ELPL – AES ELETROPAULO

ELPL4

A AES Eletropaulo é a maior distribuidora de energia elétrica em consumo e faturamento da América Latina. Em 2010, chegou à marca de 6,1 milhões de clientes, atingindo o número de 16,5 milhões de pessoas atendidas.

Sua área de concessão abrange 24 municípios da região metropolitana de São Paulo, inclusive a capital, onde se localiza a sede administrativa. Em 2011, a empresa comercializou mais de 45.101 GWh de energia, valor 4,1% acima do registrado em 2010, e apresentou lucro líquido de R$ 1,6 bilhão.

Para atender ao crescimento de seu mercado e elevar o nível de qualidade dos serviços prestados, em 2011 a companhia investiu R$ 739 milhões em obras de expansão, manutenção e melhoria nos serviços de atendimento ao cliente (8% a mais do que em 2010).

A AES Eletropaulo é uma empresa de capital aberto e integra o Nível 2 de Governança Corporativa da BM&FBovespa (Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo). Além disso, desde 2005 a companhia faz parte da carteira do ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial), também da Bovespa, que reúne empresas com os melhores desempenhos relacionados à sustentabilidade.

Seus acionistas controladores são a AES Corporation e o BNDES.

RI: ri.aeseletropaulo@aes.com

Site:  http://ri.aeseletropaulo.com.br/

Em fato relevante divulgado hoje, a empresa informa a decisão da ANEEL, sobre a revisão tarifária:

” A Agencia Nacional de Energia Eletrica (“Aneel”), em Reuniao Publica de Diretoria realizada em 02 de julho de 2012, aprovou um indice final de revisao tarifaria periodica da companhia de -9,33% (efeito medio a ser percebido pelo consumidor) e -5,60% (efeito economico) referente a 04 de julho de 2011. ”

As ações chegaram a ser cotadas a -12% ( 22,36 ) na mínima do dia, mas já mostram alguma recuperação da reação exagerada, apesar do índice ser menor que a prévia de -8,81% e -5,14% respectivamente.

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184 comentários sobre “ELPL – AES ELETROPAULO

  1. Eletropaulo (ELPL4): A cia registrou lucro líquido de R$30,5 milhões no 1T16, com recuo de 34,6% ante mesmo período do ano passado, principalmente devido à redução no consumo e à consequente sobra de eletricidade contratada, informou a empresa em comunicado. O Ebitda somou R$181 milhões no período, queda de 39,3% na comparação anual. Segundo a empresa, o consumo total em sua área de concessão caiu 5,5% ante o mesmo período do ano passado.

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  2. AES Eletropaulo resultado 2T15

    A AES Eletropaulo apresentou no 2T15 receita líquida de R$3,43 bilhões (+55,8% comparada ao 2T14). No 1S15, a empresa apresentou receita líquida de R$6,58 bilhões (+47,9% ante o 1S14). O lucro líquido do 2T15 ficou em R$48,5 milhões, ante prejuízo líquido de R$354,4 milhões no 2T14; para o 1S15 o lucro líquido da empresa registrou R$95,3 milhões (ante prejuízo líquido de R$537,9 milhões).

    O EBITDA (resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$217,0 milhões (ante EBITDA negativo de R$382,7milhões no 2T14). Os custos e despesas operacionais totalizaram R$ 3,07 bilhões no 2T15 (+26,9% em relação ao 2T14), principalmente em função do aumento nos custos com energia comprada para revenda e nos custos com transmissão.

    No 2T15, a AES Eletropaulo investiu R$ 140,4 milhões. Do total, R$ 112,3 milhões foram realizados com recursos próprios e R$ 28,1 milhões correspondem à projetos financiados pelos clientes.

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  3. 2014

    O resultado foi muito bom, como já se esperava. Dois fatores básicos contribuíram para essa boa performance. Em primeiro lugar, tivemos a volta dos ativos regulatórios no quarto trimestre, retroagindo a todo o ano de 2014 e, portanto, gerando um resultado extraordinário. Por fim, tivemos os ganhos obtidos pela empresa no mercado spot, tendo em vista sua situação de contratação superior à demanda.

    A Receita Líquida cresceu 47%, desempenho explicado pelos seguintes fatores: (i) aumento de 22,5% na receita total de fornecimento, em função, principalmente, do reajuste tarifário de 9,06% ocorrido em 04 de julho de 2014 e do maior consumo da classe comercial e residencial cativa; (ii) venda de energia sobrecontratada no mercado de curto prazo a uma tarifa média de R$ 719,46/Gwh, gerando uma receita bruta extraordinária de R$ 426,5 milhões no 4T14, e (iii) redução de R$ 81,4 milhões na devolução do passivo regulatório formado pela postergação, pela Aneel, da data de aplicação da 3º CRT – Terceira Revisão Tarifária Periódica (R$ 100,7 milhões no 4T14 versus R$ 182,1 milhões no 4T13.

    As despesas operacionais subiram 15,4%, principalmente em função do aumento nos custos com energia comprada para revenda. O acréscimo em receitas, muito superior ao das despesas, acarretou ganhos substantivos nas margens operacionais.

    A despesa com energia comprada para revenda aumentou 35,4% (+R$ 527,7 milhões) em comparação ao 4T13, totalizando R$ 2.017,7 milhões. Essa variação é resultado do aumento de 41,8% no preço médio da energia comprada e do aumento de 5% no volume de energia comprada (11.532 Gwh no 4T14 versus 10.981 Gwh no 4T13). Essa despesas teriam sido maiores não fosse o efeito do reconhecimento de R$ 270,5 milhões relativo ao ativo regulatório líquido, retroativo aos trimestres anteriores de 2014.

    O resultado financeiro líquido teve uma reversão, passando de positivo em 2013 para negativo em 2014, principalmente em função da substancial elevação das despesas financeiras brutas. Essa, por sua vez, teve como causas: (i) R$ 31,1 milhões a mais em função da maior taxa de juros no período (CDI no 4T14 de 11,15%, contra 9,24% no 4T13) e do aumento no saldo da dívida líquida e (ii) R$ 32,5 milhões relativo à reclassificação da atualização monetária de processos judiciais e outros para o subgrupo de Despesas Financeiras, anteriormente classificada na rubrica de provisão.

    A situação financeira mostrada em 31/12/2014 continuou a ser caracterizada por elevado nível de alavancagem.

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  4. PRINCIPAIS DESTAQUES 4T14 / 2014

    OPERACIONAIS
    Perdas totais de 9,7% em 2014, redução de 0,34 p.p. em relação à 2013
    Índice FEC obteve redução de 12,7%, para 3,81 vezes.
    DEC de 8,86 horas no ano, aumento de 10,9% em relação a 2013, devido aos eventos climáticos intensos.
    Investimentos totalizaram R$ 130 milhões no 4T14 e R$ 583 milhões no ano.

    FINANCEIRO
    Receita bruta ex-ativo reg. líquido de R$ 3.987 milhões no trimestre, alta de 25,3% em relação a 4T13, com R$ 427 milhões de venda de energia no curto prazo e R$ 619 milhões com receita de fornecimento.
    Receita bruta ex-ativo reg. líquido4 do ano atingiu R$ 14,3 bilhões, um incremento de 12,9% versus 2013 pela receita de R$ 803 milhões com venda de energia no curto prazo e maior receita de fornecimento em R$ 812 milhões.
    PMSO de R$ 356 milhões no 4T14, redução de 20,4% em relação ao 4T13. Em 2014, PMSO ficou R$ 1,6 bilhão, com redução de 2,3% em relação a 2013.
    Ebitda reportado no 4T14 de R$ 603 milhões versus (R$ 51) milhões no 4T13. Em 2014, Ebitda reportado de R$ 476 milhões versus R$ 729 milhões em 2013;
    Ebitda ajustado de R$ 504 milhões em 4T14 vs. R$ 272 milhões em 4T13. Em 2014, Ebitda ajustado¹ foi de R$ 1,5 bilhão.
    O Lucro líquido reportado no trimestre foi de R$ 276 milhões, ante prejuízo de R$ 73 milhões no 4T13. Em 2014, Companhia registrou prejuízo líquido reportado de R$ 132 milhões;
    Lucro líquido ajustado¹ de R$ 186 milhões no 4T14 e de R$ 379 milhões no ano de 2014.

    SOCIOAMBIENTAL
    Regularização de 59 mil ligações elétricas em residências de famílias de baixa renda no ano.
    Elevação do Índice de Desempenho de Fornecedores (IDF) de 75,0 para 78,31, reflexo dos programas de desenvolvimento de sua cadeia de suprimento, conquista importante na busca da disciplina na execução e eficiência nos usos dos recursos.
    Emissões de CO2 em 2014 totalizaram 635,2 mil toneladas, ante 670,2 mil toneladas que haviam sido projetadas para o mesmo período.

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  5. 3T14

    O resultado do 3T14 foi superior às nossas expectativas, especialmente tendo em vista o estado de sobrecontratação de energia, o qual permitiu à companhia a venda da energia excedente no mercado de curto prazo.

    A Receita Líquida subiu 36,8%, influenciada pelos seguintes aspectos: i) venda de energia sobrecontratada no mercado de curto prazo a uma tarifa média de R$ 703,26/Gwh, gerando uma receita bruta de R$ 405,3 milhões no 3T14; (ii) aumento de 12,98% (R$ 355,5 milhões) na receita total de fornecimento, em função, principalmente, do reajuste tarifário de 9,06% ocorrido no último dia 04 de julho e do maior consumo da classe comercial cativa; (iii) redução de R$ 82,2 milhões na amortização do passivo regulatório formado em função da postergação, pela Aneel, da data de aplicação da 3RTP – Terceira Revisão Tarifária Periódica (R$ 100,7 milhões no 3T14 versus R$ 182,9 milhões no 3T13); parcialmente compensados pela amortização da parcela relativa à devolução do ativo possivelmente inexistente no montante de R$ 81,4 milhões.

    As despesas operacionais cresceram 24,3%, proporção inferior à evolução das receitas, provocando ganhos de margens operacionais, como observado no quadro de resultados. O item “energia comprada para revenda” teve acréscimo de 33,3%, tendo sido afetado pelos seguintes fatores: (i) efeito positivo de R$ 34,3 milhões em energia de curto prazo versus despesa de R$ 105,5 milhões no 3T13 em função do excedente financeiro da CCEE, decorrente da diferença de PLD entre submercados em junho e liquidado na CCEE em julho; (ii) custos R$ 604 milhões maiores no mercado regulado, resultado do aumento no volume e no preço médio, conforme a seguir:

    a) Térmicas por disponibilidade: maior volume de energia comprada em 17,7% e preço médio superior em 77,0%, totalizando um aumento de R$ 329,4 milhões; e

    b) Hídricas: aumento de 90,6% no preço médio e de 8,9% no volume de energia comprada, totalizando um aumento de R$ 274,7 milhões.

    (iii) aumento de R$ 153,6 milhões na compra de energia da AES Tietê, em função do maior volume contratado em 22,7% e do reajuste de 6,2% no preço do contrato, ocorrido em julho de 2014, e (iv) redução de R$ 0,8 milhão nas compras de Itaipu, em função do menor volume de energia adquirido no período em 3,8%, parcialmente compensado pelo maior preço médio desse contrato em 3,7% (reflexo da maior cotação do dólar entre os períodos).

    O resultado financeiro líquido sofreu reversão, tendo passado de positivo no 3T13 para negativo no 3T14, tendo em vista principalmente o acréscimo de 197,75% em despesas financeiras brutas, estas tendo como causa o aumento concomitante do nível de endividamento e das taxas de juros.

    A situação financeira da companhia em 30/09/2014 revela um nível alto de alavancagem.

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  6. Até que enfim saiu um dividendo decente!!! (Desde minha primeira compra, lógico!)

    13/11/2014 08:37 ELETROPAULO (ELPL-N2) – Pagamento de Dividendo

    Enviou o seguinte Aviso aos Acionistas:

    Comunicamos aos Srs. Acionistas que a Diretoria da Eletropaulo Metropolitana Eletricidade de Sao Paulo S.A. ( Companhia ) aprovou a data de pagamento dos dividendos relativos ao exercicio social encerrado em 31 de dezembro de 2013 para o dia 25 de novembro de 2014.

    Ressaltamos que tais proventos ja haviam sido aprovados em Assembleia Geral Ordinaria e Extraordinaria realizada em 25 de abril de 2014, totalizando R$ 69.011.455,82 (sessenta e nove ilhoes, onze mil, quatrocentos e cinquenta e cinco reais e oitenta e dois centavos), equivalente a R$ 0,388977082 por acao ordinaria e R$ 0,427874790 por acao preferencial, aos acionistas titulares de
    acoes da Companhia na data-base de 25 de abril de 2014.

    Os dividendos sao isentos de IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte), de acordo com o artigo 10 da Lei n. 9.249/95. Barueri, 12 de novembro de 2014.

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  7. ELETROPAULO METROPOLITANA ELETRICIDADE DE SÃO PAULO S.A.
    Companhia Aberta
    CNPJ/MF nº. 61.695.227/0001-93 – NIRE nº. 35.300.050.274
    FATO RELEVANTE
    A administração da ELETROPAULO METROPOLITANA ELETRICIDADE DE SÃO
    PAULO S.A. (“Companhia”), em cumprimento ao disposto no § 4º do artigo 157 da Lei
    nº. 6.404/76 e nos termos da Instrução CVM nº. 358, de 03.01.2002, e demais
    disposições aplicáveis, comunica aos seus acionistas e ao mercado que:
    A Agência Nacional de Energia Elétrica (“ANEEL”), em reunião pública da sua
    Diretoria, que ocorreu nesta data, deliberou sobre o reajuste tarifário anual de 2014 a
    ser aplicado a partir de 4 de julho de 2014 (“IRT 2014”).
    A ANEEL aprovou o Reajuste Tarifário Anual da Companhia de 9,06% composto por
    reajuste econômico de +12,04% e componente financeiro de -2,99%, que descontado
    o componente financeiro considerado no último processo tarifário, resulta em um efeito
    médio de 18,66% a ser percebido pelos consumidores.
    A Parcela A foi reajustada em 14,08%, representando 10,45% no reajuste econômico,
    impulsionado principalmente pela compra de energia que representa 6,63% do
    reajuste econômico (11,02% do reajuste total).
    A Parcela B foi reajustada em 6,18%, representando uma participação de 1,60% no
    reajuste econômico. O reajuste é composto pelo IGPM de 7,21%, no período de 12
    meses findos em 30 de junho de 2014, ajustado pelo Fator X de 1,03%, composto
    pelos ganhos de produtividade previamente definido na 3RTP.
    A ANEEL decidiu pela restituição de 50% das parcelas de remuneração e depreciação
    associadas a ativo possivelmente inexistente no valor de R$ 326 milhões gerando um
    impacto de -3,30% no reajuste total. Com relação ao ativo possivelmente inexistente e
    de acordo com a informação divulgada pela Companhia em Fato Relevante de 01 de
    julho de 2014, a Companhia tomará todas as medidas legais cabíveis para reverter a
    decisão da ANEEL.
    O índice é composto pelos seguintes itens:
    Reajuste Tarifário
    Parcela A
    Encargos Setoriais 1,61%
    Energia Comprada 6,63%
    Encargos de Transmissão 2,21%
    Parcela A 10,45%
    Parcela B 1,60%
    Reajuste Econômico 12,04%
    CVA Total 2,67%
    Outros Itens Financeiros da Parcela A 1,73%
    Ajuste Financeiro da Revisão Tarifária de 2011 -4,08%
    Impacto ativo possivelmente inexistente (50%) -3,30%
    Reajuste Total 9,06%
    Efeito para o consumidor 18,66%
    A Companhia aguarda a publicação pela ANEEL da resolução homologatória das
    tarifas a serem aplicadas a partir de 04 de julho de 2014.
    Barueri, 03 de Julho de 2014.
    Gustavo Duarte Pimenta
    Diretor Vice-Presidente e de Relações com Investidores

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