TAEE – TRANSMISSORA ALIANÇA DE ENERGIA ELÉTRICA S.A.

TAEE11

TAESA (BM&FBovespa: TAEE11)

A Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. (a “TAESA” ou a “Companhia”) é uma empresa privada, listada em bolsa, controlada por CEMIG GT e FIP COLISEU, que acredita ser um dos maiores grupos privados de transmissão de energia elétrica do Brasil em termos de RAP.

A empresa é exclusivamente dedicada à construção, operação e manutenção de linhas de transmissão, que hoje conta com 246 funcionários para gerenciar e operar 6.250 km de linhas de transmissão. Além disso, a TAESA opera um total de 47 subestações, entre 230 e 500 Kv, com presença em todas as regiões do país, e um centro de controle localizado em Brasília.

Atualmente a TAESA detém 13 concessões de transmissão, 6 concessões que compõem a empresa holding e 4 subsidiárias, ETAU (53%), BRASNORTE (39%), NTE (100%), e UNISA (50%). Esta última é detentora de 100% de 4 concessões, ATE I, ATE II, ATE III e STE.

Como concessionária de serviços públicos de transmissão de energia elétrica, praticamente todas as receitas da Companhia são oriundas da Receita Anual Permitida (“RAP”) que recebe em contrapartida pela construção, operação e manutenção de suas instalações de transmissão.

A RAP é baseada no valor ofertado pela concessionária vencedora do leilão e não está relacionada ao volume de energia elétrica transmitido por suas instalações.

Todas as concessões possuem a RAP reajustada anualmente com base na inflação, medida pelo IGP-M, com exceção da Brasnorte e da ATE III, que é reajustada na mesma periodicidade pelo IPCA. Além do reajuste anual previsto nos Contratos de Concessão, a RAP pode ainda sofrer reajustes em decorrência de eventos extraordinários, tais como alterações na legislação aplicável ao setor e investimentos em linhas e instalações de transmissão devidamente aprovados pela ANEEL. Por fim, as Concessionárias (com exceção da Brasnorte e dos projetos de reforço) não estão sujeitas a revisão tarifária.

RI: investor.relations@taesa.com.br

Site: http://ri.taesa.com.br

Ativo(mil)

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Dívida Líquida(mil)

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Patrimônio Líquido(mil)

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Resultado Financeiro(mil)

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Lucro Líquido(mil)

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Retorno sobre o Capital Investido

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Retorno sobre o Patrimônio Líquido

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64 comentários sobre “TAEE – TRANSMISSORA ALIANÇA DE ENERGIA ELÉTRICA S.A.

  1. Taesa apresenta crescimento de 36,8% no lucro do 3T16

    Esta empresa fechou o trimestre com lucro líquido de R$ 217,6 milhões, um crescimento de 36,8% sobre os R$ 159 milhões de lucro apurado no 3T15. Esta boa performance foi resultado de vários fatores conjugados: bom desempenho operacional, forte crescimento do resultado das coligadas (refletidos via equivalência patrimonial) e pequena queda (-3,9%) no resultado financeiro líquido negativo.

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  2. A Taesa anunciou lucro líquido em IFRS de R$ 253,7 milhões no primeiro trimestre de 2016, o que equivale a um crescimento de 25,6% em comparação com os R$ 201,9 milhões registrados no mesmo intervalo de 2015. Sem IFRS, o resultado regulatório ficou em R$ 187 milhões, ante R$ 178,7 milhões no primeiro trimestre de 2015, alta de 4,7%. O EBITDA de janeiro a março foi de R$ 365,9 milhões, 22,6% superior aos R$ 298,4 milhões anunciados nos três primeiros meses do ano anterior. A margem EBITDA subiu de 87,1% no primeiro trimestre de 2015 para 90,4% no trimestre encerrado em março de 2016. Já o EBITDA regulatório passou de R$ 344,4 milhões para R$ 367,6 milhões, expansão de 6,7%, e a margem subiu de 90,0% para 90,3%. A receita total líquida da Taesa atingiu R$ 405 milhões no período, superando em 18,2% os R$ 342,5 milhões obtidos entre janeiro e março de 2015. Já o resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 133,8 milhões no primeiro trimestre de 2016, ante despesa financeira líquida de R$ 137,4 milhões no mesmo intervalo um ano antes.

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  3. Eu não acompanho mais a empresa; lembro que o Aspirante tinha ela
    Será que esses 10% são sustentáveis?
    Como fica a questão das concessões que estavam pra vencer, reduzindo a lucratividade da empresa?

    Taesa lidera indicações de dividendos em abril; “dividend yield” pode chegar a 10,44%

    Como no mês passado, em abril, a transmissora e geradora de energia elétrica Taesa aparece no topo da lista de recomendações de empresas com os melhores dividendos entre as corretoras. Com ”dividend yield” de até 10,44% (quanto o lucro a ser distribuído representa em relação ao preço pago na ação), a companhia é vista por algumas corretoras como a aposta mais defensiva do setor de energia diante da atual ameaça de crise hídrica.

    Segundo alguns analistas, a seleção das empresas levou em consideração a capacidade dos grupos de enfrentar um quadro mais complexo de alta no custo de captação e de produção no país.

    Nos últimos meses, com a redução do risco de racionamento de energia, por conta das chuvas, as elétricas registram bons desempenhos e, por isso, dominam as principais indicações dos analistas para a carteira de dividendos de abril.

    Sem contar os negócios do segmento de energia, BBSeguridade ainda é visto como garantia de expansão de um negócio ainda pouco explorado no mercado, ao lado da integradora do mercado financeiro Cetip, com três indicações cada.

    Entre as curiosidades, o Itaú recomendou um fundo imobiliário em sua carteira de dividendos, o CSHG Real State.

    Veja as cinco companhias com mais recomendações em dividendos neste mês:

    Ações Número de Indicações
    Taesa 4
    CPFL Energia 3
    BBSeguridade 3
    Cetip 3
    Alupar 3

    Confira a lista completa de empresas com os melhores dividendos em abril:

    Corretora Companhia Ação Dividend Yield
    Concórdia Copasa CSMG3 —-
    Grendene GRND3 —-
    Banco do Brasil BBAS3 —-
    AES Tietê GETI4 —-
    CPFL Energia CPFE3 —-
    Rico BBSeguridade BBSE3 —-
    Equatorial EQTL3 —-
    Metal Leve LEVE3 —-
    CPFL Energia CPFE3 —-
    Transmissão Paulista TRPL4 —-
    Cetip CTIP3 —-
    Telefônica VIVT4 —-
    Taesa TAEE11 —-
    Itaú Unibanco BBSeguridade BBSE3 —-
    Cetip CTIP3 —-
    Comgás CGAS5 —-
    Fundo Imobiliário CSHG Real State HGRE11 —-
    Smiles SMLE3 —-
    Coinvalores Itaú Unibanco ITUB4 —-
    Celesc CLSC4 —-
    CVC Brasil CVCB3 —-
    Lojas Renner LREN3 —-
    Light LIGT3 —-
    Smiles SMLE3 —-
    Taesa TAEE11 —-
    Alupar ALUP11 —-
    Cesp CESP6 —-
    Vale VALE5 —-
    Alpes/WinTrade Alupar ALUP11 —-
    Taesa TAEE11 —-
    Cesp CESP6 —-
    Multiplus MPLU3 —-
    Bradespar BRAP4 —-
    Santander Alupar ALUP11 9,05%
    BBSeguridade BBSE3 4,56%
    Cetip CTIP3 4,90%
    Cielo CIEL3 2,76%
    CPFL Energia CPFE3 5,72%
    Itaú Unibanco ITUB4 3,88%
    Taesa TAEE11 10,44%
    Ultrapar UGPA3 2,41%

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    • Fala Tetzner,

      Acho q o mais problematico nesse momento nem é a reducao do RAP. O que anda me preocupando um pouco e me motivou a deixar TAEE em quarentena foi a decisao da FIP Coliseu em sair da sociedade. Imagina se CMIG entra ainda mais?

      Voltando ao RAP, isso é inevitavel msm. Mas veho com bons olhos TAEE pela possibilidade em entrar em mais leilões e acredito que terá TBLE e ALUP nesse msm horizonte de possibilidade.

      Agora fatos curiosissimos da materia: ITAU indica HGRE11:
      1 Foi-se o tempo do BRCR?
      2 Indicou HGRE ao inves de KNRI. Simllesmente incrivel! rs
      3 CSHG sendo reconhecida por sua Gestao. Mais que merecido.

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    • Aspirante
      existe um acordo de cavaleiros (banqueiros) onde eles não indicam a si mesmos; vão alternar entre um e outro (HGRE/BRCR) dos que sobram.
      e o objetivo da indicação é valorizar, mas todos que indicaram, pouco depois caiu; a mim é mais um sinal para ficar esperto do uma oportunidade rs

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  4. NOSSAS AÇÕES PARA 2015

    ENERGIA ELÉTRICA

    TAESA
    Transmissão paulista

    A exemplo do que aconteceu em 2014, é pouco provável que a conjuntura
    econômica de 2015 interfira de modo substancial neste setor, dada a
    impermeabilidade conjuntural que costuma caracterizá-lo.
    Do ponto de vista da demanda agregada, observou-se, por exemplo, que a
    despeito do PIB estar encerrando 2014 com variação próxima de zero, o
    consumo de energia elétrica, no acumulado até outubro (dados fornecidos pela
    Empresa de Pesquisa Energética), cresceu cerca de 2,4%, puxado pelos
    consumos residencial (+5,8%) e comercial (7,6%), tendo o industrial caído
    3,2%. Estes números mostram claramente para nós que se a crise já bateu em
    nossas portas, por enquanto não bateu no bolso, pelo menos não com toda
    intensidade que se poderia esperar de uma crise com tal magnitude
    Distribuidoras de energia como Eletropaulo e Light, portanto, com maior peso
    nas classes de consumo mais favorecidas, foram menos afetadas em 2014 e
    empresas com maior peso industrial, como Cemig e Copel, sofreram mais.
    Situação diferente, no entanto, poderá ocorrer em 2015. Com crescimentos
    previstos simultaneamente para a taxa de inflação e desemprego, é bastante
    provável que o crescimento do consumo desacelere ainda mais. De acordo com
    nossos cálculos pode chegar no máximo a 2%. E mais, é possível que as
    classes residencial e comercial sejam mais atingidas, o que faria com que o
    custo da crise passasse a ser mais bem distribuído entre as distribuidoras.
    As geradoras não são afetadas por ciclos, pois têm contratos de longo prazo e
    as transmissoras têm sua receita anual fixada e corrigida pela inflação, de
    modo que não mantêm nenhuma correlação com o restante da economia.
    No entanto, mais importante do que o problema conjuntural para o setor
    elétrico é a questão hídrica. Os reservatórios do Sudeste encerraram o mês de
    novembro com 16,01% da média histórica para o mês. Em estudo por nós
    realizado verificamos que os reservatórios costumam agregar cerca de 30
    pontos percentuais no chamado período úmido. Ou seja, se chovesse dentro da
    média histórica nesse período, chegaríamos a algo próximo a 45%-46% da
    média histórica no fim de abril de 2015. Considerando que, também
    historicamente, os reservatórios costumam perder 30 pontos durante o período
    seco, chegaríamos a novembro de 2015 praticamente nos mesmos níveis
    atuais.
    Este cenário, que consideramos o mais provável, nos livraria do racionamento,
    mas não nos livraria do despacho pleno de termelétricas e de preços muito
    elevados no mercado spot. Nesse ambiente haveria também grande
    probabilidade de geração hidráulica abaixo da garantia física do sistema, ou
    seja, perpetuaríamos a situação atual de GSF (Generation Scale Factor) abaixo
    de 1.
    Estes fatos têm implicações desfavoráveis tanto para distribuidoras como para
    geradoras.
    As geradoras, mais uma vez poderão ser penalizadas pelo GSF, ou seja, terão
    que comprar energia no mercado spot (a preços que tendem a permanecer
    elevados) para honrar contratos. Empresas como Cesp, Cemig e Copel podem
    não ser novamente beneficiadas por tal conjuntura, uma vez que, tendo em
    vista as regras da Lei 12.783, terão que devolver algumas de suas hidrelétricas,
    reduzindo suas disponibilidades.
    As distribuidoras, em sua maioria, permanecem com níveis variados de
    descontratação e terão que comprar energia de curto prazo, podendo ser
    novamente pressionadas financeiramente. Somente na segunda metade de
    2015 as distribuidoras poderão se safar desse problema, pois deve entrar uma
    quantidade de energia de cotas (Lei 12.783) suficiente para que elas consigam
    atingir o nível de contratação exigido.
    Em suma, o cenário para 2015 não favorece o setor elétrico, devendo se
    manter ilesas diante deste cenário, somente as transmissoras, uma vez que
    não são afetadas nem por ciclos econômicos nem pelo problema hídrico.

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  5. 3T14
    Principais Indicadores Financeiros

    LL 497MM +4,1%x3T13

    Resultado do 3T14 foi impactado pelo reajuste inflacionário e mudança na estimativa do fluxo de caixa futuro do ativo financeiro no IFRS
    RAP R$ 428,1 MM 10,6% acima do 3T13
    EBITDA (Sem IFRS) R$ 356,5 MM Margem EBITDA 92,6%
    Lucro Líquido IFRS R$ 497,6 MM 4,1% acima do 3T13

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  6. Pagamento de Dividendos Intercalares

    AVISO AOS ACIONISTAS
    A Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. (“TAESA”) divulga, com base no § 4° do art. 157 da Lei n° 6.404/76, na Instrução CVM n° 358/02, conforme alterada pelas Instruções CVM n° 369/02 e n° 449/07, aos seus acionistas, ao mercado em geral e demais interessados, que o Conselho de Administração da Companhia aprovou, no dia de hoje, a distribuição de R$ 400.000.000,00 (quatrocentos milhões de reais) a título de Dividendos intercalares, com base nos resultados apurados em 31 de Julho de 2014.

    Total de Dividendos Intercalares = R$ 400.000.000,00

    Dividendos Intercalares por Ação = R$ 0,38703557725

    Dividendos Intercalares por UNIT TAEE11:
    R$ 1,16110673175

    O pagamento de dividendos intercalares ocorrerá no dia 06 de outubro de 2014, com base na posição acionária do dia 26 de setembro de 2014. A partir do dia 29 de setembro de 2014 as ações passarão a ser negociadas “ex-dividendos” na BM&FBOVESPA.
    Clique aqui para acessar o aviso aos acionistas.
    Este comunicado também pode ser encontrado na íntegra no Portal NEO1.
    Para informações adicionais, favor contatar o Departamento de Relações com Investidores da Companhia.

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    • Outra vedete das elétricas que paga bons dividendos, quem diria heim….. quem aproveitou a canetada, acreditou esta rindo a toa……..que diga a CMIG,se não me falha a memória é a controladora da TAEE…………

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  7. Principais Indicadores Financeiros
    Resultado 2T14 LL-21,8%

    2T13 2T14
    RAP R$ 394,8 7% acima do 2T13
    EBITDA (Sem IFRS) R$ 325,8 MM Margem EBITDA 89,8%
    Lucro Líquido IFRS R$ 80,1 MM 21,8% abaixo do 2T13

    Receita Líquida Gerencial cresceu 25%, devido aquisição da TBE.
    EBITDA Regulatório Gerencial cresceu 33%, com margem EBITDA de 89,5%.
    Margem EBITDA Regulatória de 89,8% atesta o comprometimento da empresa com redução de custos.
    Lucro líquido trimestral reduziu 22% influenciado pelo aumento das despesas financeiras e dos impostos.

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