CGAS – CIA GAS DE SAO PAULO – COMGAS

Bovespa: CGAS3 e CGAS5

A Comgás é uma distribuidora de gás natural canalizado no estado de São Paulo com mais de 1.000 mil clientes. Em 2011, a Companhia distribuiu 4,8 bilhões de metros cúbicos – o que representa participação de um quarto no mercado nacional –, por meio de uma rede de 8 mil quilômetros, que equivalem a 38,3% da malha de distribuição instalada no Brasil. Sua área de concessão abriga 177 municípios das regiões metropolitanas de São Paulo e de Campinas, além da Baixada Santista e do Vale do Paraíba.

A Comgás trabalha com gás natural, produto ambientalmente mais amigável em comparação com outros combustíveis fósseis, e desempenha o papel de disseminadora da cultura desse insumo. Trata-se de um recurso energético seguro e econômico.

Como prestadora de serviços públicos, suas atividades são reguladas pela Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (ARSESP), órgão do governo do Estado de São Paulo, que concedeu a Comgás um prazo de 30 anos a partir de Maio de 1999 para a exploração do serviço público com a possibilidade de renovação uma única vez por mais 20 anos.

O capital da companhia foi aberto em 1996 e suas ações estão listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) desde 1997. Foi privatizada em Abril/99 por R$ 1,65 bilhão (119% de ágio sobre o preço mínimo do leilão) e os principais acionistas com capital votante da companhia são o Grupo BG (antiga British Gas) e o Grupo Shell.

RI:

Site: http://www.comgas.com.br/investidores/

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13 comentários sobre “CGAS – CIA GAS DE SAO PAULO – COMGAS

  1. 3T14

    O desempenho da Comgás no 3T14 foi fraco, refletindo a menor demanda de gás diante da desaceleração da atividade econômica interna (pesando negativamente, sobretudo, no segmento industrial, o mais representativo em termos de volume), além das altas temperaturas e do menor consumo de água estar afetando o consumo residencial na região de concessão da companhia. Com isso e o aumento das despesas operacionais, o lucro líquido foi de R$ 154,2 milhões no 3T14, caindo 1,1% ante o 3T13 e 14,2% ante o 2T14.

    Outro ponto desfavorável é que com a alta do dólar, a companhia recuperou apenas R$ 14 milhões do saldo da conta regulatória (no qual se apuram as diferenças entre o custo real do gás e o reconhecido na tarifa), que fechou o trimestre com R$ 209 milhões a receber.

    O aumento das despesas operacionais reflete, sobretudo, maiores despesas com vendas e também com depreciação/amortização, em função da expansão da base de ativos da companhia, que segue com forte entrega operacional, com aumento das conexões nos segmentos residencial, comercial e maior conversão no GNV. Além disso, durante o 3T14 foram inauguradas as primeiras Lojas Comgás.

    Com exceção do segmento comercial e da termogeração, todos os demais apresentaram recuo na venda de gás (ver quadro abaixo). Refletindo a crise hídrica e em atendimento ao Programa Prioritário de Termeletricidade do Governo, o despacho de gás para as usinas termelétricas foi forte no 3T14. O destaque positivo foi a continuidade de crescimento do consumo comercial, refletindo a adição de 1.556 estabelecimentos nos últimos doze meses. Outro ponto é que, apesar do segmento automotivo ter seguido a trajetória de queda do consumo (dada a forte competição com outros combustíveis e o crescimento da frota flex para gasolina-etanol), com os esforços da companhia foi o terceiro trimestre consecutivo em que o número de instalações do Kit GNV cresceu em relação a 2013, com 873 conversões no 3T14, 37,9% acima do 3T13.

    O Capex no 3T14 foi de R$ 172 milhões, totalizando R$ 492 milhões nos 9M14, a maior parte destinada à expansão da rede, com 1.206 km adicionados no ano. Para suportar os investimentos a Comgás vem utilizando funding de longo prazo, possuindo em 30/09/2014 dívida financeira bruta de R$ 2,7 bilhões, representada em sua maior parte por financiamentos junto ao BNDES (49%) e ao European Bank Investment-EIB (24%), além de debêntures incentivadas (na modalidade infraestrutura), emitidas em out/2013 (21%). Contudo, com o avanço do Ebitda nos últimos doze meses, a alavancagem financeira recuou de 1,49 vezes para 1,22 vezes.

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  2. Com exceção dos segmentos industrial (o que mais vem sentido a desaceleração econômica no País) e automotivo (que perdeu mercado nos últimos anos), os demais segmentos de atuação da Comgás vêm apresentando crescimento da demanda, com destaque para o residencial. Este mercado deve seguir como foco estratégico dos investimentos da Comgás, por representar um baixo volume unitário de consumo de gás natural e margem atraente.

    Enquanto se prepara para a revisão tarifária quinquenal, que ocorrerá em maio/2014, a Comgás segue com os investimentos previstos no ciclo atual, que devem atingir R$ 3,2 bilhões, visando ampliar a extensão da rede e número de clientes atendidos. O Capex de 2013 deve superar o patamar de R$ 800 milhões, sendo 70% destinado aos projetos de expansão.

    Esses investimentos combinados aos últimos aumentos das tarifas autorizados pela Arsesp e o período de alta sazonalidade devem contribuir para um bom desempenho da companhia no 2S13. Os contrapontos são o fraco ritmo da atividade industrial e novas elevações da taxa de câmbio e da cotação do barril de petróleo, que elevam o custo do gás (60% importado da Bolívia) e transporte.

    Com a valorização da taxa de câmbio, a conta corrente regulatória passou a apresentar um saldo a recuperar (R$ 364 milhões em 30/06/2013) dos clientes, montante que poderá ter alguma compensação até o final do ano, caso seja disparado o gatilho criado pela Arsesp visando amenizar potenciais acúmulos excessivos no saldo dessa conta decorrente de flutuações de preços do mercado.

    Paralelamente, a Comgás, que desde o 2S12 passou a ser controlada pelo Grupo Cosan, traçou ações para buscar maior eficiência na expansão (tubulações multicamadas, novos sistema de banho, agilidade na conexão de clientes com o CET on line, nova estrutura de vendas, finanças e ouvidoria) e rentabilidade do negócio (saturar a rede de distribuição, recuperar o mercado de GNV, modelo indireto para expansão, desenvolver novas aplicações e venda de serviços, buscar alternativas de suprimento).

    A companhia está em negociações avançadas com a Petrobras para renovação do contrato de fornecimento de 5,2 milhões m3 de gás natural que vence em dez/13, podendo ter algum aumento no volume (até 6 milhões m3).

    Com a emissão de debêntures de infraestrutura em curso, operação que deve chegar a R$ 540 milhões, a Comgás alongará o perfil de sua dívida, ficando com uma estrutura de capital mais adequada ao seu negócio.

    As perspectivas de longo prazo seguem favoráveis à Comgás, tendo em vista que a demanda por gás natural possui elevado potencial de expansão diante da maior oferta futura com o desenvolvimento das reservas do pré-sal. Além disso, é crescente a preocupação com o meio ambiente, no que a utilização de gás natural para produção de energia destaca-se por ser menos agressiva em relação a outras fontes.

    Nos últimos doze meses a CGAS5 valorizou 32% e nossa projeção de longo prazo ainda indica upside para a ação, que, porém, pode ter alguma dificuldade para performar até que sejam definidas as margens da companhia na próxima revisão tarifária

    Pontos Positivos

    Fortes investimentos na expansão da rede de distribuição de gás canalizado na respectiva área de concessão;
    Foco no crescimento do mercado residencial, de pequenos volumes e margens atraentes;
    Histórico de elevado pay out.

    Pontos Negativos

    Concorrência com outros insumos principalmente no mercado automotivo;
    Fortes oscilações de preços do petróleo e do gás natural, além da volatilidade cambial, podem interferir nas margens da companhia;
    Desaceleração da atividade econômica afeta o consumo de gás, especialmente do segmento industrial

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  3. LPA com aumento excepcional de 2012 a 2013. Pena não ter com histórico mais longo. Se alguém tiver essas informações complemente aqui.

    Ano CGAS3 CGAS5
    LPA DPA P/L Payout LPA DPA P/L Payout
    2012 3,08 1,63 17,67 52,00% 3,08 1,78 19,01 57,00%
    2013 6,58 0,91 7,89 13,00% 23,80 1,01 2,42 4,00%

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  4. Resultado 1T14
    LL 128,4M +5,6% x1T13

    Destaques

     Aumento de 10% no total de clientes no comparativo com o 1T13;

     Adição de 418 comércios no trimestre, recorde histórico da Companhia;

     Crescimento de 5,9% no volume do segmento comercial; totalizando 27.322 mil/m³;

     Baixa atividade econômica e altas temperaturas impactaram os volumes dos mercados industrial e
    residencial respectivamente;

     Adição de 335 km de rede no trimestre, 12% acima do primeiro trimestre de 2013;

     EBITDA normalizado pela conta corrente regulatória de R$ 283 mm, 8% acima do mesmo período de 2013

     Companhia atinge antecipadamente as metas operacionais definidas pela ARSESP para o ciclo 2009 – 2014;

     Postergação do processo de revisão tarifária para maio de 2015;.

     Renovação do contrato de suprimento de gás firme até dezembro de 2019.

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  5. Resultado 4T13 e 2013
    LL R$ 173,5 M +33,3% x 4T12
    // LL R$ 618,9 M +67,1 x 2012

    DESTAQUES do 4º TRIMESTRE e 2013
    Investimento recorde no ano e crescimento de 10% no número de clientes em relação a 2012
    São Paulo, 25 de fevereiro de 2014, a Companhia de Gás de São Paulo – Comgás (Bovespa: CGAS3 e CGAS5, Reuters: CGAS3.SA e CGAS5.SA e Bloomberg: CGAS3:BZ e CGAS5:BZ), a maior companhia distribuidora de gás natural canalizado do Brasil, divulga seus resultados referentes ao quarto trimestre (4T13) e ao ano de 2013. As informações financeiras e operacionais a seguir são apresentadas em IFRS e comparadas ao quarto trimestre do ano de 2012 (4T12) e ao ano de 2012, conforme indicado.

    – Recorde de volume no ano, 5,4 bi m³, com crescimento de 43%, 13% e 7% nos segmentos termo, residencial e comercial respectivamente;
    – Investimento recorde no ano, R$ 852mm, um crescimento de 38% em relação a 2012;
    – Adição de 1.629 Km de rede de distribuição no ano, 27% a mais do que 2012 e recorde na construção da rede de aço com 160 km;
    – Mais de 13 milhões de homem/hora trabalhadas, com 1 incidente com afastamento;
    – Emissão de debentures no valor de R$ 540 milhões; a primeira distribuidora de gás a emitir debentures de infraestrutura;
    – EBITDA normalizado pela conta corrente regulatória de R$ 1.336 mm em 2013, 14% acima do ano de 2012;
    – Geração de caixa impactada pela alta do custo do gás, conta corrente regulatória líquido de apenas R$ 33 mm recuperado no ano;

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  6. LL= R$ 157,8M +21,7% x 3T12

    Destaques do 3º Trimestre de 2013
    Investimento de R$ 248mm foi recorde no trimestre, um crescimento
    de 57% em relação ao 3T12;
    15% de crescimento no volume do segmento residencial em relação
    ao 3T12;
    Atingimento da marca de 1.300.000 clientes;
    EBITDA normalizado pela conta corrente regulatória de R$ 349mm no
    3T13, 12% acima do mesmo período de 2012;
    Construção de 490 km de rede de distribuição no 3T13, 29% a mais
    do que no último trimestre, e recorde na construção da rede de aço
    com 63 km.

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  7. Resultados 4T12 e 2012
    Recorde de volume: o volume total do ano foi 5.259mm³, 8,8% acima de 2011;
     Recorde de investimentos: R$ 616 milhões em 2012, sendo R$ 189 milhões no 4T2012;
     Recorde de conexões residenciais: 115 mil novos domicílios conectados no ano;
     Recorde de extensão de rede: 1.282 km de rede assentados durante o ano;
     Recorde de receita: R$ 6.5bi de receita bruta e R$ 5.3bi de receita líquida no ano;
     Reajuste tarifário extraordinário: devido à volatilidade do dólar e consequente aumento do custo do gás,
    em 29/11 a ARSESP autorizou novas tarifas. Apesar do reajuste o saldo do conta corrente fechou o ano em R$
    381mm;
     Financiamento: em 2 de outubro foi assinado o contrato de longo prazo junto ao BNDES, no montante de
    R$ 1,1 bilhão;
     Aprovação pela ARSESP: transferência de 60,1% da participação da BG na Comgás para a Provence
    Participações S.A. (empresa controlada pela Cosan S.A. Indústria e Comércio);
     Incorporação: em dezembro a Provence Participações S.A. foi incorporada pela Comgás, resultando na
    contabilização do IR diferido no valor de R$ 844mm.

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  8. ITR – Informações Trimestrais – 30/06/2012

    DESEMPENHO ECONÔMICO FINANCEIRO

    Em relação ao desempenho financeiro da Companhia comparando-se ao resultado apurado no semestre de 2012 ao resultado do mesmo período do exercício anterior, destacam-se os seguintes fatos:

    O volume total apresentou acréscimo de 4,77% na comparação semestral (2012 vs. 2011) causados pelos segmentos Residencial, Comercial, Termogeração e Cogeração, destacando-se os segmentos residencial com crescimento de 12,63% e o termogeração. Na comparação entre os trimestres, o acréscimo foi de 10,19%.

    O segmento residencial recebe atenção especial da empresa pelo potencial de novos consumidores que concentra, reforçando o uso do gás natural como uma alternativa energética viável e ambientalmente correta.

    A Receita Bruta atingiu R$ 2.973.834 no primeiro semestre de 2012, acréscimo de 23,18% frente ao mesmo período do ano anterior, R$ 2.414.243. No desempenho trimestral, o acréscimo foi de 24,97%, passando de R$ 1.262.037 no segundo trimestre de 2011 para R$ 1.577.182 no mesmo período de 2012.

    A receita de venda de gás atingiu R$ 2.771.184 no primeiro semestre de 2012, acréscimo de 22,83% frente ao mesmo período do ano anterior, R$ 2.256.181, explicado principalmente por repasses de custos de gás nas tarifas de vendas ( alterações nas tarifas conforme portarias ARSESP nº 234, 283 e 340). Na comparação entre trimestres, o acréscimo foi de 24,06%, passando de R$ 1.178.950 no segundo trimestre de 2011 para R$ 1.462.563 em 2012.

    A Receita Líquida de Bens e Serviços atingiu o montante de R$ 2.398.878, representando um acréscimo de 23,86% em relação ao mesmo período do ano anterior ( R$ 1.936.814). Na comparação entre trimestres, o acréscimo foi de 26,40%, passando de R$ 1.011.469 no segundo trimestre de 2011 para R$ 1.278.522 em 2012.

    O custo total de bens e serviços vendidos, que atualmente é composto pelo custo da matéria-prima (commodity), transporte e da construção (ICPC 01), totalizou R$ 1.808.606 no primeiro semestre de 2012, uma variação de 34,07% em comparação com o primeiro semestre de 2011. Já no segundo trimestre, o montante foi de R$ 1.007.191, acréscimo de 42,85% em relação ao mesmo trimestre de 2011.
    Excluindo-se o Custo da Construção (no valor de R$ 189.266 resultante da adoção do ICPC 01 – Contratos de Concessão) o mesmo totalizou a quantia de R$ 1.619.340 no semestre, uma variação de 34,58% em comparação com o primeiro semestre do ano anterior. Já no segundo trimestre, excluindo o efeito do ICPC 01, o Custo de Bens e Serviços totalizou R$ 899.317, um acréscimo de 43,15% em relação ao mesmo trimestre de 2011. Este aumento é explicado principalmente pelo aumento no custo efetivo do gás, decorrentes dos contratos de fornecimento de gás precificados em dólar.

    A Companhia obteve resultado bruto de R$ 590.272 no primeiro semestre de 2012, um acréscimo de 0,42% ante os R$ 587.823 registrados no primeiro semestre de 2011. No segundo trimestre de 2012, o resultado bruto foi de R$ 271.331, contra R$ 306.403 no mesmo período do ano anterior, uma redução de 11,45%.

    As despesas com vendas, gerais e administrativas (VG&A), incluindo depreciações e amortizações, totalizaram R$ 342.064 até junho, contra R$ 290.663 no primeiro semestre de 2011, um aumento de 17,68%, enquanto que no segundo trimestre deste ano, o VG&A foi de R$ 174.727, crescendo 21,27% em relação ao mesmo período de 2011.

    Em linha com o crescimento nos investimentos da Comgás, as depreciações e amortizações somaram R$ 139.277 até junho de 2012, um aumento de 19,76% em relação ao primeiro semestre do ano anterior (R$ 116.298). Na comparação entre trimestres, houve um aumento de 22,80%, passando de R$ 58.756 no segundo trimestre de 2011 para R$ 72.153 no segundo trimestre de 2012.

    As despesas com materiais / serviços / outras totalizaram R$ 112.928 no primeiro semestre de 2012, um aumento de 13,46% em relação ao mesmo período do ano anterior (R$ 99.535). Na comparação entre os trimestres, tivemos um acréscimo de 24,71%, passando de R$ 47.368 no segundo trimestre de 2011 para R$ 59.075 até junho 2012. Os gastos nos serviços de manutenção e as provisões de impairment de contas a receber na companhia foram às causas principais dessas
    variações.

    As despesas com pessoal totalizaram R$ 84.146 no primeiro semestre de 2012, um aumento de 13,57% em relação ao mesmo período do ano anterior (R$ 74.092). No segundo trimestre de 2012, as despesas totalizaram R$ 42.302, contra R$ 37.835 no mesmo período do ano anterior, um acréscimo de 11,81%, fato este decorrente de reajuste salarial.

    O LAJIDA (Lucros antes dos juros, impostos, despesas financeiras, depreciações e amortizações) atingiu R$387.485 no primeiro semestre de 2012, uma redução de 6,28% em relação ao primeiro semestre de 2011. Na comparação entre trimestres, houve variação negativa de 23,67%, passando de R$ 221.080 no segundo trimestre de 2011 para R$ 168.757 no segundo trimestre de 2012. Estas variações são explicadas principalmente pelo aumento no custo do gás.

    As receitas e despesas financeiras líquidas atingiram o montante de R$ 87.381 no primeiro semestre de 2012, contra R$ 74.552 no mesmo período de 2011, apresentando um aumento de 17,21%. Na comparação entre os trimestres, houve um aumento de 11,10% , passando de R$ 42.875 no segundo trimestre de 2011, para R$ 47.632 no mesmo período de 2012. Tais variações podem ser explicadas principalmente pelo aumento no nível de endividamento.

    O resultado financeiro líquido fechou o primeiro semestre em R$ 110.286, 31,32% inferior ao primeiro semestre de 2011.
    No segundo trimestre de 2012, o resultado totalizou R$ 36.733, variação negativa 60,22% em relação ao resultado do mesmo período do ano anterior (R$ 92.344), variação em decorrência dos efeitos descritos anteriormente.

    Ao longo do segundo trimestre deste ano a COMGÁS registrou no ativo (passivo) regulatório o montante de R$ 155.369, enquanto que no mesmo período de 2011 registrou o valor de R$ 70.201. Na comparação entre os semestres, a companhia registrou o montante de R$ 209.285 no primeiro semestre de 2012 e R$ 102.351 no segundo semestre de 2011, valores estes que referem-se as diferenças entre o componente de custo do gás incluídos nas tarifas cobradas aos clientes e o custo real de gás incorrido. Ao final de junho de 2012, o saldo a receber dos clientes é de R$ 359.651, que não é reportado nessas demonstrações financeiras

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