ENBR – EDP – ENERGIAS DO BRASIL S.A.

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BM&FBOVESPA (Código: ENBR3)

A EDP no Brasil é uma holding que detém investimentos no setor de energia elétrica, consolidando ativos de geração, comercialização e distribuição.

Está presente no segmento de geração em nove estados (Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Ceará, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Pará e Amapá) e no segmento de distribuição em dois estados (São Paulo e Espírito Santo).

Controlada pela EDP em Portugal, uma das maiores operadoras européias no setor energético, a EDP no Brasil abriu seu capital no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo, em julho de 2005, aderindo aos mais elevados padrões de governança corporativa.

RI:  ri@edpbr.com.br

Site:  http://edp.infoinvest.com.br

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13 comentários sobre “ENBR – EDP – ENERGIAS DO BRASIL S.A.

  1. Energias do Brasil (ENBR3): A empresa informou que o Conselho de Administração aprovou aumento do capital social de até R$1,5 bilhão, envolvendo a emissão de até 130.434.782 ações. O capital será aumentado em no mínimo R$766,35 milhões, com emissão de pelo menos 66.639.330 ações, disse a EDP. O preço de emissão por ação é de R$11,50. A empresa disse que a operação tem como objetivos reforçar o caixa para fazer frente a necessidades de capital de médio e longo prazo e fortalecer seus níveis de liquidez, com redução das margens de endividamento. A Energias de Portugal, que detém 51% da brasileira, apresentou o compromisso de subscrever a totalidade das ações a que tem direito, o que representa um investimento de cerca de 191 milhões de euros. Afirmou ainda a intenção de subscrever as ações de sobras num rateio subsequente.

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  2. 3T14

    O resultado do trimestre foi fraco, mas dentro das nossas expectativas e às do mercado. A área de geração da companhia foi bastante prejudicada pelo GSF (Generation Scale Factor), tendo em vista a continuidade do cenário hidrológico desfavorável.

    A Receita Líquida cresceu 19,9%, tendo em vista os seguintes fatores principais: i) o volume de energia distribuída pelas concessionárias (cativo + USD) atingiu 6.471 Gwh no 3T14, 1,5% acima dos 6.373 Gwh distribuídos no 3T13. Na EDP Bandeirante a energia distribuída no 3T14 foi 0,8% inferior ao 3T13, enquanto na EDP Escelsa foi registrado aumento de 5,1% no 3T14 em relação ao 3T13; ii) a receita de venda de energia no mercado cativo atingiu R$ 839,9 milhões no 3T14, aumento de 16,1% em relação ao 3T13 (R$ 723,7 milhões), reflexo do aumento das tarifas aplicadas no reajuste tarifário anual da EDP Escelsa, ocorrido em 07/08/2014 (26,54%), e da EDP Bandeirante ocorrido em 23/10/2013 (10,36%); iii) o volume de energia vendida pelo segmento de geração no 3T14 totalizou 2.006 Gwh, 4,8% acima dos 1.915 Gwh vendidos no 3T13, aumento devido à estratégia de sazonalização adotada para o ano de 2013, onde houve maior alocação de energia assegurada no 1S13 em relação ao 2S13 e iv) o preço médio de venda de energia no segmento de geração no 3T14 atingiu R$ 172,9/Mwh, 8,6% superior ao 3T13 (R$ 159,2/Mwh) decorrente dos reajustes anuais dos contratos em vigor e da negociação de contratos de curta duração.

    As despesas operacionais tiveram significativo acréscimo (+49,8%), proporção superior ao aumento de receitas, provocando a queda de margens observada no quadro acima. A energia elétrica comprada para revenda atingiu R$ 1.297,3 milhões no 3T14, 77,7% acima do 3T13. No segmento de distribuição, o aumento deve-se à exposição involuntária das concessionárias e ao aumento do despacho térmico, cujos custos são determinados pelo PLD (preço de liquidação das diferenças). No segmento de Geração, o maior custo com compra de energia foi reflexo do GSF médio no período de 84,5%.

    O resultado financeiro líquido negativo subiu apenas 3,4%, tendo como destaque a evolução de 39% nas receitas financeiras brutas, estas decorrentes do maior saldo médio de aplicações financeiras e da elevação da taxa de juros no período.

    A situação financeira da companhia pode ser considerada sólida na posição mostrada em 30/09/2014.

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  3. Resultado 4T13 e 2013
    LL 41,5MM -263% x 4T12 // LL2013 375MM +9% x 2012

    -> Vendas de energia: crescimento de 5,6% no volume de energia distribuída pelas distribuidoras;
    -> Receita líquida consolidada: redução de 6,7% devido à (i) redução das tarifas de energia das distribuidoras conforme Lei nº 12.783/2013 e (ii) redução das tarifas aplicada na revisão tarifária da EDP Escelsa em 07 de agosto de 2013;
    -> Gastos Não-Gerenciáveis: redução de 9,9% em consequência dos aportes da CDE para as distribuidoras atenuando os custos com compra de energia;
    -> Gastos Gerenciáveis: aumento de 289,9% devido aos efeitos não recorrentes (positivos) no 4T12 e (negativos) no 4T13. Excluindo esses efeitos, os gastos no 4T13 seriam 0,7% inferiores ao 4T12;
    -> EBITDA: redução de 45,3% devido ao aumento dos Gastos Gerenciáveis;
    -> Dívida Líquida/EBITDA: 1,4x em 31 de dezembro de 2013;
    -> Reajuste tarifário anual da EDP Bandeirante em 10,36%;
    -> Parceria com a CTG: venda de 50% da participação nas UHEs Santo Antônio do Jari e Cachoeira Caldeirão;
    -> Leilão A-5: conquista da UHE São Manoel (700 MW) em parceria com Furnas Centrais Elétricas e de empreendimentos eólicos (116 MW) em parceria com a EDP Renováveis;
    -> Mudança na Diretoria e Conselho de Administração  Eventos subsequentes: (i) Tribunal Federal concede Tutela Antecipada para suspender os custos de indisponibilidade da UTE Pecém I baseado em apuração horária e (ii) alienação de 33,3% de
    participação na UHE São Manoel para a CWEI Brasil.

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  4. AVISO AOS ACIONISTAS

    PAGAMENTO DE JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO

    1. A EDP – ENERGIAS DO BRASIL S.A. comunica aos Senhores Acionistas que o Conselho de Administração, em reunião realizada em 18 de dezembro de 2013, aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio no montante de R$29.190.000,00 (vinte e
    nove milhões, cento e noventa mil reais), relativos ao exercício de 2013, os quais serão distribuídos da seguinte forma:

    Natureza do Pagamento Valor por ação ordinária
    Juros sobre o capital próprio 0,06137834

    O pagamento do valor acima estará sujeito às seguintes condições:

    a) Retenção de 15% de imposto de renda na fonte, exceto para os acionistas imunes ou isentos que comprovarem essa condição até a data de 30 de dezembro de 2013;

    b) Os juros sobre capital próprio pagos serão imputados aos dividendos mínimos obrigatórios a serem pagos pela Companhia relativos ao exercício social de 2013,
    integrando tais valores o montante de dividendos distribuídos pela Companhia para todos os efeitos previstos na legislação societária;

    c) Terão direito aos juros sobre capital próprio objeto deste aviso todas as ações da Companhia em circulação na data-base de 18 de dezembro de 2013;

    d) Os créditos correspondentes serão feitos nos registros contábeis da Companhia na data de 31 de dezembro de 2013;

    e) As ações serão negociadas na bolsa de valores “ex- juros sobre capital próprio”, a partir de 19 de dezembro de 2013, inclusive;

    f) A data de pagamento dos juros sobre o capital próprio será deliberada posteriormente, por ocasião da deliberação sobre o pagamento dos dividendos do exercício a se encerrar em 31 de dezembro de 2013, sem qualquer atualização monetária ou outra remuneração;
    g) Os acionistas residentes ou domiciliados em país que não tribute a renda ou que a
    tribute à alíquota máxima inferior a 20% (vinte por cento), a que se refere o art. 24 da Lei
    9.430 de 27/12/96, estarão sujeitos à incidência do imposto de renda na fonte à alíquota
    de 25% sobre parcela declarada de juros sobre capital próprio.

    2. Ainda, a EDP – ENERGIAS DO BRASIL S.A. comunica que suas subsidiárias
    Bandeirante Energia S.A. (“BANDEIRANTE”) e Espírito Santo Centrais Elétricas S.A. –
    ESCELSA (“ESCELSA”) deliberaram, em 18 de dezembro de 2013, na forma de seus
    Estatutos Sociais, o pagamento à EDP – ENERGIAS DO BRASIL S.A., na condição de
    única acionista das referidas subsidiárias, de juros sobre o capital próprio referentes ao
    exercício de 2013, no valor total de R$86.294.000,00 (oitenta e seis milhões, duzentos e
    noventa e quatro mil reais), da seguinte forma:

    Companhia Juros sobre o capital próprio (valor bruto)
    Valor bruto por ação ordinária nominativa
    BANDEIRANTE R$45.395.000,00 0,00116124
    ESCELSA R$40.899.000,00 6,96033296

    A data de pagamento dos juros sobre o capital próprio será deliberada posteriormente pelas referidas subsidiárias, por ocasião da deliberação sobre o pagamento dos dividendos do exercício a se encerrar em 31 de dezembro de 2013.

    Os créditos correspondentes serão feitos nos registros contábeis da BANDEIRANTE e ESCELSA na data de 31 de dezembro de 2013, em nome da EDP – Energias do Brasil S.A.

    Informações adicionais poderão ser obtidas na Diretoria de Relações com Investidores da Companhia, à Rua Gomes de Carvalho, 1996 – 8º andar, São Paulo, Telefones: (11) 2185-5907, e Fax: (11) 2185-5904.

    São Paulo, 18 de dezembro de 2013.

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  5. Resultados 3T13

    A conta de Depreciação e Amortização totalizou R$ 146,1 milhões no 3T13, aumento de 69,4% em relação ao mesmo período
    de 2012, devido à provisão de ajuste de inventário decorrente do levantamento físico executado para atendimento à Resolução
    Aneel nº 367/2009 (+R$ 38,0 milhões na EDP Bandeirante e +R$ 22,4 milhões na EDP Escelsa).

    No 3T13, o EBITDA atingiu R$ 631,6 milhões, aumento de 133,0% em relação ao mesmo período do ano anterior.
     Na Geração, o EBITDA totalizou R$ 209,7 milhões no 3T13, redução de 2,7% em relação ao 3T12, devido à queda de 4,8%
    do volume de energia vendida no 3T13 e do aumento dos gastos não gerenciáveis em função da compra de energia decorrente
    da estratégia de sazonalização para o ano de 2013.
     Na Distribuição, o EBITDA somou R$ 448,6 milhões no 3T13, aumento de R$ 365,1 milhões em relação ao 3T12,
    resultado do aumento de R$ 326,5 milhões na margem bruta3 em função dos aportes da CDE, que atenuaram o impacto do
    custo com compra de energia.
     Na Comercialização, o EBITDA alcançou R$ 2,5 milhões no 3T13, redução de 36,5% em relação ao 3T12, devido à
    estratégia de sazonalização concentradas no início do ano.
    Desconsiderando os aportes da CDE para as distribuidoras no valor de R$ 335,8 milhões contabilizados no 3T13, o EBITDA seria
    de R$ 295,8 milhões, aumento de 9,1% em relação ao 3T12

     Receita líquida consolidada: crescimento de 9,2% devido à estratégia de venda de energia no mercado de curto prazo pela Comercializadora, ao aumento no preço médio de venda de energia em contratos bilaterais das geradoras e incremento em outras receitas das distribuidoras;
     Gastos Não-Gerenciáveis: redução de 18,0% em consequência dos aportes da CDE para as distribuidoras que atenuaram os custos com compra de energia;
     Gastos Gerenciáveis: redução de 17,1% devido aos efeitos não recorrentes em provisões e outros no 3T13;
     EBITDA: aumento de 133,0% devido ao aumento da Margem Bruta das distribuidoras;
     Resultado Financeiro: de R$ -59,5 milhões no 3T12 para R$ -72,0 milhões no 3T13, em consequência do aumento dos encargos de dívida devido ao maior endividamento;
     Lucro líquido: aumento de R$ 189,0 milhões no 3T13;
     Dívida Líquida/EBITDA: 1,8x em 30 de setembro de 2013, estável em relação a junho/13;
     Capex: aumento de R$ 211,6 milhões devido à construção dos empreendimentos de geração (UHEs Santo Antonio do Jari e Cachoeira Caldeirão);
     Dividendos: pagamento de R$ 239, 8 milhões em 30 de setembro de 2013;
     Revisão tarifária periódica da EDP Escelsa: reposicionamento tarifário de 4,12% (econômico: 1,32% e financeiro: 2,80%);
     Liberação da Licença de Instalação da UHE Cachoeira Caldeirão em agosto de 2013;
     Emissão de R$ 450 milhões em Notas Promissórias da Lajeado Energia;
     Evento subsequente: Reajuste tarifário anual da EDP Bandeirante em 10,36% (econômico: 9,92% e financeiro: 0,44%).

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  6. EDP Energias do Brasil registra EBITDA de R$ 462 milhões no 1T13
    São Paulo, 08 de maio de 2013 – A EDP ENERGIAS DO BRASIL S.A. (“EDP Energias do Brasil” ou “Grupo”) listada no Novo Mercado da BM&FBOVESPA (Código: ENBR3) apresenta hoje seus resultados financeiros do primeiro trimestre de 2013 (1T13). As informações estão apresentadas em bases consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS), a partir de informações financeiras revisadas. As informações operacionais não foram objeto de revisão por parte dos auditores independentes

    Resolução CVM 698/2012: adoção do IFRS 11/CPC 19 (R2) na qual a UTE Energia Pecém I passa a ser consolidada como Equivalência Patrimonial;
     Receita líquida consolidada: cresce 28% pela posição long da Comercializadora, pela alta do PLD, redução dos encargos na Distribuição e atualização de contratos da Geração;
     Gastos Não Gerenciáveis: o incremento de 39% deve-se ao aumento do PLD, reflexo da condição hidrológica menos favorável e maior despacho de térmicas;
     Ativos Regulatórios: constituição de R$ 42 milhões nas distribuidoras da EDP;
     Gastos Gerenciáveis: sobem 15% devido a efeitos não recorrentes de Provisões e Outros;
     EBITDA: sobe 11% como consequência da evolução da Margem Bruta e Opex;
     Resultado Financeiro: R$ 59,5 milhões, aumento de 49% em relação ao 1T12, reflexo da redução da receita financeira e custos com benefício pós-emprego;
     Lucro líquido: cai 37% pelo prejuízo de R$ 62 milhões da UTE Pecém I consolidada como equivalência patrimonial;
     Dívida Líquida/EBITDA: 1,9X em março/2013;
     Evento do Período: sincronização da Unidade II da UTE Pecém I ao SIN; Decreto 7.945, atenuando o impacto do aumento dos gastos não gerenciáveis das distribuidoras através de aportes da CDE;
     Evento Subsequente: Aprovação em AGO da distribuição de R$ 370,2 milhões em Dividendos e 2ª emissão de debêntures no valor de R$ 500 milhões na holding.

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  7. Destaques 4T12 e 2012

     Receita líquida consolidada, excluindo receita de construção, alcançou R$ 1.894,0 milhões no 4T12, 39,8% acima do 4T11;
     Gastos Não Gerenciáveis: R$ 1.457,8 milhões no 4T12, com aumento de 80,7% em relação ao 4T11, em função da compra de energia para recomposição de lastro para a UTE Pecém I, além do aumento do PLD e do despacho térmico;
     Constituição de R$ 56,7 milhões de Ativos Regulatórios nas distribuidoras da EDP;
     Gastos Gerenciáveis (sem depreciação, amortização e custo de construção): R$ 83,2 milhões no 4T12, com redução de 66,9% em relação ao 4T11, reflexo da efetivação da venda da Evrecy, acordo judicial com a Ampla e do valor novo de reposição das distribuidoras. Excluindo esse efeito, os gastos gerenciáveis seriam de R$ 253,0 milhões;
     EBITDA: R$ 353,0 milhões no 4T12, com aumento de 18,9% em relação ao do 4T11. Considerando os ajustes de saldo regulatório, provisão das receitas de ultrapassagem e eventos não recorrentes, o EBITDA seria de R$ 265,0 milhões no 4T12.
     Resultado Financeiro: R$ 57,6 milhões, com redução de 27,1% em relação ao 4T11;
     Lucro líquido: R$ 150,7 milhões no 4T12, aumento de 84,2% comparado a 4T11. Considerando os ajustes de saldo regulatório, provisão das receitas de ultrapassagem e eventos não recorrentes, o Lucro Líquido seria de R$ 90,8 milhões no 4T12;
     Dívida Líquida/EBITDA: 2,8X em dezembro/2012;
     Evento do período: Em 01 de Dezembro de 2012, a Unidade I da UTE Pecém I entrou em operação comercial;
     Evento subsequente: Em 20 de fevereiro de 2013, a Unidade II da UTE Pecém I sincronizou com o SIN;
     Evento subsequente: Em 07 de Janeiro de 2013 a EDP Energias do Brasil passou a integrar o índice Bovespa com participação de 0,645%;
     Dividendos: O Conselho de Administração levará para aprovação em Assembleia Geral Ordinária o pagamento de proventos no valor de R$ 370,2 milhões, correspondente a R$ 0,78 por ação;

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  8. 3T12

    EDP Energias do Brasil registra EBITDA de R$ 245 milhões no 3T12

    Destaques
     Receita líquida consolidada, excluindo receita de construção, alcançou R$ 1.557,7 milhões no 3T12, 18,0% acima do 3T11;
     Gastos Não Gerenciáveis: R$ 1.076,9 milhões no 3T12, com aumento de 41,7% em relação ao 3T11, em função do aumento do custo de aquisição de energia face ao aumento do PLD;
     Margem Bruta: R$ 480,9 milhões no 3T12, com redução de 14,2% comparado ao 3T11;
     Gastos gerenciáveis (sem depreciação, amortização e custo de construção): R$ 235,9 milhões no 3T12, com aumento de 13,3% em relação ao 3T11;
     EBITDA: R$ 244,9 milhões no 3T12, redução de 30,5% em relação ao do 3T11. Considerando os ajustes de saldo regulatório, da provisão das receitas de ultrapassagem e os eventos não recorrentes, o EBITDA seria de R$ 355,4 milhões no 3T12.
     Resultado Financeiro: R$ 70,4 milhões, 5,7% abaixo do 3T11;
     Lucro líquido: R$ 9,5 milhões no 3T12, redução de 89,7% em comparação ao 3T11. Considerando os ajustes de saldo regulatório e da provisão das receitas de ultrapassagem, o Lucro Líquido seria de R$ 77,0 milhões no 3T12, comparado a R$ 106,6 milhões no 3T11;
     Endividamento bruto: R$ 4.244,7 milhões em setembro de 2012, 12,3% acima de junho de 2012, impactado pela emissão de R$ 450 milhões em debêntures na EDP – Energias do Brasil;
     Dívida Líquida/EBITDA: 2,6X em setembro/2012, comparado a 2,2X em junho/2012;
     Evento subsequente: Aumento tarifário de 7,29% na EDP Bandeirante com resultado do efeito combinado dos processos de Revisão e Reajuste aprovados pela ANEEL em outubro de 2012.

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  9. São Paulo, 02 de outubro de 2012 – A EDP – Energias do Brasil S.A. (“EDP” ou “Companhia”) (“BM&FBOVESPA: ENBR3”) comunica ao mercado que a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), em reunião pública ocorrida nesta data, aprovou o reposicionamento tarifário de 2011 da Bandeirante Energia S.A., referente ao Terceiro Ciclo de Revisão Tarifária Periódica.
    O reposicionamento tarifário é de -1,85%, sendo -2,22% relativo ao reposicionamento econômico e 0,37% referente aos componentes financeiros pertinentes. Considerando-se os ajustes financeiros já incluídos nas tarifas da EDP Bandeirante, associados à recuperação relativa a períodos anteriores a outubro de 2011, o efeito médio aos consumidores cativos será de -2,25%, sendo -0,79% o efeito médio para os consumidores de alta e média tensão e -3,64% o efeito médio para os consumidores baixa tensão. O efeito real na conta de energia só será conhecido após a publicação, pela ANEEL, do índice de reajuste tarifário de 2012, que deverá ocorrer até 23 de outubro de 2012. Consequentemente, o efeito a ser percebido pelo consumidor será o resultado da aplicação do índice de reajuste tarifário de 2012, sobre o índice de revisão tarifária periódica de 2011 de -2,25%.
    O componente financeiro derivado do período de congelamento das tarifas, compreendido entre 23/10/2011 e 22/10/2012, será apurado e considerado pela Aneel, apenas no processo de reajuste anual das tarifas.
    No processo de revisão tarifária periódica, que se dá a cada quatro anos na EDP Bandeirante, a ANEEL recalcula os parâmetros dos custos gerenciados pela distribuidora (Parcela B) que incluem os custos operacionais, avalia os investimentos realizados (Base de Remuneração Regulatória – BRR) e a remuneração do capital. Os custos não gerenciáveis (Parcela A), como energia comprada de geradoras, encargos de transporte de energia e encargos setoriais, a exemplo da Conta de Consumo Combustível (CCC), Reserva Global de Reversão (RGR) e taxa de fiscalização, além de ajustes financeiros reconhecidos pela ANEEL na Conta de Variação de Itens da Parcela A (CVA) e outros ajustes financeiros, são considerados tomando-se por base a variação de preços nos doze meses imediatamenteanteriores.
    O Fator X, a partir deste ciclo de revisão tarifária, passa a ser função dos Componentes “Pd” (ganhos de produtividade), “T” (trajetória para adequação de custos operacionais) e “Q” (incentivo à qualidade), os quais foram homologados em: “Pd” – 1,08%; “T” – 0,0% e “Q” a ser apurado a partir do reajuste tarifário de 2013.
    Na composição do reposicionamento tarifário de 2011, objeto da Audiência Pública nº 055/2012, destacam-se os componentes: Remuneração do Capital e Quota de Reintegração Regulatória, derivados da Base de Remuneração Regulatória homologada. A Base de Remuneração Bruta é de R$ 3,0 bilhões e a Base de Remuneração Líquida é de R$ 1,545 bilhão.

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  10. Release de Resultados 2T12
    EDP Energias do Brasil registra EBITDA de R$ 310 milhões no 2T12

    Destaques

    Energia vendida a clientes finais nas distribuidoras: 3.824,2 GWh no 2T12, aumento de 5,4% em relação ao 2T11;

    Energia comercializada: 2.701,7 GWh no 2T12, 1,9% superior à do 2T11;

    Energia vendida pelas geradoras: 2.077,1 GWh no 2T12, com aumento de 2,2% em relação ao 2T11;

    Receita líquida consolidada excluindo receita de construção alcançou R$ 1.440,5 milhões no 2T12, 7,4% acima do 2T11;

    Gastos gerenciáveis (sem depreciação, amortização e custo de construção): R$ 197,3 milhões no 2T12, queda de 5,1% em relação ao 2T11;

    EBITDA: R$ 310,1 milhões no 2T12, redução de 26,4% em relação ao do 2T11. Considerando os ajustes de saldo regulatório e da provisão das receitas de ultrapassagem, o EBITDA seria de R$ 415,0 milhões no 2T12.

    Lucro líquido: R$ 39,4 milhões no 2T12, redução de 69,4% em comparação ao 2T11. Considerando os ajustes de saldo regulatório e da provisão das receitas de ultrapassagem, o Lucro Líquido seria de R$ 143,2 milhões no 2T12.

    Endividamento bruto: R$ 3.781,3 milhões em junho de 2012, 4,6% acima de dezembro de 2011; Em abril de 2012, a Energest S.A. emitiu Debêntures no valor de R$ 120 milhões;
    Evento subsequente: no dia 08 de julho de 2012, a Energias do Brasil firmou um acordo com a MPX para assumir a gestão da obra da Usina Termelétrica Energia Pecém I.

    No 2T12, a receita operacional líquida consolidada atingiu R$ 1.524,1 milhões e apresentou aumento de 3,3%, em comparação ao mesmo período do ano anterior. Excluindo a receita de construção, a receita operacional do 2T12 foi de R$ 1.440,5 milhões, 7,4% superior ao 2T11. No acumulado do ano a receita operacional liquida atingiu R$ 2.963,5 milhões, 3,6% superior ao ano de 2011. Excluindo a receita de construção, a receita operacional nos 6M12 foi de R$ 2.879,8 milhões, 5,6% superior ao mesmo período do ano anterior.

    Na Geração
    O volume de energia vendida pelas geradoras do grupo no 2T12 alcançou 2.077,1 GWh, com aumento de 2,2% em relação ao 2T11. O volume acumulado de energia vendida em 2012 totalizou 4.179,2 GWh, com aumento de 4,1% em relação a 2011.

    Na Distribuição
    O volume de energia vendida a clientes finais alcançou 3.824,2 GWh, com aumento de 5,4% no 2T12 (+2,7% na EDP Bandeirante e +10,2% na EDP Escelsa).

    Na Comercialização:
    O volume de energia comercializada totalizou 2.701,7 GWh no 2T12, com aumento de 1,9% em comparação ao 2T11, impulsionado pela elevação de 40% nas negociações de longo prazo no período.
    O preço médio de venda praticado pela comercializadora do Grupo aumentou 28,9% em relação ao 2T11, devido, principalmente, ao incremento do PLD médio do 2T12 frente ao 2T11.

    Os gastos não-gerenciáveis estão relacionados à compra de energia, encargos de uso da rede elétrica e taxa de fiscalização da ANEEL que, em conjunto, somaram R$ 933,0 milhões, com crescimento de 31,1% no 2T12 em relação ao mesmo período do ano anterior.

    Os gastos gerenciáveis totalizaram R$ 197,3 milhões, com redução de 5,1% no 2T12 em relação ao 2T11. Estes gastos estão relacionados às despesas com pessoal, material, serviços de terceiros, provisões e outros.
    Os gastos gerenciáveis no acumulado apresentaram aumento de 0,4%, enquanto a inflação acumulada ficou em 5,1% (IGPM) e 4,9% (IPCA).

    Na Geração, o EBITDA totalizou R$ 245,1 milhões no 2T12, aumento de 23,2% em relação ao 2T11, em decorrência, principalmente, do aumento do preço do PLD com impacto positivo na receita das geradoras.
    Na Distribuição, o EBITDA somou R$ 85,2 milhões no 2T12, redução de 61,9% em relação ao 2T11, resultado da queda de 40,0% na margem bruta em função do aumento de gastos não gerenciáveis no período face à elevação do custo de aquisição de energia. Esse efeito foi intensificado pelo congelamento tarifário na EDP Bandeirante. Considerando o efeito da devolução retroativa, o saldo de ativos e passivos regulatórios e a exclusão da provisão da receita de Receita de ultrapassagem, o EBITDA da Distribuição seria de R$ 190,8 milhões.
    Na Comercialização, o EBITDA alcançou R$ 2,8 milhões no 2T12, com redução de 74,0% em relação ao 2T11, devido, principalmente, ao incremento de gastos não gerenciáveis relacionados à compra de energia para revenda impactada pelo aumento do PLD.

    O lucro líquido consolidado do 2T12 totalizou R$ 39,4 milhões, 69,4% inferior ao mesmo período do ano anterior. Além dos efeitos demonstrados no EBITDA, o lucro também foi impactado pelos efeitos do resultado financeiro, pela participação de minoritários e pelo Imposto de Renda (IR) diferido que afetou a alíquota efetiva do tributo no período, conforme demonstrado no gráfico abaixo.
    A diferença de 13 p.p. na alíquota de IR/CS do 2T12 em relação ao 2T11 refere-se principalmente à adoção de regra contábil em consonância com a instrução CVM 371/2002 que limita o reconhecimento de créditos fiscais diferidos para algumas empresas do grupo por não haver expectativa de compensação/realização desses créditos nos próximos exercícios.

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