PCAR – CIA BRASILEIRA DE DISTRIBUICAO

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BM&FBovespa  (ON:PCAR3  /  PN:PCAR4)

O Grupo Pão de Açúcar é o líder no segmento varejista do Brasil. Com vendas totais de R$ 52,681 bilhões em 2011, a rede fechou o ano presente em 19 estados e no Distrito Federal, com 1.571 lojas, mais de 2,8 milhões de metros quadrados de área de vendas, cerca de 160 mil colaboradores e 51 centros de distribuição. Sua atuação é sustentada por uma estrutura multiformato, que permite atender às necessidades de consumidores de diferentes regiões e classes socioeconômicas com um equilíbrio entre supermercados (Pão de Açúcar e Extra Supermercado), hipermercados (Extra Hiper), lojas de produtos eletrônicos/eletrodomésticos (Ponto Frio e Casas Bahia), lojas de proximidade (Minimercado Extra), atacado de autosserviço (Assaí), postos de combustíveis, drogarias e operações de comércio eletrônico (Extra.com.br, PontoFrio.com, CasasBahia.com.br).

A mudança no posicionamento do GPA, que deixa de ser uma empresa multiformato para se consolidar como um grupo multinegócio, foi decisiva também para a definição da estratégia de atuação do Grupo em busca da liderança absoluta no mercado brasileiro de varejo.

Parte significativa do valor do Grupo Pão de Açúcar está expressa em atributos intangíveis que, apesar de não mensuráveis, são percebidos pelos diversos públicos estratégicos como importantes diferenciais competitivos, que contribuem para o alcance das metas estratégicas da Companhia.

RI: gpa.ri@grupopaodeacucar.com.br

Site: http://www.gpari.com.br/grupopaodeacucar

Os comentários estão distribuídos da seguinte forma: GPA Alimentar, composto por supermercados (Pão de Açúcar, Extra Supermercado e PA Delivery), hipermercados (Extra Hiper), lojas de proximidade (Minimercado Extra), atacado de autosserviço (Assaí), GPA Malls & Properties, postos de combustíveis e drogarias;

GPA Consolidado, composto por GPA Alimentar e Viavarejo (lojas físicas Casas Bahia e Ponto Frio e comércio eletrônico da Nova Pontocom: Extra.com.br, PontoFrio.com.br e Casasbahia.com.br).

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37 comentários sobre “PCAR – CIA BRASILEIRA DE DISTRIBUICAO

  1. Pão de Açúcar divulga prejuízo no 3T16

    O Pão de Açúcar registrou no 3T16 prejuízo líquido de R$ 189 milhões, 58% superior ao prejuízo de R$ 120 milhões apurado no 3T15. O cenário conjuntural adverso que forçou maior número de promoções e descontos; a relevante retração das vendas de bens duráveis; o aumento das despesas com marketing e a fraca performance do e-commerce, foram determinantes para a expansão do prejuízo.

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  2. Pão de Açúcar (PCAR4) / Via Varejo (VVAR11): A Via Varejo e a CNova, empresa de comércio eletrônico, ambas controladas pelo grupo francês Casino, anunciaram ontem (8) acordo para a combinação de seus negócios no Brasil. Em maio, as duas empresas já tinham divulgado intenção de unir suas operações com objetivo de simplificar estrutura de governança e relações comerciais entre elas, além de ganhos de sinergia, meses após as descoberta de fraudes detectadas na CNova. Segundo a Via Varejo, essa união vai gerar sinergias recorrentes de R$ 245 milhões por ano a partir de 2017. Além disso, há expectativa de geração de economias de R$ 325 milhões até o fim deste ano. Com a união, a Via Varejo quer se tornar a maior de varejo em multicanais do Brasil, operando lojas físicas e online, com receita entre R$ 26 bilhões a R$ 28 bilhões por ano. A estrutura da transação pela qual a Via Varejo incorporará a operação da CNova no Brasil será por trocas de ações, além de um desembolso de R$ 16 milhões em dinheiro pela Via Varejo.

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  3. Pão de Açúcar (PCAR4): A CNova anunciou a conclusão das investigações da sua subsidiária brasileira, a CNova Brasil, sobre irregularidades cometidas por funcionários na gestão de estoques. E esta investigação levou a revisões nos balanços de 2015 tanto do Grupo Pão de Açúcar, que controla a CNova, quanto na Via Varejo, que tem participação indireta na companhia. O Grupo Pão de Açúcar concluiu que as perdas apuradas pela investigação na CNova resultaram em um impacto negativo de R$ 512 milhões no lucro líquido da empresa no ano de 2015. Além disso, o GPA apurou uma perda de R$ 304 milhões em seu patrimônio líquido acumulado. Estes números já tiveram parecer favorável do Comitê de Auditoria, e o Conselho de Administração vai deliberar sobre o tema. Assim, o GPA deverá reapresentar e republicar as demonstrações financeiras do ano passado, incluindo os comparativos com os balanços de 2013 e 2014, refletindo os ajustes. A companhia vai reapresentar também o balanço do primeiro trimestre de 2016.

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  4. Em relação ao Pão de Açúcar, a atenção está voltada para os resultados das vendas do segundo trimestre da Casino. O grupo francês destacou o crescimento das vendas na América Latina, no qual a alta foi de 7,1% nos supermercados abertos há mais de um ano. Quando são incluídas todas as lojas e leva-se em conta a variação cambial, no entanto, as vendas totais na região caíram 11,1% e ajudaram na contração das vendas globais do grupo no trimestre. Segundo o relatório, as vendas nos supermercados da América Latina somaram 3,498 bilhões de euros no segundo trimestre.

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  5. Pão de Açúcar (PCAR4): A Cnova, braço de comércio eletrônico do varejista francês Casino e que no Brasil reúne sites de redes como Casas Bahia, Ponto Frio e Extra, registrou queda de 19,2% nas vendas líquidas do 2T16, para 665,3 milhões euros, ante o mesmo período do ano passado. No Brasil, as vendas líquidas recuaram 41% de abril a junho, para 272,5 milhões de euros, na comparação anual. Em reais, o recuo das vendas na operação brasileira foi de 31,5% no período, para R$ 1,08 bilhão. A companhia informou que o resultado geral foi afetado pela operação brasileira, que por sua vez sofreu com a depreciação do real e com mudanças no ICMS.

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  6. Pão de Açúcar (PCAR4): A Cnova, braço de comércio eletrônico do grupo francês Casino, que reúne sites de redes como Casas Bahia e Ponto Frio, elevou sua estimativa para o impacto total em seus resultados da constatação de fraudes na gestão de estoques da empresa no Brasil. A empresa revisou a estimativa de impacto no Ebit (lucro antes de juros e impostos), que saiu de R$ 177 milhões para R$ 219 milhões. Em nota, a Cnova informou que o aumento na estimativa de perda ocorreu por conta de um erro não intencional nos relatórios sobre itens devolvidos e sobre custos de transporte. Segundo a Cnova, a estimativa atual é fruto da continuidade das investigações internas sobre as fraudes identificadas e anunciadas pela primeira vez em dezembro do ano passado.

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    • Pão de Açúcar (PCAR4): O prejuízo líquido de R$ 8 milhões apurado pela unidade de varejo de alimentos do GPA no 1T16 é um resultado pior do que o esperado pelo mercado. A média das estimativas de seis instituições financeiras consultadas pela Agencia Estado (BTG Pactual, Credit Suisse, Deutsche Bank, Itaú BBA, Safra e Votorantim) indicava lucro para o período. Os analistas esperavam lucro líquido após participação de acionistas não controladores de R$ 39,6 milhões na unidade da companhia que inclui as bandeiras Pão de Açúcar, Extra e Assaí. O Ebitda ajustado do braço de alimentos da companhia também veio pior do que o esperado. A empresa reportou Ebitda ajustado de R$ 409 milhões, montante 10% mais baixo que o valor de R$ 456 milhões previsto pela média das projeções.

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  7. Grupo Pão de Açúcar – Resultado 3T15

    O Grupo Pão de Açúcar divulgou prejuízo líquido no 3T15 de R$ 122,0 milhões, ante lucro líquido de R$ 391,0 milhões no 3T14. No 9M15, o lucro líquido foi de R$ 101,0 milhões, ante lucro de R$ 1,09 bilhão no 9M14 (-90,7%). Uma das causas apontadas é o resultado ruim da Via Varejo, que vem sendo impactado negativamente pela retração no consumo de bens duráveis.

    A receita líquida foi de R$ 16,1 bilhões no 3T15, ante R$ 15,6 bilhões no mesmo período do ano anterior (+2,6%). No acumulado do ano, a receita líquida foi de R$ 49,4 bilhões, ante R$ 45,8 bilhões no 9M14 (+7,7%).

    O Ebitda no trimestre encerrado em setembro foi de R$ 445,0 milhões, ante R$ 1,2 bilhão no 3T14 (-61,9%). No 9M15, o Ebitda foi de R$ 2,1 bilhões, ante R$ 3,3 bilhões no 9M14 (-37,8%)

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  8. P.ACUCAR-CBD anuncia resultado 2T15

    O P.ACUCAR-CBD apresentou prejuízo líquido consolidado de R$ 30 milhões no 2T15 (frente ao lucro líquido de R$ 358 milhões no 2T14). A receita líquida consolidada atingiu R$ 16.108 milhões no 2T15 (+6,0% em relação ao 2T14). No primeiro semestre a empresa acumulou lucro líquido de R$ 222 milhões (-68,1% vs. 1S14) e receita líquida de R$ 33.344 milhões (+10,4% vs. 1S14).

    O Ebitda consolidado da companhia atingiu R$ 665 milhões no 2T15, 39% inferior ao apurado nos mesmos meses de 2014. Em seis meses, o Ebitda caiu 24,6%, para R$ 1,613 bilhão. Já o Ebitda ajustado chegou a R$ 749 milhões no segundo trimestre do ano, retração de 35,1% na comparação anual.

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  9. Pão de Açúcar resultado 1T15

    O Pão de Açúcar apresentou lucro líquido de R$ 252 milhões, baixa de 25,6% na comparação anual. A receita líquida consolidada subiu 14,8%, para R$ 17,2 bilhões.

    O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado foi de R$ 949 milhões, queda de 9,6% na mesma base de comparação. O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 281 milhões, queda de 17% ano contra ano.

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    • O Pão de Açúcar encerrou março de 2015 com 2.159 lojas, equivalentes a 4.649 mil m² de área de vendas, significando acréscimos de 7,5% e de 3,9%, respectivamente, comparativamente a março de 2014.

      O faturamento líquido consolidado do Pão de Açúcar no 1T15 foi 14,8% superior ao do 1T15, totalizando R$ 17,237 bilhões, dentro de nossas estimativas de R$ 17,072 bilhões, sendo 54% proveniente das atividades no varejo alimentar (supermercados, hipermercados e atacado) e os 46% restantes provenientes dos negócios de varejo de bens duráveis e e-commerce (Via Varejo + Nova Pontocom). A favorável evolução comercial, mesmo diante do cenário macroeconômico ainda desafiador, reflete os seguintes aspectos: a maior participação do varejo de bens duráveis, o repasse da inflação e as melhores negociações de preços com os fornecedores.

      Entretanto, a margem bruta do Pão de Açúcar apresentou decréscimo de 1,0 p.p. no 1T15, explicado pela maior concorrência, que forçou maior número de promoções e descontos, e pelo pior mix de produtos comercializados. Quanto às despesas da atividade, como participação da receita líquida, apresentaram acréscimo de 0,6 p.p. ante o 1T14, refletindo o aumento das despesas com folha de pagamento e o incremento nos gastos com marketing.

      A pressão na margem bruta aliada com o aumento nas despesas foram determinantes para que o Pão de Açúcar registrasse no 1T15 geração de caixa expressa pelo EBITDA de R$ 950 bilhão, significando recuo de 9,4%.

      Por outro lado, no resultado financeiro a companhia registrou melhora, ao contabilizar despesa líquida de R$ 281 milhões, 17,1% menor ante o 1T14. O melhor resultado financeiro refletiu o aumento dos juros sobre as aplicações financeiras e a redução no desconto com recebíveis.

      Em 31/03/2015 a dívida líquida da Companhia se situou em R$ 4,244 bilhões, sendo 57% em moeda nacional e 43% em moeda estrangeira. Deste total, 46% alocado no curto prazo e 54% no longo prazo.

      No conjunto dos aspectos comentados, concluímos que o arrefecimento na geração de caixa foi determinante para que a Companhia registrasse no 1T15 lucro líquido de R$ 192 milhões, significando recuo de 21,3%, ficando pouco abaixo de nossas estimativas.

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  10. Pão de Açúcar desempenho das vendas no 1T15

    O Pão de Açúcar informou que sua receita líquida consolidada totalizou R$ 17,2 bilhões no 1T15, crescimento de 14,8%, como resultado da inauguração de 211 novas lojas nos últimos 12 meses e crescimento das vendas mesmas lojas de 4,0%. Sem o efeito da consolidação da Cdiscount, a receita líquida teria crescido 5,9% no período.

    No segmento alimentar (Multivarejo + Assai), as vendas líquidas apresentaram evolução de 8,0% e no segmento não alimentar (Via Varejo + Cnova), evoluíram 23,5% (3,6% sem Cdiscount), refletindo maior cautela do consumo devido ao ambiente macroeconômico.

    As vendas mesmas lojas avançaram 4,0%, com destaque para Cnova (19,5%) e segmento Alimentar (3,7% vs. 1,0% no 4T14), que tem acelerado o ritmo de crescimento impulsionado pelo Assai e melhora sequencial da bandeira Extra.

    Ainda de acordo com a empresa, o trimestre foi marcado pela abertura de 20 lojas, das quais 14 lojas inauguradas por Multivarejo, 3 lojas Assai e 3 pela Via Varejo.

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