestre, o ROAE alcançou 10,5%.
    -> No quarto trimestre de 2013, tivemos dois eventos não recorrentes, que geraram uma receita de R$ 1.508 milhões,
    depois de impostos, sendo R$ 1.205 milhões referente à conclusão da operação de venda da Santander Brasil Asset
    Management, contabilizado na linha de resultado não operacional, e R$ 303 milhões referente ao programa de parcelamento e pagamento à vista de débitos tributários e previdenciários², contabilizado na linha de outras receitas operacionais. Estas receitas foram compensadas por despesas não recorrentes no mesmo montante³.
    -> As despesas gerais somaram R$ 16.297 milhões no acumulado de 2013, alta de 2,9% em doze meses (ou R$ 454 milhões), o que representa uma evolução inferior à inflação do período. No trimestre os gastos cresceram 5,2%, sendo explicado, em parte, por maiores despesas com pessoal, em razão do acordo coletivo anual. O índice de eficiência atingiu 47,5% no acumulado de 2013 e 51,1% no trimestre.
    -> – Indicadores de Solidez: o índice de Basileia alcançou 19,2%, em dezembro de 2013, com redução de 1,6 p.p. em doze meses e 1,5 p.p. no trimestre. O índice de cobertura (acima de 90 dias) atingiu 179,4% em dezembro de 2013, com aumento de 53,9p.p. em doze meses e 28,6p.p. no trimestre, em razão da melhora observada na qualidade da carteira.
    -> A carteira de crédito total somou R$ 227.482 milhões em dezembro de 2013, com crescimento de 7,3% em doze meses e 2,4% no trimestre. Nos dois períodos de comparação, a depreciação do Real frente ao Dólar, impactou a carteira de crédito em moeda estrangeira, que inclui também as operações indexadas em Dólar, levando ao aumento desta carteira. Desconsiderando o efeito da variação cambial o crescimento da carteira total, em doze meses seria 5,7% e no trimestre 1,9%.
    -> A carteira de crédito ampliada, que inclui as outras operações com risco de crédito, ativos de adquirência e avais e fianças, somou R$ 279.812 milhões ao final de dezembro de 2013, com crescimento de 9,3% em doze meses e 2,6% no trimestre.
    -> O crédito à pessoa física totalizou em dezembro de 2013 R$ 75.522 milhões, alta de 5,9% em doze meses e 2,4% no
    trimestre. Os produtos que explicaram o aumento da carteira, nos dois períodos de comparação, foram o crédito imobiliário e cartões.
    -> A carteira de financiamento ao consumo totalizou R$ 37.849 milhões em dezembro de 2013, com alta de 2,8% em doze
    meses e 3,0% no trimestre.
    -> A carteira de pequenas e médias empresas totalizou R$ 33.712 milhões em dezembro de 2013, queda de 7,6% em
    doze meses e 2,0% no trimestre. A carteira de crédito de Grandes Empresas somou R$ 80.400 milhões em dezembro,
    com crescimento de 19,3% em doze meses e 4,2% no trimestre. A evolução dessa carteira, em doze e três meses,
    foi positivamente impactada pelo efeito da variação cambial. Excluindo este efeito, o crescimento em doze meses seria de 14,2% e no trimestre 2,5%.
    -> O total de captações e fundos atingiu R$ 388.218 milhões, em dezembro de 2013, com crescimento de 10,1% em relação ao mesmo período de 2012 e 4,1% no trimestre.

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  7. Santander adquire 8% do Bank of Shangai

    O Santander aumentou sua aposta no mercado chinês, comprou 8% do capital do banco chinês das mãos do britânico HSBC, o custo total com a operação é estimado em 470 milhões de euros. O Santander passará a ser o segundo maior acionista do Bank of Shangai que é o segundo maior banco comercial urbano da China e é o único banco urbano chinês com agência na Zona de Livre Comércio de Xangai.

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  8. INFORME DE RESULTADOS BR GAAP 3T13

    Lucro Líquido do Período R$ 1.407 Milhões

    O lucro líquido gerencial¹ do Santander totalizou R$ 4.335 milhões no acumulado até setembro de 2013, com redução de 8,9% em doze meses e 0,2% no trimestre.
    O patrimônio líquido totalizou R$ 53.457 milhões em setembro de 2013, excluindo R$ 10.283 milhões referentes ao saldo de ágio. O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) ajustado pelo ágio atingiu 11,1% no acumulado até setembro de 2013, redução de 1,9 p.p. em doze meses. No trimestre, o ROAE alcançou 10,6%.
    As despesas gerais somaram R$ 11.984 milhões no acumulado até setembro de 2013, alta de 2,3% em doze meses (ou R$ 274 milhões), o que representa uma evolução inferior à inflação do período. No trimestre os gastos cresceram 2,7%, em parte, explicado pelo impacto do acordo coletivo. O índice de eficiência atingiu 46,4% no acumulado até setembro de 2013 e 48,9% no trimestre.
    – Indicadores de Solidez: o índice de Basileia alcançou 20,7%, em setembro de 2013, com redução de 1,4 p.p. em doze meses e 0,8 p.p. no trimestre.
    O índice de cobertura (acima de 90 dias) atingiu 150,9% em setembro de 2013, com aumento de 18,8 p.p. no trimestre, em razão tanto da melhora observada na qualidade da carteira, quanto de um maior volume de renegociações.
    A carteira de crédito total somou R$ 222.071 milhões em setembro de 2013, com crescimento de 7,1% em doze meses e 1,8% no trimestre. Em doze meses, a depreciação do Real frente ao Dólar, impactou a carteira de crédito em moeda estrangeira, que inclui também as operações indexadas em Dólar, levando ao aumento desta carteira. Desconsiderando o efeito da variação cambial o crescimento da carteira total, em doze meses seria 5,8%. A carteira de crédito ampliada, que inclui as outras operações com risco de crédito, ativos de adquirência e avais e fianças, somou R$ 272.790 milhões ao final de setembro de 2013, com crescimento de 11,2% em doze meses e 2,3% no trimestre.
    O crédito à pessoa física totalizou em setembro de 2013 R$ 73.773 milhões, alta de 6,3% em doze meses e 2,1% no trimestre. O produto de maior destaque, nos dois períodos de comparação, foi o crédito imobiliário.
    A carteira de financiamento ao consumo totalizou R$ 36.747 milhões em setembro de 2013, com alta de 1,1% em doze meses e queda de 0,7% no trimestre.
    A carteira de pequenas e médias empresas totalizou R$ 34.398 milhões em setembro de 2013, queda de 1,2% em doze meses e 3,3% no trimestre. A carteira de crédito de Grandes Empresas somou R$ 77.153 milhões em setembro, com crescimento de 15,5% em doze meses e 5,4% no trimestre. A evolução dessa carteira, em doze meses, foi positivamente impactada pelo efeito da variação cambial. Excluindo este efeito, o crescimento em doze meses seria de 11,5%.
    O total de captações e fundos² atingiu R$ 372.798 milhões, em setembro de 2013, com crescimento de 10,5% em relação ao mesmo período de 2012 e 0,4% no trimestre.

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    • Resultado Ruim, queda no lucro continua e a imprensa já começou…

      Lucro do Santander no país cai 6,8% no 3º tri e fica em R$ 1,407 biCOMENTE
      Do UOL, em São Paulo

      O Santander Brasil (SANB11) encerrou o terceiro trimestre com queda de 6,8% no lucro líquido gerencial sobre um ano antes, para R$ 1,407 bilhão, segundo balanço divulgado nesta quinta-feira, num resultado praticamente em linha com o esperado pelo mercado.
      Apesar da queda de 16,4% das despesas com provisão para devedores duvidosos, que somaram R$ 2,698 bilhões, o resultado do Santander Brasil foi afetado pela menor margem financeira bruta.

      De julho a setembro, a margem financeira bruta do banco ficou em R$ 7,438 bilhões, com queda de 7,3% ante igual período do ano passado.

      Já o lucro contábil do banco ficou em R$ 497,36 milhões, com queda de 15,9% em relação a igual período do ano passado.

      A carteira de crédito ampliada do banco somou R$ 272,79 bilhões, com alta de 11,2% em relação a igual período do ano passado. Em relação ao trimestre anterior, o crescimento foi de 2,3%.

      A análise da carteira de crédito classificada conforme as regras do Banco Central mostra uma expansão de 7,1% em 12 meses e de 1,8% ante o segundo trimestre do ano.

      Conforme expectativa dos analistas, a inadimplência do Santander Brasil recuou para 4,5%, com queda de 0,7 ponto percentual em relação a julho.

      O retorno sobre o patrimônio líquido (excluído o ágio) atingiu 10,6% no terceiro trimestre, com queda de 0,3 ponto percentual ante o segundo trimestre.

      (Com Valor e Reuters)

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  9. Tá ruim este banco não, vcs já viram banqueiro mostrar seu pote de ouro? ……..eles querem sempre mais..mais…. e vivem dizendo que esta ruim…..kkkkk…. Brasil e México são o pote de ouro do Santander……
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    Units do Santander disparam após dividendo de R$ 6 bi

    Os units do Santander Brasil (SANB11) avançavam com força na manhã desta sexta-feira (27), depois do banco ter anunciado na véspera mudanças para otimizar sua estrutura de capital que permitirão remunerar os acionistas em R$ 6 bilhões. Por volta das 10h55, as units da instituição financeira subiam 7,5%, a R$ 15,48

    Santander reorganiza capital e dá R$ 6 bilhões aos acionistas

    O Santander Brasil (SANB11) anunciou nesta quinta-feira (26) mudanças na composição do capital, que, segundo o banco, vai otimizar a sua estrutura, deixando-a mais parecida com as dos principais concorrentes. A operação permitirá remunerar os acionistas R$ 6 bilhões, correspondente a R$ 1,58 real por Unit ou R$ 0,015 por ação ordinária e preferencial. O banco também decidiu implementar um plano de bonificação e grupamento das ações ON e PN, que não impactará o valor das Units, e que visa eliminar a negociação em centavos dessas ações, aumentar sua liquidez e reduzir os custos de transação para os acionistas, beneficiando seus detentores.

    Santander pagará R$ 450 mi em dividendos intermediários

    O Conselho de Administração do Santander (SANB11) aprovou nesta quinta-feira (26) o pagamento de R$ 450 milhões em dividendos intermediários. O montante total é equivalente a R$ 1,082149672 por lote de 1 mil ações ordinárias e R$ 1,190364639 por lote de 1 mil ações preferenciais; e R$ 119,036463894 por lote de 1 mil Units. Terão direito ao pagamento os acionistas com posição na empresa em 26 de setembro. O pagamento será feito a partir de 26 de fevereiro de 2014.

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  10. Resultado 1T13
    O lucro líquido gerencial do Santander totalizou R$ 1.519 milhões no primeiro trimestre de 2013, redução de 14,4% em doze meses e 5,5% no trimestre.
    O patrimônio líquido totalizou R$ 51.133 milhões em março de 2013, excluindo R$ 12.097 milhões referentes ao ágio da aquisição do Banco Real. O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) ajustado pelo ágio atingiu 12,0% no primeiro trimestre de 2013, redução de 0,9 p.p. no trimestre.
    O índice de eficiência atingiu 44,3% no 1T13, com melhora de 2,4 p.p. em relação a dezembro de 2012, em razão, principalmente, do maior controle de despesas (-5,8%) e dos esforços visando o aumento da eficiência operacional e produtividade comercial.
    – Indicadores de Solidez: o índice de Basileia alcançou 21,5%, em março de 2013, com redução de 2,5 p.p. em doze meses e aumento 0,7 p.p. no trimestre. O índice de cobertura (acima de 90 dias) atingiu 124,2% no primeiro trimestre de 2013.
    A carteira de crédito total somou R$ 211.703 milhões, em março de 2013, crescimento de 6,2% em doze meses, mantendo-se praticamente estável (-0,1%) no trimestre. A carteira de crédito ampliada, que inclui as outras operações com risco de crédito, ativos de adquirência e avais e fiança, somou R$ 256.152 milhões ao final de março de 2013, com crescimento de 8,3% em doze meses e 0,1% no trimestre.
    O segmento de pessoa física totalizou R$ 71.383 milhões, com crescimento de 7,3% em doze meses e 0,1% no trimestre. Em doze meses, os produtos de maior destaque foram crédito imobiliário e consignado – carteira própria, que juntos responderam por 83% do aumento da carteira pessoa física, no período.
    A carteira de financiamento ao consumo totalizou R$ 36.208 milhões em março de 2013, com queda de 0,5% em doze meses e 1,6% no trimestre.
    A carteira de pequenas e médias empresas totalizou R$ 36.135 milhões, no mesmo período, registrando alta de 9,2% em doze meses e queda de 1,0% no trimestre. O segmento de Grandes Empresas apresentou crescimento de 7,4% em doze meses e 0,9% em três meses.
    O total de captações e fundos² atingiu R$ 358.845 milhões, em março de 2013, com crescimento de 9,1% em relação ao mesmo período de 2012 e 1,8% no trimestre.

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  11. Resultado do 4T12 e Anual

    O lucro líquido gerencial¹ do Santander totalizou R$ 6.329 milhões em 2012, com crescimento de 6,5% no trimestre e queda de 5,0%, comparado com o acumulado de 2011. O patrimônio líquido em dezembro de 2012 totalizou R$ 52.932 milhões, excluindo R$ 12.937 milhões referentes ao ágio da aquisição do Banco Real. O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) ajustado pelo ágio atingiu 12,4% no acumulado de 2012, redução de 2,0 p.p. em relação ao mesmo período de 2011.
    O resultado não operacional somou R$ 36 milhões no 4T12, como resultado dos gastos com reestruturação de R$ 242 milhões, do ganho com o Fundo Imobiliário de R$ 335 milhões, dentre outros eventos.
    O índice de eficiência atingiu 44,3% no acumulado de 2012, com melhora de 2,5 p.p. em doze meses, em razão do bom desempenho das receitas (margem financeira +15,3% e Receitas de Prestação de Serviços +12,0%), bem como do controle das despesas gerais (+9,6%), no mesmo período.
    – Indicadores de Solidez: o índice de Basileia alcançou 20,8%, em dezembro de 2012, com redução de 4,0 p.p. em doze meses e 1,2 p.p. no trimestre. O índice de cobertura (acima de 90 dias) atingiu 125,6% no quarto trimestre de 2012.
    A carteira de crédito total somou R$ 211.959 milhões, em dezembro de 2012, registrando crescimento de 7,6% em doze meses e 2,2% no trimestre.
    O segmento de pessoa física totalizou R$ 71.287, com crescimento de 8,6% em doze meses e 2,7% no trimestre. Em doze meses, os produtos de maior destaque foram crédito imobiliário (+26,6% ou R$ 2.481 milhões) e cartão de crédito (+14,4% ou R$ 2.030 milhões). No trimestre, os produtos cartão de crédito, crédito imobiliário e financiamento de veículos – originados através da rede de agências do Santander – seguiram com um ritmo superior ao crescimento da carteira pessoa física.
    A carteira de Financiamento ao Consumo totalizou R$ 36.806 milhões em dezembro, registrando um crescimento de 3,4% em doze meses e 1,3% no trimestre.
    A carteira de pequenas e médias empresas totalizou R$ 36.487 milhões, no mesmo período, registrando alta de 14,5% em doze meses e 4,8% no trimestre. O segmento de Grandes Empresas apresentou crescimento de 5,3% em doze meses e 0,9% em três meses.
    O total de captações e fundos² atingiu R$ 352.463 milhões, em dezembro de 2012, com crescimento de 14,1% em relação ao mesmo período de 2011 e 4,4% no trimestre.

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  12. INFORME DE RESULTADOS
    2T12 E PRIMEIRO SEMESTRE DE 2012 – 1S12

    O lucro líquido gerencial¹ do Santander totalizou R$ 3.230 milhões no primeiro semestre de 2012, queda de 4,3% comparado com igual período de 2011 e 17,1% em relação ao trimestre anterior (ou R$ 301 milhões).

    O patrimônio líquido do 2T12 totalizou R$ 51.073 milhões, excluindo R$ 14.756 milhões referentes ao ágio da aquisição do Banco Real.

    O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) ajustado pelo ágio atingiu 12,9% no primeiro semestre de 2012, redução de 2,0 p.p. em relação ao mesmo período de 2011.

    O índice de eficiência atingiu 42,7% no primeiro semestre de 2012, com melhora de 3,5 p.p. em doze meses. No trimestre, o indicador alcançou 41,9%, com melhora de 1,7 p.p. em relação a março de 2012. Cabe destacar, que esta melhora no trimestre é consequência, em grande parte, do aumento da margem financeira (+3,7%), bem como do melhor controle das despesas gerais, cuja evolução no trimestre registrou redução de 0,9%.

    – Indicadores de Solidez:
    o índice de Basileia em junho de 2012 alcançou 21,9%, com redução de 2,1 p.p. em três meses. Já o índice de cobertura (acima de 90 dias) atingiu 137,7% no segundo trimestre de 2012, aumento de 3,2 p.p. no trimestre.

    A carteira de crédito ampliada2 (excluindo avais e fianças) registrou crescimento de 17,3% em doze meses e 2,8% no trimestre, atingindo R$ 217.055 milhões em Junho de 2012. A forte depreciação do Real frente ao Dólar, impactou a carteira de crédito em moeda estrangeira, que inclui também as operações indexadas em Dólar, levando ao aumento desta carteira. Portanto, desconsiderando o efeito da variação cambial, o crescimento da carteira de crédito ampliada em doze e três meses foi de 14,1% e 1,5%, respectivamente.

    A carteira de crédito total somou R$ 205.632 milhões, em Junho de 2012, registrando crescimento de 16,9% em doze meses e 3,2% no trimestre.

    O segmento de pessoa física registrou crescimento de 13,9% em doze meses e 3,5% no trimestre. Os produtos de maior destaque nessa carteira foram cartões e crédito imobiliário, que juntos responderam por 68% do crescimento da carteira no trimestre. A carteira de Financiamento ao Consumo totalizou R$ 36.682 milhões em junho, registrando um crescimento de 19,2% em doze meses e 0,8% no trimestre.

    A carteira de pequenas e médias empresas, que na nova segmentação compreende as empresas com faturamento até R$ 80 milhões, totalizou R$ 33.603 milhões no segundo trimestre de 2012, registrando alta de 23,5% em doze meses e 1,6% no trimestre.

    O segmento de Grandes Empresas (empresas com faturamento acima de R$ 80 milhões) apresentou crescimento de 15,9% em doze meses e 5,0% em três meses. A evolução dessa carteira foi positivamente impactada pelo efeito da variação cambial. Excluindo este efeito, os crescimentos seriam 5,6% em doze meses e 0,7% em três meses.

    O total de captações e fundos³ atingiu R$ 333.093 milhões, em junho de 2012, com crescimento de 10,7% em relação ao mesmo período de 2011 e 2,0% no trimestre.

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