BRML – BR MALLS PARTICIPAÇÔES S/A

BRML3

BR MALLS Participações S.A.(Bovespa:BRML3)

A BRMALLS é a maior empresa de shopping centers do Brasil, com participação em 46 shopping centers. Possuímos atualmente 1.466,3 mil m² de Área Bruta Locável (ABL) Total e 809,0 mil m² de ABL próprio, com percentual médio de participação em nossos shoppings centers de 55,1%.

Os nossos 19 maiores shopping centers contribuem com mais de 80% do NOI da BRMALLS. Neste porfólio nossa participação média é de 76,3%.

Nossos shoppings estão espalhados por todas as regiões do país e em 2011 apresentaram um total de R$16,1 bilhões em vendas. Além disso, nosso portfólio é estrategicamente diversificado por segmento de renda, atendendo consumidores de todas as classes sociais, e com maior exposição à classe média, segmento que mais cresce no país.

Além de deter participações, somos especializados na administração e comercialização de espaços em nossos shopping centers. Possuímos experiência na gestão de empreendimentos comerciais, e uma rede de relacionamentos com as principais redes varejistas do país, facilitando a comercialização de seus espaços. Atualmente, somos responsáveis pela administração de 35 shopping centers e pela comercialização de 38 shopping centers, dos quais somente um não possuímos participação, o Recreio Shopping.

Para alcançar nosso objetivo de se tornar a maior e melhor empresa de shopping centers do mundo buscamos sempre as melhores oportunidades de crescimento, seja via aquisições de novos shopping centers, via desenvolvimento de novos projetos ou via expansões de nossos shopping centers.

Atualmente, a BRMALLS está desenvolvendo seis novos shopping centers, três deles com inauguração prevista até o fim de 2012. Juntos eles adicionarão cerca de 242,1 mil m² de ABL total e 148,7 mil m² de ABL próprio. Também possuímos dois projetos de expansões em shoppings existentes para 2012 e sete no pipeline total, que adicionarão 77,7 mil m² de ABL total e 36,4 mil m² de ABL próprio ao nosso portfólio.

RI: ri@brmalls.com.br

Site:  http://brmalls.riweb.com.br/

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59 comentários sobre “BRML – BR MALLS PARTICIPAÇÔES S/A

  1. BR Malls apresenta lucro de R$ 34,4 milhões no 3T16

    Apurou lucro de R$ 34,4 milhões no 3T16, revertendo o prejuízo de R$ 219,4 milhões do 3T15. A receita líquida seguiu impactada por uma maior concessão de descontos e foi de R$ 328,5 milhões, decréscimo de 4,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, excluindo a participação dos shoppings vendidos nos últimos 12 meses. O prejuízo financeiro sofreu significativa redução, passando de despesa de R$ 413,7 milhões no 3T15 para despesa de R$ 123,5 milhões no 3T16. As vendas totais mantiveram-se estáveis e o indicador de vendas/m² cresceu 0,5% quando comparado ao 3T15. O indicador de aluguel mesmas lojas apresentou melhora desde o último trimestre encerrando o período em 2,6%. Adicionalmente, a inadimplência líquida se reduziu ao longo do ano, alcançando 3,7%.

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  2. BR Malls (BRML3): A operadora de shopping centers apresentou balanço com fluxo de caixa operacional (FFO) e Ebitda ajustados abaixo das estimativas de analistas do segmento. A receita líquida, por sua vez, ficou em linha com as expectativas. A companhia reportou FFO ajustado de R$ 68,5 milhões, montante 7,1% inferior à média das projeções de cinco bancos consultados pela Agencia Estado (Safra, JPMorgan, Votorantim, Itaú BBA e Morgan Stanley), que apontava para R$ 73,8 milhões. O Ebitda ajustado de R$ 230,1 milhões foi 9,1% menor do que a média das previsões dos analistas, que totalizava R$ 254,2 milhões.

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  3. BR Malls (BRML3): Os acionistas da cia aprovaram, em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária (AGOE) realizada nesta sexta-feira, um aumento de capital da companhia, com bonificação de 30% em ações. Todos os acionistas receberão, de forma igualitária, parte dos 140.116.943 de novas ações emitidas. Com isso, o aumento de capital da BR Malls vai totalizar R$ 2,744 bilhões. A operação será feita mediante a capitalização de parte do saldo das Reservas de Lucros.

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    • A BR Malls reportou lucro líquido de R$ 130,7 milhões no primeiro trimestre de 2016, revertendo o prejuízo de R$ 132,706 milhões apresentados no mesmo período de 2015. Em termos ajustados, o lucro líquido da companhia totalizou R$ 27,859 milhões, queda de 69,3% frente aos R$ 90,623 milhões no primeiro trimestre de 2015. O EBITDA atingiu R$ 244,058 milhões nos três meses iniciais de 2016, ante R$ 260,964 milhões no mesmo período do ano passado, queda de 6,5%. Já o indicador ajustado ficou em R$ 246,203 milhões no primeiro trimestre, recuo de 6,4% contra os R$ 263,123 milhões de igual período do ano passado. A margem EBITDA ajustado ficou em 74,3%, de 77,4% na mesma base de comparação. A receita líquida da BR Malls caiu 2,5% para R$ 331,471 milhões, frente aos R$ 339,858 milhões de igual intervalo de 2015. O fluxo de caixa operacional (FFO) ficou em R$ 136,107 milhões entre janeiro e março, revertendo valor negativo de R$ 130,195 milhões em igual intervalo do ano passado. O FFO ajustado somou R$ 33,266 milhões, queda de 64,3% na comparação anual.

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    • BR Malls (BRML3): O Conselho de Administração da cia aprovou a emissão de R$225 milhões em debêntures, mediante colocação privada. A quinta emissão de debêntures da companhia será realizada em três séries, com vencimento em 2031, 2028 e 2021. A remuneração corresponderá à taxa DI, mais 1,75%, 1,67% e 0,65% ao ano para cada uma das séries, respectivamente. Os recursos serão utilizados em atividades imobiliárias e desenvolvimento ou expansão de shopping centers.

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  4. Receita da BR Malls avança 5,6% no 3T15 (LL 95MM -14,6%x 3T14)

    A BR Malls divulgou lucro líquido ajustado de R$ 95,2 milhões no 3T15, contra R$ 111,5 milhões no 3T14 (-14,6%). No 9M 15, o lucro foi de R$ 275,9 milhões, ante R$ 300,2 milhões no 9M14 (-8,1%).

    O Ebitda ajustado foi de R$ 281,6 milhões no 3T15, ante R$ 263,8 milhões no 3T14 (+6,8%). No 9M15, o Ebitda ajustado foi de R$ 822,0 milhões, contra R$ 785,9 milhões no 9M14 (+4,6%).

    A receita líquida da empresa foi de R$ 354,8 milhões no trimestre encerrado em setembro, contra R$ 336,1 milhões no mesmo período do ano anterior (+5,6%). No acumulado do ano, a receita foi de R$ 1,04 bilhão, ante R$ 991,0 milhões no 9M14 (+5,2%).

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  5. BR Malls lucra R$ 330,28 milhões no 2T15

    A BR MALLS PAR, após o fim do pregão de ontem, divulgou que sua receita líquida foi de R$ 347,89 milhões (ante R$ 332,46 milhões no 2T14), totalizando R$ 687,74 milhões no 1S15 (ante R$ 654,88 milhões no 1S14). A companhia registrou lucro líquido no 2T15, de R$ 330,28 milhões (ante lucro de R$ 298,74 milhões no 2T14), acumulando lucro líquido de R$ 197,57 milhões no 1S15 (ante lucro líquido de R$ 352,49 milhões no 1S14).

    A taxa de ocupação dos shoppings com participação da empresa finalizou o segundo trimestre de 2015 em 97,0% da sua ABL locada. No segundo trimestre de 2015, a inadimplência líquida registrou um valor de 3,7%, 2,0 p.p. maior do que o segundo trimestre de 2014. Foi registrado, no período, uma taxa de pagamentos em atraso de 7,6%, aumento de 3,7 p.p. com relação ao segundo trimestre de 2014.

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  6. Itaú BRML3

    Dados Operacionais do 1T15 – Recuo de SSS, Mas SSR Resistente

    A BR Malls divulgou os dados operacionais do 1T15. Apesar da desaceleração do crescimento das vendas mesmas lojas (SSS, na sigla em inglês) na comparação trimestral, os números operacionais seguem resistentes e vieram relativamente em linha com nossas expectativas iniciais para o período. O crescimento de SSS ficou em 5,9%, menor do que no trimestre anterior e menor do que um ano antes, porém bem próximo da projeção informal da empresa de 6%-8% em 2015. O destaque positivo ficou por conta do crescimento dos aluguéis mesmas lojas (SSR, na sigla em inglês), em robustos 7,6%, ainda refletindo a solidez dos leasing spreads (diferença entre contratos antigos e renovados) nas renegociações contratuais e o amadurecimento de ativos mais novos. A taxa de inadimplência subiu um pouco em termos históricos, mas devido ao lançamento de um novo sistema de cobrança. Esperamos reação neutra do mercado aos números.

    As vendas de locatários chegaram a BRL 5,1 bilhões no 1T15, numa alta de 0,5% em relação a um ano antes. No entanto, excluindo as participações da empresa em shopping centers que foram vendidos no período (Shopping Ilha Plaza, Iguatemi Belém, Metro Tatuapé, Big Shopping, Mueller e Fashion Mall), as vendas de locatários teriam aumentado 7,6% na comparação anual, um pouco menos do que o IPCA acumulado em 12 meses (8,1%).

    O crescimento de SSS ficou em 5,9%, um pouco abaixo do piso do intervalo previsto informalmente pela empresa, de 6%-8%. A variação de 5,9% mostra uma desaceleração do desempenho da BR Malls, comparado a 6,5% no 4T14 e 7,6% no 1T14. A abertura do dado consolidado de SSS mostra que o resultado foi puxado pelo forte desempenho do segmento de lazer (19,4%), enquanto o crescimento de SSS em lojas âncoras e lojas satélites ficou em 4,9% e 6,7%, respectivamente. O principal aspecto negativo do trimestre foi SSS das megalojas (1,5%), por conta da fraqueza das vendas em lojas de eletrônicos. Apesar de o crescimento de SSS ter ficado um pouco abaixo da inflação acumulada no período, a taxa ressalta a resistência da carteira da BR Malls em um cenário de mau desempenho do varejo e piora do ambiente macroeconômico.

    O crescimento de SSR surpreendeu positivamente, ainda resistente em 7,6%. O aumento de SSR de 7,6% (40 p.b. maior do que no trimestre anterior, porém menor do que o avanço de 8,7% no 1T14) ficou dentro da meta informal da empresa de 7%-8% no ano. Achamos que a solidez de SSR continua refletindo leasing spreads saudáveis nas renovações contratuais.

    A inadimplência disparou em relação ao trimestre anterior, mas a vacância permaneceu sob controle. A parcela de pagamentos atrasados representava 6,9% do total no fim do trimestre, vindo de 4,1% no 4T14 e 4,0% no 1T14. Porém, o aumento na inadimplência se deve ao lançamento de um novo sistema de cobrança e a mudanças no processo de cobrança. A taxa de ocupação se mostrou novamente saudável em 97,2%, vindo de 97,4% no 4T14 e 97,6% no 1T14.

    Mantemos a recomendação de “outperform” (desempenho acima da média do mercado) para BR Malls, com valor justo no fim de 2015 de BRL 25,0. Mesmo reconhecendo que o ambiente macroeconômico mais fraco e a desaceleração das vendas no varejo afetarão a carteira da empresa, mantemos uma visão positiva da BR Malls por ora, diante da operação eficiente de uma grande carteira de shopping centers e do múltiplo atraente da ação, comparando com o resto do setor. Vemos BRML3 negociada em 16,8x P/AFFO 2015, vs. média de 18,7x para outras operadoras de shopping centers em nosso universo de cobertura.

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    • Shoppings e Properties: BR Malls (Itau)

      A BR Malls é o maior player no setor de shoppings na América Latina. Ela desenvolve, possui e opera 48 shopping centers que totalizam uma área bruta locável (ABL) de quase 1 milhão de m². Ela tem uma boa diversificação geográfica e atende principalmente consumidores de classe média. A empresa atua como um provedor integrado que adquire uma participação em um shopping e, na maior parte dos casos, também o administra. Em 2014, 71% de suas receitas vieram de aluguéis, 17% de receitas de estacionamento, e os 12% restantes de serviços e outros. Atualmente a empresa está desenvolvendo dois novos shoppings e oito expansões, que devem adicionar mais de 115 mil m² de ABL ao seu portfolio até 2019.

      Destacamos o tamanho da empresa e eficiência na operação dos ativos, o que leva aos melhores indicadores operacionais e de rentabilidade no setor. Além disso, também esperamos sólido crescimento de ABL nos próximos anos, principalmente através de projetos de expansão. Embora reconheçamos que aquisições foram responsáveis por boa parte da expansão de ABL nos últimos anos, não esperamos muita atividade nesta frente de negócios em 2015, dado que os cap rates no mercado privado continuam pouco atrativos (entre 8%-9%, contra um cap rate implícito para 2015 de 12,4% das ações da empresa).

      Temos recomendação de outperform para BRML3, com preço justo de R$ 25,0 para o final de 2015.

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  7. 2014

    Em 2014 a BR Malls registrou receita líquida consolidada de R$ 1,325 bilhão, apenas 6,2% superior à alcançada em 2013 e 2,9% menor do que nossas estimativas. O incremento no faturamento refletiu o crescimento de 13,1% na receita com estacionamento, o aumento da ABL (Área Bruta Locável) própria de 1,3% e o crescimento de 6,7% da receita com aluguel. Destacamos também, as vendas dos lojistas estabelecidos nos shoppings da BR Malls medida no critério shoppings em operação com 12 meses completos, que cresceu 6,5% em 2014 ante 2013.

    A margem bruta apresentou em 2014 acréscimo de 0,3 p.p. ante 2013, explicado pela maior diluição dos custos. Desta forma, o lucro bruto alcançou R$ 1,222 bilhão, significando incremento de 6,5% na comparação com 2013. As despesas da atividade apresentaram decréscimo de 0,7 p.p., explicado pelo aumento da área de lazer nos shoppings administrados pela empresa. No conjunto dos aspectos comentados, a geração de caixa expressa pelo EBITDA atingiu em 2014 R$ 1,359 bilhão, 11,2% maior ante o 2013, ficando pouco abaixo de nossas estimativas.

    O resultado financeiro ficou estável, contabilizando elevado patamar de despesa financeira de líquida de R$ 577 milhões em 2014, similar comparativamente com aquela registrada em 2013. O fraco resultado financeiro é explicado pelo impacto contábil da desvalorização do real sobre a dívida em moeda estrangeira.

    Destacamos também que a Companhia registrou em 2014 ganho contábil com propriedade para investimento, de R$ 634 milhões.

    Desta forma, a BR Malls registrou em 2014 lucro líquido de R$ 488 milhões. Sem o efeito contábil do ajuste a valor justo das propriedades para investimento, a Companhia registrou lucro líquido de R$ 241 milhões em 2014, 15,2% menor que em 2013 e 7,6% maior do que nossa estimativa de R$ 224 milhões.

    A dívida líquida de Companhia em 31/12/14 se situou em R$ 4,602 bilhões, 6,3% maior ante 31/12/13, sendo 15% em moeda estrangeira. Ainda em relação ao endividamento, destacamos que 80% da dívida da empresa tem vencimento apenas no longo prazo.

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  8. BR Malls – 4T14 – Em linha com as expectativas. Neutro.

    A companhia reportou um bom resultado operacional, porém dia 28/02 a empresa já havia divulgado a Prévia Operacional do 4T14, então, Vendas Totais, SSS –
    Vendas Mesmas Lojas (6,5%), Aluguel Mesmas Lojas (7,2%), Taxa de Ocupação (97,4%), e inadimplência (0,8%), já eram conhecidos
    Seguem os principais pontos:
    A Receita Líquida atingiu R$ 404,2 MM, aumento de 7,5% YoY. Vale ressaltar que excluindo as vendas de participação realizadas nos últimos 12 meses, a receita
    líquida cresceu 10,3% no 4T14 YoY.
    O NOI no 4T14 cresceu 8,3% YoY, atingindo R$ 382,1 MM e uma margem de 93,1% no 4T14. Novamente excluindo as vendas de participação, o NOI cresceu 10,9%
    no 4T14 YoY.
    O Ebitda ajustado somou R$ 334,5 MM no 4T14, levemente acima das expectativas e um crescimento de 3,3% YoY.
    Margem Ebitda ajustada foi de 82,8%. Excluindo as vendas de participação dos últimos 12 meses, o Ebitda ajustado cresceria 6,1% YoY.
    FFO ajustado teve um aumento de 4% YoYr, atingindo R$ 155 MM x R$ 149,1 MM.
    Desinvestimentos – No 4T14 a companhia vendeu o Shopping Mueller Joinville e o Fashion Mall.

    A companhia reportou um bom resultado operacional, porém em linha com as expectativas. Acreditamos que o impacto seja neutro sobre as ações. O que mais
    tem impactado o desempenho das ações tem sido a volatilidade das taxas de juros. Reiteramos nossa visão positiva em relação a BR Malls que negocia a
    múltiplos atrativos no setor de shoppings.

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  9. (=) BR Malls (BRML3): Venda do Fashion Mall no Rio de Janeiro.
    A BR Malls anunciou a venda de 100% de sua participação no Shopping Center Fashion Mall, localizado na cidade do Rio de Janeiro, por R$ 175 MM. Segundo o
    comunicado, a aquisição de 100% da participação do Fashion Mall fez parte da aquisição do grupo “In Mont”, realizada em 2007, na qual a companhia adquiriu
    participação em um total de 4 ativos. Após a operação, a companhia passa a deter em seu portfólio um total de 48 shoppings, que totalizam 1.687,3 mil m² de Área
    Bruta Locável (ABL) e 986,3 mil m² de ABL próprio.

    Isso faz parte da estratégia da companhia de reduzir e mesmo vender participações em alguns shoppings. Neste caso, como a companhia adquiriu em 2007 4
    ativos juntos, já era esperado e até mesmo demorou a ocorrer a venda do ativo. Temos uma visão positiva sobre o ativo, que chegou a fazer parte da nossa
    carteira Top Pick, devido à forte queda nas ações em meados de novembro, quando a mesma chegou a atingir R$ 16,29. Acreditamos que as ações ainda
    apresentem upside, porém, podendo atingir uns R$ 22/ação.

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  10. (=) BR Malls (BRML3): Resultado em linha. Prévia operacional havia decepcionado

    A BR Malls reportou um resultado em linha com as expectativas do mercado, o que decepcionou foi a prévia operacional no dia 31/10, quando reportou um SSS de
    +4,4% no 3T14. Nos trimestres anteriores o crescimento do SSS vinha na casa de 7,75%. No 3T14 a queda do SSS foi justificada pela companhia por conta da queda
    no fluxo de pessoas no mês de julho, Copa do Mundo. Em relação ao aluguel mesmas lojas a companhia registrou um incremento de 7,8%.
    A receita líquida atingiu R$ 336,1 MM, um crescimento de 4,2% YoY.
    O NOI alcançou R$ 311,2 milhões no 3T14, um incremento de 4,02% YoY, registrando uma margem de 91,4% no trimestre. Excluindo as vendas de participação da
    companhia nos últimos 12 meses, o crescimento de NOI foi de 5,5%.
    EBITDA ajustado foi de R$ 263,8 MM no 3T14, um aumento de 1,8% YoY. A margem EBITDA ajustada do trimestre foi de 78,5% levemente abaixo da esperada pelo
    mercado.
    O lucro líquido ajustado registrou R$ 123,7 MM, queda de 3,7% YoY.
    Analisando o volume de vendas houve um crescimento de apenas 1,8% YoY, porém, se excluirmos o efeito das vendas de participação em outros shoppings
    ocorridas durante 2014, o crescimento seria de +7,5% YoY.
    Excluindo os shoppings inaugurados nos últimos 12 meses, a taxa de ocupação foi de 97,4%. Entre os 50 shoppings que a companhia possui participação no 3T14,
    29 shoppings apresentaram uma taxa de ocupação maior do que 98%.
    No 3T14 foi inaugurado o Shopping Vila Velha. O maior Greenfield da companhia que adicionou 71,8 mil m² de ABL total e 35,9 mil m² de ABL próprio. A empresa
    estima que o shopping gere R$ 28 MM de NOI.

    O resultado veio em linha com o esperado, o que havia decepcionado o mercado foi a prévia operacional, que mostrou uma forte desaceleração no SSS, saindo
    de uma média de 7,5% para 4,4%, em parte justificada pela Copa do Mundo e um número maior de feriados. O grande questionamento é se a companhia
    manterá o crescimento SSS acima da inflação como vinha mantendo.
    No setor de shoppings, optamos por não ter exposição a nenhum ativo, devido ao cenário macro adverso, com baixo crescimento do país, inflação elevada, e
    endividamento da população.

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    • No 3T14 a BR Malls registrou receita líquida consolidada de R$ 319 milhões, apenas 3,5% superior à alcançada no 3T13 e 4% menor do que nossas estimativas. O incremento no faturamento refletiu o aumento da ABL (Área Bruta Locável) própria de 5,7%, o crescimento de 4,5% da receita com aluguel e de 8,1% na receita com estacionamento. A receita, medida pelo critério shoppings em operação com 12 meses completos, cresceu 7,8% no 3T14 ante o 3T13.

      A margem bruta apresentou no 3T14 decréscimo de 0,5 p.p. ante o 3T13, explicado pela menor diluição dos custos. Desta forma, o lucro bruto alcançou R$ 293 milhões, significando incremento de apenas 2,9%, na comparação com o 3T13. As despesas da atividade apresentaram incremento de 4,6 p.p., pela mais acirrada concorrência que forçou maior número de campanhas promocionais. No conjunto dos aspectos comentados, a geração de caixa expressa pelo EBITDA atingiu no 3T14 R$ 271 milhões, 2,4% inferior ante o 3T13, ficando pouco abaixo de nossas estimativas.

      No resultado financeiro mostrou relevante piora, contabilizando despesa financeira de líquida de R$ 176 milhões no trimestre, 39,8% maior comparativamente com o 3T13. O pior resultado financeiro é explicado pelo incremento da dívida líquida e pelo maior impacto contábil da desvalorização do real sobre a dívida em moeda estrangeira.

      Destacamos também que a companhia registrou no 3T14 perda contábil de R$ 27 milhões, fruto da avaliação pelo valor justo das propriedades para investimento. No 3T13 não houve impacto contábil decorrente do ajuste a valor justo de propriedade para investimento.

      Desta forma, a BR Malls registrou no 3T14 prejuízo líquido de R$ 20 milhões. Sem o efeito contábil do ajuste a valor justo das propriedades para investimento, a Companhia registrou lucro líquido de R$ 21 milhões no 3T14, significando decréscimo de 77,6%, comparativamente com o 3T13, abaixo de nossas estimativas.

      A dívida líquida de Companhia em 30/09/14 se situou em R$ 2,275 bilhões, 6,3% maior ante o 3T13, sendo 15% em moeda estrangeira. Ainda em relação ao endividamento destacamos que 81% da dívida da empresa tem vencimento apenas no longo prazo.

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  11. o texto é antigo, mas tem a história do segmento Shopping e vale a leitura:

    O Mercado Brasileiro de Shopping Centers

    História e evolução do setor
    O mercado de shopping centers no Brasil teve início em 1966, com a inauguração do primeiro empreendimento em São Paulo. Cinco anos mais tarde foi inaugurado o Conjunto Nacional de Brasília, desenvolvido pela ECISA e um dos primeiros shopping center brasileiros a seguir os conceitos e padrões internacionais da indústria. Na década de 70, além do Conjunto Nacional de Brasília, cinco novos empreendimentos foram iniciados. Mas somente a partir da década de 80 que esse mercado teve seu grande impulso de crescimento, com o número de shopping centers aumentando consideravelmente, até o início dos anos 90, quando o ritmo diminuiu devido à instabilidade econômica do país.
    Em meados da década de 90, observou-se uma nova onda de novos investimentos no setor, estimulados tanto pela estabilidade econômica alcançada com o Plano Real, que conseguiu estabilizar a inflação brasileira, reaquecendo o consumo no país, quanto pelo sucesso dos investimentos realizados nos anos 80. Além disso, outro fator contribuiu bastante para a entrada de novos capitais no setor, o aumento da carteira gerida pelos fundos de pensão, principalmente de órgãos públicos. Esses fundos, considerados conservadores, foram atraídos pela natureza do negócio de shopping centers, como um gerador de receitas, e pelos retornos alcançados pelos investimentos anteriores, como mencionado anteriormente.


    Fonte: ABRASCE

    Com o retorno dos investimentos, o número de empreendimentos cresceu de forma acentuada 2000, quando o setor atingiu um total de 281 shopping centers. Entretanto, a partir de 2001, observou-se uma desaceleração do setor, com uma diminuição no número de inaugurações de novos empreendimentos. Entre os fatores que explicam essa redução no ritmo de inaugurações estão a escassez de recursos e formas de financiamento e o menor interesse dos fundos de pensão, devido a regulamentações restritivas quanto ao enquadramento de investimentos imobiliários como percentual de suas carteiras totais. Esse número aumentou ao longo do tempo e em 2012 o número de shopping centers cresceu 62,6% (ao comparar com o ano 2000), atingindo 457 unidades.

    Cenário atual e atratividade do setor brasileiro de shopping centers
    O cenário atual do setor é caracterizado por um momento de consolidação da indústria, uma vez que o mercado brasileiro ainda é muito fragmentado quando comparado aos demais países.

    De 2006 a 2008 o setor de shopping centers cresceu 28%, representando 18,3% do varejo nacional e 2% do PIB brasileiro. O ABL total do mercado brasileiro de shopping centers apresentou de 2006 a 2012 um crescimento de 52,0%, atingindo um ABL de 11,4 milhões em 2011, como podemos observar no gráfico abaixo:


    Fonte: ABRASCE

    O ABL total em 2012 é dividido geograficamente da seguinte maneira: 55,6% na região Sudeste, região com maior PIB per capita do país; 17,9% na região Sul; 13,3% na região Nordeste; 9,2% na região Centro-Oeste; e 3,9% na região Norte.

    Apesar desse crescimento do numero total de ABL, quando comparamos o numero de ABL por habitantes, continuamos em um nível bem baixo quando comparado a países como EUA e Canadá entre outros, cujos mercados de shopping centers são mais desenvolvidos. Isso mostra que ainda há espaço para muitos novos empreendimentos no Brasil.


    Fonte: ICSC – 2008

    O aumento do número de shopping centers no país foi acompanhado também por um aumento de suas vendas. O faturamento do setor cresceu a 139,0% de 2006 a 2012, como pode ser visto no gráfico abaixo:


    Fonte: ABRASCE

    Com a estabilização econômica, a inflação sob controle e a redução da taxas de juros no país, veio um aumento no consumo per capita, que por sua vez impulsionou o aumento das vendas do varejo. Essa combinação gerou um aumento da procura dos lojistas por novos espaços, que, aliado à oferta limitada ABL adicional devido à redução no ritmo de inaugurações nos últimos cinco anos, causam uma escassez de oferta de novas lojas. Conseqüentemente, observamos uma redução no nível de vacância do setor ano a ano.

    No Brasil, os shopping centers apresentam outros atrativos além da concentração de lojas, serviços diversificados em um só local, disponibilidade de estacionamentos e climatização dos ambientes. A sensação de segurança proporcionada e o abrigo contra as chuvas tropicais que irrompem justamente no período das festas natalinas, momento de maior concentração de vendas do ano, são os fatores que levam as vendas de shopping centers a crescer em níveis bem superiores aos do varejo em geral. Sendo assim, ao longo do tempo observamos um aumento do percentual de participação das vendas do setor sobre as vendas totais do varejo, representando 18,3% desta em 2011. Esse percentual, apesar de estar crescendo, permanece baixo para patamares internacionais, em que países como EUA e Canadá possuem mais de 50% de suas vendas de varejo provenientes de shopping centers, conforme gráfico abaixo.


    Fonte: ICSC – 2008

    O crescimento do setor de shopping centers brasileiro vem desempenhando também um importante papel na economia do país, gerando muitos empregos e aumentando expressivamente a integração com a comunidade, por meio de ações sociais. Em 2012 foram gerados 877 mil empregos.
    O setor também passou a ser muito importante no desenvolvimento de cidades de médio e pequeno porte, pois, apesar de ainda elevada concentração nas grandes cidades, nos últimos cinco anos observou-se uma tendência de interiorização. Ou seja, as empresas passaram a buscar oportunidades de investimentos nessas cidades, através de empreendimentos em formato menores que atendam a vizinhança e pequenas comunidades, conseqüentemente ajudando o desenvolvimento econômico dessas cidades.
    Outra tendência observada no setor é a de ampliar a função social e comunitária dos shoppings, ofertando variados tipos de serviço, entretenimento, lazer e cultura. Segundo uma pesquisa realizada pela ABRASCE em 2009, apenas 37% dos freqüentadores de shopping centers vão aos empreendimentos com o objetivo de fazer compras (a porcentagem restante se refere a outros motivos). Abaixo podemos observar os principais motivos que levam os consumidores aos shopping centers no Brasil:

    Fonte: ABRASCE

    Vale comparar o perfil do consumidor entre 2006 e 2009, onde ele passou a dar uma importância maior à praça de alimentação entre os outros motivos. Além disso, o número de lojas visitadas diminuiu em 4% de 2006 a 2009, porém, a % dos clientes que consumiram em lojas aumentou em 5%, como pode ser observado no gráfico abaixo:

    Fonte: ABRASCE
    Os gastos em compras de produtos nos shoppings também aumentaram em 30,8%, de R$107,00 para R$140,00, como no gráfico abaixo:

    Fonte: ABRASCE

    Para 2013, a Abrasce prevê 47 inaugurações de malls em todo o país, indicando um bom crescimento para o mercado de shopping centers no Brasil.

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