WEGE – WEG S.A.

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Bovespa: WEGE3, OTC: WEGZY

Um dos maiores fabricantes mundiais de equipamentos eletro-eletrônicos, atuando principalmente em bens de capital em cinco linhas principais: Motores, Energia, Transmissão & Distribuição, Automação e Tintas.

RI:  http://www.weg.net/ri/contato/

Site:  www.weg.net/ri

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53 comentários sobre “WEGE – WEG S.A.

  1. WEG: queda de 8,7% no lucro do 1T17

    No primeiro trimestre de 2017 o mercado brasileiro continuou com a tendência de normalização gradual do ambiente de negócios, depois de um período muito difícil. No mercado externo, as principais tendências continuaram as mesmas, com um mundo crescendo lentamente e com poucos investimentos de expansão de capacidade. Neste ambiente, a receita líquida consolidada da Weg no 1T17 teve queda de 12% diante da contabilizada no 1T16, mas a margem bruta e a margem Ebitda foram melhoradas diante da redução dos custos e despesas. De qualquer forma, o menor resultado financeiro líquido provocou uma redução de 8,7% do lucro atribuído aos sócios da empresa controladora, de R$ 282,4 milhões no 1T16 para R$ 257,7 milhões no 1T17.

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  2. WEG apura lucro de R$ 1,118 bilhão em 2016

    A Weg dedicou esforços para a preservação da competitividade de longo prazo, buscando proteger as margens e os retornos. O esforço significou realizar importantes ajustes operacionais e de capacidade produtiva. Com receita líquida consolidada caindo 4% em 2016, a companhia apurou lucro de R$ 1,118 bilhão em linha com os R$ 1.156 bilhão de 2015.

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  3. WEG tem queda de 3,2% no lucro do 3T16

    A Weg apresentou lucro líquido de R$ 257 milhões, 3,2% abaixo do 3T15. A receita líquida atingiu R$ 2,238 bilhões, queda de 12,1% na mesma base de comparação, e foi menor em ambos os mercados, interno e externo. O operacional deixou a desejar e o Ebitda registrou R$ 338 milhões, 14,4% menor em relação ao 3T15. Já o resultado financeiro apresentou melhora e foi positivo em R$ 65,9 milhões (ante prejuízo de R$ 28,7 milhões no 3T15).

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    • No 3T16 a Weg registrou lucro líquido de R$ 257 milhões, 3,2% menor na comparação com o 3T15.

      Os fatores que determinaram o fraco resultado foram o recuo de 12,1% no faturamento, explicado pela queda da demanda no mercado interno e queda do preço médio dos produtos comercializados, e o decréscimo de 0,8 p.p. na margem bruta, explicado pelo impacto negativo da valorização do real frente o dólar sobre a rentabilidade das exportações e pelo pior mix de produtos comercializados.

      Tais fatores foram determinantes para que a Weg registrasse no 3T16 geração de caixa expressa pelo EBITDA de R$ 339 milhões, 13,3% menor do que no 3T15, porém dentro de nossas estimativas de R$ 342 milhões.

      Por outro lado, o resultado financeiro apresentou melhora, registrando receita financeira líquida de R$ 66 milhões ante despesa financeira líquida de R$ 29 milhões no 3T15. O melhor resultado financeiro é explicado pelo aumento dos ganhos com hedges cambiais e pelo impacto positivo dos juros sobre as aplicações financeiras.

      Em 30/09/2016 as disponibilidades somavam R$ 3,407 bilhões, diante de uma dívida bruta de R$ 5,058 bilhões (sendo 35% em moeda estrangeira e 65% em moeda nacional), perfazendo dívida líquida de R$ 1,163 bilhão, bastante maior comparativamente com a dívida líquida de R$ 358 milhões em 31/12/15.

      Os investimentos em ativos fixos para expansão e modernização da capacidade produtiva somaram R$ 44 milhões no 3T16, sendo 75% destinado aos parques industriais e demais instalações no Brasil e o restante às unidades produtivas e subsidiárias no exterior. O programa de investimentos da Weg para 2016 prevê investimentos de R$ 360 milhões, dos quais R$ 244 milhões foram investidos nos 9M16.

      Ainda em relação aos investimentos ressaltamos que, ontem (26/Nov), no mesmo dia da divulgação do resultado no 3T16, a Weg informou que assinou acordo de compra e venda para adquirir o negócio de turbinas eólicas utility scale da Northern Power Sytems (NPS). A NPS projeta, desenvolve e fabrica aerogeradores e é pioneira e uma das líderes tecnológicas em aerogeradores permanentes e sem caixa multiplicadora de velocidade, em Barre, Vermont, EUA. Pelo acordo, a Weg se torna a única proprietária da carteira de patentes, ativos, know-how e materiais afins, incluindo todos os desenhos, projetos, especificações e softwares utilizados em conexão com o projeto e manutenção de aerogeradores com mais de 1,5 megawatts de capacidade nominal (utility-scale).

      O valor acordado não foi informado, porém, conforme apuramos em contato com a empresa, o montante que será pago pela Weg para adquirir o negócio não é relevante, sendo menor do que 15% do que o que a empresa detém em caixa e aplicações financeiras. Julgamos que a decisão de adquirir este negócio foi acertada, visto que complementa sua linha de produtos nos EUA, viabilizando explorar melhor um segmento de mercado que está em franca expansão.

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  4. Weg (WEGE3): A cia divulgou nesta quarta-feira queda de 2,2% no lucro líquido do 2T16 sobre o mesmo período do ano passado, para cerca de R$255 milhões. A geração de caixa medida pelo Ebitda recuou 7,4%, para R$326 milhões. “As expectativas para a economia brasileira ainda não são claras, mas parece que estamos passando pelo ponto de inflexão”, afirmou o presidente-executivo da cia.,

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  5. Resultado comentado 1T16

    LL +282MM + 14,9%x1T15

    Apesar do cenário econômico bastante adverso no Brasil, no 1T16 a WEG apresentou bom desempenho comercial, com o faturamento líquido atingindo R$ 2,416 bilhões, 13,4% maior comparativamente com o 1T15, ficando dentro de nossa estimativa de R$ 2,496 bilhões. A boa evolução comercial é explicada pelo melhor mix de produtos comercializados, com destaque para as vendas de geradores elétricos, que têm elevado valor agregado e da melhora na demanda internacional.

    Se por um lado, no mercado interno a receita líquida somou R$ 995 milhões (41% do total), mostrando decréscimo de 3,2% sobre o 1T15, por outro, no mercado externo a receita líquida alcançou no 1T16 R$ 1,421 bilhão (59% do total), com crescimento de 28,9% sobre igual período de 2015.

    Com o custo dos produtos vendidos crescendo 16,9% (mais do que o crescimento da receita líquida) e somando R$ 1,744 bilhão no 1T16, a margem bruta atingiu 27,8%, com retração de 2,1 p.p. comparativamente com o 1T15.

    As despesas de vendas, gerais e administrativas como participação sobre a receita líquida aumentaram 0,2 p.p., refletindo o maior gasto com marketing para fazer face ao aumento da concorrência e também para o lançamento de produtos.

    Desta forma, concluímos que o aumento dos custos e despesas foram determinantes para que a Weg registrasse no 1T16 geração de caixa expressa pelo EBITDA de R$ 342 milhões, 1,8% menor ante o 1T15 e apenas 1,4% menor comparativamente com nossa estimativa de R$ 347 milhões.

    Por outro lado, o resultado financeiro mostrou relevante melhora, registrando receita financeira líquida de R$ 61 milhões, 45,3% maior comparativamente com o 1T15. O melhor resultado financeiro é explicado pelas menores perdas com hedges cambiais, ficando acima de nossas estimativas.

    Em 31/03/2016 as disponibilidades somavam R$ 4,007 bilhões, diante de uma dívida bruta de R$ 4,707 bilhões (sendo 32% em moeda estrangeira e 68% em moeda nacional), perfazendo dívida líquida de R$ 700 milhões, bastante maior comparativamente com a dívida líquida de R$ 358 milhões em 31/12/15.

    O melhor resultado financeiro mais do que compensou a fraca performance operacional, tendo sido determinante para que a Weg registrasse no 1T16 lucro líquido de R$ 282 milhões, 11,0% maior ante o 1T15, ficando acima de nossa estimativa.

    Os investimentos em ativos fixos para expansão e modernização da capacidade produtiva somaram R$ 113 milhões no 1T16, sendo 75% destinado aos parques industriais e demais instalações no Brasil e o restante às unidades produtivas e subsidiárias no exterior. O programa de investimentos da WEG para 2016 prevê investimentos de R$ 470 milhões. A empresa mencionou que, tal e qual ocorreu em 2015, segue analisando com cuidado a evolução das condições de mercado, principalmente no mercado brasileiro, e poderá efetuar ajustes pontuais nos dispêndios nas unidades produtivas para evitar a expansão da capacidade produtiva acima da demanda efetiva.

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