BBDC – BCO BRADESCO S.A.

BBDC

BM&FBovespa (BBDC3-ON e BBDC4-PN) e na NYSE (BBD-ADR PN e BBDO-ADRON).

Somos um dos maiores bancos do setor privado (não controlado pelo Governo) no Brasil, em termos de total de ativos. Oferecemos uma ampla gama de produtos e serviços bancários e financeiros no Brasil e no exterior para pessoas físicas, pequenas e médias empresas no Brasil, e importantes sociedades e instituições nacionais e internacionais. Possuímos a mais ampla rede de agências e serviços do setor privado no Brasil, o que nos permite abranger uma base de clientes diversificada. Nossos serviços e produtos compreendem operações bancárias, tais como: operações de crédito e captação de depósitos, emissão de cartões de crédito, consórcio, seguros, arrendamento mercantil, cobrança e processamento de pagamentos, planos de previdência complementar, gestão de ativos e serviços de intermediação e corretagem de valores mobiliários.

O Grupo Bradesco Seguros é líder do mercado nacional de seguros com atuação multilinha e presença em todas as regiões do país.

RI:  4000.diretoria@bradesco.com.br

Site:  http://www.bradescori.com.br

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103 comentários sobre “BBDC – BCO BRADESCO S.A.

  1. Bradesco tem lucro de R$ 4,462 bilhões no 3T16

    Fechou o 3T16 com lucro líquido ajustado de R$ 4,462 bilhões no 3T16, o primeiro em que consolidou as operações do HSBC em seu balanço. Isto representa queda de 1,6% em relação ao 3T15. Se excluído da conta o efeito do HSBC, o recuo foi de 4,8%. A despesa com PDD atingiu R$ 5,742 bilhões, com avanço de 49,1% em relação ao 3T15 e de 14,3% na comparação com o 2T16. No entanto, houve o impacto significativo da consolidação do HSBC, que adicionou R$ 1,189 bilhão aos gastos do Bradesco com PDD. Sem isso, o aumento teria sido de 18,2%, na comparação com o 3T15. A carteira de crédito expandida perfez R$ 521,8 bilhões, incluindo os ativos vindos do HSBC Brasil. Desconsiderados os efeitos da consolidação do banco adquirido, o portfólio teria ficado em R$ 442 bilhões, com redução de 1,2% em relação a junho e de 6,8% ante setembro do ano passado. Sem considerar o HSBC, a carteira de pessoa jurídica teve retração em doze meses findos em setembro de 2016 de 10,8%, refletindo, principalmente, a queda no segmento de micro, pequenas e médias empresas (17,1%). O índice de inadimplência, considerando atraso acima de 90 dias foi de 5,35%, ante 4,64% em junho e 3,8% em setembro de 2015. O indicador teria ficado em 5,22% se não houvesse a consolidação do HSBC. Nas grandes empresas, o índice subiu para 2,03% em setembro, ante 0,79% em junho e 0,8% em setembro de 2015. Nesse caso, pesou o reconhecimento dos atrasos de um cliente específico, cogitando-se ser a Sete Brasil.

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  2. Bradesco (BBDC4): O banco estuda se vale a pena desembolsar ao menos R$ 1,2 bilhão para reassumir o balcão do banco Postal, que já comandou por uma década, apurou o Estado. O negócio, avaliam fontes, tem a cara da instituição e, além disso, não estaria enquadrado na restrição do Cade. Explica-se: por levar o HSBC, o Bradesco ficou impedido de fazer aquisições por 30 meses. Por outro lado, depois que perdeu a parceria com os Correios para o Banco do Brasil, em 2011, o Bradesco abriu mais de mil agências para compensar a falta do Postal. Já os Correios, que operam no vermelho, estão em busca de um novo partido, após o fim do casamento com o BB.

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  3. Bradesco (BBDC4): O banco informou que teve lucro líquido contábil de R$4,134 bilhões entre abril e junho, queda de 7,6% sobre igual período do ano passado, apresentando mesma performance em termos ajustados. O banco informou ainda que cortou previsões para este ano. A perspectiva de expansão da carteira de crédito foi reduzida para um intervalo de queda de 4% a estabilidade sobre 2015 ante estimativa anterior de crescimento de 1 a 5%. O Bradesco também ampliou a projeção de despesas para perdas com inadimplência de clientes. A projeção anterior de R$16,5 bilhões a R$18,5 bilhões foi elevada para entre R$18 bilhões e R$20 bilhões. No primeiro semestre apenas, a conta somou R$10,472 bilhões. Segundo o banco, o crescimento na provisão no semestre ocorreu em boa parte pelo “efeito do alinhamento do nível de provisionamento de determinadas operações com clientes corporativos, com destaque a um caso específico”. O Bradesco não identificou o caso específico no balanço, mas entre os pedidos de recuperação judicial do primeiro semestre estão a empresa de sondas de exploração de petróleo Sete Brasil, fornecedora da Petrobras, e o grupo de telecomunicações Oi.

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  4. Prezado (a) Senhor (a),

    O Banco Bradesco S.A. (“Bradesco“) comunica ao mercado, aos seus acionistas, clientes e funcionários que, de acordo com o informado nos Fatos Relevantes de 3.8.2015 e 8.6.2016, a aquisição de 100% do capital social do HSBC Bank Brasil S.A. – Banco Múltiplo e HSBC Serviços e Participações Ltda. (em conjunto “HSBC Brasil“) foi concluída nesta data.

    O montante pago pelo Bradesco foi de R$16,0 bilhões. Esse valor está sujeito a ajuste pós-fechamento com base no balanço do HSBC Brasil a ser levantado em 1º.7.2016 (base IFRS).

    Os clientes do HSBC Brasil continuarão a ser atendidos em suas agências de maneira habitual e passarão a contar com produtos, serviços e comodidades oferecidos pelo Bradesco, a partir da data da integração tecnológica do HSBC Brasil no Bradesco, que será oportunamente divulgada ao mercado.

    A seguir, quadro demonstrativo dos principais números das duas instituições:

            Em R$ Bilhões
    Principais números do Bradesco e HSBC Bradesco
    (março/2016)
    HSBC
    (dezembro/2015)
    Total % Evolução
    Ativo Total 1.101,8 175,0
    1.276,8
    15,9%
    Depósitos Totais 189,2 56,2
    245,4
    29,7% 
    Carteira de Crédito 463,2 71,3
    534,5
    15,4%
    Recursos Captados e
    Administrados
    1.589,3 240,3
    1.829,6
    15,1%
    Patrimônio Líquido 93,3 10,4
       
    Correntistas (em milhões) 25,6
    5,0
    30,6
    19,5%
     Agências 4.509
    851   5.360 18,9% 
    Postos de Atendimento 3.535 448
    3.983
    12,7%

    Essa aquisição é a maior já realizada pelo Bradesco, o que consolida sua posição de destaque no cenário financeiro nacional e reafirma a confiança da Organização na economia brasileira.

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  5. Fato Relevante

    Prezado (a) Senhor (a),

    A Diretoria do Banco Bradesco S.A. decidiu, nesta data, submeter ao Conselho de Administração, que deliberará em reunião a ser realizada em 22.6.2016, proposta para pagamento de juros sobre o capital próprio intermediários relativos ao primeiro semestre de 2016, no valor total de R$1.002.000.000,00, sendo R$0,172525087 por ação ordinária e R$0,189777596 por ação preferencial.

    Se aprovada a proposta:

    a) serão beneficiados os acionistas que estiverem inscritos nos registros da Sociedade em 22.6.2016 (data da declaração), passando as ações a ser negociadas “ex-direito” aos dividendos a partir de 23.6.2016; e

    b) o pagamento ocorrerá em 18.7.2016 pelo valor líquido de R$0,146646324 por ação ordinária e R$0,161310957 por ação preferencial, já deduzido o Imposto de Renda na fonte de 15% (quinze por cento), exceto para os acionistas pessoas jurídicas que estejam dispensados da referida tributação, que receberão pelo valor declarado.

    Os juros intermediários, líquidos de Imposto de Renda na fonte a serem aprovados representam, aproximadamente, 10 vezes o valor dos juros sobre o capital próprio mensalmente pagos e serão computados no cálculo dos dividendos obrigatórios do exercício previstos no estatuto social.

    Atenciosamente,

    Banco Bradesco S.A.
    Luiz Carlos Angelotti
    Diretor Executivo Gerente e
    Diretor de Relações com Investidores

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    • Bradesco (BBDC4): A agência de classificação de risco Moody’s afirmou o rating de longo prazo do banco em moeda estrangeira e local, com perspectiva negativa.A decisão “reflete a limitação da avaliação de crédito pelo rating soberano no Brasil”, justifica a Moody’s, em relatório. A agência também afirma que se o rating do País for rebaixado o mesmo pode acontecer com a classificação do Bradesco.

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  6. Bradesco (BBDC4): O Cade aprovou ontem, com restrições, a compra da operação brasileira do HSBC pelo Bradesco. Para levar adiante a operação, o banco não poderá adquirir nenhuma outra instituição financeira pelos próximos 30 meses, contados a partir da assinatura do acordo com o órgão antitruste. A restrição não se aplica a operações que, a critério do Banco Central, sejam consideradas de interesse do sistema financeiro nacional. O Bradesco também poderá participar de compras de instituições financeiras nas quais já possua participação. O negócio foi anunciado em agosto do ano passado por US$ 5,2 bilhões. O valor final ainda passará por ajustes pela variação patrimonial do banco, mas a expectativa ​do vice-presidente do Bradesco, é que as alterações no preço sejam marginais.

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  7. Salto nas provisões para calotes pesa no lucro no Bradesco no 1º tri

    SãO PAULO (Reuters) – Um forte aumento nas despesas para perdas com calotes levou o Bradesco a ter entre janeiro e março a primeira queda sequencial no lucro em mais de quatro anos, evidenciando o crescente peso da recessão no país sobre o setor bancário.

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    • ​​Bradesco (BBDC4): O lucro líquido contábil no 1T16 veio em linha com as projeções de mercado. A cifra ficou em R$ 4,121 bilhões, 2,9% menor que a vista no mesmo intervalo de 2015, de R$ 4,244 bilhões. Conforme a média de 11 casas consultadas pel​a Agencia Estado – Deutsche, Goldman, BTG, Credit Suisse, Bank of America Merrill Lynch (BofA), Brasil Plural, Citi, JPMorgan, Safra, UBS e uma casa que preferiu não ser identificada -, o Bradesco deveria reportar no primeiro trimestre lucro líquido contábil de R$ 4,227 bilhões.

      O banco manteve em relatório que apresenta suas demonstrações financeiras do primeiro trimestre, os guidances estabelecidos para 2016 a despeito do encolhimento dos empréstimos. A manutenção das expectativas já era esperada por analistas do mercado, que julgavam ainda ser cedo para uma mudança nos números. O Bradesco espera que sua carteira de crédito expandida, que inclui avais e fianças, cresça de 1% a 5% em 2016. De janeiro a março, totalizou R$ 463,208 bilhões, redução de 2,3% em relação ao saldo de dezembro, de R$ 474,027 bilhões. Em um ano, quando somou R$ 463,305 bilhões, o saldo ficou estável. Para a pessoa física, o Bradesco projeta alta de no mínimo 4% e no máximo 8%. Já para a pessoa jurídica, o banco trabalha com cenário de estabilidade e, na melhor das hipóteses, elevação de 4%.

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  8. Bradesco Resultados 4T15

    O Bradesco divulgou lucro líquido ajustado de R$ 4,56 bilhões no 4T15, 10,4% superior ao auferido no 4T14. No acumulado do ano, o lucro foi de R$ 17,87 bilhões, superando o acumulado de 2014 em 16,4%, formado por R$ 12,58 bilhões provenientes das atividades financeiras (70,4%) e R$ 5,29 bilhões pelas atividades de seguros, previdência e capitalização (29,6%).

    O Patrimônio Líquido totalizou R$ 88,91 bilhões em 2015, acima do acumulado de 2014 em 9,1%. A Margem Financeira ficou em R$ 54,78 bilhões no acumulado do ano, ante R$ 47,50 bilhões no ano anterior, enquanto no 4T15 a margem financeira total foi de R$ 14,51 bilhões, 11,8% acima do mesmo período no ano anterior.

    Reprecificação da taxa de juros para os empréstimos, ganhos com tesouraria diante da alta da Selic, avanço nas receitas de serviços e controle nos custos se contrapuseram à alta da inadimplência, cujo índice acima de 90 dias foi de 4,06% em dezembro de 2015, contra 3,5% em dezembro de 2014. Os segmentos pessoa física (5,55%) e pequenas e médias empresas (5,98%) foram os condutores dessa alta do índice.

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  9. Bradesco divulga resultado do 3T15

    O Bradesco reportou lucro líquido contábil foi de R$ 4,120 bilhões, com queda de 7,9% frente o 2T15 e crescimento de 6,3% ante o 3T14. Essa desaceleração de resultados tem relação direta com o avanço do saldo de provisionamento para devedores duvidosos (PDD), diante da ampliação do risco da carteira de crédito, mais especificamente no segmento de pequenas e médias empresas.

    O índice de inadimplência acima de 90 dias foi progressivo, atingindo 3,8% no 3T15, contra 3,7% no 2T15 e 3,6% no 3T14. Já pelo viés do lucro líquido ajustado, este foi de R$ 4,533 bilhões no 3T15, contra R$ 4,504 bilhões no 2T15 (+0,6%) e R$ 3,875 bilhões no 3T14 (+14,4%). Frisa-se que a diferença entre o lucro líquido contábil e o ajustado no 3T15 refere-se à utilização de crédito tributário de R$ 2,341 bilhões como impacto positivo e o excesso de PDD em R$ 2,222 bilhões como negativo. No geral, o lucro contábil dos 9M15 foi de R$ 12,837 bilhões, contra R$ 11,096 bilhões nos 9M14, com avanço de 15,7%. O ROE anualizado foi de 20,4%, contra 20,2%.

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    • Resultado comentado 3T15

      No 3T15 o lucro líquido contábil foi de R$ 4,120 bilhões, com queda de 7,9% frente o 2T15 e crescimento de 6,3% ante o 3T14. A desaceleração do resultado do terceiro trimestre comparado ao do segundo tem relação direta com o avanço do saldo de provisão para devedores duvidosos (PDD), diante da ampliação do risco da carteira de crédito, mais especificamente no segmento de pequenas e médias empresas. O índice de inadimplência acima de 90 dias foi progressivo, atingindo 3,8% no 3T15, contra 3,7% no 2T15 e 3,6% no 3T14.

      Já pelo viés do lucro líquido ajustado, este foi de R$ 4,533 bilhões no 3T15, contra R$ 4,504 bilhões no 2T15 (+0,6%) e R$ 3,875 bilhões no 3T14 (+14,4%). Frisa-se que a diferença entre o lucro líquido contábil e o ajustado no 3T15 refere-se à utilização de crédito tributário de R$ 2,341 bilhões como impacto positivo e o excesso de PDD em R$ 2,222 bilhões como negativo. No geral, o lucro líquido contábil dos 9M15 foi de R$ 12,837 bilhões, contra R$ 11,096 bilhões nos 9M14, com avanço de 15,7%. O ROE anualizado foi de 20,4%, contra 20,2%.

      Tal resultado está em linha com nossa estimativa, na qual admitimos como premissa uma desaceleração do lucro a partir do 2S15 devido à ampliação do risco da carteira de crédito, cujo detalhamento pode ser lido no Relatório de Recomendação publicado em 23 de outubro.

      Como se vê, a carteira de crédito expandida registrou avanço de 6,8% em doze meses findos em setembro de 2015. Percebe-se que na vertente de crédito à pessoa jurídica houve evolução de 7,5%, cujos destaques foram o segmento de operações no exterior (+53,7%) e financiamento à exportação (+49,1%), lembrando o impacto da desvalorização do câmbio nesses ativos. Por outro lado, a linha para capital de giro recuou 1,6% (tendo um forte peso em termos de valores na composição do mix de pessoa jurídica), CDC/leasing (-18,1%) e rural (-20,7%).

      Já em pessoa física, a evolução foi de 5,2%, sobressaindo-se o financiamento imobiliário (26,6%), avais e fianças (87,7%) e consignado (16,0%). De outro modo, o segmento financiamento a veículos registrou recuo de 10,2% e crédito pessoal 6,5%, por conta dos ajustes com o objetivo de não permitir uma maior deterioração na qualidade da carteira de crédito.

      Ressaltamos que o Banco opera com adequados fundamentos de risco, como, por exemplo, elevado caixa, confortáveis indicadores de liquidez e folga no índice de Basileia, sendo este de 16,3%. Destaca-se que o capital de alta qualidade (Tier I) é de 11,4%, logo bem enquadrado para os propósitos das novas regulamentações de Basileia III. Os custos de captação do Banco também são trunfos, diante da capilaridade da rede de agência e porte. Não menos importantes são as diversificadas fontes de receitas, com forte atuação na área de seguros.

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    • Barão das Rúpias,

      segundo o release, “[a aquisição] será pago na data da conclusão da operação, que está sujeita à aprovação dos órgãos reguladores competentes e ao cumprimento das formalidades legais”, ou seja, nada feito ainda.

      E eu não me preocuparia com sobrevalor ou coisas do tipo. Esse tipo de operação só traz resultado anos depois. Eu chutaria no mínimo 3 anos pra sentirmos algo. Muito mais importante é verificar (e não especular) a capacidade do banco em fazer essa sinergia entre os bancos e no médio prazo aumentar a produtividade. Isso depende muito da experiência e força de vontade dos seus gestores (segundo o site do RI, tem um ótimo histórico de aquisições). E isso só o tempo dirá.

      Então, olho no VALOR do banco.

      Abs,
      JoJo.

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  10. Bradesco lucra R$ 4,47 bilhões no 2T15

    O lucro líquido contábil do Bradesco foi de R$ 4.473 milhões no 2T15, ante R$ 4.244 milhões no 1T15 e R$ 3.804 milhões no 2T14. Já o lucro líquido ajustado, que exclui itens não recorrentes, foi de R$ 4.504 milhões, aumento de 5,4% em relação ao trimestre anterior, decorrente, principalmente: (i) das maiores receitas de prestação de serviços; (ii) dos maiores prêmios de seguros, planos de previdência e capitalização, líquidos da variação das provisões técnicas, sinistros retidos e outros; (iii) das menores outras despesas operacionais líquidas; e impactado, parcialmente, por: (iv) maiores despesas administrativas e de pessoal.

    No 1S15 o banco acumulou lucro líquido ajustado de R$ 8,778 bilhões, alta de 20,6% em relação a igual período de 2014. O lucro líquido ajustado do semestre é composto por R$ 6,212 bilhões provenientes das atividades financeiras, correspondendo a 70,8% do total, e por R$ 2,566 bilhões gerados pelas atividades de seguros, previdência e capitalização, representando 29,2% do total.

    O Patrimônio Líquido do Bradesco totalizou R$ 86.972 milhões em jun/15, crescimento de 13,2% em relação ao saldo de junho de 2014. Os ativos totais registraram R$ 1,030 trilhão em junho de 2015, evolução de 10,6% em relação a jun/14, ocasionada pelo aumento do volume de negócios. O retorno sobre os Ativos Médios (ROAA) atingiu 1,7%.

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